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Apostador português vence 19 mil euros no Euromilhões

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Um apostador nacional venceu o terceiro prémio do Euromilhões desta terça-feira, ganhando o prémio de 19 mil euros. O sorteio não teve totalistas, sendo o próximo jackpot de 77 milhões de euros.

Três apostadores estrangeiros ganharam o segundo prémio, no valor de 189 mil euros, enquanto a chave do terceiro prémio foi acertada por um português e sete estrangeiros.

Números: 5 – 6 – 15 – 37 – 42

Estrelas: 3 e 4

Prémios

  • 5 números + 2 estrelas: 0€
  • 5 números + 1 estrela: 189.400,64€
  • 5 números + 0 estrelas: 18.971,16€
  • 4 números + 2 estrelas: 1.798,40€
  • 4 números + 1 estrela: 130,02€
  • 3 números + 2 estrelas: 69,98€
  • 4 números + 0 estrelas: 44,01€
  • 2 números + 2 estrelas: 15,71€
  • 3 números + 1 estrela: 11,24€
  • 3 números + 0 estrelas: 9,98€
  • 1 número + 2 estrelas: 7,28€
  • 2 números + 1 estrela: 5,25€
  • 2 números + 0 estrelas: 4,11€

Conheça os números do Euromilhões

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Braga TV
Braga TV

O sorteio do Euromilhões desta terça-feira ditou os números 5 – 6 – 15 – 37 – 42 e as estrelas 3 e 4.

Em jogo está um jackpot de 64 milhões de euros.

O último sorteio, que valia 53 milhões de euros, não teve totalistas.

Mais informações, consulte o site dos Jogos Santa Casa.

Hospital de Cascais instala túnel de desinfeção contra a Covid-19

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Hospital de Cascais
Hospital de Cascais

O Hospital de Cascais instalou um novo sistema, à entrada das instalações, que permite a desinfeção, deteção de utilização de máscara e medição da temperatura corporal de todos os utentes. O objetivo deste sistema inovador é contribuir para combater o sentimento de insegurança da população devido à infeção pela Covid-19.

A entrada principal do Hospital de Cascais estará agora sujeita a este sistema de desinfeção automático, onde os utentes terão de passar por um túnel de nebulização de Ozono, uma ação que procede a passagem por um outro sistema que deteta automaticamente a máscara facial e mede a temperatura corporal. Este sistema emite um sinal luminoso (verde ou vermelho) que indica se o utente pode ou não avançar, estando estimada a passagem de 6 a 10 utentes por minuto.

“Este sistema que decidimos instalar no Hospital de Cascais é inovador, sustentável e pioneiro na área da Saúde em Portugal. Avançámos com a implementação deste projeto porque acreditamos que irá promover um acesso mais eficiente às nossas instalações e contribuirá para melhorar a experiência dos utentes, numa altura em que os hospitais são um dos locais onde as pessoas têm mais receio de ir”, explica José Bento e Silva, Presidente do Conselho de Administração do Hospital de Cascais. “Assim, damos resposta a mais um desafio atual e reforçamos o nosso compromisso de cuidar sempre em segurança”, finaliza.

“Desde o primeiro momento que as marcas têm tido um papel importante no combate à pandemia. Além de redirecionarem estratégias de comunicação para a prevenção, têm adotado todo o tipo de medidas para um combate rápido e eficaz, não obstante de estamos perante um problema complexo e sem solução de curto prazo. A Jack The Maker, empresa de criatividade tecnológica, tem criado um conjunto de novas ferramentas no sentido de trazer de volta alguma normalidade a este «novo normal». É nesse sentido que a Jack The Maker e a Lusíadas Saúde se juntaram para desenvolver um Túnel de Higienização 2.0 com hardware e software adaptáveis a todo o tipo de contextos. Neste caso em particular, a solução desenhada servirá a entrada do Hospital de Cascais, garantindo a higienização dos tecidos expostos a quem visita o Hospital. Uma solução baseada num processo 100% natural”, adianta Ricardo Espada, CEO da Jack The Maker.

Este é um projeto piloto, desenvolvido através de uma parceria entre a Lusíadas Saúde e a Jack the Maker. O sistema instalado no Hospital de Cascais é um protótipo que funcionará como um teste, cujo objetivo passa por melhorar e garantir mais segurança no acesso à unidade de saúde, num sistema assente em tecnologias inovadoras, sustentáveis e eficientes.

Esposende sensibiliza jovens para problemática do Bullying

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CM Esposende
CM Esposende

No âmbito do projeto “Prevenção da Violência” e com o intuito de assinalar o Dia Mundial do Combate ao Bullying, que se assinala hoje, o Município de Esposende, em parceria com os agrupamentos de escolas do concelho, a Escola Secundária Henrique Medina e a Escola Profissional de Esposende, vai promover, amanhã, a apresentação de uma peça de teatro sobre o bullying para os alunos do 3.º Ciclo.

