
Um homem de 36 anos foi detido esta madrugada pela PSP por conduzir sem carta de condução, em Braga.
O suspeito foi apanhado às 2:25 no Bairro Nogueira da Silva.
O detido foi notificado para comparecer no Tribunal Judicial de Braga.

Um homem de 36 anos foi detido esta madrugada pela PSP por conduzir sem carta de condução, em Braga.
O suspeito foi apanhado às 2:25 no Bairro Nogueira da Silva.
O detido foi notificado para comparecer no Tribunal Judicial de Braga.

O distrito de Braga vai estar esta quinta-feira em alerta amarelo devido à previsão de chuva forte e trovoada.
O Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA) emitiu um alerta amarelo a partir das 12:00 até às 18:00, esperando-se precipitação, por vezes forte e acompanhada de trovoada.
A chuva deverá manter-se até esta sexta-feira, com as temperaturas máximas a descerem dos 22º, esperados hoje, até aos 20º amanhã. As mínimas vão manter-se nos 12º.
O Sol voltará a brilhar no fim de semana, chegando aos 24º no domingo, de acordo com as previsões do IPMA.

A Câmara Municipal de Celorico de Basto construiu três campos de reprodução de coelho bravo para reforçar a atividade cinegética durante os próximos anos, com a reprodução de coelhos que irão repovoar a zona de caça Municipal.
Dois dos campos ficam localizados na União de Freguesias de Britelo, Gémeos e Ourilhe e o outro campo, na união de freguesias de Canedo de Basto e Corgo.
“Estes campos de reprodução foram feitos à semelhança do Habitat natural dos coelhos bravos, onde será assegurada a alimentação adequada, as melhores condições de salubridade e condições de reprodução, assegurando a proliferação desta espécie. Os mesmos serão libertados na Zonas de Caça Municipal com o intuito de repovoar e por consequência permitir melhores condições para a prática da caça e uma maior preservação da fauna existente”, disse Joaquim Mota e Silva, presidente da Câmara Municipal de Celorico de Basto.
De forma efetiva, foi efetuada uma melhoria na sinalização venatória, em toda a Zona de Caça Municipal, permitindo uma fácil identificação da mesma, por todos os caçadores. Foram criados três campos de reprodução com sementeiras de centeio, trigo, aveia e azevém e dois abrigos artificiais em cada campo garantindo o abrigo e as condições de reprodução da espécie cinegética. Estas medidas irão permitir o repovoamento do coelho bravo na Zona de Caça Municipal.
Estas intervenções contaram com um investimento global de 73 752,51 euros sendo que 27.077,99 euros foram cofinanciados pelo PDR 2020, na medida 8.2.1 – gestão de recursos cinegéticos, tendo o Município de Celorico de Basto suportado o restante valor no total de 46.674,53 euros.

A União de Freguesias de Merelim São Pedro e Frossos, em Braga, renovou a distribuição de máscaras certificadas e reutilizáveis à população com mais de 65 anos.
Considerando que “é importante manter a guarda contra a propagação da Covid-19”, a Autarquia local dá seguimento a um conjunto de medidas de apoio à população. As máscaras poderão ser levantadas nas instalações da Junta, durante o horário de atendimento.
“Falta um último esforço para vencermos esta dura batalha. Dentro das nossas possibilidades e muitas vezes encontrando os parceiros certos, temos promovido várias iniciativas preventivas a nível local. Essa tem sido a nossa prioridade ao longo dos últimos meses. Os grupos de risco são obviamente a nossa principal preocupação, nomeadamente os seniores e as crianças. É importante referir também o empenho que temos feito nos estabelecimentos de ensino, seja através de equipamento, ou através até de testes aos profissionais, para garantir que tudo funcione em segurança”, disse Adélia Silva, presidente desta união.

