Portugal registou hoje 2.229 mortos por Covid-19, 106.271 casos de infeção e 63.238 recuperados, de acordo com o boletim epidemiológico da Direção-Geral da Saúde. Em 24 horas morreram 16 pessoas, contabilizaram-se 2.535 novos casos e 1.340 casos de recuperação.
O boletim epidemiológico indica que morreram 8 pessoas em Lisboa e Vale do Tejo, 4 no Norte, 2 no Centro, e 1 no Alentejo e Algarve.
O Norte voltou a somar o maior número de casos diários por 14 dias cosecutivos, registando hoje 1.379 novos infetados. Há 863 novos casos em Lisboa e Vale do Tejo, 197 no Centro, 50 no Alentejo, 41 no Algarve, 4 na Madeira e 1 nos Açores.
O número de casos ativos no país subiu para 40.804, mais 1.179 em relação a ontem, e 55.882 pessoas em vigilância pelas autoridades, menos 244.
O número de internados no país ascendeu para os 1.272, mais 35 nas últimas 24 horas, dos quais 187 em cuidados intensivos, mais 11.
A sustentabilidade é a palavra de ordem da nova incubadora de empresas “Famalicão Made IN”, cuja abertura foi assinalada por Paulo Cunha, presidente da Câmara Municipal.
Localizada no CIIES – Centro de Investigação, Inovação e Ensino Superior, em Vale São Cosme, a estrutura está preparada para acolher de imediato 10 startups que vão beneficiar de um ecossistema potenciador da inovação, uma vez que, no mesmo espaço está instalado o novo Centro Tecnológico das Carnes, o Instituto Politécnico do Cávado e do Ave e o laboratório de formação, investigação e conhecimento da Universidade do Minho.
“Deram-nos todas as condições que precisamos para termos sucesso no nosso projeto” diz Rita Duro, uma das primeiras inquilinas da incubadora, criadora da IDuro, marca que se dedica criação e comercialização de calçado e outro vestuário com aplicação de novos materiais, tendo em vista a reutilização dos produtos.
As candidaturas à ocupação do espaço estão abertas a partir do portal oficial do Famalicão Made In.
“Queremos que esta incubadora estimule o surgimento de projetos que sejam sustentáveis, mas queremos também que os projetos que aqui nasçam ajudem à sustentabilidade de outras empresas”, afirmou o Paulo Cunha, explicando que “infelizmente sabemos que muitos projetos empresariais provocarão o esgotamento dos recursos naturais e nós temos que combater esta tendência criando no mercado condições para que os projetos empresariais possam conviver com esses mesmo recursos naturais assegurando a longevidade dos mesmos”.
O autarca referiu ainda que a aposta nesta incubadora “é também um sinal da postura da Câmara Municipal e do propósito que temos para que as nossas empresas também sejam bem sucedidas”.
Refira-se que a rede Incubadora Famalicão Made IN pertence à Rede Nacional de Incubadoras e pretende fixar, apoiar e promover novos negócios que acrescentem valor à já sólida indústria do concelho, no sentido de robustecer a economia local com projetos inovadores, competitivos e com vocação internacional, capazes de promover e incentivar o emprego qualificado, contribuindo para a afirmação de Famalicão como um ecossistema que facilita e promove o desenvolvimento empresarial.
Um dos pilares deste ecossistema é a Rede Famalicão Empreende cujas entidades que a compõem – locais, regionais e nacionais – podem dar o melhor acompanhamento nas áreas da qualificação, inovação, investigação, internacionalização e financiamento às startups incubadas.
Algumas das vantagens da rede Incubadora Famalicão Made IN é o facto de estar acreditada pelo IAPMEI para prestação de serviços de incubação; fomentar e potenciar oportunidades de negócio junto de parceiros empresariais; presta acompanhamento em processos de internacionalização de startups, entre outros benefícios.
A inauguração da incubadora dedicada à sustentabilidade surge no contexto de comemoração do 6.º aniversário de instauração do projeto Famalicão Made In, a grande aposta do Município para promover o crescimento económico e social do concelho, através da promoção de um contexto municipal facilitador da iniciativa empresarial.
Recorde-se que para além desta incubadora localizada no CIIES, o município tem mais duas incubadoras, uma localizada no polo da Riopele, dedicada aos serviços para a indústria e outra localizada no polo Edifício Globus dedicada aos serviços gerais.
No total, as duas incubadoras já receberam a instalação de 33 startups e a criação de 54 postos de trabalho.
O Município de Esposende realizou uma ação de sensibilização junto dos alunos das escolas Secundária Henrique Medina e Profissional de Esposende, alertando para as medidas a adotar no combate à Covid-19.
