O “Braga Para Todos” denunciou a falta de recolha do lixo dos contentores na Rua dos Chãos, junto ao Banco de Portugal, em Braga.
O movimento cívico alega ter recebido várias queixas e que têm ocorrido diversos problemas com os novos contentores desde que estes foram adquiridos pela Câmara Municipal de Braga. “Os contentores têm sido problemáticos por diversos motivos, seja porque são colocados à porta de prédios, porque não são devidamente higienizados e, acima de tudo, estão muitas vezes lotados, obrigando as pessoas a colocarem o lixo no chão ou andarem cerca de 500 metros para deixar em outro contentor. Parece-nos erróneo e grave porque o investimento, segundo o edil, foi de 6,2 milhões de euros, dando mais problemas do que soluções amigas do ambiente”, referiu o movimento.
O “Braga Para Todos” lamenta que os contentores recentes não foram substituídos em todas as zonas da cidade. “A AGERE, que tem à sua responsabilidade a tutela dos resíduos urbanos, colocou dois contentores recentes ao lado do Banco de Portugal e mais à frente, nas traseiras do centro comercial Braga Shopping, existem ainda os contentores antigos. A verba não chegou para o sistema ser implementado em todo o centro?”, questionou.
O movimento pretende que o presidente da Câmara Municipal de Braga verifique a gestão e a recolha da AGERE, uma vez que o serviço é pago pelos bracarenses. “Ricardo Rio deve escolher pessoas que resolvam os problemas dos bracarenses. Este sistema custou mais de 6 milhões sem ter consultado os bracarenses e as associações ambientais. Foi referido na altura que este novo sistema seria rápido, eficaz e com melhorias para a saúde pública, mas não coincide em nada com o sistema atual. Recebemos queixas que são mandadas à AGERE e temos fotografias para confirmar o que acontece no terreno, pois só queremos que o presidente melhore a gestão da empresa municipal. O Regulamento Municipal dos Serviços de Gestão de Resíduos Urbanos menciona que é função da empresa promover planos, estudos e projetos necessários à boa gestão do sistema”, realçou.
O “Braga Para Todos” quer ainda que os cidadãos sejam ouvidos e que possam ser consultados na elaboração dos estudos, a fim de “melhorar e evitar transtorno na vida dos bracarenses”.
O Grupo Saúde Online/Saúde Notícias acaba de lançar o portal eVacinas, que tem como objetivo informar a população sobre vacinação, sobretudo das suas vantagens, desde a idade pediátrica, até à adulta.
Neste portal, o utilizador pode consultar toda a informação existente sobre o Programa Nacional de Vacinação. Além disso, o site dispõe, ainda, de informação útil sobre a consulta do viajante, nomeadamente das vacinas indicadas para todos aqueles que viajarem para destinos fora do continente Europeu, da América do Norte e da Oceânia.
“O projeto eVacinas nasceu da necessidade de consciencializar a opinião pública, desmistificando alguma contrainformação na vacinação, através de dados rigorosos e credíveis, fornecidos por profissionais de saúde. Conta também com a colaboração de parceiros com projetos inovadores nesta área”, afirmou Ana Gaspar, diretora da Revista Saúde Notícias.
Este projeto tem o apoio da Associação Portuguesa de Medicina Geral e Familiar, e vai envolver também a Direção-Geral da Saúde, o Movimento Doentes pela Vacinação, a Sociedade Portuguesa de Pediatria, a Sociedade Portuguesa de Pneumologia e o Instituto Ricardo Jorge.
A Câmara Municipal de Póvoa de Lanhoso está a desenvolver, na União de Freguesias de Campo e Louredo, mais uma obra de requalificação e pavimentação de vias, desta feita, na Rua de Ventuzela. Trata-se de mais uma intervenção, com um investimento superior a 78 mil euros.
