O número de inscritos para o voto antecipado em mobilidade para as eleições legislativas de 2024 totaliza 93.602 eleitores recenseados no território nacional, até às 12.00 desta segunda-feira, de acordo com um comunicado divulgado pelo Ministério da Administração Interna.
A inscrição no voto antecipado em mobilidade no território nacional decorre entre 25 e 29 de fevereiro e pode ser efetuada aquiou por carta dirigida à Secretaria-Geral do Ministério da Administração Interna.
Os eleitores recenseados no território nacional e que se registem neste modalidade podem votar no dia 3 de março, numa mesa de voto antecipado por si escolhida.
Existirão mesas de voto antecipado em cada município do continente e das Regiões Autónomas.
O SC Braga desloca-se hoje ao Estádio do Bessa Século XXI para defrontar o Boavista, às 20:15, em jogo correspondente à 23.ª jornada da I Liga. Na antevisão, Artur Jorge salientou que quer somar mais três pontos.
“Queremos dar continuidade às duas vitórias que temos no campeonato. Temos pela frente um adversário muito forte que, jogando em casa, para nós é sempre complicado. Sabemos que vamos ter dificuldades, mas que as queremos superar. É esse o estado de espírito de toda a equipa”, disse Artur Jorge.
Kiko Correia do SC Braga terminou no Top 6 o Open Portugal de Karting, que decorreu entre 23 e 25 de fevereiro, em Leiria.
O Gverreiro do Minho alcançou o quinto e segundo lugar na Manga 1 e 2, apurando-se em terceiro lugar para a final, onde obteve o Top 6 na última volta da prova.
No ano de 2023, o Serviço Municipal de Proteção Civil da Póvoa de Lanhoso, em articulação com o Serviço Municipal de Veterinária, intervencionou 554 ninhos de vespa asiática.
“No ano passado, e devido a uma conjugação de fatores, verificou-se um aumento do número de avistamentos de vespa asiática um pouco por todo o país e o concelho da Póvoa de Lanhoso não foi exceção. Nesse sentido, foram 685 as notificações recebidas pelos serviços municipais, mas apenas 554 se confirmaram como sendo ninhos de vespa asiática”, refere a Câmara Municipal.
Em comunicado, a Autarquia sublinha que atualmente, na Póvoa de Lanhoso, “os ninhos são intervencionados através da inoculação de um biocida próprio para o efeito. Este método permite uma maior eficácia e celeridade na intervenção, contudo, os ninhos mantêm-se no local até à sua queda natural”.
O Serviço Municipal de Proteção Civil da Póvoa de Lanhoso já se encontra no terreno a implementar e a operacionalizar a rede de armadilhas existente pelo concelho, com o objetivo de “capturar as vespas fundadoras que venham a vigorar no próximo ciclo biológico”.
Os ninhos de vespa asiática podem ser de grandes dimensões, redondos ou em forma de pera, com abertura lateral, encontrando-se, de um modo geral, na copa das árvores a grande altitude, mas também em qualquer outro local.
Todos os avistamentos de vespas ou de ninhos (mesmo em caso de dúvida) devem ser comunicados para 253 639 700 ou para o e-mail [email protected].
Foi nos claustros da Câmara Municipal de Guimarães, na tarde de sexta-feira, que a UNU-EGOV, no contexto das celebrações do seu 10.º aniversário, inaugurou a exposição fotográfica itinerante “Por dentro da UNU-EGOV”, da fotografa Leonor Lapa Carneiro.
Na sessão, que iniciou com um momento musical interpretado pela violinista Maria João Faria, estiveram presentes Paulo Lopes Silva, vereador da Câmara Municipal, Delfina Soares, diretora da UNU-EGOV e Luís Barbosa, vice-diretor da UNU-EGOV, que presenteou os presentes com três poemas de sua autoria.
“Esta unidade já possibilitou um aumento da visibilidade de Guimarães, que procura assentar o seu modelo de desenvolvimento na educação, cultura, ciência e conhecimento, sempre comprometida com a sustentabilidade ambiental, valores esses também partilhados pela UNU-EGOV e que tornam esta colaboração tão profícua e importante para o território”, refere em comunicado o Município de Guimarães.
