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A ascensão das plataformas digitais nos setores de turismo e entretenimento em Portugal

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Portugal sempre foi conhecido pelas suas praias douradas, vida noturna vibrante e rica herança cultural. Mas, nos últimos anos, uma nova onda tem vindo a transformar o país — a revolução digital.

Desde a forma como os visitantes planeiam as suas viagens até à maneira como os portugueses consomem cultura e lazer — incluindo o crescente interesse em casino online Portugal —, as plataformas digitais tornaram-se o alicerce da economia turística moderna em Portugal. Esta transformação não só redefine a experiência dos viajantes, como também empodera criadores, empresas locais e comunidades, permitindo-lhes alcançar audiências globais.

A Transformação Digital do Turismo Português

Na última década, o turismo em Portugal tornou-se um dos mais inovadores da Europa no uso de tecnologia. Plataformas como Airbnb, Booking.com e GetYourGuide democratizaram o acesso a alojamentos e experiências, dando visibilidade global a pequenos negócios locais.

Além disso, o setor de entretenimento digital também tem acompanhado esta evolução, com o crescimento do casino online em Portugal, que se tornou uma das áreas mais dinâmicas do lazer digital. As plataformas licenciadas oferecem experiências seguras e inovadoras, permitindo que residentes e turistas explorem jogos online com transparência e responsabilidade. A concorrência saudável entre operadoras tem levado à criação dos melhores bónus de casino, incentivando o jogo responsável e promovendo a economia digital portuguesa.

Paralelamente, municípios como Lisboa e Porto têm recorrido a dados digitais para gerir fluxos turísticos e promover um turismo sustentável. A análise de padrões de reservas e movimentação de visitantes permite equilibrar o crescimento económico com o bem-estar local — um passo essencial para evitar o sobreturismo.

Dado relevante: mais de 70% dos turistas em Portugal planeiam as suas viagens através de aplicações móveis, segundo relatórios nacionais de turismo.

Esta mudança digital não é apenas uma questão de conveniência — é também sobre narrativas orientadas por dados, onde cada jornada contribui para melhorar a experiência de quem vem a seguir.

O Entretenimento Digital: Experiências ao Alcance de um Clique

O setor do entretenimento em Portugal seguiu o mesmo caminho. Bilheteiras físicas e publicidade tradicional deram lugar a plataformas digitais que ligam o público a experiências de forma imediata.

Aplicações como TheFork, Ticketline e Fever permitem descobrir e reservar eventos — desde atuações de fado em Alfama até sessões de cinema ao ar livre em Lisboa — em poucos segundos.

Para artistas e organizadores locais, estas plataformas representam visibilidade e independência. A capacidade de promover eventos diretamente ao público, sem intermediários, democratizou o entretenimento em Portugal, permitindo que pequenos espaços e artistas emergentes prosperem ao lado de grandes festivais.

Exemplo: a Lisbon Music Week registou em 2024 o maior envolvimento digital de sempre, com mais de 60% dos bilhetes vendidos através de aplicações móveis — um reflexo da preferência crescente por experiências digitais.

Estudo de Caso: O Ecossistema de Turismo Inteligente de Lisboa

A ascensão de Lisboa como “cidade inteligente” é um exemplo claro de inovação digital. Ao integrar dados de plataformas como Airbnb e Booking.com, a cidade desenvolveu um sistema inteligente para monitorizar em tempo real os padrões de alojamento.

Com esta tecnologia, é possível gerir licenças, garantir tributação justa e até identificar arrendamentos ilegais. Mais importante ainda, os dados permitem promover turismo sustentável, direcionando visitantes para bairros menos explorados e atrações culturais autênticas.

Ao mesmo tempo, plataformas de entretenimento têm colaborado com a autarquia para destacar artistas locais, criando mercados digitais de experiências que apoiam a economia criativa lisboeta.

Empoderar Pessoas, Cultura e Comunidades

No centro desta transformação está o fator humano.

As plataformas digitais têm permitido que:

  • Pequenos empreendedores alcancem mercados internacionais sem infraestrutura pesada;
  • Artistas locais monetizem o seu trabalho através de eventos online e streaming;
  • Comunidades preservem e partilhem tradições culturais em novos formatos digitais.

Durante a pandemia, por exemplo, várias casas de fado começaram a transmitir atuações ao vivo através de plataformas digitais, conectando espectadores de todo o mundo a uma expressão íntima da cultura portuguesa.