“Apesar do tempo e dos meios que a pandemia nos tem absorvido, estamos a realizar o plano de investimentos previsto para este ano e mantemos a determinação em realizar os investimentos nas freguesias. São muitas as obras em curso de requalificação das estradas e dos espaços públicos na maioria das freguesias. O alargamento da rede de água e saneamento tem sido outra prioridade, bem como a renovação de toda a rede de iluminação pública”, recorda Avelino Silva, presidente da Câmara Municipal.
A requalificação da rua de acesso ao Parque Industrial de Campo é uma das intervenções já realizadas e concluídas, tratando-se aqui de um investimento superior a 100 mil euros, para melhorar a mobilidade das pessoas que acedem ao parque industrial, mas também ao centro escolar D. Elvira Câmara Lopes, que também é servido por este acesso.
A Juventude Popular veio a público afirmar que não aceita a obrigatoriedade da instalação da aplicação “Stayaway Covid” nos telemóveis dos portugueses, “sendo uma clara violação da liberdade individual e da propriedade privada”.
Francisco Mota, presidente da Juventude Popular considera que “este é mais um sinal claro dos tiques controladores de António Costa e do Governo socialista. Vivemos um período em que a todo o custo nos tentam impor uma agenda ideológica e um modelo social totalitário com a desculpa do combate à pandemia. Este é um caminho perigoso que nos últimos tempos tem-se repetido constantemente, não podemos consentir a imposição de um modelo social e político com tiques totalitários”.
“Não queremos que Portugal se torne a Venezuela, Cuba, Coreia do Norte ou China da Europa”, diz o líder centrista.
“Esta é, uma vez mais, a tentativa de António Costa sacudir a água do capote, de desresponsabilizar o seu Governo pela incapacidade na gestão da pandemia, passando a responsabilidade para cada português. Exigia-se liderança e sentido de Estado, num momento extraordinário como o que vivemos, mas infelizmente temos um governo “com muita parra, mas pouca uva”, realça Francisco Mota.
O centrista apela, ainda, à intervenção de Marcelo Rebelo de Sousa. “O presidente da República não pode ficar a assistir de bancada a um ataque destes à democracia e liberdade individual dos portugueses. Sempre o disse: unidade requer confiança, e essa está mais que violada. Questionar é ser patriota, porque não podemos permitir que se use as forças de soberania, como a polícia, para controlar a liberdade do povo português”, finalizou.
A Câmara Municipal de Fafe está realizar intervenções nas instalações da Biblioteca e da Polícia Municipal, com o objetivo de melhorar as condições de trabalho e optimizar os espaços.
A intervenção nas instalações da Polícia Municipal destina-se a criar novos gabinetes de trabalho de apoio a este e a outros serviços municipais.
Os principais trabalhos desenvolvem-se ao nível do piso inferior do edifício, nomeadamente através da substituição das caixilharias, da alteração de toda a distribuição interna do edifício (exceto balneários), da implementação de novo sistema de climatização/ventilação do espaço, do novo pavimento, tetos e iluminação.
Nas instalações da Biblioteca Municipal, construída em 2004, estão a ser executadas obras de reparação e beneficiação. A intervenção prevê a correção de algumas patologias identificadas no edifício, nomeadamente, a reparação de infiltrações e dos danos associados a reparação de fissuras nas fachadas, impermeabilização das pedras que revestem a fachada, reparações de tetos falsos e trabalhos de pintura.
A empreitada, com conclusão prevista para o mês de novembro, tem como objetivo melhorar as condições de utilização deste espaço para os munícipes e para os funcionários afetos ao serviço.
Raúl Cunha, presidente da Câmara Municipal de Fafe, salienta que “o trabalho da administração pública autárquica deve estar centrado no cidadão, nomeadamente nas respostas para as suas necessidades e projetos com uma atitude de colaboração e de parceria para se resolverem os problemas. Estas intervenções servem para criar as melhores condições para que isso aconteça, bem como ir de encontro às necessidades que surgiram no âmbito da recente reorganização que fizemos dos serviços”.