A exposição agora inaugurada ficará patente até 5 de abril, passando, de seguida, para o IDEGUI, onde ficará até 18 de maio, e depois para o GuimarãeShopping, até 10 de junho. São 16 fotografias que pretendem ter um efeito de “surpreender através da descoberta da sua existência e de despertar curiosidade acerca dos motivos da presença da instituição em Guimarães”, afirmou Delfina Soares, diretora da UNU-EGOV. “É uma pequena unidade que está a impactar o mundo” onde já conta com cerca de 50 projetos executados, em mais de 20 países em conjunto com 19 organizações internacionais, contribuindo para a criação de sociedades mais justas, inclusivas e prósperas por todo o globo.
O programa de celebrações inclui seminários, conferências, concertos, exposições e concursos de arte, culminando a 23 de maio com a sessão solene que celebra a data de assinatura do acordo entre o governo português e a UNU para a instalação desta unidade em Guimarães.
O Salão da Junta de Freguesia de Arcos, em Braga, acolheu, no sábado, a primeira Noite de Fados, organizada pela Autarquia local.
De acordo com o Executivo da União de Freguesias de Lomar e Arcos, esta iniciativa “foi recebida com grande entusiasmo pela população que aderiu, apesar da noite chuvosa”.
Sob o brilho das luzes, os acordes da guitarra portuguesa ecoaram no salão, enquanto a voz da bracarense Paula Barroso, com a participação especial da lomarense Madalena Gomes, animava a plateia.
A tradição do fado ganhou vida, celebrando a cultura e a alma portuguesa. Para o presidente da Freguesia de Lomar e Arcos, Eduardo Fernandes, “esta foi uma noite memorável que perpetuará nas memórias de todos os presentes. É também para isto que trabalhamos, para a população e para proporcionar momentos de confraternização entre todos”.
A Noite de Fados teve a colaboração do Grupo de Jovens de Arcos, que estiveram presentes e aqueceram os presentes com café, chá e bolos.
De 21 a 24 de março, os visitantes da 56.ª edição da AGRO – Feira da Agricultura, Pecuária e Alimentação, que irá realizar-se no Altice Forum Braga, vão ter a oportunidade de desfrutar de uma variedade de tasquinhas e restaurantes que prometem oferecer o melhor da gastronomia regional. Entre as opções disponíveis, os restaurantes destacam-se por oferecer seis tipos de carne de Denominação de Origem Protegida (DOP): Arouquesa, Barrosã, Marinhoa, Maronesa, Minhota e Mirandesa.
A partir de Arouca, uma terra fértil em pastagens, provém a Carne Arouquesa da raça homónima, conhecida pela sua qualidade e sabor apreciado. Atualmente, esta raça é predominantemente criada para a produção de leite, abrangendo uma área de cerca de 1250 km na Região Centro, incluindo vários concelhos.
A raça Barrosã, reconhecida pela sua robustez, é de dupla aptidão, tanto para o trabalho como para a carne, sendo esta última a mais destacada. Originária das áreas geográficas do Minho e Barroso, adapta-se especialmente às regiões montanhosas, desempenhando um papel crucial na agricultura local.
Na bacia hidrográfica do Rio Vouga, conhecida como “Marinha”, encontra-se a carne Marinhoa DOP, cujas características organoléticas distintivas, como a suculência e o sabor, são resultado de uma alimentação rica e variada das Marinhoas, criadas de acordo com o ciclo biológico natural.
A Maronesa, raça autóctone das serras do Alvão e Marão, é reconhecida pela sua rusticidade e adaptação ao meio ambiente montanhoso. Esta raça, que reflete a tradição e o conhecimento transmitidos ao longo de gerações, atende aos mais exigentes padrões de qualidade e segurança alimentar.
A raça Minhota destaca-se por ser a única em Portugal com tripla aptidão: carne, leite e trabalho. Caracterizadas pela sua robustez, estas vacas são ideais para produções diferenciadas e adaptam-se especialmente a sistemas de produção extensivos e biológicos.
A origem remota da raça Mirandesa permanece desconhecida, embora o seu nome faça referência à região de Miranda do Douro, onde se originou. Reconhecida pela sua resistência e versatilidade, esta raça é valorizada tanto pelo seu trabalho como pela qualidade e quantidade da carne produzida, sendo amplamente distribuída por todo o território nacional desde meados do século XX.