Trata-se da peça “Bullying – Uma História de Hoje”, de David Carronha, que será apresentada pela companhia ContraPalco Produções de Teatro, em sessões a realizar às 10h15 e às 14h30, no Auditório Municipal de Esposende.

Esta ação, que se traduz num complemento ao projeto PES (Promoção e Educação para a Saúde) desenvolvido nas escolas, está em linha com os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da Agenda 2030 da ONU, cujo cumprimento foi assumido pelo Município de Esposende.

Através de uma experiência teatral próxima da linguagem que utilizam no seu dia a dia, os jovens serão confrontados com temas de uma extrema importância no seu desenvolvimento enquanto seres humanos, ajudando-os a abordar problemas sociais, descobrir soluções novas e teatralizar pontos de vista.

O Dia Mundial do Combate ao Bullying visa consciencializar a população para esta forma de violência, apoiar e incentivar as vítimas a denunciarem estas graves situações e encontrar formas de as prevenir. Segundo a UNICEF, um em cada três jovens do mundo, entre os 13 e os 15 anos, é regularmente vítima de bullying na escola. Esta data é um alerta internacional para esta problemática, sendo certo que a luta contra o bullying não é uma tarefa de um dia, nem de um grupo de pessoas, mas sim de todos os dias do ano e de todas as pessoas.

Autarcas e comunidade de Famalicão promoveram ação de limpeza em S. Miguel-o-Anjo

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CM Famalicão
CM Famalicão

Vários serviços do Município de Vila Nova de Famalicão, responsáveis da União das freguesias de Famalicão e Calendário e membros da Associação de Moradores da Cal, uniram esforços e procederam à limpeza e remoção de lixos no Monte de S. Miguel-o-Anjo.

A ação de sensibilização ambiental e de defesa do património natural teve como principal objetivo “dar um sinal à comunidade da importância de manter o território limpo de forma a preservar e valorizar o património natural e cultural”, referiu Leonel Rocha, vereador da cultura, que também participou na iniciativa. O responsável mostrou-se satisfeito com a “união de esforços das várias entidades, lamentando a atitude dos cidadãos que depositam lixo, incluindo monstros domésticos num espaço de grande riqueza ambiental e patrimonial”.

Refira-se que o terreno com cerca de 80 mil metros quadrados foi adquirido pela Autarquia em 2017, com o objetivo de salvaguardar e preservar este património, permitindo o estudo e a investigação sobre o passado histórico deste local.

Neste âmbito, a Autarquia está a elaborar um plano estratégico com um conjunto de ações, donde sobressai a prospeção arqueológica do local e respetivo levantamento topográfico, mas para já estão a ser desenvolvidos trabalhos, que permitirão disponibilizar em breve um espaço verde, cuidado e qualificado ao serviço população.

O espaço que está classificado como imóvel de interesse público desde 1990 acolhe as ruínas de um povoado fortificado cujos achados arqueológicos apontam para uma datação que se situa entre o séc. I a.C. e o séc. I d.C.

Localizado num pequeno outeiro que se destaca do vale, o Castro de S. Miguel-o-Anjo goza de uma ampla vista em todo o seu redor (360º). Da sua plataforma central (acrópole) usufrui-se de um domínio visual privilegiado sobre a cidade de Vila Nova de Famalicão, o Monte do Facho e de quase todo o concelho; quando as condições atmosféricas são favoráveis também são visíveis os concelhos vizinhos (Trofa, Santo Tirso, Guimarães e Vila do Conde) e o mar.

Braga apoia criação artística em tempos de pandemia

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CM Braga
CM Braga

O “ACTUM – Convocatória Aberta de Projectos Artísticos 2020”, programa de apoio à criação e fruição artísticas promovido pelo Município de Braga,  contou com 32 projectos de artistas, criadores e agentes culturais bracarenses.

Na “Medida 1– Música e Artes Performativas” foram selecionados 20 projetos, contemplados por diversos estilos musicais e cruzamento interdisciplinar de diversas expressões performativas. Estes projetos foram apresentados e partilhados com público através da página Facebook do Município de Braga e podem ser revistos no site do Município em: https://bit.ly/2IPlzDF.

Já no âmbito da “Medida 2 – Artes Plásticas e Visuais”, foram selecionados 23 projectos, dos 27 submetidos.  As propostas apresentadas na “Medida II – Artes Plásticas e Visuais” evidenciam-se pela criatividade e originalidade, com abordagens e perspetivas ecléticas que procuraram debruçar-se sobre o contexto de mudança e de adaptação em que atualmente se vive.

