De 19 a 21 de março, a Câmara Municipal da Póvoa de Lanhoso promove mais um fim de semana gastronómico, desta vez, dando palco ao Cabrito à São José & Rochas do Pilar.
Esta iniciativa realiza-se nos estabelecimentos aderentes, em take-away. O Cabrito à São José é um prato característico da Póvoa de Lanhoso, tradicionalmente associado a esta altura do ano em que se assinalam as Festividades Concelhias em Honra de São José. As Rochas do Pilar são uma iguaria doce, associada ao maior monólito granítico da península ibérica, onde se situa o Castelo de Lanhoso.
Com a designação “Coisas nossas à Mesa”, esta é uma iniciativa que a Câmara Municipal da Póvoa de Lanhoso promove até fim do ano.
Divulgar e potenciar o que de melhor existe na Póvoa de Lanhoso e contribuir para dinamizar o setor da restauração e a economia local são os objetivos desta iniciativa.
Enquanto a situação atual de restrições se mantiver, esta iniciativa realiza-se em take-away, pretendendo-se que os povoenses participem, levando para suas casas estas iguarias, apoiando, assim, a restauração local.
Para além do Cabrito à São José & Rochas do Pilar (19 a 21 de março), as próximas propostas: Petiscos Tradicionais (24 e 25 de abril); Bacalhau (21 a 23 de maio); Bife à Romaria (3 a 5 de setembro); Pica no Chão (2 e 3 de outubro); e Papas de Sarrabulho e Rojões (6 e 7 de novembro).
Foram trituradas 106,20 toneladas de resíduos agrícolas e florestais no concelho de Braga. O Município de Braga, através do projeto “Cuidar Braga”, disponibiliza gratuitamente a utilização de biotrituradores para a eliminação de sobrantes agrícolas, florestais e de jardinagem. Este equipamento tritura os sobrantes, reduzindo-os a estilha, podendo posteriormente ser espalhada pelo terreno ou reaproveitada em compostagem, cobrimento do solo ou outras utilizações agrícolas ou de jardinagem.
Desde o início deste projeto, foram já realizadas 53 triturações, respondendo a solicitações efetuadas pelos munícipes ou entidades de 19 freguesias do concelho. O serviço de utilização do biotriturador perfez até ao momento um total de cerca de 177 horas de trabalho e cerca de 106,20 toneladas de resíduos agrícolas e florestais triturados. Com este serviço estima-se que tenha sido evitada a emissão de cerca de 167,80 kg de CO2.
“O uso do fogo encontra-se associado a várias práticas agrícolas e florestais. No entanto, são vários os casos em que estas atividades se descontrolam e originam grandes incêndios com graves consequências ecológicas e socioeconómicas. Urge promover uma alteração de comportamentos na sociedade de modo a que a eliminação de sobrantes agrícolas e florestais seja realizada com menor utilização do fogo, utilizando outras técnicas, nomeadamente a trituração (destroçamento) dos sobrantes”, sublinha a Autarquia de Braga.
Proteção de pessoas e bens começa na gestão dos combustíveis
A protecção de pessoas e bens dos incêndios rurais começa na gestão dos combustíveis, tendo o Município, no último ano, analisado um total de 347 processos de praticamente todas as freguesias do concelho, dos quais 143 são enquadráveis no âmbito do decreto-lei nº 124/2006, de 28 de Junho na sua redação atual. Grande parte dos proprietários dos terrenos, após um primeiro contacto por parte do Município, procederam à execução da faixa de gestão de combustível de 50m em torno das edificações. Os restantes proprietários foram notificados a promover a execução das faixas de gestão e em caso de reiterado incumprimento procede-se à execução coerciva.
Conjugadas todas as ações de gestão de combustíveis realizadas por particulares, o Município e outras entidades públicas, foram executados cerca de 80 ha de Faixas de Gestão de Combustível.
No reforço da resiliência do território municipal aos incêndios rurais, a gestão e manutenção das infraestruturas de Defesa da Floresta Contra Incêndios assumem um papel “crucial”, tendo em 2020 sido beneficiados 39 caminhos florestais, totalizando 46 619,6 km de extensão. Este ano serão realizadas as operações de manutenção destes 39 caminhos e a beneficiação de dois novos caminhos que passarão a incorporar a lista de caminhos de manutenção anual. No que respeita ao apoio aos meios aéreos de combate a incêndios rurais, foram beneficiados três Pontos de água.
O Grupo Parlamentar do Bloco de Esquerda quer que o Governo e a Câmara Municipal de Esposende sinalizem e protejam 432 poços existentes nas freguesias de Belinho e Mar, por constituírem uma perigo iminente para pessoas e animais, uma vez que muitos deles estão completamente escondidos no meio da vegetação.
