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GNR registou 140 acidentes no distrito de Braga na última semana

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© Anna Baburkina | Dreamstime.com
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Na semana de 19 a 25 de fevereiro, a GNR registou 140 acidentes registados, dos quais resultaram em três feridos graves e 51 feridos leves.

Nesse período, a Guarda deteve 16 pessoas, destacando-se três por condução sob o efeito do álcool, dois por condução sem habilitação legal e dois por violência doméstica.

II Semana Municipal da Proteção Civil da Póvoa de Lanhoso sensibiliza jovens e seniores

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© CM Póvoa de Lanhoso
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A II Semana Municipal da Proteção Civil da Póvoa de Lanhoso está a realizar ações de sensibilização junto dos mais novos e seniores.

Nos primeiros dias decorreram na EPAVE, na Escola Secundária e na Escola Básica de Taíde, três simulacros, que contaram com a colaboração dos Bombeiros Voluntários da Póvoa de Lanhoso e da Proteção Civil Municipal. Estas ações que pretendem sensibilizar para os comportamentos a adotar e os procedimentos a ter em conta em caso de incêndio, envolveram toda comunidade escolar, desde docentes, funcionários e alunos.

Cerca de 70 alunos do Clube de Proteção Civil do Agrupamento de Escolas Gonçalo visitaram a sede da Autoridade Nacional de Proteção Civil (ANEPC), onde foram recebidos pela secretária de Estado da Proteção Civil, Patrícia Gaspar, e pelo presidente da ANEPC, Duarte Costa.

A visita teve como principal objetivo dar a conhecer a estrutura, organização e funcionamento do Sistema Nacional de Proteção Civil e da ANEPC, com destaque para situações e comportamentos de risco – principais desafios para a Proteção Civil.

Às crianças do 1.º ciclo das Escolas Básicas de Taíde foi apresentada a peça de teatro ‘A Proteção dos Protegidos’, da Associação Criativa “BI-DOM”. O espetáculo teve como principal objetivo sensibilizar os alunos para riscos naturais, tais como sismos e tsunamis, inundações e cheias, incêndios em habitações, e como atuar nessas situações. A peça retrata a conversa entre três amigos que, enquanto leem os folhetos informativos da Proteção Civil que estavam no seu correio, debatem como atuar numa situação de catástrofe.

Também o Fórum dos Bombeiros Voluntários foi palco da peça de teatro humorística “Queima dos Queimados” que foi apresentada aos seniores dos Centros de Convívio da Rede Concelhia. A esta peça, destinada a um público adulto, assistiram perto de 100 utentes.

A segunda parte desta semana terá como grande destaque o Seminário “A Segurança Rodoviária e a Proteção Civil” que se realiza amanhã, e a exposição de meios, que terá lugar na Praça Eng.º Armando Rodrigues, no dia 1 de março, para marcar o Dia da Proteção Civil e encerrar esta II semana Municipal da Proteção Civil.

Aliança Democrática compromete-se a “restaurar confiança e justiça” no financiamento das instituições sociais

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© Aliança Democrática
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A Aliança Democrática assumiu o compromisso de repor uma relação de “confiança e previsibilidade” com as instituições de solidariedade social. O cabeça de lista da candidatura do partido no distrito de Braga, Hugo Soares, realçou a necessidade “restaurar a justiça nas compensações financeiras que são devidas aos parceiros sociais”.

“Se há setor com quem o Estado não pode falhar, é com o setor social. Isso significaria prejudicar as pessoas mais vulneráveis”, defendeu Hugo Soares, no final de uma visita ao centro de acolhimento ‘O Poverello’, em Braga.

O líder da candidatura fez questão de assumir a “gratidão” devida às instituições de solidariedade social, pelo “trabalho único e absolutamente extraordinário a favor das pessoas que mais precisam, substituindo-se ao próprio Estado nas obrigações de assistência às pessoas mais necessitadas e vulneráveis”.