Reunindo com cada turma, os técnicos do Município de Esposende foram acompanhados por elementos da Escola Segura, da GNR, que abordaram as questões relacionadas com as regras em vigor de distanciamento social na via pública, as aglomerações de pessoas e as coimas associadas à infração dessas disposições.
Por seu turno, os técnicos da Unidade de Saúde Pública partilharam dados sobre a atual situação pandémica, apelando ao cumprimento das regras da Direção-Geral de Saúde, elucidando sobre as formas de contágio e as consequências do coronavírus SARS-Cov2.
Já os elementos da Proteção Civil do Município de Esposende sensibilizaram para a responsabilidade inerente a cada cidadão, neste complexo processo para travar a pandemia.
Nesta ação de sensibilização foram abrangidas todas as turmas das escolas, tendo a equipa multidisciplinar registado a forma responsável como foi recebida e a sua mensagem escutada pelos alunos, professores e direções das escolas.
Ricardo Rio, presidente da Câmara Municipal de Braga foi um dos líderes internacionais que integrou um painel subordinado ao tema “Preparação de talentos: inovação urbana nas principais cidades internacionais” na conferência ASU-GSV, uma organização da Universidade do Estado do Arizona e da Global Silicon Valley, que se realiza anualmente em San Diego, Califórnia.
Este ano, devido à pandemia da Covid-19, a conferência realizou-se apenas no digital e teve como principais oradores Colin Powel, Charles Koch e Gloria Steinem, tendo contado com mais de 27 mil inscritos de 135 países.
Ricardo Rio apresentou Braga como um exemplo de cidade que fez uma “transição com sucesso” para uma economia de futuro, baseada na inovação, no capital humano e no conhecimento enquanto motores do seu crescimento, gerando riqueza e bem-estar. “Muito contribuíram instituições, empresas e estruturas como o Laboratório Ibérico Internacional de Nanotecnologia, a Universidade do Minho, a Bosch, a Fujitsu, a InvestBraga e a StartUp Braga, todos contando com o ingrediente crucial do talento humano para se afirmarem”, referiu o autarca.
De acordo com o edil, as cidades assumem ainda um papel emergente como agentes de mudança para a educação, permitindo que criem e executem estratégias de criação e captação de talento que reflitam os seus planos de crescimento económico, a sua cultura e qualidade de vida. Estima-se que, em 2030, 70% dos cidadãos do mundo viverão nas cidades ou nas suas imediações. Líderes de cidades do Estados Unidos da América, Afeganistão e Emirados Árabes Unidos, representando oito cidades e quase 38 milhões de cidadãos, juntaram-se neste painel e compartilharam as suas visões sobre estes temas e desafios.
Segundo Ricardo Rio, existirão um conjunto de cidades que, embora menos conhecidas a nível global, “oferecem excelente qualidade de vida, melhor acesso à inovação e educação e uma estrutura de custos mais razoável”.
Sobre esta temática, o Global Parliament of Mayors (GPM) adoptou a iniciativa denominada “GPM Talent CitiesTM”, com o objetivo de aumentar a capacidade dos responsáveis políticos das cidades para garantirem a criação e captação de talentos. Braga, que tem Ricardo Rio como membro da Comissão Executiva do GPM, está a liderar esta iniciativa, e foi o organizador deste painel, que se insere na criação de um Hub Internacional de Talento, que agregará diferentes cidades do planeta.
Neste painel, que foi moderado pela responsável do “GPM Talent CitiesTM”, Gerri Burton, participaram ainda o Vice-Ministro dos Assuntos Urbanos do Afeganistão e antigo Mayor de Kandahar, Roshaan Wolasmal, o Head of Program Management da cidade de Masdar City de Abu Dhabi, Stephen Severance e ainda o CEO da San Diego Workforce Partnership, Peter Callstrom.
O Município de Barcelos vai criar um parque de apoio ao peregrino em Macieira de Rates. A candidatura “Qualificação das experiências de touring cultural no Minho – De Passagem / Barcelos” foi aprovada e terá um investimento de 57.061,74 euros, comparticipado com 46.374,46 euros através do Programa Operacional Norte 2020.
Trata-se de um projeto de promoção e valorização dos recursos e de apoio a infraestruturas turísticas voltados para o Caminho de Santiago no concelho de Barcelos, e consiste na criação de uma infrestrutura de apoio ao peregrino, com parque de repouso, lazer e relação do peregrino de Santiago/turista com o território, a construir na freguesia de Macieira de Rates.
Na base deste projeto está a relevância e a diversidade dos recursos patrimoniais do concelho, materiais e imateriais, valorizando itinerários já existentes e estruturantes, dada a sua relevância para o turismo de Barcelos e para a divulgação da cultural local.
