Ester Santana, atleta do SC Braga, fez história na Maratona de Sevilha ao alcançar a segunda melhor marca espanhola de sempre, com o tempo de 02:24.40.
A Gverreira do Minho, com este resultado, garantiu os mínimos para os Jogos Olímpicos de Paris 2024, onde irá representar Espanha.
Solange Jesus, também atleta do SC Braga, esteve muito próxima de se apurar para a competição olímpica, tendo alcançado o 25.º lugar, com o tempo de 02:27.30.
O Bloco de Esquerda reuniu com o recém-empossado Conselho de Administração da Unidade Local de Saúde de Braga. O partido referiu que desde que passou para a gestão púbica em 2019, o Hospital de Braga “tem apresentado consistentemente parâmetros de desempenho que o colocam entre os melhores do seu grupo a nível nacional”.
“Aumentou o número de consultas e de cirurgias, só em 2023 o Hospital de Braga realizou mais de 40 mil cirurgias, e aumentou também o número de consultas médicas, de primeiras consultas, de consultas subsequentes bem como de atendimentos urgentes. Está melhor desde o fim da PPP. Há mais 38% de consultas e cirurgias e a média de satisfação dos utentes é de 8,5/10. O Bloco reuniu com a comissão de trabalhadores que mostrou que os funcionários não querem a PPP de volta. O próprio tribunal de contas no seu relatório refere que a gestão da PPP funcionava em falência técnica e as listas de espera aumentaram. O Hospital de Braga tem de ser do SNS”, afirma Bruno Maia, médico e cabeça de lista do Bloco de Esquerda pelo distrito de Braga.
O Bloco de Esqueda sustenta que “relativamente aos cuidados de saúde primários, foi referido na reunião que houve um aumento de 17 mil utentes nos últimos dois anos, sendo que as unidades têm sido capazes de de organizar e dar resposta a todos os utentes. O número de utentes sem médico de família no universo da ULS é baixo, cerca de 2000 utentes, situação que será ultrapassada em breve. Saudamos o empenho inexcedível de todos os profissionais do Serviço Nacional de Saúde, designadamente do Hospital de Braga e das unidades dos cuidados de saúde primários do distrito”.
O SC Braga venceu, este sábado, o Clube de Albergaria por 2-3, em jogo correspondente à 14.ª jornada da Liga BPI.
A equipa da casa conseguiu chegar à vantagem de dois golos por intermédio de Sofia Lewis (30′) e Healy (44′), mas Gverreiras entraram no segundo tempo a todo o gás e conseguiram dar a volta ao marcador. Dolores Silva (65′), Carolina Mendes (70′) e Sissi (90′) fizeram os tentos da vitória.
O SC Braga, terceiro classificado, passa a contar com 28 pontos.
A Câmara Municipal de Braga vai apoiar “investimentos estratégicos” para o concelho. Esta medida será analisada e votada na Reunião de Executivo, que irá realizar-se na segunda-feira.
Através do Regulamento de Concessão de Incentivos ao Investimento do Município de Braga, o projeto LIVING LAB, apresentado pela empresa KWADRUM, vai viabilizar a construção de uma unidade laboratorial no Parque Industrial de Pitancinhos. Já o outro investimento estratégico prende-se com a ampliação da atividade desenvolvida pela empresa Serralharia Cunha.
Num investimento de 7,4 milhões de euros, o LIVING LAB será implementado no complexo industrial do Grupo DST, em Palmeira, onde serão testadas as soluções de construção modular desenvolvidas no âmbito do novo cluster de inovação industrial do Grupo. “O projeto pretende responder às necessidades crescentes do mercado e aos novos desafios do setor, em particular no sentido da sustentabilidade e da proteção do ambiente, que se destaque como uma resposta nacional, capaz de posicionar Portugal como fornecedor mundial de referência desta nova indústria”, refere a Câmara Municipal.
Por seu turno, a Serralharia Cunha, instalada no Parque Industrial e Empresarial de Celeirós, vai construir uma nova unidade produtiva de forma a “viabilizar o desenvolvimento de uma nova área de negócio que consiste na conceção de portas e janelas resistentes ao fogo”. A empresa prepara-se investir cerca de 7 milhões de euros para ter uma fábrica mais digital, com linhas de produção sequenciais, “permitindo a rastreabilidade dos processos produtivos e criar novos postos de trabalho”.
O Plano Municipal de Ação Climática (PMAC) de Guimarães foi aprovado em Reunião de Câmara. O documento, que sintetiza um conjunto de medidas e ações de mitigação e adaptação, visa transformar Guimarães “num território mais resiliente e climaticamente neutro até 2030”.
No eixo da mitigação estão previstas 14 medidas e 70 ações, que irão incidir sobre seis setores: edifícios residenciais; edifícios de serviços; iluminação pública; transportes; resíduos; e indústria e produção de energia. Já o campo da adaptação inclui 21 medidas e 54 ações, que serão aplicadas a 10 setores: educação e sensibilização ambiental; biodiversidade; recursos hídricos; ordenamento do território e cidades; agricultura; florestas; edifícios; saúde; segurança de pessoas e bens; e inovação e cidades inteligentes.