“Nos contactos com diferentes instituições do distrito, a Misericórdia de Braga e a Cruz Vermelha, foram sucessivas as queixas no que toca às compensações e aos compromissos contratados com o Estado, que continua sem rever valores, apesar do sucessivo aumento dos preços dos produtos e dos encargos salariais. A Aliança Democrática considera que é imperioso melhorar a relação com as instituições sociais, sejam IPSS, misericórdias ou mutualidades, seguindo um modelo contratualizado que garanta provisão dos serviços em condições dignas e humanizantes”, refere.

Hugo Soares acrescenta a “necessidade de assegurar previsibilidade, com um plano de financiamento plurianual devidamente acompanhado para adequar às alterações do cenário económico e às especificidades dos serviços prestados e do contexto de intervenção. Nesse âmbito, apontou como exemplo o caso de ‘O Poverello’, com custos de funcionamento mais elevados enquanto unidade de cuidados continuados e sendo a única estrutura do distrito para cuidados paliativos”.

“Além do compromisso plurianual entre o Governo e o setor social para dar mais segurança à tesouraria das instituições, a Aliança Democrática propõe duplicar a consignação de IRS das famílias a favor de instituições sociais de 0,5% para 1%, de forma a aumentar a liberdade de escolha dos portugueses e a reforçar o financiamento do setor social”, reforçam a Aliança Democrática.

AD critica PS por deixar fora do PRR centro de investigação MarUMinho

A decisão do governo PS em deixar fora do financiamento europeu o projeto do centro de ciência e investigação MarUMinho, em Esposende, está a ser criticada pela candidatura da Aliança Democrática pelo distrito de Braga. Hugo Soares considera ser “uma opção errada, influenciada por critérios partidários e bem ilustrativa da forma como o PS usa o poder”.

“Não é só Esposende que sai prejudicado. Isto penaliza o país todo. A nossa economia não dá o salto enquanto não dermos prioridade efetiva à ciência, inovação e tecnologia, para gerar riqueza, mais competitividade, melhores empregos e rentabilidade. Acresce a grande mais-valia que o mar representa para Portugal”, frisou o candidato.

Barcelos assinala Dia Internacional da Proteção Civil

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© CM Barcelos
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O Município de Barcelos vai assinalar, no dia 1 de março, entre as 10:00 e as 15:30, na Avenida da Liberdade, o Dia Internacional da Proteção Civil, promovendo a “Mostra de Meios e Recursos da Proteção Civil.

A iniciativa conta com a participação dos Bombeiros Voluntários de Barcelos, Bombeiros Voluntários de Barcelinhos, Bombeiros Voluntários de Viatodos, INEM, PSP, GNR, ICNF, Associação Florestal do Cávado e Proteção Civil do Município, prevendo-se cerca de 35 meios expostos.

No decorrer da Mostra de Meios e Recursos da Proteção Civil, estão previstas, às 11:00 e às 14:00, duas demonstrações/simulações de desencarceramento, além de várias simulações/demonstrações de fogos domésticos, ao longo do dia. Simultaneamente, cada uma das entidades terá a oportunidade de promover ações de sensibilização que passam, entre outras, pela exibição de vídeos e entrega de flyers informativos.

Livre defende aumento do salário mínimo para 1150 euros até 2028

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© LIVRE
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Teresa Mota, cabeça de lista pelo partido LIVRE ao círculo eleitoral de Braga, juntamente com outros candidatos pertencentes à lista, reuniu com diversos membros da Associação Empresarial do Minho, na pessoa do presidente Ricardo Costa.

Este encontro teve como objetivo “conhecer os principais desafios que se colocam às pequenas e médias empresas que constituem mais de noventa por cento do contexto empresarial da região minhota”. O partido lembra que “as áreas de atividade destas empresas são muito variadas e fazem parte de três dos concelhos que mais exportam em Portugal, nomeadamente Famalicão, Braga e Guimarães”.

