Início Site Página 3995

10 Municípios de Braga não atualizaram o Plano Contra Incêndios Florestais

0
DR

Os concelhos de Amares, Barcelos, Braga, Cabeceiras de Basto, Celorico de Basto, Fafe, Terras de Bouro, Vila Nova de Famalicão e Vila Verde não têm os Planos de Defesa da Floresta Contra Incêndios atualizados, de acordo com a nova legislação e as orientações do Instituto da Conservação da Natureza e das Florestas (ICNF).

A denúncia partiu do Bloco de Esquerda que alertou que Braga é um dos distritos que suscita mais preocupações devido à forte presença de mato e floresta no território, frequentemente em estreito contacto com núcleos habitacionais e urbanos, bem como pelo facto de incluir o Parque Nacional da Peneda-Gerês. O partido relembra o incêndio de grandes dimensões que deflagrou na tarde de 16 de julho em Este S. Mamede, junto ao Bom Jesus, trazendo à memória outros incêndios que chegaram a entrar na cidade e a ameaçar habitações, como o incêndio de outubro de 2017.

O Bloco de Esquerda afirma ser “preocupante” constatar-se que na maior parte dos concelhos do distrito ainda não se procedeu à atualização do Plano Municipal de Defesa da Floresta contra Incêndios (PMDFCI).

Com a publicação da Lei n.º 76/2017, os Municípios ficaram obrigados a atualizar os respetivos PMDFCI, que integram o Sistema de Defesa da Floresta contra Incêndios. “Esta 3ª geração de Planos Municipais diferencia-se das anteriores porque serve para adaptar o sistema aos novos conhecimentos e à nova estrutura de combate, com critérios e formatos uniformizados, que possibilitem a integração dos contributos dos diferentes agentes e dos diferentes níveis de planeamento. O ICNF produziu o regulamento e o guia técnico para elaboração dos PMDFCI de 3ª geração, publicado em janeiro de 2018, com as diretivas e normas que sistematizam a sua elaboração. Contudo, chegados ao verão de 2020, apenas Esposende, Guimarães, Póvoa de Lanhoso e Vizela apresentam PMDFCI validados pelo ICNF e aprovados nas Assembleias Municipais, respetivamente em Fevereiro/2020, Maio/2019, Junho/2019 e Fevereiro/2020”, sublinha o partido.

A atualização dos PMDFCI, de acordo com os novos conhecimentos e a nova estrutura do sistema de combate, revela-se fundamental para a definição da estratégia municipal de defesa da floresta contra incêndios. “Esta 3º geração de PMDFCI permite a adoção de medidas adequadas para o combate, desde logo no ataque rápido a focos que surjam no Município, pelo planeamento integrado das intervenções das diferentes entidades, definindo a responsabilidade sobre a execução das redes de defesa da floresta contra incêndios das entidades e dos particulares, de acordo com os objetivos estratégicos decorrentes do Plano Nacional de Defesa da Floresta contra Incêndios”, acrescenta.

O Bloco explica que “a prevenção estrutural deve seguir uma política transversal, encarando o território como um todo e com uma visão generalizada que permita reduzir o risco de propagação de grandes incêndios. O planeamento operacional dos PMDFCI tem de estar integrado na lógica complementar de intervenção de proximidade intermunicipal,que por sua vez, está conjugada com os objetivos de uma macro escala de visão global e ampla do território nacional. Assim, é de todo importante que o Governo e o respetivo Ministério definam exatamente as linhas de ação da política de DFCI e dotem as entidades locais de meios humanos, técnicos e financeiros capazes de responder aos propósitos determinados”.

Por fim, alerta que “num distrito com elevado potencial de incêndios florestais, os Municípios podem ser o elemento essencial para que os fogos não atinjam proporções devastadoras e difíceis de controlar, colocando em risco pessoas, animais, bens e todo o sistema ecológico. A falta de atualização dos PMDFCI
prejudica claramente a capacidade de enfrentar incêndios e de proteger núcleos habitacionais e urbanos”.

Hospital de Braga prepara Plano de Contingência para o Inverno

0
Hospital de Braga

O Hospital de Braga vai iniciar brevemente um reforçado Plano de Contingência para o Inverno, informou a administração deste instituição. Após ter anunciado encontrar-se sem doentes internados por Covid-19, o Hospital de Braga pretende continuar a responder a todos os que necessitarem de cuidados de saúde e recorram a esta instituição de Saúde.