Para Carlos Silva, administrador executivo da InvestBraga, “é uma oportunidade única para os visitantes desfrutarem da riqueza da gastronomia regional, destacando-se as carnes de Denominação de Origem Protegida. Estamos empenhados em proporcionar uma experiência memorável que celebre a tradição e a qualidade dos produtos locais”.
A 56.ª edição da AGRO investirá também em demonstrações culinárias, como showcookings, degustações enogastronómicas e workshops, proporcionando um lançamento para os produtos regionais e autóctones dos expositores. A feira também oferecerá um espaço gastronómico diversificado, no interior do pavilhão do Altice Forum Braga, onde os visitantes poderão explorar uma ampla seleção de produtos, incluindo azeites, chocolates, compotas, sobremesas, conservas, queijos, iguarias regionais, enchidos tradicionais, vinhos e licores.
Desde o Norte até ao Centro do país, uma ampla variedade gastronómica estará em destaque no piso 1 do pavilhão, proporcionando uma experiência para degustar e adquirir produtos como os queijos da Serra da Estrela ou do Gerês, a alheira de Mirandela, enchidos regionais de Viseu, além de uma seleção de doces e frutos secos. Para complementar esta oferta, haverá também um espaço dedicado a bebidas, que incluirá desde a tradicional poncha da Madeira até ao prestigiado vinho alvarinho.
“A diversidade gastronómica presente no interior do pavilhão do Altice Forum Braga reflete o rico património culinário do nosso país, desde os queijos da Serra da Estrela ao vinho Alvarinho”, refere Carlos Silva. “Estamos empenhados em oferecer aos visitantes uma experiência sensorial única, celebrando os sabores e tradições que tornam a nossa gastronomia tão especial”, finaliza.
Os bilhetes para os quatro dias de feira já estão à venda nas bilheteiras do Altice Forum Braga e em Meo BlueTicket. A entrada é gratuita até aos 12 anos e, a partir dos 13 anos, custa 3,50 euros por dia.
Uma delegação do Bloco de Esquerda reuniu com Associação Nacional de Estudantes de Medicina (ANEM). Em representação do partido esteve Bruno Maia e Teresa Garcia.
“Foram debatidos vários temas, nomeadamente a Prova Nacional de Acesso, a remuneração dos formadores do ciclo clínico, os transportes e a alimentação dos estudantes deslocados para fazerem estágio e o estatuto do estudante de saúde. A prioridade é a qualidade da formação dos estudantes, sendo necessário para isso contratar mais médicos especialistas para o SNS, valorizar a docência na carreira médica e atribuir remunerações adequadas a essa função”, sublinha o Bloco de Esquerda.
O partido reforça que “o ensino superior em Portugal sofre de subfinanciamento crónico, refletindo-se em parcas condições de ensino no curso de medicina, com excesso de estudantes por formador e infraestruturas insuficientes para os atuais alunos.”.
Bruno Maia salientou “o excelente trabalho dos estudantes de Medicina na garantia de equidade e não discriminação nos cuidados de saúde, que infelizmente não é acompanhado, com o mesmo empenho, pela Ordem dos Médicos”.
A comitiva da Iniciativa Liberal do distrito de Braga, representada por Pedro Teixeira Santos, deputado municipal em Guimarães e terceiro candidato pelo distrito de Braga à Assembleia da República, esteve na cidade-berço onde reuniu com a administração da CASFIG.
“Neste encontro foi identificada a excessiva burocracia e a necessidade de descentralizar algumas instituições, de forma a facilitar processos. O tema habitação esteve no centro da discussão, tendo sido demonstrado as vantagens que um programa liberal poderia trazer nesta temática”, refere o partido.
Ainda na cidade de Guimarães, visitaram a Igreja de Santa Marinha da Costa. “Foi abordada uma situação dramática para um dos pilares patrimoniais do concelho de Guimarães e do país. A Igreja, que é propriedade do Estado, encontra-se com um nível de deterioração alarmante e a obra de intervenção continua a ser protelada ano após ano”, sustentou a Iniciativa Liberal, defendendo que “se o Estado detém património, tem de ser capaz de cuidar e preservar o mesmo”.