Neste momento está já a decorrer o procedimento de contratação pública para a realização dos trabalhos.
A Câmara Municipal da Póvoa de Lanhoso tem em curso a obra de Requalificação das Ruas do Passadiço e da Portelinha, em Covelas, numa extensão de 580 metros.
“Este é mais um exemplo do conjunto alargado de intervenções que estão a decorrer um pouco por todo o concelho da Póvoa de Lanhoso, visando que as populações das freguesias e uniões de freguesias tenham cada vez mais qualidade de vida e uma rede viária renovada”, refere a Autarquia.
As Ruas do Passadiço e da Portelinha fazem a ligação da Rua de Sinde à Rua de São Julião. Estes melhoramentos envolvem um investimento de valor superior a 285 mil euros. Para além da pavimentação, trata-se também do alargamento da via e da construção de um muro.
Com o intuito de recuperar os jogos de tabuleiro, o Município de Esposende, através da sua Biblioteca Municipal Manuel de Boaventura, está a promover o empréstimo destes jogos às bibliotecas escolares do concelho, bem como às instituições e famílias.
Esposende, juntamente com os Municípios de Barcelos, Braga, Póvoa de Lanhoso, Vila Verde e Viana do Castelo, integra o projeto da Rede Regional de Ludotecas direcionado para este propósito, o qual foi contemplado no âmbito do Orçamento Participativo 2017.
Tal como os demais Municípios integrantes da candidatura, Esposende implementou a sua Ludoteca, tendo por base os serviços prestados pela Biblioteca Municipal Manuel de Boaventura.
Assim, no âmbito deste projeto e tendo em conta o tempo de pandemia, com os consequentes períodos de confinamento, o Município de Esposende procedeu à entrega de dezenas de jogos de tabuleiro, a título de empréstimo (renovável e rotativo), às Bibliotecas Escolares dos Agrupamentos de Escolas do concelho e à Escola Secundária Henrique Medina. Este empréstimo de jogos de tabuleiros pode, ainda, ser requerido por outras instituições ou famílias, junto da Biblioteca Municipal.
Este projeto reveste-se de “grande importância”, na medida em que procura recuperar tradições caídas em desuso, refere Angélica Cruz, vereadora da Educação e Cultura da Câmara Municipal, assinalando os benefícios dos jogos de tabuleiro, tanto ao nível do entretenimento como do desenvolvimento mental do indivíduo.
“De facto, o jogo de tabuleiro é uma ferramenta potenciadora de criação e restabelecimento de laços no seio familiar e noutros contextos, como por exemplo, apoio a lares de idosos em atividades potenciadoras do exercício mental, sendo também uma mais-valia nas escolas através da dinamização de atividades complementares geradoras de melhoria e aprofundamento do raciocínio, da concentração e da persistência”, finalizou a vereadora.
A Universidade do Minho (UMinho) está a desafiar os estudantes do Ensino Superior em Portugal a refletirem através da escrita sobre problemas que lhes causam sofrimento psicológico. Chamado “Write’n’Let Go”, o programa exclui a intervenção direta de um psicólogo e sugere que os participantes escrevam sobre pensamentos e emoções ligados a uma dificuldade que tenham.
As tarefas de escrita duram 20 minutos por semana e prolongam-se por um mês, incluindo ainda questionários breves. O projeto é inovador e decorre até julho de 2021 em www.writenletgo.pt.
O desaparecimento ou a doença de um familiar, o cumprimento dos ideiais de beleza, a pressão académica, a solidão, o bullying, o amor não correspondido e a falta de autoconfiança são algumas das dificuldades esperadas. “Poderemos detetar estados de depressão e ansiedade que de outro modo seria difícil apoiar Queremos testar a eficácia deste programa-piloto ao nível da saúde mental e a sua potencial contribuição para construirmos ferramentas de ajuda psicológica acessíveis, inclusivas e de baixo custo”, referem os coordenadores do “Write’n’Let Go”, Miguel Gonçalves e João Batista.
A equipa de trabalho inclui ainda Janine Marinai e Melissa Gouveia, alunas de mestrado da Unidade de Psicoterapia e Psicopatologia do Centro de Investigação em Psicologia da UMinho. Os cientistas realçam que a saúde mental “é uma componente fundamental” do bem-estar dos cidadãos, independentemente da saúde física.