O  Plano de Contingência para o Inverno do Hospital de Braga será preparado com vista a prevenir e minimizar os efeitos negativos que a época por si só já acarreta, adicionando esta nova realidade pandémica. A instituição irá reforçar uma estratégia de organização interna para continuar a responder às necessidades de todos os utentes, independentemente da sua patologia.

O Hospital de Braga está a retomar os níveis de atividade normal nas suas diferentes áreas assistenciais, através da prestação de cuidados de saúde de proximidade e em segurança.

Desde 1 de maio até 19 de julho, a instituição já efetuou 96.685 consultas (19.517 primeiras consultas e 77.168 consultas subsequentes), 5.047 cirurgias (3.023 em ambulatório e 2.024 em convencional), 14.321 sessões em Hospital de Dia e 646.860 meios complementares de diagnóstico e terapêutica nas diferentes especialidades.

PAN consegue avanço na criminalização dos maus-tratos a animais

0
DR
DR

O grupo parlamentar do PAN congratula-se com a aprovação hoje na especialidade na Comissão de Assuntos Constitucionais, Direitos, Liberdades e Garantias de um conjunto de alterações que vêm reforçar o regime sancionatório aplicável nos crimes contra os animais de companhia. Um dos aspetos com maior destaque prende-se com a autonomização do crime de morte contra animais de companhia, bem como o agravamento das molduras penais e o reforço das autoridades para atuarem em casos de maus tratos.

Em causa está um pacote de alterações ao Código Penal e ao Código do Processo Penal que resultam no alargamento dos direitos e da proteção aos animais.

As alterações incluem:

  • Autonomização do crime de morte contra animais, ou seja, não é só a morte que decorre dos maus tratos que é punível;
  • Introdução de circunstâncias agravantes, como o uso especial de perversidade ou crueldade, com agravamento da moldura penal para até 2 anos e seis meses se a morte for produzida com especial censurabilidade ou perversidade;
  • Procedimentos específicos para ajudar as autoridades a fazer buscas e revistas quando existe suspeita de maus tratos, estando a apreensão prevista no código de processo penal (apreensão de qualquer animal que esteja em risco de maus tratos e não apenas dos animais de companhia);
  • Alteração ao Código de Processo Penal, adequando as medidas cautelares com vista a garantir a obtenção de mandados de revista, busca e apreensão dos animais, perícias médico-veterinárias e, no caso das associações de utilidade pública ou associações zoófilas legalmente constituídas, a possibilidade que passam a ter de estar prevista a entrega de quantia certa para compensar os encargos que tiveram;
  • Clarificação do conceito de abandono, passando a ser considerada circunstância agravante se daí resultar perigo para a vida do animal;
  • Clarificação do conceito de animais de companhia, para efeitos da aplicação da lei, mesmo que se encontrem em estado de abandono ou errância.

“Num momento em que acabámos de assistir à tragédia nos abrigos de Santo Tirso, este é, sem dúvida, um passo muito significativo em matéria de reforço do regime existente. Esperamos que, com estas agravantes, haja mais eficácia no efeito dissuasor e preventivo na sociedade: é esse o grande objetivo das penas, mas também uma capacidade de atuação mais eficaz, pois nem sempre a vida dos animais se coaduna com a delonga que temos vindo a verificar no seu auxílio”, afirma Inês de Sousa Real, líder do grupo parlamentar do PAN. Contudo, acrescenta que “muito fica ainda por fazer, nomeadamente o alargamento da proteção jurídica a outros animais para além dos animais de companhia. Esse é um caminho que o PAN continuará a fazer no parlamento”.

Relativamente, aos demais animais, que não apenas os de companhia, o PAN anunciou hoje na comissão parlamentar que já na próxima sessão legislativa dará entrada de uma iniciativa com vista, reforçar também a proteção jurídica dos mesmos. “Por todo o país são vários os casos de equídeos e outros animais sujeitos a maus tratos e em sofrimento, pelo que não nos faz sentido que para estes não haja também um reconhecimento de que é preciso mudar o regime de proteção”, explica a deputada do PAN. Neste sentido, o grupo parlamentar pretende fazer uma análise de toda a legislação sobre esta matéria e apresentar uma proposta que dê resposta a esta necessidade e que granjeou uma igual unanimidade por parte da Comissão Parlamentar.