Esta digitalização centrada nas pessoas transformou o turismo e o entretenimento em ecossistemas culturais sustentados pela criatividade e pela conectividade.

Conclusão: Um País Conectado pela Cultura e pela Tecnologia

A jornada de Portugal — do turismo tradicional à inovação digital — reflete uma tendência global onde as plataformas tecnológicas redefinem a forma como vivemos o lugar, a arte e a comunidade.

À medida que viajantes procuram experiências personalizadas e criadores locais exploram novas formas de expressão digital, Portugal destaca-se como exemplo de harmonia entre tradição e tecnologia.

A ascensão das plataformas digitais nos setores de turismo e entretenimento em Portugal não é apenas uma tendência: é uma transformação que está a moldar o futuro cultural do país.

Fafe ilumina-se para o Natal a 28 de novembro

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© CM Fafe
© CM Fafe

O Município fafense apresentou o programa do “Fafe Natal 2025”, edição que volta a transformar o centro da cidade num palco de luz, música, animação e espírito festivo, prometendo atrair milhares de visitantes entre 28 de novembro de 2025 e 11 de janeiro de 2026.

A abertura oficial está marcada para 28 de novembro, às 21:00, momento em que serão inauguradas as iluminações de Natal, simbolizando o arranque de mais de um mês de programação cultural, familiar e comunitária.

Este ano, o espetáculo de luz volta a ser um dos grandes atrativos da quadra. A Praça 25 de Abril contará com apresentações de luz diariamente às 18:00, 19:00, 20:00, 21:00 e 22:00, com uma sessão adicional às 23:00 às sextas, sábados e vésperas de feriado. Já na Praça da Justiça, os espetáculos decorrerão às 18:30, 19:30, 20:30 e 21:30, com sessão extra às 22:30 às sextas, sábados e vésperas de feriado.

O Mercado de Natal, ponto central da animação, vai funcionar com horários alargados e distintos entre dias úteis, fins de semana e feriados, oferecendo gastronomia, artesanato, produtos locais e momentos de animação permanente. A Casa do Pai Natal e o Comboio Itinerante regressam também como atrações muito procuradas por famílias e crianças.

Destaques Musicais e Culturais

A programação musical volta a juntar dezenas de artistas, coros e grupos locais e nacionais. Entre os destaques encontram-se o Coro da Academia de Música José Atalaya e “Natal à Guitarra” (29 novembro); Orquestra de Música de Fafe (1 dezembro); Orfeão Universitário do Porto (7 dezembro, Teatro Cinema); Orquestra do Norte (8 dezembro e 4 de janeiro, Teatro Cinema); XXXII Encontro de Coros de Natal (12 e 13 dezembro, Igreja Nova); e aGala de Natal ADN – Grupo Nun’Álvares (21 dezembro, Pavilhão Multiusos).

A par da música, o Fafe Natal 2025 integra também teatro e atividades infantis, com espetáculos no Mercado de Natal ao longo de dezembro, e animação de rua, onde se destacam a Parada de Natal e a chegada do Pai Natal, no dia 7 de dezembro, pelas 16:00.

Leitura, Comunidade e Tradição

A iniciativa “Hora Mágica de Natal” volta a valorizar o livro e a leitura, com sessões temáticas nos dias 15, 17, 19, 22 e 23 de dezembro. A dimensão comunitária reforça-se com os tradicionais passeios de Pais Natais e, já em janeiro, com os Cantares de Reis, que mobilizam escolas e associações culturais, encerrando simbolicamente a quadra.

Horário do Mercado de Natal

O Mercado funcionará:

  • Sextas-feiras: 17:30–23:00
  • Sábados: 10:00–23:00
  • Domingos (30 nov e 7 dez): 10:00–23:00
  • Feriados (1 e 8 dez): 10:00–20:00
  • Dias úteis: 17:30–20:00
  • 14 e 21 dezembro: 10:00–20:00
  • 24 de dezembro: 10:00–13:00

A Casa do Pai Natal estará aberta de 7 a 21 de dezembro, em dias selecionados, e o Comboio Itinerante circulará entre 29 de novembro e 23 de dezembro, das 16:00 às 22:00, em datas específicas.

Iniciativas de Solidariedade e Dinamização Local

A par da programação cultural, o Município reforça em 2025 o eixo social e comunitário da quadra natalícia. Ao longo das próximas semanas, decorrerão várias iniciativas de caráter solidário, como a ação intergeracional “Hoje por Ti, Amanhã por Mim”, e o Cabaz Solidário, já em curso.