“Como referimos num outro momento, pretendemos e desejamos que a Câmara Municipal de Fafe seja uma referência de qualidade no universo das Autarquias Nacionais e mereça o respeito, o reconhecimento e admiração dos fafenses, neste sentido, procedemos à execução destas intervenções que vão de encontro a este objetivo. Os sucessos de uma boa organização dos serviços resultarão numa vida melhor para todos os fafenses”, finalizou o autarca.
José Maria Cardoso e Alexandra Vieira, deputados do Bloco de Esquerda eleitos pelo círculo de Braga, entregaram duas perguntas na Assembleia da República a denunciarem mais três descargas poluentes no rio Este, em Braga, onde criticam “a inação do Município de Braga na resolução deste problema recorrente”.
Nos documentos enviados ao Ministério do Ambiente e da Ação Climática e à Câmara Municipal de Braga, os deputados referem que “o rio Este foi alvo de novas descargas poluentes no dia 9 de outubro em vários dos seus troços que atravessam o concelho de Braga. Também no dia 6 de outubro as águas denotavam uma coloração avermelhada junto à Ponte Pedrinha e no dia 7 de outubro, o rio apresentava uma cor esbranquiçada em vários troços, indicando a existência de diversos focos poluidores”.
Os deputados acusam a Câmara Municipal de Braga de anúncios de “intenções sem qualquer resultado visível”. “A Câmara tem responsabilidades não só na falta de articulação com as entidades competentes na busca de soluções reais para as descargas ilegais, como é a própria Câmara Municipal um agente poluidor do rio Este”, criticam.
“O Bloco de Esquerda considera inadmissível que após tantos anos e tantos anúncios de soluções para o rio Este apresentados pela Câmara Municipal de Braga, as descargas ilegais persistam. A inação do Município de Braga e das entidades competentes põe em perigo a biodiversidade do rio e a saúde pública. É urgente apurar responsabilidades e atuar nos termos da lei. Sobretudo, é necessário eliminar os focos poluentes, proceder à despoluição das massas de água e recuperar plenamente a biodiversidade do rio Este. Os habitantes de Braga têm pleno direito a usufruir de um rio limpo, biodiverso e aprazível”, afirmam os deputados.
O Bloco quer saber se a Agência Portuguesa do Ambiente tem monitorizado o estado ecológico e químico das massas de água e se o Governo tem articulado com o Município de Braga as medidas e ações concretas para erradicar as recorrentes descargas ilegais poluentes no rio Este. Da parte do executivo camarário, o Bloco quer conhecer o estado de implementação em que se encontra o programa de monitorização do rio e qual é a composição da equipa anunciada pela vereação do Ambiente do Município de Braga para cadastrar e monitorizar os pontos de acesso ao rio Este.
Sob o mote “Um novo Centro. Uma Nova Cidade”, arrancam na próxima segunda- feira, 19 de outubro, as obras de reabilitação do centro urbano de Famalicão, naquele que será um dos maiores investimentos públicos de sempre na requalificação de um espaço público citadino famalicense.
São mais de oito milhões de euros que vão ser aplicados. A intervenção vai durar cerca de um ano e vai originar condicionamentos, para os quais Paulo Cunha, presidente da Câmara Municipal, pede a melhor tolerância dos famalicenses. “O sucesso desta intervenção depende desde logo da compreensão dos cidadãos, particularmente dos que vivem e trabalham na zona de influência da obra em execução. Mas todos estes transtornos e inconvenientes vão resultar num enorme ganho pelo retorno que a obra vai trazer ao concelho, muito particularmente à cidade de Famalicão”, refere o autarca.
A empreitada vai abranger todo o quarteirão urbano localizado entre as praças D. Maria II e Mouzinho de Albuquerque e ruas adjacentes, dotando-as de mais e melhores zonas sociais e, simultaneamente, de mais espaços para peões e para os modos de transporte suaves. Será um “um centro urbano mais atrativo, sustentável e acessível, com mais mobilidade, mais comércio, mais estacionamento, mais ambiente, mais segurança e mais vida”, realça Paulo Cunha.
