Vai ser inaugurada a nova creche da Santa Casa da Misericórdia de Vizela, que complementa a “Arco-íris” e “Algodão Doce”, a funcionar desde 2020.
Estes dois edifícios traduziram-se num investimento de cerca de 1,8 milhões de euros na Santa Casa da Misericórdia de Vizela, com o apoio da Câmara Municipal de cerca de 700 mil euros, que irá permitir o alargamento da valência para as crianças das primeiras idades.
O Hospital de Braga participou no eCIRCULAR, novo sistema de classificação de práticas de gestão em economia circular da ADENE – Agência para a Energia.
O eCIRCULAR é um sistema para que as organizações dinamizem ações e que obtenham resultados práticos e evolutivos ao nível da economia circular. O processo de avaliação das empresas resulta na atribuição de uma classificação, numa escala de F a A+, possibilitando uma análise cuidada da situação atual da entidade e quais as áreas que devem ser melhoradas.
O Hospital de Braga foi uma das poucas unidades do setor da saúde avaliada em 27 parâmetros diferentes que inclui avaliação em recursos hídricos, energéticos, de materiais, bem como, as práticas implementadas, tendo obtido a classificação B e com identificação de medidas para a passagem ao nível seguinte da classificação.
“Este sistema de classificação do desempenho em economia circular oferece um conjunto claro e estruturado de diretrizes e métricas de avaliação. Através da sua especificidade e transparência, torna as práticas e os resultados mensuráveis, combatendo o ‘greenwashing’ e promovendo a sustentabilidade genuína”, refere Armanda Pereira, diretora do Serviço de Qualidade, Epidemiologia e Segurança da ULS de Braga.
Ao utilizar este sistema, as empresas podem demonstrar de forma robusta e confiável o seu compromisso com a economia circular, contribuindo para uma transição mais justa e sustentável para todos”, reforça.
A ADENE tem como missão o desenvolvimento de atividades de interesse público na área da energia e suas interfaces com outras políticas setoriais, em articulação com as demais entidades com atribuições neste domínio.
A Câmara Municipal de Barcelos aprovou hoje o “MasterPlan” do corredor do rio Cávado, que prevê criar cinco parques fluviais e um Ecoparque.
Serão criados o Parque Fluvial de Mariz, Parque Fluvial de Barcelos e Barcelinhos, Parque Fluvial de Tamel São Veríssimo, Parque Fluvial de Manhente, Parque Fluvial de Areias de Vilar e o Ecoparque do Cávado.
Segundo o presidente da Câmara, Mário Constantino Lopes, este “é um passo decisivo para ligar as pessoas ao rio, um passo importantíssimo na concretização de um projeto que se pretende potenciador de atratividade ao desporto, lazer, recreio e convívio ao ar livre, em comunhão e fruição das pessoas com a natureza. A aprovação deste documento balizador das intervenções que venham a ser executadas ao longo do rio é também o cumprir de mais um objetivo do nosso compromisso eleitoral, o que naturalmente me deixa muito feliz”.
A proposta do MasterPlan abrange uma área de 742 hectares e compreende as duas margens do rio Cávado ao longo de todo o concelho de Barcelos. Na margem direita, aponta para um potencial percurso de passadiço de 22km e na margem esquerda para uma ecovia potencial de 24 km. Os percursos destinados à mobilidade suave e trilhos entre margens têm uma extensão de cerca de 49km, interligando-se entre si por açudes e pontes, oferecendo circuitos que atravessam distintas paisagens.
Decorreu este domingo o lançamento da primeira pedra da ERPI – Estrutura Residencial para Pessoas Idosas de Garfe, na Póvoa de Lanhoso.
O novo lar terá capacidade para 30 utentes, com o Centro Social e Paroquial de Garfe a ter 12 idosos no Centro de Noite, faz apoio domiciliário a mais de 22 pessoas, comportando ainda a sua estrutura as valências de Atividades de Tempo Livre e Prolongamento de Horário a mais de 55 crianças.