Nos documentos entregues na Assembleia da República, os deputados do Bloco de Esquerda eleitos pelo círculo de Braga, José Maria Cardoso e Alexandra Vieira, afirmam que “os poços estão situados em terrenos agrícolas junto à costa, em locais frequentados todos os anos por milhares de crianças e adultos que utilizam a ecovia do Parque Natural do Litoral Norte em passeios de lazer, bem como caminhos de acesso a algumas das praias de Esposende”.
Segundo os deputados, os acidentes provocados por quedas em poços não são novidade naquelas freguesias. “Em 2018, uma pessoa morreu afogada depois de ter caído num poço e no dia 10 de março do presente ano, um animal de companhia também foi vítima de um poço desprotegido, tendo morrido após a queda”, referem.
Os bloquistas consideram incompreensível que “a Câmara Municipal de Esposende, depois de ter inventariado os poços naquelas freguesias, nada fez de significativo para resolver a situação, tendo apenas realizado ações de sensibilização que não obtiveram qualquer resultado de relevo”.
Por isso, nas duas perguntas entregues no Parlamento, os deputados querem saber que avaliação faz o Governo e a Câmara Municipal de Esposende sobre a presença de centenas de poços desprotegidos, não sinalizados, e por vezes escondidos na vegetação, perto de caminhos muito frequentados por crianças e adultos, e que medidas foram adotadas pelo Instituto da Conservação da Natureza e das Florestas, enquanto entidade gestora do Parque Natural do Litoral Norte, em articulação com a Câmara Municipal de Esposende, para a resolução do problema.
O partido exige que se concretizem, o mais rapidamente possível, as ações necessárias para proteger e sinalizar a presença de todos os poços situados na União das Freguesias de Belinho e Mar, devendo ser dada prioridade à proteção dos poços localizados junto à ecovia do Parque Natural do Litoral Norte e perto de caminhos de acesso a praias muito frequentadas.
Vieira do Minho renovou, para o ano de 2020, a distinção de “Autarquia Mais Familiarmente Responsável”, atribuída anualmente pelo Observatório das Autarquias Mais Familiarmente Responsáveis.
Em ano de pandemia da Covid-19, não houve cerimónia protocolar da entrega do galardão às Autarquias laureadas, desta feita, a bandeira física chegou pelo correio.
Este galardão atribuído, pelo nono ano consecutivo a Vieira do Minho, tem sido o resultado das políticas transversais preconizadas pelo Município que vão desde a educação à área social, do desporto à cultura, passando pelo apoio às famílias do concelho mais desfavorecidas económica e socialmente.
A Autarquia de Vieira do Minho tem vindo a desenvolver políticas de apoio às famílias, nomeadamente a gratuitidade de refeições escolares a todos os alunos da educação pré-escolar e do 1º ciclo; gratuitidade de transportes escolares a todos os alunos desde a educação pré- escolar até ao 12ºano; pagamento de bolsas de estudo aos alunos universitários; apoio ao pagamento de medicamentos a idosos e doentes crónicos; apoio ao arrendamento urbano e apoio à habitação; incentivo à natalidade; dinamização dos Centros de Convívio e Lazer e Universidade Sénior, entre outras.
Com a chegada de mais uma bandeira ao Município de Vieira do Minho, o presidente António Cardoso referiu “estar muito satisfeito e orgulhoso com este reconhecimento público”. Segundo o autarca, “o galardão é o reconhecimento das boas práticas preconizadas pelo Município de Vieira do Minho no que diz respeito às políticas familiarmente responsáveis”.
Face à retoma da atividade de alguns setores, no âmbito do plano de desconfinamento decretado pelo Governo, a Esposende Ambiente recomenda medidas a adotar na rede predial de edifícios encerrados durante o Estado de Emergência, devido à pandemia Covid-19, com vista à proteção da saúde pública e o regresso seguro à normalidade.
De acordo com a entidade gestora do sistema público de abastecimento de água do Município de Esposende, em consonância com as recomendações da entidade reguladora ERSAR, durante o período de encerramento de edifícios, como escolas, hotéis, ginásios, clínicas, IPSS’s, estabelecimentos comerciais e de serviços, empresas e indústrias, podem ocorrer alterações na qualidade da água na tubagem dos edifícios devido à perda de desinfetante residual e ao contacto com os materiais da rede predial.
Como tal, na retoma da atividade “é importante implementar um conjunto de medidas que visam garantir a limpeza e a higienização das redes de água fria e de água quente”.