Será ainda lançada uma campanha centrada no apoio e incentivo ao comércio de proximidade, com o objetivo de promover os agentes económicos do concelho e reforçar a dinamização do centro urbano durante este período.

Frederico Castro atribuiu pelouros na Póvoa de Lanhoso

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© CM Póvoa de Lanhoso
© CM Póvoa de Lanhoso

A primeira reunião de executivo municipal da Póvoa de Lanhoso ficou marcada pela atribuição de pelouros.

Fátima Moreira, Paulo Gago e Gilberto Anjos serão vereadores a tempo inteiro. “Esta decisão decorre da necessidade de assegurar uma presença permanente e contínua dos membros do executivo na coordenação política e operacional da atividade municipal, antevendo-se que a sua atuação será indispensável e benéfica para o bom funcionamento dos serviços e para a prossecução eficaz das atribuições e competências do Município”, explica Autarquia.

Frederico Castro, presidente da Câmara Municipal, fica diretamente responsável pelos pelouros de Representação; Relações Institucionais; Freguesias; Relação com o/a munícipe; Planeamento estratégico e urbanístico/projetos; Finanças e contratação pública; Proteção Civil e Gabinete Técnico Florestal; Turismo e eventos; Desporto e associativismo nesta área e Comunicação/Protocolo.

Fátima Moreira assume a vice-presidência e os pelouros da Educação e formação; Coesão social e habitação; Famílias e seniores; Igualdade, inclusão e migrações; Cultura e associativismo nesta área; Saúde pública; Recursos Humanos e Juventude e associativismo nesta área.

Paulo Gago será o Vereador com responsabilidades nas áreas do Urbanismo, Jurídico e contencioso; Auditoria e Qualidade; Defesa do animal; Ordenamento do território – PDM; Mobilidade, trânsito e toponímia e Consumidores – CIAB.

A Gilberto Anjos, que integra pela primeira vez o executivo municipal povoense, foram destinados os pelouros da Gestão administrativa, Modernização administrativa e transição digital/património, Desenvolvimento económico, Obras municipais e ambiente, Gestão e conservação do espaço público e Comunidade e internacionalização

As reuniões de executivo vão continuar a ser descentralizadas nos mesmos moldes do que acontecia no anterior mandato. Nesse sentido, a segunda sessão ordinária de cada mês terá lugar em cada uma das 22 freguesias e uniões de freguesias do concelho da Póvoa de Lanhoso.

A decisão de prosseguir com a realização das reuniões deste órgão nas freguesias de 15 em 15 dias é “continuar a permitir a participação das comunidades e aproximar os eleitos dos munícipes, abrindo um maior espaço à participação de todos”.

Ai, Ai, Ai Web Summit.

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© Hélder da Rocha Pereira
© Hélder da Rocha Pereira

O Ministro Adjunto e da Reforma do Estado acabou de revelar a Portugal e ao mundo que temos um novo Sebastião: a inteligência artificial. A intervenção que roçou entre televendas e um pastor fanático de uma qualquer religião, embaraçou Portugal.

Há momentos em que sentimos vergonha alheia e depois há isto. Um governante português, no palco da Web Summit, perante uma plateia internacional, a tentar vender-nos a ideia de que a “salvação” do país está numa buzzword que mal compreende. Faltou-lhe apenas gritar “comprem já” e oferecer um desconto de lançamento.

A inteligência artificial é uma ferramenta poderosa, transformadora e inevitável. Mas não é uma aparição divina nem um remendo para décadas de inércia estrutural. E ouvir um ministro falar dela como quem anuncia um milagre tecnológico, é o retrato perfeito de um país que ainda confunde estratégia com entusiasmo.

O problema não é a fé na inovação, mas a ausência de pensamento crítico. A AI não vai resolver a burocracia, a educação, nem a estagnação económica por decreto. É preciso visão, talento, investimento e coragem política para fazer o que realmente importa: preparar pessoas, não apenas máquinas.

E se dúvidas houvesse, ainda esta semana Jensen Huang, CEO da NVIDIA, declarou que “os verdadeiros beneficiados desta era da inteligência artificial não serão apenas os engenheiros ou programadores, mas sobretudo os canalizadores, electricistas, carpinteiros…”.
Uma frase que diz mais sobre o futuro da economia do que qualquer discurso político.