Os candidatos do LIVRE ficaram a conhecer a atividade da AEMinho no que respeita à promoção, dinamização e defesa das empresas, salientando-se “o estabelecimento de parcerias e a criação de redes que permitam criar escala e potenciar a oferta de bens e serviços”.

“A AEMinho elencou algumas questãos mais relevantes que considera obstacularizarem o necessário desenvolvimento do tecido empresarial do distrito, como a falta de escala, a necessidade de qualificar as lideranças das empresas e melhorar práticas de gestão. Apresentou ainda algumas propostas que, na sua óptica, poderão ajudar a ultrapassar as dificuldades sentidas pelas empresas, como a simplificação da fiscalidade, a diminuição da carga fiscal sobre os salários, a necessidade de pensar o problema da habitação e da mobilidade em conjunto com a oferta de trabalho e empregos disponíveis na região, uma melhor articulação entre as diversas Comunidades Intermunicipais da região e o papel do Estado enquanto regulador e propiciador da atividade privada, assim como do papel das autarquias no incentivo às pequenas e médias empresas”, explicou o LIVRE.

Teresa Mota apresentou as principais medidas do programa eleitoral ligadas ao modelo económico defendido pelo partido e que se “baseia numa economia mista em que Estado, setor cooperativo e social e pequenas e médias empresas contribuem em conjunto para que a sociedade portuguesa seja mais justa tanto do ponto de vista social como ambiental”. Neste contexto, defendeu “a necessidade de haver mais incentivos legais à criação de cooperativas e o seu apoio efetivo por parte do Banco de Fomento Público, a presença de trabalhadores nos órgãos de administração das empresas e a possibilidade de empresas autogeridas, de modo a que se faça um caminho para uma maior democracia no trabalho”. “Só assim será possível atingir o valor do salário mínimo de 1150 euros até 2028 proposto pelo LIVRE e o aumento do valor do salário médio. É necessário estabelecer novas convenções de trabalho e a extensão do projeto-piloto da semana de quatro dias a mais empresas e setores públicos e âmbitos de atividade, dado os resultados positivos já obtidos na presente fase de experimentação”, acrescenta a candidata.

A regionalização defendida pelo LIVRE como sendo “crucial para o desenvolvimento justo e sustentável do país” foi, segundo o partido, “favoravelmente acolhida pela AEMinho”.

Teresa Mota considera que “as cooperativas e pequenas e médias empresas são fundamentais na produção e consumo de bens e/ou serviços sustentáveis produzidos a nível local e regional, na promoção do comércio local em detrimento da aposta em grandes superfícies comerciais e permitem mais facilmente o estabelecimento de cadeias de consumo curtas, o que fomenta a dinâmica económica das regiões”.

“O novo modelo de desenvolvimento preconizado pelo LIVRE assenta assim numa economia de cooperação e solidariedade, que promove o conhecimento, a inovação, a sustentabilidade ambiental e a coesão territorial ao mesmo tempo que se compromete com a justiça salarial e a gestão democrática das empresas”, finalizou.

Unidos pela mudança! Unidos pela Equidade!

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© Luísa Pereira
© Luísa Pereira

O tópico “Doenças Raras” não costuma ser um dos principais quando se fala em saúde. As doenças raras afetam, quando pensadas individualmente, uma parcela muito pequena da população. Mas existem milhares de doenças descritas, com mais de 7 mil identificadas até hoje. Por este motivo, estima-se que a nível mundial cerca de 400 milhões de pessoas vivam com uma doença rara, na Europa mais de 30 milhões de pessoas, enquanto que em Portugal entre 600 a 800 mil pessoas – ou seja o equivalente a aproximadamente 6-8% da população nacional.

Portanto, e apesar de individualmente afetarem um número pequeno de pessoas, o impacto coletivo das doenças raras é muito significativo. A maioria delas (mais de 70%) têm origem genética, mas também podem ser causadas por fatores infeciosos, situações autoimunes ou oncológicas, por exemplo. Geralmente são crónicas, graves e progressivas, o que torna essencial um diagnóstico preciso e oportuno.

