
A CIM Cávado foi eleita, por voto dos membros do CIAB – Centro de Informação, Mediação e Arbitragem de Consumo do Vale do Cávado, para assumir a Direção deste Tribunal Arbitral de Consumo no quadriénio 2025/2029.
O CIAB é uma entidade de referência nacional na resolução alternativa de litígios de consumo e tem jurisdição sobre 19 municípios, nos concelhos de Amares, Braga, Barcelos, Esposende, Póvoa de Lanhoso, Terras de Bouro, Vieira do Minho e Vila Verde, a totalidade dos municípios do distrito de Viana do Castelo e o concelho de Montalegre, no distrito de Vila Real.
Com esta eleição, a CIM Cávado passa a liderar o CIAB, reforçando “o papel da região do Cávado na dinamização de políticas públicas de defesa do consumidor e de resolução extrajudicial de conflitos”. A escolha da CIM Cávado reflete “o reconhecimento da sua capacidade de coordenação intermunicipal e da sua experiência na promoção de serviços públicos de proximidade.”
A nova Direção, agora presidida pela CIM Cávado, e representada nos seus diferentes órgãos sociais João Januário (Amares), Dalva Rodrigues (Barcelos), João Medeiros (Braga), Sérgio Mano (Esposende), Ana Genoveva (Terras de Bouro), Patrício Araújo (Vila Verde), assume o compromisso de consolidar a presença e a atuação do CIAB em todo o território abrangido, garantindo respostas céleres, acessíveis e eficazes aos consumidores e agentes económicos; reforçar a articulação entre municípios e instituições regionais, promovendo uma atuação concertada em matéria de consumo; aumentar a literacia e a informação dos consumidores, através de ações de sensibilização e formação; e dar continuidade ao trabalho de proximidade que tem distinguido o CIAB como entidade de referência na resolução de conflitos de consumo.
Para a CIM Cávado, esta eleição representa “um sinal de confiança das entidades associadas no papel da Comunidade Intermunicipal enquanto agente de cooperação e inovação institucional. A nova Direção pretende reforçar o dinamismo do CIAB e consolidar o seu contributo para uma sociedade de consumo mais justa e equilibrada”.