O dia de hoje na Assembleia da República ficou ainda marcado pela aprovação de uma recomendação ao Governo com vista ao levantamento das necessidades e respostas existentes em Portugal ao nível de abrigos de animais estatais e particulares, assim como o reforço do Grupo de Trabalho para acompanhamento da Lei que determina o fim dos abates e criação da Estratégia Nacional para os Animais Errantes, em que se inclui igualmente uma proposta do PAN.

Conheça os números do Euromilhões

0
DR

No sorteio do Euromilhões desta terça-feira saíram os números 14 – 15 – 24 – 29 – 42 e as estrelas 2 e 4.

Em jogo está um jackpot de 50 milhões de euros.

Santuário do Sameiro com espaços verdes renovados

0
Braga TV

Os espaços e zonas verdes do Santuário do Sameiro encontram-se em remodelação, tornando este local religioso mais atrativo para quem o visita. Além da colocação de sinalética e de papeleiras com cinzeiro, também os jardins ganharam cor com a colocação de novas flores.

“Estamos num processo ativo com um conjunto evolutivo de transformações e de melhoramento nos acessos, como é o exemplo da obra numa das entradas de acesso à Basílica para realizarem-se algumas cerimónias especiais com a criação de um muro. Estamos também a embelezar o Sanutário através dos jardins, colocando mais flores, cor e oxigená-lo, assim como melhorámos a zona central de acessibilidade de estacionamento, colocámos papeleiras com cinzeiro e contentores para resíduos nos parques de lazer. Todo este melhoramento tem em vista tornar o ambiente desta zona icónica de Braga mais saudável”, disse Abílio Lima, da Confraria de Nossa Senhora do Sameiro e responsável dos espaços verdes do Santuário do Sameiro.

A remodelação no Sameiro tem também como objetivo “acolher bem” todos aqueles que visitam o Santuário. “Tentamos fazer do Sameiro uma segunda casa e torná-la mais atrativa para quem nos visita e da nossa parte agradecemos com esta beleza de paisagem magnífica e, por isso, estamos a tornar os nossos jardins cada vez mais belos. É uma forma de acolher bem a quem nos visita. É um Santuário Sagrado, um espaço fantástico, mas também para quem visita é um espaço de espiritualidade, para refletir e, por isso, estamos a tornar este ambiente mais saudável, mais satisfatório e mais espiritual”, acrescentou o responsável.

O Santuário do Sameiro encontra-se em constante transformação para acolher os peregrinos e visitantes, sendo o segundo maior de Portugal e um dos mais belos do país.

https://www.facebook.com/BragaTV.pt/videos/566316750910582/

Casa do Conhecimento da UMinho organiza conversas para minimizar impactos da Covid-19

0
Universidade do Minho

A Casa do Conhecimento da UMinho vai dar início, na próxima quinta-feira, dia 23 de julho, a um ciclo de conversas online com o mote “Combater a Pandemia com UM Conhecimento”. O objetivo é criar um espaço de debate e partilha de conhecimentos que possam ser aplicados pelos cidadãos no seu dia a dia, ajudando-os a minimizar os impactos negativos causados pela Covid-19.

As sessões mensais vão juntar investigadores da UMinho, provenientes de diferentes áreas de conhecimento para que se potencie um momento de partilha de informação prática e rigorosa, numa linguagem simples e acessível que contribua para este fim.

Para a Casa do Conhecimento da UMinho, a nova fase da situação de pandemia que se vive em Portugal e no mundo exige que as instituições de ensino superior deem continuidade à responsabilidade social que têm assumido e comecem, desde já, a dar respostas aos desafios colocados por esta pandemia no contexto académico, social e económico.

Primeira sessão acontece já esta quinta-feira

A primeira sessão do ciclo “Combater a Pandemia com UM Conhecimento” vai ter lugar esta quinta-feira, dia 23 de julho, às 18h00, e vai ter como convidado Roberto Merrill, professor auxiliar no Departamento de Filosofia da UMinho e investigador no Centro de Ética, Política e Sociedade. da mesma universidade. Roberto Merrill coordena o projeto sobre rendimento básico financiado pela Fundação para a Ciência e Tecnologia e apresentará “A Filosofia Política em tempos de pandemia e o rendimento básico incondicional”.

