Francisca Ribeiro, atleta do SC Braga, foi convocada para representar a Seleção Nacional de Taekwondo no Campeonato da Europa de Sub-21.
A Gverreira do Minho estreia-se nas convocatórias de Portugal. O Campeonato da Europa de Sub-21 decorrerá entre 11 e 14 de dezembro, no Kosovo, onde Francisca Ribeiro competirá na categoria -57kg.
A Comissão Política do Partido Socialista (PS) de Vila Nova de Famalicão reforçou a confiança na liderança de Eduardo Oliveira. Durante a reunião, que decorreu ontem, foi apresentada uma moção de confiança à atual concelhia, que teve 92,7% dos votos a favor.
A sessão teve como objetivo analisar os resultados do partido nas eleições autárquicas. Nesse sentido, vários comissários intervieram, apontando o que menos bem correu e o que deve ser feito no futuro para que “o PS alcance o grande objetivo de vencer a Câmara de Vila Nova de Famalicão para servir e cuidar dos famalicenses”.
Ao longo do debate político foram avaliados os resultados nas Assembleias de Freguesia, Assembleia Municipal e Câmara Municipal.
No final, e no sentido de continuidade do trabalho realizado nas freguesias e do projeto liderado por Eduardo Oliveira, foi proposta a mesa da comissão política apresentação de uma moção confiança a Eduardo Oliveira e à sua equipa, que foi aprovada pela grande maioria dos comissários presentes (51 votos a favor, três brancos e um contra).
Perante este resultado, Eduardo Oliveira agradeceu a confiança, frisando que “eu não desisto do nosso grande objetivo que é servir e cuidar de todos os famalicenses. Vamos continuar, juntos, a construir o futuro de Vila Nova de Famalicão, porque o Partido Socialista é, na verdade, a força que nos une e eu vou caminhar lado a lado convosco, nas vossas freguesias, para que consigamos, no futuro, ganhar Vila Nova de Famalicão”.
O presidente da Câmara Municipal de Esposende procedeu à definição dos vereadores a tempo inteiro, assim como das respetivas áreas funcionais.
Carlos Silva terá sob a sua alçada as áreas de Gestão Financeira e Contratação Pública; Desenvolvimento Económico e Empreendedorismo; Fundos Comunitários e Outros Instrumentos de Financiamento; Urbanismo; Planeamento e Ordenamento do Território; Obras Municipais; Sistemas e Infraestruturas de Informação; Inovação e Modernização Administrativa; Comunicação e Marketing Territorial; Administração Geral e Recursos Humanos; e Assuntos Jurídicos.
No domínio do vice-presidente, Aurélio Neiva, ficam as áreas de Florestas; Proteção Civil; Mercados, Feiras e Venda Ambulante; Agricultura e Pescas; Indústria, Comércio e Serviços; Metrologia; Gestão de Espaço Público; Trânsito e Mobilidade; Gestão e Manutenção de Edifícios, Equipamentos, Transportes e Infraestruturas Municipais; Energia; e Juntas de Freguesia.
A vereadora Paula Cepa terá sob a sua tutela os pelouros da Educação; Cultura; Desporto; Juventude e Tempos Livres; Gestão e Organização de Eventos.
Por seu turno, a vereadora Fátima Escrivães fica a liderar as áreas da Proteção Animal e Veterinária; Turismo; Coesão e Desenvolvimento Social; Saúde Pública; Qualidade e Auditoria; e Ambiente.
“Uma equipa pronta para servir Esposende, com sentido de responsabilidade e dedicação”, é desta forma que o presidente da Câmara Municipal apresenta o executivo que liderará os destinos do concelho nos próximos quatro anos.
Carlos Silva reitera o compromisso de fazer da Câmara Municipal “uma instituição mais aberta, próxima e transparente, que responda com eficácia, celeridade e humanidade às necessidades de todos”.
Joana Pereira, atleta do SC Braga, ficou em quarto lugar na Taça do Mundo de Boccia. A Gverreira disputou a medalha de bronze pela Seleção Nacional.
A atleta defrontou Sze Ning Toh, da Singapura, na meia final, acabando por perder por 5-2. Na disputa pela última medalha do pódio, voltou a enfrentar Yejin Choi, atleta que já havia defrontado na fase de grupos, voltando a perder por 0-6.
Os professores catedráticos Pedro Rangel Henriques e José Nuno Oliveira, do Departamento de Informática da Escola de Engenharia da Universidade do Minho (UMinho), vão ser alvo de uma cerimónia de jubilação, esta sexta-feira, a partir das 14:30, no auditório A1 (edifício 1) do campus de Gualtar, em Braga.