Para o efeito, a Esposende Ambiente recomenda como medidas de proteção da saúde dos consumidores do sistema predial:
Realizar descargas na rede predial para renovar a água nas tubagens de água quente e de água fria e efetuar a limpeza e higienização dos reservatórios, se existentes, assegurando que os reservatórios e/ou termoacumuladores de água quente são esvaziados ou, em alternativa, elevar a sua temperatura;
Desmontar e limpar os filtros nas torneiras e chuveiros para higienização das peças, lavando-as com água, detergente e lixivia;
Avaliar o risco de proliferação de Legionella, principalmente de grandes estabelecimentos comerciais, hotéis, ginásios e estabelecimentos onde se prestam cuidados de saúde;
Por fim, avaliar a eficácia da limpeza e higienização da rede predial, principalmente em grandes edifícios ou edifícios considerados críticos, efetuando análise de alguns parâmetros indicadores na água, como pH, condutividade e desinfetante residual.
A Esposende Ambiente encontra-se disponível para qualquer esclarecimento, apoio técnico ou apoio no contacto, com a autoridade de saúde local, nos casos em que tal se justifique.
A Caixa Multibanco instalada na Junta de Freguesia de Gualtar, em Braga, está em funcionamento a partir desta quarta-feira.
A informação foi anunciada pela Autarquia local que aproveitou para referir que o parque de estacionamento está a ser alargado para a população que pretende se deslocar a este espaço.
“O nosso Multibanco já está 100% funcional e estamos a alargar o nosso espaço de estacionamento exterior. Iremos duplicar a nossa capacidade de receber quem nos visita e providenciar também estacionamento para bicicletas”, disse o Executivo.
A Junta de Freguesia integra igualmente um espaço CTT e o Espaço Cidadão, tendo decidido implementar a Caixa Multibanco neste edifício público após o encerramento do banco da agência da Caixa Geral de Depósitos em Gualtar.
Portugal registou 15 mortes por Covid-19 nas ultimas 24 horas, 673 novos infetados e 1.058 recuperados. Desde o início da pandemia morreram 16.722 pessoas associadas à doença, contabilizaram-se 815.570 casos de infeção e 764.019 casos de recuperação.
O boletim epidemiológico da Direção-Geral da Saúde desta quarta-feira indica que morreram 10 pessoas na região de Lisboa e Vale do Tejo, 3 no Norte, 1 no Centro e 1 no Algarve.
A região Norte somou 246 novos casos, seguindo-se Lisboa e Vale do Tejo com 245, Centro com 84, Madeira com 45, Alentejo com 27, Algarve com 13 e Açores com 13.
O número de casos ativos em Portugal é hoje de 34.829, menos 400 face a ontem. Em vigilância pelas autoridades de saúde encontram-se 15.183 pessoas, menos 561.
Em todo o território nacional há 856 doentes internados, menos 99 em relação a terça-feira, dos quais 205 em unidades de cuidados intensivos, menos 8.
No âmbito do combate à vespa asiática (vespa velutina), a Câmara Municipal de Vizela identificou e destruiu 110 ninhos no ano de 2020 no concelho, em articulação com os agentes de Proteção Civil.
“O ano de 2020 demonstra a eficácia do trabalho que tem vindo a ser implementado no terreno para combater a vespa asiática, já que se verifica uma redução de números de ninhos destruídos em comparação ao ano de 2019, em que se identificaram e destruíram 150 ninhos”, refere a Autarquia.
A vespa velutina é uma espécie diurna, com um ciclo biológico anual, que apresenta a sua máxima atividade durante o verão. A partir de fevereiro, os ninhos ainda existentes encontram-se danificados e sem qualquer tipo de atividade. A nova época de combate terá início a partir de maio/junho.
Assim, a Câmara Municipal tem atingido os objetivos nesta matéria, eliminando novos focos e prevenindo a dispersão da espécie a outras áreas, ajudando também à diminuição do impacto causado pela vespa na saúde e no bem-estar das pessoas, bem como a nível apícola.
A Câmara Municipal deixou o alerta os munícipes para, no caso de deteção de ninhos de vespa asiática, devem contactar o Município de Vizela através do número 253 489 630 ou por correio eletrónico ([email protected]), ou ainda através das respetivas Juntas de Freguesia.
O CDS de Braga manifestou-se pela prioridade na vacinação contra a Covid-19 para pessoas com deficiência e utentes/profissionais dos centros de dia e apoio domiciliário.
De acordo com os centristas, “o plano de vacinação exclui alguns grupos frágeis que, dado o contexto clínico e/ou social, têm que integrar os grupos prioritários”. “Referimo-nos particularmente a pessoas com deficiência, nomeadamente paralisia cerebral ou autismo e outras patologias do foro mental que devem ser tidas em conta no plano de vacinação”, sublinha Altino Bessa, presidente do CDS Braga.