Mas os nossos governantes não veem para lá da bolha mediática que é a AI e a Web Summit. Aliás, quanto a esta última — uma feira de cosmética não concentra tantas vaidades nem tanto networking à base de egos inflacionados. O evento vende-se como visionário e transformador, mas a verdade é que se tornou um desfile de autoproclamações messiânicas, onde cada pitch é um evangelho e cada app, a promessa de “mudar o mundo”.

E o sentimento de vergonha não parou por aí. Carlos Moedas, num exercício de propaganda digno de uma sitcom, anunciou que graças à Web Summit Lisboa já tinha atraído 16 unicórnios e, pasme-se, o 17.o estava a caminho.
Um deles, a Sword Health, empresa portuguesa com sede no Porto, abriu recentemente um escritório em Lisboa e aproveitou a inauguração para declarar apoio à candidatura de Moedas às autárquicas. Talvez isso explique o entusiasmo.

Nada de errado: as empresas crescem, expandem-se, abrem filiais. O insólito está em transformar um simples arrendamento de escritório em ato político e manchete de jornal.

Em tempos éramos a capital das startups, agora proclamámo-nos capital dos unicórnios. Um país onde os milagres de marketing substituem resultados reais, mesmo com tanto “talento” e “inovação”, continuamos a descer nos rankings europeus.
Enquanto isso, o mundo constrói, progride, transforma. A China cresce, os EUA lutam pela liderança global e a Europa arrasta-se penosamente sem rumo, presa à nostalgia de um passado que já ninguém teme.

Já nada nos resta de inovação genuína e não serão umas linhas de código, tal D. Sebastião digital, que nos hão de salvar.

Entre “ais” e “AIs”, continuamos a aplaudir-nos uns aos outros, convencidos de que a próxima app vai, finalmente, salvar o país.

E rimos. Porque, no fundo, é a única coisa que ainda sabemos fazer bem.

CIM Cávado eleita para a Direção do CIAB – Tribunal Arbitral de Consumo

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© CIM Cávado
© CIM Cávado

A CIM Cávado foi eleita, por voto dos membros do CIAB – Centro de Informação, Mediação e Arbitragem de Consumo do Vale do Cávado, para assumir a Direção deste Tribunal Arbitral de Consumo no quadriénio 2025/2029.

O CIAB é uma entidade de referência nacional na resolução alternativa de litígios de consumo e tem jurisdição sobre 19 municípios, nos concelhos de Amares, Braga, Barcelos, Esposende, Póvoa de Lanhoso, Terras de Bouro, Vieira do Minho e Vila Verde, a totalidade dos municípios do distrito de Viana do Castelo e o concelho de Montalegre, no distrito de Vila Real.

Com esta eleição, a CIM Cávado passa a liderar o CIAB, reforçando “o papel da região do Cávado na dinamização de políticas públicas de defesa do consumidor e de resolução extrajudicial de conflitos”. A escolha da CIM Cávado reflete “o reconhecimento da sua capacidade de coordenação intermunicipal e da sua experiência na promoção de serviços públicos de proximidade.” 

A nova Direção, agora presidida pela CIM Cávado, e representada nos seus diferentes órgãos sociais João Januário (Amares), Dalva Rodrigues (Barcelos), João Medeiros (Braga), Sérgio Mano (Esposende), Ana Genoveva (Terras de Bouro), Patrício Araújo (Vila Verde), assume o compromisso de consolidar a presença e a atuação do CIAB em todo o território abrangido, garantindo respostas céleres, acessíveis e eficazes aos consumidores e agentes económicos; reforçar a articulação entre municípios e instituições regionais, promovendo uma atuação concertada em matéria de consumo; aumentar a literacia e a informação dos consumidores, através de ações de sensibilização e formação; e dar continuidade ao trabalho de proximidade que tem distinguido o CIAB como entidade de referência na resolução de conflitos de consumo.

Para a CIM Cávado, esta eleição representa “um sinal de confiança das entidades associadas no papel da Comunidade Intermunicipal enquanto agente de cooperação e inovação institucional. A nova Direção pretende reforçar o dinamismo do CIAB e consolidar o seu contributo para uma sociedade de consumo mais justa e equilibrada”.

Suspeito de violência doméstica de Vila Verde tinha armas e munições em casa

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© GNR
© GNR

A GNR deteve um homem de 42 anos, por violência doméstica, no concelho de Vila Verde.