A sessão começa com as intervenções do reitor da UMinho, Rui Vieira de Castro, e do presidente da EEUM, António Vicente, seguindo-se os testemunhos de diversos académicos, antigos estudantes, profissionais e amigos dos homenageados. A última lição de Pedro Rangel Henriques é pelas 16:00 e, logo depois, a de José Nuno Oliveira. O encerramento está marcado para as 17:30.
José Nuno Oliveira nasceu há 70 anos em Esposende e vive em Vila Verde. É licenciado em Engenharia Electrotécnica pela Universidade do Porto, além de mestre e doutorado em Ciências da Computação pela Universidade de Manchester (Reino Unido). Leciona na UMinho desde 1978 e investiga no Laboratório de Software Confiável (HASLab / INESC TEC). Procurou sempre promover a programação de computadores enquanto área científica e foi um dos pioneiros do campo dos métodos formais em Portugal. É presidente do Comité de Prémios da Associação Europeia de Métodos Formais, membro do Grupo de Linguagens Algorítmicas e Cálculo da Federação Internacional para o Processamento de Informação, pertence ao conselho editorial da revista “Formal Aspects of Computing” e cofundou a Associação ENSICO para o Ensino da Informática nas Escolas, que junta mais de 7000 alunos no país.
Pedro Rangel Henriques nasceu há 70 anos no Porto e vive em Braga. É licenciado em Engenharia Electrotécnica pela Universidade do Porto e doutorado em Linguagens Formais e Gramáticas de Atributos pela UMinho. É docente desde 1981 nesta academia, onde também coordenou o Grupo de Processamento e Especificação de Linguagens e investiga no Centro Algoritmi e no laboratório associado LASI. Orientou cerca de 150 teses de pós-graduação, é coautor do livro “XML & XSL: da teoria à prática” e tem mais de 200 artigos científicos em revistas, livros e conferências, sobre áreas como processadores de linguagens, compiladores, pensamento computacional e data mining, entre outras. Foi presidente da Associação Portuguesa para a Inteligência Artificial e liderou vários projetos de investigação, além de projetos de consultoria e desenvolvimento de sistemas de informação.
Prestes a celebrar 50 anos, a Engenharia Informática na UMinho é um marco de excelência reconhecido em várias geografias. O Departamento de Informática, que a acolhe, afirma-se pela qualidade do ensino e da investigação científica, pela ligação à indústria e pelo impacto internacional que tem em áreas como inteligência artificial, criptografia e segurança digital, métodos formais e computação avançada. Além disso, organiza conferências obrigatórias neste âmbito, tem projetos financiados e parcerias com entidades de inúmeros países e muitos dos seus diplomados ocupam posições de destaque pelo mundo, na academia, nos governos e na indústria.
Decorre até esta sexta-feira a segunda fase de candidaturas a bolsas de estudo para aulas de dança em Braga para o ano 2025/26.
O Município de Braga, com o objetivo de “permitir uma utilização ativa e participativa das instalações do Mercado Cultural do Carandá e de fomentar a aprendizagem da dança no concelho” articulou com a Arte Total a atribuição destas bolsas de estudo.
Esta nova fase de candidaturas visa o preenchimento das bolsas de estudo restantes, correspondendo à frequência de aulas de dança durante o ano letivo 2025/2026.
A apresentação das candidaturas deve ser realizada junto dos serviços do Balcão Único, podendo os interessados escolher atendimento presencial ou através do serviço online do Balcão Único disponível em braga.balcaoeletronico.pt, sendo necessário possuir chave móvel digital.
Todos os documentos instrutórios devem acompanhar o processo, conforme estipulado no regulamento disponível aqui.
No próximo dia 15 de novembro, a Iniciativa Liberal irá realizar o 10.º Plenário do Núcleo Territorial de Braga. O evento tem início marcado para as 10:00, no Auditório da Junta de Freguesia de Lamas.
O plenário, que será coordenado pela Coordenadora Geral do Grupo de Coordenação Local, Olga Baptista, irá eleger a nova lista de coordenação do Núcleo Territorial de Braga, assim como abordar e discutir a situação política atual.
O Município de Vila Nova de Famalicão foi ontem reconhecido pelo Centro de Estudos e Intervenção em Proteção Civil (CEIPC), pela promoção de políticas e boas práticas de segurança e prevenção.