“É uma profunda intervenção no coração da cidade que vai modernizar Famalicão, criando condições para que o comércio de proximidade funcione melhor, para que tenhamos mais mobilidade, para que a segurança faça parte do nosso quotidiano e acima de tudo para que se criem novas razões e melhores condições para que a nossa cidade seja mais desfrutada, não só pelos que aqui vivem e trabalham, mas também para que seja cativante para que muitos nos possam visitar”, acrescenta o edil.
No imediato, a intervenção vai originar o encerramento dos parques de estacionamento das praças D. Maria II e Mouzinho de Albuquerque e da Rua do Ferrador. Como alternativa, os famalicenses têm os parques de estacionamento gratuito do atual campo da feira (encerrado apenas às quartas-feiras) e dos parques, também gratuitos, localizados nas duas entras principais do Parque da Devesa (junto à Central de Camionagem e junto ao CITEVE). Para além destes, existe ainda a opção pelo parque de estacionamento pago situado junto aos Paços do Concelho.
“Vai ser intervencionada uma área vital para Vila Nova de Famalicão e para os famalicenses que merecem uma obra desta dimensão. Trata-se de um projeto de excelência que permitirá construir naquela zona uma área muito qualificada para o futuro do nosso concelho”, explica ainda Paulo Cunha, lembrando que a intervenção, inserida no âmbito do Plano Estratégico de Desenvolvimento Urbano, foi tema de uma ampla participação pública, tendo o projeto final contado com o contributo dos famalicenses. “É um projeto arrojado, que consideramos que vai de encontro àquilo que é a vontade dos famalicenses desde os comerciantes aos cidadãos, às pessoas que vivem na zona da cidade e a todos que a frequentam”, reforça.
Em linhas gerais, a intervenção vai permitir a ampliação para norte e para sul, da Praça D. Maria II, com a supressão ao trânsito automóvel dos dois topos, e a requalificação de todas as artérias envolventes que terão um perfil único de circulação partilhada, com prioridade para o peão. A Praça Mouzinho de Albuquerque, correspondente ao antigo Campo da Feira, uma área muito degradada da cidade, será toda ela renovada com organização da área de estacionamento e valorização da margem ribeirinha do Rio Pelhe.
“Os efeitos esperados são a melhoria da qualidade de vida das populações residentes, uma maior atratividade da cidade, reforço da rede pedonal e ciclável complementada com o uso de transportes públicos, melhoria ambiental e qualificação dos espaços de utilização pública. As pessoas ganham espaço, os carros perdem terreno, mas permanecem e o estacionamento, em igual número ao existente, passa a estar organizado e concentrado nos dois parques situados no centro, na Praça D. Maria II, com 107 lugares de estacionamento tarifado, como atualmente, e Mouzinho de Albuquerque, com 184 lugares de estacionamento gratuito, mais quatro do que os existentes”, salienta Paulo Cunha.
A partir da conclusão do conjunto de intervenções será então possível aos famalicenses e visitantes da cidade deixarem as suas viaturas a escassos metros do centro e vivenciarem o espaço público de forma pedonal e social. “É todo um novo paradigma urbano que vai ser potenciado no núcleo central de Vila Nova de Famalicão que permitirá a fruição do espaço público com uma qualidade de vida muito superior à existente”, finalizou.
A obra tem comparticipação do Norte 2020, através do programa FEDER – Fundo Europeu de Desenvolvimento Regional.
O Município de Braga vai transferir cerca de 480 mil euros para a realização de obras em diversas freguesias do concelho, dando continuidade à política de proximidade em prol do desenvolvimento do território.
As propostas, em forma de Contratos Interadministrativos de Delegação de Competências e de atribuição de apoios, serão apreciadas na próxima segunda-feira, 19 de outubro, em Reunião de Executivo Municipal, que irá decorrer no gnration.
A maior fatia, no valor de 271.282 euros, cabe à União de Crespos e Pousada para a execução do alargamento e beneficiação da Rua de Cortinhas (Crespos). A União de Arentim e Cunha recebe o valor de 24.826 para a execução de conduta de águas pluviais na Rua do Carregal (Arentim).