No seguimento de uma investigação por violência doméstica, os militares da Guarda deram cumprimento a um mandado de detenção relativo ao suspeito. No decorrer da ação, foi ainda dado cumprimento a dois mandados de busca, uma domiciliária e uma em veículo, das quais resultou a apreensão de três armas de fogo, uma arma de ar comprimido e 365 munições.

O suspeito foi detido, e os factos foram comunicados ao Tribunal Judicial de Braga.

Piloto de Braga vai competir num dos mais importantes palcos do automobilismo mundial

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© Ricardo Gomes
© Ricardo Gomes

O piloto Ricardo Gomes de Braga vai disputar, entre 14 e 16 de novembro, a ronda do Campeonato de Espanha de GT’s, no Circuito de Barcelona-Catalunha, uma das provas mais emblemáticas do automobilismo mundial.

Ao volante do BMW M4 GT4, Ricardo Gomes cumpre um objetivo de longa data: competir oficialmente no traçado catalão, conhecido pela sua exigência técnica e relevância internacional.

“Correr em Barcelona sempre foi um sonho antigo. É um circuito com muita história e um desafio para qualquer piloto. Estou muito motivado e focado em fazer um bom resultado, aumentado a boa performance trazida da última prova. Tenho que agradecer aos meus sponsors, a JetStand e a Tecniwood, por acreditarem neste projeto e me possibilitam poder alinhar neste exigente campeonato”, afirmou Ricardo Gomes, à partida para o fim de semana de competição.

Esta participação insere-se na temporada de 2025, em que o piloto bracarense tem vindo a competir no Campeonato de Espanha de GT’s, consolidando a sua presença no panorama ibérico ao volante do BMW M4 GT4 da equipa portuguesa Monteiros Competição.

Com um percurso desportivo sólido, Ricardo Gomes soma várias temporadas em competições nacionais e internacionais, tendo participado no Campeonato de Ibérico de Velocidade, no Campenato Nacional e Europeu de Montanha, Supercars Endurance e no Campeonato de Portugal de Clássicos, com inúmeras vitórias e pódios alcançados.

A prova de Barcelona representa mais um “marco importante” na carreira do piloto português, traduzindo o cumprir de um objetivo pessoal e desportivo de competir num dos palcos mais prestigiados do automobilismo europeu.

Tesouro-Museu da Sé de Braga vai inaugurar exposição de Presépios

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© Tesouro-Museu da Sé de Braga
© Tesouro-Museu da Sé de Braga

No próximo dia 27 de novembro, pelas 18:00, o Tesouro-Museu da Sé de Braga vai inaugurar a exposição de Natal ‘ADMIRABILE SIGNUM’.

A exposição resulta de uma parceria entre o Tesouro-Museu e a Escola de Cerâmica Artística da Fundação Castro Alves, e apresenta um conjunto de presépios que evidenciam a mestria e a sensibilidade artística no trabalho do barro.

A exposição contará com peças da autoria de Fernando Jorge, Isabel Cardoso e Isabel Machado, artistas que fizeram a sua formação artística na Fundação Castro Alves.

No mesmo dia será também lançada a Campanha Solidária de Natal, em prol da Cáritas Arquidiocesana de Braga, ocasião em que será apresentada a peça solidária que ficará disponível para venda na loja do Tesouro-Museu.

A Fundação Castro Alves, num gesto de grande solidariedade e espírito natalício, oferecerá ainda um presépio, cuja venda na loja do Tesouro-Museu reverterá igualmente a favor da Cáritas Arquidiocesana de Braga.

A exposição poderá ser visitada de 27 de novembro a 31 janeiro de 2026, de segunda-feira a Domingo, entre as 09:30-13:00 e as 14:30-17:30.

O acesso à exposição é feito a partir da Loja do Tesouro-Museu, situada na Rua D. Diogo de Sousa, nº 114.

Braga merece mais do que promessas ao ar e menos diletantismo

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© Paulo Veiga
© Paulo Veiga

“Um concelho justo, coeso e solidário, onde se criem oportunidades”. Foi com esta retórica que António Braga se apresentou aos bracarenses, palavras grandiosas, sem dúvida, que inspiraram voto e confiança. E agora? Agora descobre-se que o papel que ele encabeçava não era para assumir, se a cadeira de vereador não trouxesse o lugar de topo idealizado.

Ao invocar “um projeto”, “um novo tempo” para Braga, António Braga dizia querer “transformar a cidade”, “serenar o futuro”. Mas veste-se de formas desconcertantes quando, na prática, a transformação exige presença diária, assiduidade, ver-se empenhado nas tarefas de governação. Voltar costas às responsabilidades? Não era contratualizado em campanha.