“O Plano Municipal de Ação Climática de Guimarães teve um conjunto alargado de ações de participação pública e de co-criação, demonstrando a ambição, pro-atividade e liderança do município na resposta às alterações climáticas”, refere Sofia Ferreira, vereadora do Ambiente e Ação Climática da Câmara Municipal de Guimarães.
“O horizonte deste plano decorre até 2030, estando assim alinhado com os períodos temporais das estratégias nacionais e com a missão que o município definiu de atingir a neutralidade climática, no âmbito da Missão Cidades da União Europeia. Além disso, vai ao encontro do contrato climático e plano de investimento submetidos para análise da Comissão Europeia, em setembro passado, cujas ações já estão previstas na Estratégia Municipal da Adaptação às Alterações Climáticas de Guimarães”, acrescenta.
O Plano Municipal de Ação Climática de Guimarães, que seguirá agora para aprovação final em Assembleia Municipal, surge no âmbito da Lei de Bases do Clima (Lei n.º 98/2021, de 31 de dezembro). Reconhecendo “a situação de emergência climática”, o decreto estabelece um conjunto de obrigações relativas à necessidade de desenvolvimento de novos instrumentos da política climática, entre os quais os Planos Municipais de Ação Climática (Art.º 14) e respetiva participação pública, até fevereiro de 2024.
A ASAE desmantelou uma rede de falsificação de azeite, tendo apreendido mais de 500 litros deste produto falsificado.
Em comunicado, a Autoridade de Segurança Alimentar e Económica indica que no âmbito da sua missão na proteção de produtos nacionais e de combate às práticas fraudulentas, realizou, através da Unidade Regional do Sul – Unidade Operacional de Évora e na sequência de diligências de investigação, várias ações de fiscalização e de inspeção direcionadas para a cadeia de valor do azeite, para identificar potenciais inconformidades sobre a autenticidade e qualidade do produto, e ainda, práticas de concorrência desleal.
Como resultado das ações que decorreram na margem Sul do Tejo e nas imediações da cidade de Portalegre, a ASAE inspecionou diversos operadores económicos não sedentários, com ligações entre si, “tendo sido detetado em flagrante delito a comercialização de um produto com indicação de ‘azeite virgem’, com forte suspeita de se tratar de óleo alimentar”, apresentando preços unitários por embalagem de 5 litros a rondar os 30 e os 40 euros.
“Foram ainda instaurados três processos-crime, pelos ilícitos de Fraude Sobre Mercadorias e géneros alimentícios anormais falsificados e apreendidos 510 litros de produto falsificados, centenas de rótulos, uma viatura de mercadorias e diversa documentação probatória e indiciária, tudo avaliado num valor aproximado de 29 mil euros”, acrescenta a ASAE.
Foram realizadas 18 colheitas de amostras a todos os produtos oleicos detetados, as quais foram encaminhadas para o Laboratório de Segurança Alimentar da ASAE, para a realização das respetivas análises físico-químicas e sensoriais.
Os suspeitos foram Constituídos Arguidos e sujeitos a Termo de Identidade e Residência, tendo os factos sido comunicados à Autoridade Judiciária.
A ASAE alerta os consumidores para “estarem atentos a ofertas deste produto com preço abaixo do expectável, induzindo o consumidor em erro com objetivo de serem comercializadas outras substâncias oleicas como azeite”.
A Câmara Municipal de Braga vai assinar um protocolo de cooperação com a Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO), para a realização da XVI Conferência Anual da Rede de Cidades Criativas da UESCO que a cidade irá recerber no mês de julho.
Esta será a primeira vez que uma cidade portuguesa recebe este encontro. “O evento representa uma oportunidade para a cidade anfitriã construir uma ampla sensibilização e apoio à cultura e criatividade, impulsionando estratégias e planos de desenvolvimento urbano, bem como o cultivo para colaborações com outras cidades, nacionais ou estrangeiras, alargando a sua visibilidade e o impacto internacional”, refere a Autarquia.
Criada em 2004, a Rede de Cidades Criativas da UNESCO (UCCN) tem como objetivo potenciar a cooperação entre cidades que reconhecem a criatividade como fator estratégico de desenvolvimento sustentável a nível económico, social, cultural e ambiental.
Braga passou a integrar a Rede de Cidades Criativas da UNESCO em 2017, tornando-se a única cidade representante na área das Media Arts na Península Ibérica.
A Auchan decidiu encerrar as suas lojas no Domingo de Páscoa a pedido dos colaboradores, para que estes possam gozar do dia de folga no feriado religioso.
Todos os trabalhadores do grupo francês vão poder tirar folga no feriado e outro na mesma semana, numa medida que surgiu após os colaboradores terem pedido para passarem a Páscoa em família.