Num inquérito recente da Angelini Farmacêutica, 51% dos estudantes universitários disseram ter colegas ou amigos a quem foi diagnosticada uma doença mental durante o ensino superior. Segundo o Conselho Nacional de Saúde, as perturbações mentais são a principal causa de incapacidade e retiram um terço dos anos de vida saudáveis devido a doenças crónicas não transmissíveis. Estima-se que os custos com a doença mental em Portugal rondem os 6.6 mil milhões de euros por ano, ou seja, 3.7% do PIB, sendo que a depressão afeta 10% dos portugueses e as perturbações psiquiátricas atingem 23% da população, colocando o país em segundo lugar na Europa.
O “Write’n’Let Go” baseia-se na chamada “escrita expressiva”, focada em eventos traumáticos, stressantes e emocionais, e nos sentimentos inspirados por essas ocorrências. Alguns trabalhos recentes têm explorado tópicos de escrita sobre experiências muito positivas ou até a junção das experiências positivas e negativas, a chamada “escrita combinada”. O seu impacto está ainda pouco investigado, sobretudo usando as novas tecnologias de comunicação, o que torna o programa da UMinho percursor. O “Write’n’Let Go” respeita a confidencialidade e foi aprovado pela Comissão de Ética para a Investigação em Ciências Sociais e Humanas.
A AGERE, Empresa de Águas, Efluentes e Resíduos de Braga, concluiu com êxito a auditoria de manutenção do seu sistema de qualidade, bem como a renovação da certificação do sistema de Gestão do Ambiente e Segurança e Saúde no Trabalho (SST), com migração normativa para a ISO45001.
Esta norma, que se encontra agora alinhada com a estrutura ISO, obriga a um grau de exigência superior no âmbito da SST, implicando um aumento da resiliência organizacional, através de uma prevenção de riscos proativa, inovação e melhoria contínua e reforçando o papel da gestão de topo na liderança do sistema.
Treze anos depois de ter iniciado o processo de implementação de um SIG-Sistema Integrado de Gestão, baseado nos normativos ISO 9001, ISO14001, e OHSAS 18001 (agora ISO 45001), a empresa, não só demostrou que este se encontra eficazmente implementado, como renovou a certificação novamente sem o registo de qualquer Não Conformidade.
“Num ano particularmente difícil devido à alocação de meios e recursos para resolução das questões associadas à pandemia causada pela Covid-19 e em que a empresa envidou os esforços para a manutenção da qualidade do serviço, a Administração da AGERE congratulou-se com o resultado da Auditoria realizada pelo organismo certificador Aenor, o qual realçou o envolvimento de todos os colaboradores na melhoria do desempenho e da sustentabilidade da Organização, e o empenho da liderança evidenciado pela participação da Administração e da Direção Geral nas actividades do Sistema de Gestão Integrado”, refere em comunicado.
A continua renovação do parque de viaturas, que permitirá uma diminuição significativa das emissões de CO2, o reforço nos sistemas de informação, o grau de organização e limpeza das instalações, os investimentos efectuados ao nível de painéis fotovoltaicos, na melhoria de infra-estruturas, bem como a elevada cultura de segurança em relação aos equipamentos de proteção individual que fornece aos trabalhadores, nomeadamente as medidas adotadas em fase de pandemia, foram alguns dos aspetos destacados pela equipa auditora como pontos fortes da atividade da AGERE no último ano.
Foi também destacado pelos auditores o foco da AGERE na determinação do conhecimento necessário para a operacionalização dos seus processos e para a obtenção da conformidade dos produtos e serviços através de ações de formação, informação e sensibilização.
Foi evidenciado o esforço da organização na redução do valor de perdas de água não conhecidas, tendo sido já reconhecido esse empenho anteriormente com o prémio da APDA – “tubos de Ouro 2017″, na temática melhor acção em prol da redução das perdas de água, atribuído no âmbito do ENEG (encontro Nacional de Entidades Gestoras).
No âmbito da qualidade dos serviços foi também destacado o indicador de água segura, no valor de 99,96% tendo sido atribuído à AGERE, por parte da Entidade Reguladora dos Serviços de Águas e Resíduos, o “selo de qualidade exemplar da água para consumo humano”.
A passagem do camião da recolha do lixo da AGERE foi dificultada na noite desta segunda-feira devido ao estacionamento abusivo na Praça das Fontaínhas, em São Vicente, Braga.
José Macedo, responsável da Plataforma Amigos da Freguesia de São Vicente, explicou que esta situação é recorrente naquele local. “Partilhei na nossa página para apelar ao fim do estacionamento desordeiro, que é recorrente nesta zona, e permitir que os camiões efetuem a recolha do lixo. Assim não é possível. Irei enviar um e-mail para a AGERE e para a Câmara Municipal de Braga para a colocação de pilaretes, para evitar que os condutores continuem a estacionar de forma abusiva”, disse.