O Dia Mundial das Doenças Raras, criado pela European Organisation for Rare Diseases (EURORDIS) em 2008, é uma iniciativa para aumentar a conscientização sobre estas doenças. Este dia pretende ser uma plataforma para dar voz aos doentes, promover a compreensão e a empatia na comunidade e impulsionar esforços para garantir o acesso equitativo a cuidados de saúde e tratamento. O tema escolhido para 2024 é “Unite for change! Unite for equity!”.

No entanto, diagnosticar doenças raras pode ser desafiador devido à falta de conhecimento entre profissionais de saúde e por se manifestarem por sintomas comuns e semelhantes a outras condições mais frequentes. Isso muitas vezes resulta em atrasos significativos no diagnóstico e tratamento adequado, impactando negativamente a qualidade de vida dos doentes e das suas famílias e cuidadores.

Avanços recentes em ferramentas de diagnóstico, como testes genéticos, técnicas de imagem avançadas e até a utilização de algoritmos de inteligência artificial, têm ajudado a melhorar a identificação mais precoce das doenças raras. No entanto, tratamentos específicos ainda são raros, com apenas uma pequena parcela das condições tendo opções terapêuticas desenvolvidas e aprovadas (apenas cerca de 5%). A terapia genética tem emergido como uma promissora abordagem de tratamento para doenças raras, visando diretamente as causas genéticas subjacentes. Isso oferece esperança para doentes que antes tinham poucas ou mesmo nenhumas opções de tratamento.

Para enfrentar os desafios das doenças raras, é crucial aumentar a conscientização, garantir que sejam uma prioridade na saúde pública, promover a pesquisa e desenvolvimento de tratamentos e proporcionar apoio adequado aos doentes e às suas famílias.

Ao celebrarmos o Dia Mundial das Doenças Raras, estamos a unir esforços numa causa que vai muito além das estatísticas e dos números. Estamos a reconhecer a força e a resiliência das pessoas que enfrentam diariamente desafios únicos. Estamos a afirmar o nosso compromisso com a inclusão, a equidade e a solidariedade, e a levantar a voz em nome daqueles que muitas vezes são esquecidos.

Neste dia, reafirmamos a importância da sensibilização, da educação e da formação, não apenas entre os profissionais de saúde, mas em toda a sociedade. Cada um de nós pode desempenhar um papel na criação de um mundo onde todos tenham acesso aos cuidados de saúde de que necessitam, independentemente da raridade da sua condição.

Que este Dia Mundial das Doenças Raras seja mais do que uma celebração; que seja uma chamada à ação, um momento de reflexão e um catalisador para a mudança. Juntos, podemos fazer a diferença na vida das milhões de pessoas afetadas por doenças raras em todo o mundo – Unidos pela mudança! Unidos pela Equidade!

Artigo de opinião de Luísa Pereira, coordenadora do Núcleo de Estudos de Doenças Raras da SPMI e coordenadora da Unidade de Cuidados Paliativos Agudos do Hospital CUF Tejo.

Departamento de Química da UMinho assinala o papel das mulheres na ciência

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© UMinho
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O Departamento de Química da Escola de Ciências da UMinho (ECUM) associa-se esta terça-feira, dia 27, à iniciativa mundial Global Women’s Breakfast, que celebra e debate o papel das mulheres na ciência.

O auditório da ECUM, no campus de Gualtar, Braga, vai acolher às 9h00 as palestras das investigadoras Daniela Correia (Centro de Química) e Jennifer Noro (Grupo 3B’s), respetivamente sobre sensores e atuadores para uma digitalização sustentável e sobre estratégias para melhorar a atividade das enzimas.

Segue-se um pequeno-almoço e, às 10:00, a ligação online à Sociedade Portuguesa de Química para ouvir as cientistas Vânia Calisto, Ana Costa Freitas e Amparo Faustino, participar num quizz interativo, conhecer contributos de professores, ver demonstrações científicas na ausência de laboratório em Angola e, ainda, partilhar um brinde final.