Para o também vereador municipal, “estas são patologias que têm normalmente comorbidades associadas”. “São pessoas, geralmente, ‘imunodeprimidas’. Estamos perante uma situação extremamente inquietante para famílias e instituições que acolhem estes utentes. Certo é que esta conjuntura não deveria ser uma preocupação apenas para quem lida diariamente com estas problemáticas. Deve ser uma preocupação para a sociedade civil no seu todo. A ideia que transparece é a de que, em alguns casos, a priorização na vacinação é dada a quem tem mais poder reivindicativo, ficando os grupos mais frágeis para ‘segundo plano’. Infelizmente, conhecemos alguns episódios de infeção que nos levam a constatar que os sintomas, nestas pessoas, são muito mais graves e o risco de hospitalização, em caso de infeção por Covid-19 é superior”, realça Altino Bessa, que reforça que “o risco de mortalidade face às patologias associadas é maior”.
“Perante estas e outras evidências científicas que são do conhecimento geral, não podemos conceber que até à data este grupo não tenha sido priorizado no plano de vacinação contra a Covid-19. A sensação é a de que este plano anda a ‘conta-gotas’. Cada dia que passa é mais um em que este grupo está vulnerável à contração do vírus que pode ter consequências irreversíveis para algumas destas pessoas”, sublinha.
O centrista relembra que Braga é um concelho onde existe um número considerável de instituições que acolhem pessoas com deficiência nas mais variadas faixas etárias. “Quem está no terreno e conhece de perto os problemas sentidos nestas instituições e nas famílias, sabe que já houve contágios e que o desfecho não foi feliz. Tratam-se de lares residenciais para pessoas com deficiências associadas (muitas delas profundas), pessoas que não conhecem o conceito de distanciamento, por exemplo. Este contexto é exigente para todos nós, mas fundamentalmente para quem não consegue ter uma real perceção do panorama. Em alguns casos, é até difícil ou impossível evitar o contacto próximo devido às terapias a que estão sujeitos. Por outro lado, é pedir muito aos pais ou aos cuidadores garantirem que as pessoas com este tipo de deficiência cumpram as regras sanitárias mais básicas para evitar a infeção. Podem, até, interiorizar as regras, mas não as conseguem cumprir. Não conseguem cumprir o distanciamento quando saem à rua. Não têm consciência da necessidade de desinfeção permanente. Também o uso da máscara é, muitas vezes, difícil para os portadores de deficiência”, acrescenta.
Para o CDS, os jovens e adultos institucionalizados “deveriam também vacinados para poderem frequentar, de novo, os CAO – Centros de Atividades Ocupacionais”. “Grosso modo, são pessoas que fazem aquisições, ao longo da vida, e que demoram meses, por vezes anos, a aprender algo que para a maioria de nós parece tão básico. Estando privados destas atividades e das terapias diárias, correm o risco de perderem essas aquisições, verificando-se um retrocesso. Urge que todos estes elementos sociais sejam balizados para priorizar a vacinação deste grupo”, frisou.
Altino Bessa destaca outra “questão fraturante”, que é a não inclusão dos utentes e profissionais dos centros de dia e apoio ao domicílio no plano de vacinação. “De acordo com as últimas notícias, os centros de dia abrirão portas a partir do dia 5 de abril, mas com que garantias de segurança? Tal como nos lares residenciais, os centros de dia acolhem população idosa. Qual é o critério de entrada nos centros de dia se estes utentes não integram os grupos prioritários para vacinação? O apoio ao domicílio também merece a nossa atenção na medida em que muitos idosos beneficiários desta resposta têm menos de 80 anos e ainda não foram vacinados. As escolas abrem e o pessoal docente e não docente será vacinado e muito bem. Logo, afirmando-se uma abertura das respostas elencadas, utentes e profissionais, também têm que ser priorizados. Há umas semanas avançámos com esta posição e hoje reiterámo-la. Espera-se bom senso para que, em breve, os grupos mencionados sejam incluídos no plano de vacinação prioritária, tal como aconteceu noutros países da Europa. É uma urgência e, como tal, reivindicamos que não fique em lista de espera”, finalizou.
O uso obrigatório de máscara vai manter-se até 5 de julho. O Parlamento vai votar o prolongamento da lei, que vigora desde 28 de outubro de 2020.
O PSD apresentou uma proposta para prolongar esta lei, aconselhando que o prazo do uso obrigatório de máscara se prolongue por mais três meses.
Recorde-se que a lei está em vigor desde o dia 28 de outubro, com um período de vigência de 70 dias até 5 de janeiro, tendo sido prolongado até 5 de abril.