A 27 de agosto, “Saúde Visual em tempos de Covid-19” é o tema que será abordado por José Manuel González Méijome, professor catedrático do  Departamento/Centro de Física da Escola de Ciências da UMinho e diretor do Laboratório de Investigação em Optometria Clínica e Experimental da UMinho.

A sessão de setembro terá como convidada Teresa Soares, professora convidada da Escola de Economia e Gestão e Revisora Oficial de Contas e será subordinada ao tema “Benefícios económico-financeiros e fiscais em tempos de pandemia”. Em outubro será a vez de Pedro Morgado, professor da Escola de Medicina, investigador no Instituto de Investigação em Ciências da Vida e da Saúde/3B’s e no Centro Clínico Académico de Braga e psiquiatra no Hospital de Braga, que apresentará a sua exposição acerca de “Como reduzir o impacto da Pandemia Covid-19 na saúde mental”. Haverá ainda mais duas sessões até final do ano, uma a acontecer em novembro e em dezembro, mas ainda com data e convidados a definir.

A participação é livre mediante preenchimento do formulário de inscrição disponível em: https://cdc_um_conhecimento.eventbrite.pt.

GNR resgata gavião juvenil em Braga

0
GNR de Braga

A GNR de Braga recuperou, esta segunda-feira, um gavião juvenil na freguesia de Sobreposta, no decorrer de uma ação de patrulhamento na floresta. De acordo com a Guarda Nacional Republicana, a ave não apresentava ferimentos, tendo sido encontrada isolada fora do ninho.

Após o resgate da ave, esta foi entregue ao ICNF – Instituto de Conservação da Natureza e Floresta para os respetivos cuidados.

O ICNF gere o património natural e florestal, envolvendo os atores de desenvolvimento territorial nas medidas e ações de conservação de natureza e de gestão da floresta.

Covid-19: Portugal com 127 infetados, 6 mortos e 400 recuperados

0
DR

Desde o início da pandemia, o país registou 1.697 mortos associados à Covid-19, 48.898 casos confirmados e 33.769 casos pessoas recuperadas, de acordo com o boletim epidemiológico da Direção-Geral da Saúde, divulgado esta terça-feira. Em 24 horas morreram 6 pessoas, registaram-se 127 novos casos e 400 recuperados.

Lisboa e Vale do Tejo é a região do país que regista o maior número de novos casos, com  101 das 127 infeções. Há 16 novos casos no Norte, 6 no Centro, 1 no Alentejo, 2 no Algarve e 1 nos Açores. Atualmente há 13.432 casos ativos em Portugal.

No que aos concelhos diz respeito, a Direção-Geral da Saúde passa a atualizar os dados apenas à segunda-feira.

Em todo o território nacional, há 439 internados, menos 15 nas últimas 24 horas, e 62 em unidades de cuidados intensivos, mais 1 do que ontem.

PAN propõe criação de unidade de salvação e resgate animal

0
DR

O Grupo Parlamentar do PAN deu hoje entrada de um projeto de lei para criar uma unidade especial de salvação e resgate animal e que clarifica o reconhecimento dos médicos veterinários como agentes de Proteção Civil. A proposta do PAN, já anteriormente apresentada mas que havia sido chumbada, surge novamente no seguimento do incêndio ocorrido no fim de semana em Santo Tirso, que vitimou dezenas de cães e gatos.

“Já no passado procurámos responder a esta problemática, tendo apresentado duas iniciativas legislativas com vista a estabelecer precisamente, a integração dos médicos-veterinários municipais como agentes de Proteção Civil e criar uma equipa de salvação e resgate animal. Ambas as iniciativas foram lamentavelmente rejeitadas”, afirma Inês de Sousa Real, líder parlamentar e deputada do PAN.

“Esperemos que em face a este mais recente e trágico incidente, que se veio juntar a outros igualmente trágicos acontecimentos, como os incêndios de Monchique e de Pedrógão Grande, o parlamento consiga estar à altura deste necessário salto civilizacional em matéria de proteção dos animais”, desafia a líder.