“Contamos com o apoio dos nossos técnicos que tiveram e vão continuar a ter um papel muito importante nos próximos 18 meses, que é o prazo de execução da obra. Por isso, num dia como o de hoje em que conseguimos encerrar um capítulo e começar uma nova fase, eu sou um presidente de Câmara feliz, pois sinto que estamos cumprir a nossa missão”, disse Frederico Castro, presidente da Câmara da Póvoa de Lanhoso.
“Somos um concelho com muitas instituições de referência não só na Póvoa de Lanhoso, como no distrito de Braga que fazem um trabalho fantástico, e o papel da autarquia é estar ao lado das instituições, apoiar estes projetos e dessa forma, também ajudar a coser esta malha da rede social que é cada vez mais resistente e mais capaz no cumprimento dos seus objetivos, que são servir a população”, acrescentou o autarca.
Por seu turno, o Padre Luís Fernandes, presidente da Direção do Centro Social e Paroquial de Garfe, referiu a data de 4 abril de 1997, que marcou o início do trajeto deste Centro Social, bem como a de 17 de fevereiro de 2002, em que foi inaugurado o Centro de Noite, a primeira estrutura desta natureza, no país. “Com o passar do tempo estas repostas tornaram-se escassas, pois apesar de valorosas, não colmataram a necessidade de um lar que servisse não só os/as idosos/as da freguesia, mas também os/as das freguesias vizinhas … realiza-se agora um sonho que tem 22 anos. Os nossos utentes do Centro de Noite sabem que, com o novo lar, vão poder continuar aqui quando as forças começarem a ser poucas e sabem que podem passar aqui, espero que bem, os seus últimos dias”, sustentou o Padre Luís Fernandes.
O projeto da ERPI – Estrutura Residencial para Pessoas Idosas de Garfe resulta de uma candidatura ao programa PARES 3 e envolve valores que ascendem a 2 milhões de euros.
As árvores do espaço verde da Rua Luís Soares Barbosa, em São Victor, Braga, começaram a ser removidas esta segunda-feira para dar lugar à construção de um ginásio e uma piscina naquela zona.
A polémica começou no mês de julho do ano passado quando os moradores tiveram conhecimento da construção do futuro complexo desportivo através do anúncio colocado num outdoor.
Os protestos não tardaram e foram colocadas faixas de contestação, assim como uma petição pública online para impedir o avanço daquela construção.
“Hoje é só mais um dia triste para a nossa cidade, pois começaram a retirar as árvores do espaço verde. Os interesses económicos prevalecem, infelizmente! A qualidade de vida das pessoas fica sempre em segundo plano. Obrigada Câmara Municipal de Braga por mais um passo para o abismo”, contestou um dos moradores nas redes sociais.
O presidente da Câmara Municipal de Braga, Ricardo Rio, anunciou esta segunda-feira em Reunião de Câmara que a obra sempre irá avançar.
A construção do Centro Supera de Braga irá integrar uma sala fitness de 1.300 metros quadrados, quatro salas de aulas de grupo, piscina climatizada interior de 25 metros, piscina climatizada interior de aprendizagem, spa-hidromassagem, sauna e banho turco, ludoteca, piscinas exetriores, solário e parque infantil e estacionamento com 150 lugares.
Depois do lançamento da primeira pedra no dia 4 de fevereiro, a obra de requalificação do edifício do Castelo de Vizela já avançou para o terreno, estando neste momento a serem concluídas a remoção de inertes e as terraplanagens nas traseiras do edifício para a colocação do estaleiro da obra.
O edifício, conhecido como “Castelo”, situado na freguesia de São João, foi construído no início do século XX, por volta de 1905, a mando de Armindo de Freitas Ribeiro de Faria, com o objetivo de aí se virem a estabelecer os Paços do Concelho.