As obras produzidas abarcaram diferentes domínios (pintura, escultura, instalação, desenho, vídeo e fotografia) e assumirão a forma de uma exposição coletiva, com a curadoria de Helena Mendes Pereira, na galeria municipal Casa dos Crivos, de 5 de dezembro a 24 de janeiro de 2021, e numa exposição na plataforma de arte online da Zet Gallery.

Projeto da UMinho usa ADN para monitorizar recursos pesqueiros no Atlântico

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Filipe Costa
Filipe Costa

Um projeto liderado pela Universidade do Minho para melhorar a gestão sustentável de recursos pesqueiros na rota atlântica de Magalhães vai receber uma bolsa de cerca de 300 mil euros esta quarta-feira, dia 21, pelas 18h15, no Pavilhão do Conhecimento, em Lisboa.

Trata-se de um dos prémios de Investigação Científica e Desenvolvimento Tecnológico atribuídos no âmbito nas Comemorações do V Centenário da Viagem de Circum-Navegação. O ministro da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior, Manuel Heitor, é uma das personalidades previstas na sessão.

O projeto da UMinho intitula-se A-Fish-DNA-Scan, é coordenado pelo investigador Filipe Costa, do Centro de Biologia Molecular e Ambiental (CBMA), e tem a parceria das universidades do Algarve, de Coimbra, Estadual de São Paulo (Brasil) e Técnica do Atlântico (Cabo Verde), além do Instituto Português do Mar e da Atmosfera e do Instituto do Mar de Cabo Verde. O trabalho, agora premiado pela Fundação para a Ciência e a Tecnologia, vai monitorizar ovos e larvas de peixe (ictioplâncton) através de um sistema baseado em sequências do ADN de uma região pré-definida do genoma. Esta ação é fulcral na gestão de recursos pesqueiros para sinalizar épocas e locais de desova, bem como inferir a abundância de stock de desovantes e o recrutamento de novos espécimes.

A identificação rigorosa e eficiente de ovos e larvas de peixe com base na sua morfologia é uma tarefa muito difícil. Por isso, os cientistas vão testar e implementar uma metodologia sustentada na sequenciação de alto débito, designada “DNA metabarcoding”. É baseada em códigos de barras de ADN, análogos aos códigos de barras dos produtos comerciais, e define para cada espécie uma sequência de bases do ADN que a caracterizam. Por via desta abordagem, as identificações de espécies de peixes em amostras de ictioplâncton poderão ser realizadas com maior rapidez e rigor, possibilitando ainda uma monitorização com maior frequência temporal e espacial, e disponibilizando dados abundantes e muito relevantes para a gestão de stocks pesqueiros.

O projeto, que se prolonga até agosto de 2023, quer contribuir para a agenda da iniciativa intergovernamental Atlantic Interactions e tem como referencial a viagem de circum-navegação, no seu quadro conceptual de descoberta da terra e dos oceanos, de interação com povos e culturas e do mundo natural e da riqueza biológica. “Assim como Fernão de Magalhães demonstrou que o mar é só um e que os oceanos não têm fronteiras, também os recursos pesqueiros não conhecem fronteiras e, por isso, têm que ser geridos em concertação internacional”, diz Filipe Costa, que é investigador do CBMA e professor do Departamento de Biologia da Escola de Ciências da UMinho, em Braga.

Requalificação do Centro Cívico da Vila das Taipas arranca esta terça-feira

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CM Guimarães
CM Guimarães

As obras de requalificação do Centro Cívico da Vila das Taipas arrancam esta terça-feira, 20 de outubro, com um prazo de execução de 730 dias. A  requalificação é da autoria do Centro de Estudos da Escola de Arquitetura da Universidade do Minho.

O projeto prevê que a qualidade do novo Centro Cívico da Vila das Taipas deva recuperar a importância do recurso hídrico preexistente, nomeadamente o rio Ave e a Ribeira da Canhota, assim como o seu papel estruturante na caracterização do espaço.

A requalificação do centro das Taipas apresenta ainda um conjunto de premissas relativas à mobilidade pedonal, à sensibilidade ecológica e ao património. O programa define um centro composto pela configuração de novos espaços com vocação própria que promovem um conjunto de percursos e articulam novas relações entre os equipamentos de proximidade, localizados no próprio centro (Junta de Freguesia, Centro Pastoral, Igreja Matriz, antigo Mercado, Banhos Novos e Velhos) ou numa área de influência mais alargada (Escola Secundária, Feira, Parque das Taipas, rio Ave, entre outros).

A obra recebeu o visto do Tribunal de Contas no mês passado e foi adjudicada à ABB pelo valor de 4.696.357,00 euros (acrescido de IVA).

Alteração de trânsito

No âmbito desta intervenção, será proibido o trânsito na Avenida Trajano Augusto, a partir desta terça-feira, por um período previsto de quatro meses.