O Global Women’s Breakfast é organizado desde 2019 pela União Internacional de Química Pura e Aplicada e envolve instituições parceiras em todo o mundo. Este ano tem o mote “Catalisando a diversidade na ciência”, visando promover a igualdade de género, a diversidade e a inclusão, criar oportunidades para expandir redes de contacto e inspirar as novas gerações por estas áreas. A iniciativa evoca ainda o Dia Internacional das Mulheres e Meninas na Ciência, também celebrado em fevereiro.

Igualdade e diversidade 

“Penso que nas carreiras ligadas à ciência, pelo menos ao nível da academia, existe essa igualdade”, refere Luís Monteiro, diretor do Departamento de Química da UMinho, que se associa há quatro anos ao evento. Este departamento tem, entre docentes e investigadores, vinte mulheres e dez homens, a que se juntam quatro funcionárias. “Nas últimas décadas tivemos três professoras catedráticas, dois professores catedráticos, uma investigadora principal e as direções do Departamento e do Centro de Química também têm alternado entre homens e mulheres”, acrescenta.

Em Portugal tem havido várias ações para enfrentar a disparidade de género, como programas de mentoria e bolsas de estudo para mulheres em áreas STEM (Ciência, Tecnologia, Engenharia e Matemática). “Porém, há desafios significativos, como a conciliação entre a vida profissional, pessoal e familiar, aliada à escassez de modelos femininos em posições de liderança científica”, comenta a professora Dulce Geraldo, considerando “encorajador” ver figuras a inverter essa tendência, como a ministra da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior, Elvira Fortunato ou a presidente da Fundação para a Ciência e a Tecnologia, Madalena Alves.

Candidato do PAN Braga acusa AD e PS de “hipocrisia para com os agricultores”

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© PAN
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Rafael Pinto, cabeça de lista do PAN pelo círculo de Braga às eleições legislativas, visitou, este fim de semana, o Mercado Municipal de Braga.

Numa visita de contacto com comerciantes e população, Rafael Pinto defendeu o aumento dos fundos para a produção de frutícolas e hortícolas, acreditando que “z nossa política agrícola deve apoiar os alimentos que mais precisamos de consumir do ponto de vista da saúde, bem como as práticas mais sustentáveis”. Para o PAN, “é ainda essencial garantir que os pequenos produtores têm acesso a estes subsídios e não apenas as grandes empresas”.

Com sacos reutilizáveis em mão, a comitiva do PAN conversou com a população sobre o aumento do custo de vida e a proposta do IVA zero no cabaz essencial. Proposta esta que “partiu de uma iniciativa do PAN e que queremos alargar até agosto deste ano, para garantir mais poupança às famílias”.

O candidato do PAN acusou ainda a Aliança Democrática e o Partido Socialista de “hipocrisia quando dizem defender os agricultores, mas são os seus grupos no Parlamento Europeu que aprovam a atual Política Agrícola Comum”.

Para Rafael Pinto, que desenvolveu uma dissertação sobre o tema na Universidade do Minho, “esta é a política que controla a agricultura ao nível Europeu e não só causa grandes desigualdades sociais como é destrutiva para o ambiente, apoiando más prática”, alertando que “apenas 20% dos agricultores recebem 80% dos subsídios, deixando para trás os que menos têm e criando incentivos à produção intensiva”.

“No Parlamento Europeu, a família Verde do PAN é a única a votar totalmente contra a Política Agrícola Comum, precisamente por defendermos os pequenos agricultores e boas práticas ambientais”, finaliza o candidato.

Farmácia do Hospital de Braga troca sacos plásticos por sacos de papel

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© Hospital de Braga
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O Hospital de Braga implementou uma medida em prol da sustentabilidade ambiental, trocando os sacos plásticos utilizados na Farmácia de Ambulatório por sacos de papel. A intenção é que, num futuro próximo, sejam os utentes a levar o seu próprio saco.