“Este importante legado é sem dúvida alguma um marco importante na história de Vizela, uma vez que resultou de uma luta persistente do Dr. Armindo Faria, político e médico, pela autonomia administrativa da sua terra natal: Vizela. Este edifício, com mais de cem anos de existência, continua a ser extremamente emblemático, considerado como um símbolo da luta autonómica de Vizela. A recuperação e reabilitação deste edifício tem como objetivo dar continuidade á política de regeneração urbana implementada por este Executivo, assim como continuar a aposta na vertente cultural de forma transversal, através da recuperação do património cultural, em especial naquilo que faz parte da nossa identidade. A requalificação do edifício do Castelo revela ainda a forte aposta na recuperação do património histórico, reabilitando um edifício centenário, recuperando o imóvel nas suas características físicas tradicionais e transformando e adaptando o seu interior para atividades culturais”, refere a Câmara Municipal.
A exposição “Retalhos do Minho – ritos e rituais” terminou com a marca de 700 visitantes. A iniciativa, integrada no programa de comemorações do 30.º aniversário do Grupo Folclórico da Universidade do Minho, esteve patente durante oito dias na Galeria do Paço, em Braga.
Os visitantes puderam apreciar a mostra de trajes que reuniu peças da indumentária tradicional de vários colecionadores.
Esta mostra etnográfica dedicou um dos núcleos expositivos aos ritos de passagem onde se evidenciaram as diferentes dimensões dos mesmos e respetivos ritos associados, do contexto religioso ao profano. Em simultâneo, os cortejos de oferendas típicos do Minho, conhecidos como “carreadas” foram também representados nas suas diferentes dinâmicas, pela entrega de cestos floridos e de oferendas, das estrigas de lenha e dos inúmeros de carros de bois carregados de lenha para leilão, cuja receita revertia a favor do respetivo santuário, pobres da cidade ou Santa Casa da Misericórdia.
Num segundo núcleo, os diversos concelhos do Baixo Minho estiveram representados por peças originais de coleções privadas e de algumas coletividades locais, cedidas para o efeito, atraindo as atenções de inúmeros visitantes. Vários grupos folclóricos da região procuraram visitar esta exposição, admirando as diferentes peças apresentadas, divididas entre roupas interiores e peças de bragal, trajes ricos e de casamento e ainda várias peças de adorno como lenços, xailes e outros acessórios.
As comemorações do 30.º aniversário do Grupo Folclórico da Universidade do Minho continuarão ao longo do ano, com diferentes iniciativas do projeto “Voltas da Tradição”, que assenta na divulgação da cultura popular tradicional do Baixo Minho.
A Junta de Freguesia de Sobreposta, em Braga, realizou uma ação de limpeza e reflorestação de espécies autóctones nos terrenos desta Autarquia. A iniciativa, realizada em parceria com o Agrupamento 1017 de Sobreposta, teve como objetivo fomentar o respeito pela natureza e a preservação do meio ambiente na freguesia.
O evento contou com várias secções dos escuteiros como os lobitos, exploradores, pioneiros e dirigentes entre os quais chefes e caminheiros. A presidente da Junta de Freguesia de Sobreposta, Elizabete Silva, expressou a sua satisfação com a adesão e empenho da comunidade escutista nesta ação ambiental. “É gratificante ver a nossa comunidade unida em prol do ambiente. A colaboração entre a Junta de Freguesia e o Agrupamento 1017 tem sido fundamental para promovermos a preservação da natureza em Sobreposta, como ficou demonstrado nesta iniciativa”, disse a presidente.
Durante a atividade, os voluntários empenharam-se na limpeza dos terrenos e plantaram diversas espécies autóctones.
O evento contou com a participação de membros de todas as faixas etárias da comunidade, desde crianças a idosos.
A Junta de Freguesia de Sobreposta e o Agrupamento 1017 manifestaram o seu desejo de continuar a promover iniciativas semelhantes no futuro, ficando já agendada uma nova ação de plantação de árvores de espécies autótones para 17 de março, dia comemorativo do Dia da Árvore.