Neste período será invertido o sentido único de circulação na Rua Dr. Alfredo Fernandes, adotando o sentido único de circulação norte-sul, perdendo prioridade no entroncamento com a Avenida da República/Rua da Lameira (EN310 desclassificada). Mais se informa que os desvios alternativos serão devidamente sinalizados, bem como assegurado o acesso local, designadamente aos moradores.

Póvoa de Lanhoso vai criar Circuito de Manutenção do Pontido

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CM Póvoa de Lanhoso
CM Póvoa de Lanhoso

A Câmara Municipal de Póvoa de Lanhoso vai criar o Circuito de Manutenção do Pontido, um projeto a ser implementado numa área verde existente no coração da vila povoense.

Para além de novos percursos, este projeto prevê o funcionamento, a partir de novembro, do Gabinete de Avaliação Física e Aconselhamento de Treino, Avaliação do Perfil de Saúde e da Atividade Física com um técnico de Desporto do Município. Este recurso irá ficar sediado nas instalações do Espaço Jovem.

O Circuito de Manutenção do Pontido é um projeto que pretende promover as estruturas e os espaços verdes que são oferecidos na Póvoa de Lanhoso ao mesmo tempo que pretende enraizar hábitos saudáveis junto da população, promovendo e orientando para a prática do exercício físico e para a adoção de estilos de vida saudáveis.

Este circuito contará com três percursos definidos com graus de dificuldade diferentes. Ao longo do circuito, as pessoas encontrarão várias opções de exercícios, todos devidamente identificados com placas informativas. Irá ainda existir uma zona específica de aquecimento no ponto de partida dos percursos.

O parque geriátrico será renovado e, juntamente com a box,  serão devidamente sinalizados e farão parte deste Circuito de Manutenção do Pontido, que é mais uma resposta que a população terá ao dispor, a médio prazo.

A acrescentar ao Circuito, a zona do Pontido, concretamente na zona do parque radical, irá sofrer remodelações, de modo a ser criado um campo de basquetebol ao ar livre, correspondendo a um pedido da população que muito aprecia esta modalidade.

De lembrar que a Póvoa de Lanhoso integra a rede nacional de Municípios Amigos do Desporto.

Projeto AMAReMar de Esposende é exemplo de boas práticas no seio da Europa

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CM Esposende
CM Esposende

O projeto AMAReMAR, promovido pelo Município de Esposende, foi apresentado como exemplo de boas práticas, na 18.ª Semana Europeia das Regiões e Cidades.

Esposende participou no evento a convite da Comunidade Intermunicipal do Alto Minho, no âmbito da implementação do projeto “CHERISH – Criação de oportunidades para o crescimento regional através da promoção do património cultural das comunidades pesqueiras na Europa”. Organizado pelo parceiro de projeto da Letónia, o evento decorreu em formato online e contou com a participação de vários países, incluindo Portugal.

Alexandra Roeger, vice-Presidente da Câmara Municipal de Esposende e vereadora da Coesão e Desenvolvimento Social, teve oportunidade de partilhar experiências e boas práticas do AMAReMAR, projeto referenciado como boa prática, na medida em que potencia o envolvimento da comunidade em objetivos comuns, promove a educação não formal, a intergeracionalidade, a integração de distintas formas de arte e de cultura, a preservação e a divulgação de tradições, como verdadeiros instrumentos de coesão social.

Em diversos momentos ao longo do seu percurso iniciado em 2015, o AMAReMAR tem retratado e colocado em evidência o património imaterial das vivências do mar, das suas gentes e das comunidades piscatórias, através das oficinas de Teatro, Música, Fotografia e Vídeo, Costura Criativa e Ilustração. Por esta via, o Município está a contribuir para o cumprimento dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da Agenda 2030 da Organização das Nações Unidas.

A avaliação do AMAReMAR tem sido apontada pelos participantes como “muito positiva”, quer por fatores individuais, como a melhoria da sua autoestima, a capacidade de enfrentar novos desafios, quer por fatores coletivos, de inclusão social e cultural, como o sentimento de pertença a um grupo que trouxe para o espaço público momentos da história local recontada, fazendo a comunidade reviver o passado, viver o presente e projetar o futuro de Esposende.

Este trabalho de parceria internacional e interinstitucional culminará com a realização de um plano de ação a implementar a partir de setembro de 2021 para a prossecução do objetivo comum que é o aumento da atratividade das regiões com comunidades piscatórias.

O projeto CHERISH, aprovado no âmbito do programa INTERREG EUROPE, e desenvolvido em Portugal pela CIM Alto Minho, assenta em práticas que promovam a operacionalização de sinergias e a cooperação inter-regional a nível europeu, visando a melhoria de políticas públicas de desenvolvimento relacionadas com a proteção e promoção do património cultural nas comunidades piscatórias, a fim de aumentar a atratividade dessas regiões para as empresas, cidadãos e turistas.