Figueiredo recebe um apoio de 17.622 euros para a requalificação de passeios na Rua das Pedreiras. A Autarquia vai ainda conceder uma verba de 11.220 euros a Ruílhe para o alargamento da Rua de Ruílhe; 11.072 euros a Tebosa, para a requalificação de um muro de suporte na Rua da Seara; e 4.320 euros à União de Morreira e Trandeiras para a execução da segunda fase da Rua José Gomes Ferreira.
No que se refere aos apoios financeiros, o Município de Braga vai transferir 42.500 para a União de Escudeiros e Penso (São Vicente e Santo Estevão) para apoiar serviços e equipamentos não contemplados no projecto inicial do edifício multiusos de Escudeiros; 31.069 euros a Tebosa para apoiar a reconstrução da mina e aproveitamento da água na Rua do Calvário; 26.314 euros à União de Merelim São Pedro e Frossos para apoiar os trabalhos de melhoramento dos balneários, muros e sistema de rega do campo de futebol de Frossos; e 10 mil euros à União de Morreira e Trandeiras para apoiar a aquisição de uma viatura para serviços de apoio ao desporto e associativismo da Autarquia.
O Município irá ainda transferir apoios à União de Celeirós, Aveleda e Vimieiro (6.702 euros); a Vilaça e Fradelos (2.853 euros); a Adaúfe (6.550 euros); a Arentim e Cunha (4.240 euros); Sobreposta (5.639 euros); Priscos (5.162 euros).
O pequeno António de 5 anos, residente em Braga, foi diagnosticado com Leucemia Mieloblastica Aguda e precisa urgentemente de um transplante de medula óssea.
O apelo foi dado por Nuno Ferreira, pai de António e colaborador da empresa F3M, para que as pessoas, com 18 e 45 anos, se associem a esta causa e doem sangue esta sexta-feira, dia 16 de outubro, das 9h00 às 12h00, no Museu D. Diogo de Sousa, em Braga, para encontrar um dador compatível.
“O António, o MEU António, apelidado de Mogli, é um menino de 5 anos de olhos grandes, curiosos e de sorriso maroto que adora a floresta mágica, animais e andar descalço. Tem uma energia incrível , um traquinas mas que nos vai presenteando com beijos sem pedidos e com um adoro-te! Fã do Luccas Neto, reúne em si todas as características dos aventureiros. A força, a coragem, o amor, a confiança, a alegria, a velocidade e a inteligência. Porém a vida apresentou um desafio tremendo para superar. Após diagnóstico de LMA – Leucemia Mieloblastica Aguda, ficou confirmada a necessidade de transplante de medula. Por isso, gostava que nos ajudassem a superar este desafio com a vossa disponibilidade para uma pequena colheita de sangue”, apelou Nuno Ferreira.
A recolha de sangue pode ser realizada em qualquer cidade do país, podendo verificar os dias da semana nos horários para o efeito, no link www.lkme.pt/2dIhs.
A Câmara Municipal de Vizela reforçou a distribuição de kits de proteção contra a covid-19 pelos comerciantes do concelho. O kit, que é constituído por gel desinfetante, máscaras e viseiras, visa poder ajudar a exercer com segurança a atividade económica perante o contexto atual.
A distribuição destes kits pelo comércio, para além de ser uma medida relevante da Autarquia do ponto de vista da saúde pública, pretende sensibilizar para as medidas de proteção, por aqueles que atendem diretamente o público, de forma a que se consciencializem dos cuidados a ter e das medidas de proteção a adotar no exercício da sua atividade.
“A Câmara Municipal de Vizela tem acompanhado atentamente a evolução do surto epidémico do covid-19 no concelho e tomado as medidas necessárias para informar a população e apoiar as várias instituições para fazer face às necessidades acrescidas vividas neste momento, efetuando também uma reavaliação diária das medidas de prevenção adotadas e a adotar de modo a prevenir e conter a respetiva propagação”, esclarece o Município.