Inês de Sousa Real acrescenta que “De acordo com os dados disponíveis, se em Santo Tirso se registou a morte de cerca de uma centena de animais de companhia, que se encontravam em dois abrigos em situação ilegal, em 2017, na sequência dos fogos em Pedrógão Grande e mais tarde na região centro, morreram mais de 500 mil animais. Em 2018, em Monchique, num incêndio que alastrou aos concelhos de Portimão, Odemira e Silves, morreram mais de 1.500 animais de pecuária, perto de 100 animais de companhia e um número incalculável de animais selvagens. Estes números pecam somente por defeito, pelo que não mais podemos olhar para o lado e não dar resposta a esta necessidade e aos apelos das populações que, como vimos em Santo Tirso, se mobilizaram para não só socorrer os animais mas também para mostrarem a necessidade de políticas eficientes ao nível da proteção animal”.

Com vista a evitar que estas situações voltem a suceder com prejuízo para milhares de vidas, a presente iniciativa o PAN pretende assegurar a criação de uma Unidade Especial de Salvação e Resgate Animal, a integrar a Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil e na dependência operacional do Comandante Nacional de Emergência e Proteção Civil. “Trata-se de uma força de resgate, socorro e assistência a animais em áreas afetadas por acidente grave ou catástrofe, cuja composição e organização interna, a fixar em Portaria, deverá integrar licenciados em Medicina Veterinária e com inscrição como membro efetivo na Ordem dos Médicos Veterinários, licenciados em Engenharia Zootécnica, licenciados em enfermagem veterinária e outros especialistas que se considerem pertinentes”, explica a deputada.

Inês de Sousa Real declara que se “pretende também proceder à reformulação da estrutura da Proteção Civil, com a respetiva integração de médicos-veterinários municipais e/ou ao serviço do Município como agentes de Proteção Civil, criando para tal equipas de salvação e resgate animal que permitam uma resposta em tempo útil. Paralelamente, prevê-se a possibilidade de os Municípios facultativamente criarem uma Unidade Municipal de Salvação e Resgate Animal, composta por médicos veterinários municipais e/ou ao serviço do Município e representantes de associações zoófilas, de modo a permitir uma atuação localizada no resgate, socorro e assistência a animais em áreas afetadas por acidente grave ou catástrofe. Por último, pretende-se igualmente incluir nos planos de emergência de Proteção Civil, sejam eles de âmbito nacional, regional, distrital ou municipal, orientações aplicáveis ao resgate, socorro e assistência de animais”.

Universidade do Minho é das melhores do mundo em 18 áreas científicas

0
Universidade do Minho

A Universidade do Minho (UMinho) está entre as 500 melhores instituições de ensino superior mundial em 18 áreas científicas, segundo o ranking “Shanghai Ranking’s Global Ranking of Academic Subjects 2020”. A academia minhota está no top 75 na área de Ciência e Tecnologia Alimentar, no top 100 em Engenharia Civil e lidera a nível nacional em Direito (top 150), Educação, Psicologia e Nanociência & Nanotecnologia (todas no top 400).

A UMinho conta também com doze domínios do ensino e investigação reconhecidos nesta avaliação e que marcaram presença nos respetivos rankings. Na área das Engenharias foram destacadas a Engenharia Biomédica (top 150), a Biotecnologia (top 300), a Engenharia Mecânica (top 400), a Engenharia Eletrónica (top 400), a Ciência e Engenharia de Materiais (top 400), a Engenharia Química (top 500) e a Engenharia e Ciências da Computação (top 500). Foram ainda reconhecidas a Economia e a Ciência Política (ambas no top 400) na área das Ciências Sociais, as Ciências Farmacêuticas (top 500) na área das Ciências Médicas, bem como a Física (top 500) na área das Ciências Naturais e as Ciências Agrárias (top 500) na área das Ciências da Vida.

Criado em 2009, o “Shanghai Ranking’s Global Ranking of Academic Subjects” avaliou nesta edição mais de 4.000 universidades de todo o mundo em 54 áreas específicas de ensino e investigação, considerando indicadores como os artigos científicos publicados, o seu impacto na respetiva área ou o nível de colaboração internacional.