Quando se exige aos bracarenses “confiança, mas com serenidade”, palavras da própria candidatura, espera-se reciprocidade: que quem pediu o voto tenha a serenidade de assumir o mandato, mesmo fora do lugar principal. A serenidade não é só para o discurso em palco, é para o suado trabalho no terreno.

Recusar assumir o cargo de vereador é, pois, um contraste chocante com os slogans mobilizadores. Parece dizer: “Votem-me para presidente ou nada feito”. Mas isso não era o que os bracarenses ouviram. Ouviram-lhe prometer “coerência”, “compromisso”, “solidariedade”. Agora veem, ou serão levados a ver, que o compromisso tinha letra pequena: só serve se for com holofotes.

Esta atitude fragiliza não só o candidato António Braga, mas todo o projecto que ele liderava. Quem vem com “o futuro é já”, e depois abandona a bancada se não for protagonista, envia a mensagem de que o eleitor é figurante e não cidadão com voz. Ele não votou num ensaio com direito a recusa de palco: votou para participar de facto.

A desculpa da “espera pelo desenvolvimento dos resultados” ou de “aguardar com serenidade” já não cola quando o anúncio de desistência surge com a mesma razão com que se ignora um correio indesejado. Os bracarenses que confiaram no “concelho justo, coeso, solidário” irão recordar-se deste momento como o instante em que as palavras encontraram o vazio.

Braga merece mais do que discursos enchidos e fecho de campanha espectacular. Quando um candidato assume que quer “transformar a cidade”, não pode fugir ao chão da Câmara quando o mapa dos votos não lhe dá o trono idealizado. A política local é mais do que visibilidade é presença constante. E isto, caro Senhor António Braga, não foi tratado com seriedade.

Os bracarenses não votam em promessas de vitrina; votam em quem assume que vai estar, no gabinete, nas reuniões, nas decisões, mesmo quando o holofote não brilha a seu favor. E quem falha nisso, falha sobretudo com o povo que confiou. Que sirva de aviso para todas as próximas candidaturas: não basta falar de “igualdade”, “oportunidades”, “novo tempo”, é preciso estar para assumir, mesmo sem cena.

IL quer esclarecimentos sobre transparência municipal e gestão de instrumentos estratégicos de Braga

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© IL
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O grupo da Iniciativa Liberal na Assembleia Municipal de Braga apresentou um pedido formal de informações à Câmara Municipal, solicitando um conjunto de esclarecimentos e documentos “relevantes para a transparência da governação local”.

O requerimento incide sobre cinco áreas distintas, consideradas “fundamentais para a boa gestão e prestação de contas municipais”. Em primeiro, ao Provedor do Munícipe e Provedor do Animal, onde a IL solicita informação sobre o número de atendimentos realizados por ambos os provedores durante o atual mandato (2021-2025), o número de queixas ou participações apresentadas e quantas mereceram resposta formal. Foi também pedida cópia de eventuais relatórios de atividade anuais ou finais.

Quanto à Torre de Menagem no Comodato com a Universidade do Minho, o partido, na sequência de declarações públicas sobre a possível entrega da Torre de Menagem à Universidade do Minho, o grupo municipal pretende “conhecer o ponto de situação do processo de comodato, as diligências realizadas desde o encerramento do espaço ao público há mais de quatro anos, e se existe alguma proposta formal ou minuta de protocolo em elaboração”.

Na Carta Educativa Municipal, a Iniciativa Liberal requer cópia integral do trabalho preparatório da nova Carta Educativa do Município, elaborado no âmbito de um contrato celebrado através da CIM Cávado.

Na Carta Municipal de Habitação, face à “morosidade do processo”, o partido solicita informação sobre “o estado atual da Carta Municipal de Habitação, o calendário previsto para a sua conclusão e submissão à Assembleia Municipal, as entidades externas contratadas, respetivos valores e contratos, bem como os programas municipais de habitação em curso”.

Por fim, na Derrama Municipal, o grupo municipal requer a relação dos 20 maiores contribuintes da derrama municipal, com indicação do montante de imposto efetivamente arrecadado no último exercício fiscal concluído.

A Iniciativa Liberal reafirmou o seu compromisso com “uma gestão municipal transparente, eficiente e responsável, colocando o interesse dos bracarenses em primeiro lugar”.