A entrega dos medicamentos, que até 2022 eram entregues em sacos plásticos, na Farmácia de Ambulatório, representava um consumo anual de 40 mil unidades. “Os sacos de plástico estavam a ser utilizados na entrega de medicamentos aos utentes, tendo atingido, em 2021, um total de 400kg de plástico consumido, equivalente à quantidade de emissões de CO2 emitidas por uma viatura, numa viagem de 2460km”, explica Armanda Pereira, diretora do Serviço de Qualidade, Segurança e Epidemiologia da Unidade Local de Saúde de Braga.

A instituição de saúde avaliou a possibilidade de trocar os sacos de plástico utilizados na Farmácia de Ambulatório por uma alternativa com menor impacto ambiental.

Os Serviços Farmacêuticos da Unidade Local de Saúde de Braga deram início a uma campanha de sensibilização junto dos utentes, com a participação dos profissionais e através de suportes físicos na Farmácia de Ambulatório e no Hospital de Dia Oncológico, sensibilizando os utentes para, sempre que se deslocarem à Farmácia de Ambulatório, reutilizarem o saco entregue ou um saco próprio reutilizável.

O projeto iniciou-se em outubro de 2023 e “surtiu o efeito necessário junto dos utentes”, revela Isabel Marcos, diretora dos Serviços Farmacêuticos da Unidade Local de Saúde de Braga. A substituição dos sacos de plástico pelos sacos de papel iniciou-se no dia 16 de outubro e, nos primeiros três meses, foram consumidas 1000 unidades.

“Os Serviços Farmacêuticos têm vindo a desenvolver esforços no sentido de aliar a sustentabilidade ambiental às suas funções. Passo a passo, temos vindo a diminuir a nossa pegada ecológica em todas as áreas de ação da Farmácia”, sustenta Isabel Marcos.

PS garante 122 milhões de euros para infraestruturas e viaturas dos bombeiros

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© PS
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José Luís Carneiro, cabeça de lista do Partido Socialista pelo Círculo Eleitoral de Braga, reuniu com o comando Distrital dos Bombeiros Voluntários de Barcelinhos.

Em comunicado enviado às redações, o PS afirma que “foi reconhecido, pelos bombeiros, o trabalho desenvolvido pelo Partido Socialista que, desde 2015 e até 2023, se materializou no distrito de Braga no aumento de 52% no financiamento permanente das Associações Humanitárias de Bombeiros, que diz respeito ao valor que recebem anualmente por força do Orçamento do Estado”.

“A governação socialista realizou um esforço evidente para o crescimento das equipas de intervenção permanente. São, neste momento, 50 as equipas autorizadas e financiadas pelo governo e pelos municípios em partes iguais, nas diferentes corporações do distrito, representando um esforço para a profissionalização dos bombeiros e para a garantia do socorro às populações”, acrescenta a nota do partido.

O PS garante que “está ainda previsto por parte do governo socialista uma importante verba de 122 milhões de euros no próximo quadro comunitário PT2030 para infraestruturas e viaturas, uma das ambições das corporações”.

José Luís Carneiro referiu que “na próxima legislatura, o PS pretende implementar um projeto piloto de agrupamento de corpos de bombeiros, à escala das entidades intermunicipais, melhorando o desempenho operacional e a gestão eficiente dos recursos, através de contratos programa e indicadores de desempenho” e “continuar a promover a profissionalização dos quadros de comando dos corpos de bombeiros, dando resposta às novas exigências das funções e capacitando estes elementos para as competências e responsabilidades inerentes aos cargos que ocupam”. 

“No Plano de Ação para Portugal Inteiro do PS está ainda prevista a revisão das carreiras de bombeiros, procurando implementar uma carreira única com desenvolvimento paralelo pela via profissional e pela do voluntariado, promovendo a profissionalização, qualificação e valorização da atividade”, finalizou.