A distinção aconteceu no âmbito das comemorações do 15.º aniversário da associação que decorreram ontem, no Auditório da Ordem dos Engenheiros, em Lisboa. O momento contou com a presença da vereadora da Proteção Civil da Câmara Municipal, Vânia Marçal, que recebeu a Estatueta de Reconhecimento CEIPC.
O evento foi presidido pelo secretário de Estado da Proteção Civil, Rui Rocha, e teve como oradora convidada a presidente do Laboratório Nacional de Engenharia Civil (LNEC), Laura Caldeira.
A CEIPC, fundado há 15 anos e presidido por Duarte Caldeira, é uma associação privada sem fins lucrativos, que se dedica à produção e divulgação de informação, estudos e investigação na área da Proteção Civil, com o objetivo de contribuir para a construção de uma cidadania responsável e interventiva, afirmando-se como uma referência nacional na reflexão e intervenção neste domínio.
Além de Vila Nova de Famalicão, foram igualmente distinguidos na cerimónia desta quarta-feira os municípios de Mafra e Palmela, a Ordem dos Engenheiros e as empresas Tacnorém e Municipia.
Uma estudante da Universidade do Minho alertou que um poste de iluminação pública está em risco de cair em Braga.
O poste encontra-se a poucos metros da UMinho. A base do poste encontra-se danificada devido a um acidente e de acordo com a estudante, o poste “abana com o vente” e já tentou entrar em contacto a Proteção Civil.
A dor nas costas é muitas vezes vista como algo banal, quase inevitável com a idade. Mas por trás de muitas dessas dores silenciosas está uma fratura osteoporótica da coluna — uma lesão que afeta cerca de um terço das pessoas com mais de 65 anos e que, se não for diagnosticada e tratada, pode mudar profundamente a vida de quem a sofre.
Estas fraturas ocorrem frequentemente após esforços mínimos — levantar um saco, tossir ou até espirrar. O que as torna perigosas é a sua natureza discreta: muitas passam despercebidas, confundidas com “mais uma dor nas costas”, até que o doente começa a perder altura, a postura se inclina para a frente e a autonomia se esvai pouco a pouco.
Quando uma vértebra colapsa, todo o corpo se ressente. Surge dor intensa, dificuldade em respirar profundamente, perda de apetite e de energia. A imobilidade instala-se — e com ela a sarcopenia, a perda de massa muscular — que aumenta ainda mais o risco de novas quedas e fraturas. É um círculo vicioso que pode ser travado apenas com diagnóstico precoce e uma abordagem ativa.
O diagnóstico começa com uma radiografia, mas a tomografia computorizada (TAC) e a ressonância magnética (RMN) são muitas vezes essenciais para melhor as caraterizar e para excluir causas mais graves, como tumores ou infeções. É um erro comum tratar apenas a dor e ignorar a causa subjacente — a osteoporose. Uma fratura vertebral é quase sempre um sinal de alerta de uma doença silenciosa que precisa de ser tratada.
Na maioria dos casos, o tratamento é conservador: controlo da dor, tratamento da osteoporose e regresso gradual à atividade. É importante sublinhar que existe muito pouca evidência científica de que os coletes sejam eficazes — e o seu uso prolongado pode até estar associado a atrofia muscular e a uma recuperação mais lenta. O essencial é não perder a mobilidade nem a autonomia, pois o repouso prolongado é um dos principais inimigos da recuperação.
Quando, apesar do tratamento conservador, a dor se mantém e impede o doente de retomar a sua vida normal, pode estar indicada uma pequena intervenção cirúrgica chamada cifoplastia. Este procedimento minimamente invasivo consiste em injetar cimento ósseo na vértebra fraturada, estabilizando-a e aliviando a dor quase de imediato. É uma cirurgia segura, realizada frequentemente em regime de ambulatório e apenas com anestesia local, que permite recuperar rapidamente o movimento e reduzir complicações associadas à imobilidade.
Mas o essencial vem depois: prevenir a próxima fratura. Isso implica tratar a osteoporose com a medicação adequada, garantir uma alimentação rica em proteínas e vitamina D, e sobretudo manter o corpo em movimento. O treino de força e de equilíbrio têm mostrado, em múltiplos estudos, reduzir o risco de quedas e fraturas, mesmo em pessoas com idade avançada. Envelhecer com força é possível — e deve ser um objetivo.
As fraturas osteoporóticas da coluna não são um destino inevitável. São um sinal de que precisamos de cuidar da nossa mobilidade, da nossa postura e da nossa saúde óssea.