A realização de queimas e queimadas no concelho de Guimarães volta a ser permitido a partir desta quinta-feira, 1 de abril, seguindo as orientações do Serviço Municipal de Proteção Civil (SMPC) e do Gabinete Técnico Florestal (GTF).
Todas as queimas e queimadas devem ser registadas e comunicadas através da plataforma online criada pelo Instituto da Conservação da Natureza e das Florestas, e gerida territorialmente pelo respetivo Gabinete Técnico Florestal. Para a gestão da plataforma é analisado, permanentemente, o risco meteorológico, a probabilidade da Queima ou Queimada gerar incêndio rural/florestal e o número de incêndios nos últimos 15 dias, bem como tem em consideração as recomendações da Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil, do Instituto da Conservação da Natureza e das Florestas e do Instituto Português do Mar e da Atmosfera.
O SMPC e o GTF alertam para os perigos associados à realização de Queimas de Amontoados pelo que estas devem ser realizadas em segurança, considerando para tal as seguintes recomendações:
Consulte o risco de incêndio florestal diário, em Serviço Municipal de Proteção Civil de Guimarães ou ainda o site do Instituto Português do Mar e da Atmosfera (www.ipma.pt).

Os deputados do Bloco de Esquerda eleitos pelo círculo de Braga, José Maria Cardoso e Alexandra Vieira, reuniram hoje com o Gabinete Girassol, da Câmara Municipal de Celorico de Basto, para conhecer as medidas de apoio às vítimas de violência doméstica no concelho.
Esta iniciativa do Bloco de Esquerda insere-se num conjunto de reuniões que a Distrital de Braga está a promover com o objetivo de conhecer o trabalho desenvolvido pelos gabinetes de apoio à vítima de todos os concelhos do distrito.
José Maria Cardoso e Alexandra Vieira afirmaram que a reunião permitiu constatar que o Gabinete Girassol integra a rede nacional de estruturas de atendimento de apoio à vítima, através de um protocolo com o CIG – Serviço de Informação às Vítimas de Violência Doméstica. As respostas disponibilizadas pelo Município abrangem apoios sociais, acompanhamento psicológico e aconselhamento jurídico.
A Câmara de Celorico de Basto realiza, anualmente, a semana para a igualdade de género, promovendo ações de sensibilização sobre a violência no namoro nas várias escolas do concelho. Em articulação com o Agrupamento de Centros de Saúde do Baixo Tâmega (ACES Tâmega I), são ainda realizadas campanhas mensais dirigidas a toda a população, incluindo sessões em freguesias direcionadas para os idosos.
“A Autarquia reconhece a necessidade de ter mais pessoas com muita formação que os capacite para lidarem com estas situações. Por isso, em articulação com a Comunidade Intermunicipal do Tâmega e Sousa, foi aprovado o financiamento para a contratação de juristas e está em curso uma outra candidatura para a obtenção de fundos que permitirão a contratação de mais psicólogos e pedagogos”, referem os deputados.
Os bloquistas salientaram que “no encontro foi possível constatar algumas dificuldades na articulação das respostas das várias instituições públicas que se deparam com a situação de violência, pelo que se recomendou que fossem formalizados procedimentos, através de decreto lei, que assegurem que os processos são ágeis e que as vítimas de violência tem acesso facilitado aos apoios disponíveis pelo Município”.

O CDS Braga alertou para o atraso nos tratamentos de reabilitação dos sobreviventes de AVC.
Os centristas afirmam que mais de metade dos doentes que sobreviveram a um AVC ainda não conseguiram retomar os tratamentos de reabilitação e só um terço teve as consultas médicas de seguimento de “forma habitual”, dados que constam num inquérito realizado pela associação “Portugal AVC – União de sobreviventes, familiares e amigos”.
O inquérito contou com a colaboração de 823 doentes que revela uma “enorme dificuldade” no acesso a tratamentos de reabilitação e consultas.
Para os centristas, na semana em que se assinala o Dia Nacional do Doente com AVC, “importa incidir numa problemática que se verifica em algumas especialidades médicas. Apesar de insistirem na ideia de que o SNS está a fluir a nível de consultas e tratamentos, o certo é que na prática não se certifica a teoria. Há evidentemente um atraso de meses no agendamento de consultas, exames e tratamentos”.
Altino Bessa, presidente da Concelhia do CDS Braga, sublinha que “esta é uma realidade que está à vista de todos e tem que ser exposta”. “Aquando do primeiro confinamento, já tinha sido feito um inquérito semelhante, cujo resultado se mostrou desastroso. À época, 91% dos sobreviventes de AVC não tinham acesso a qualquer meio de reabilitação. Um ano depois, pouco ou nada mudou. Presentemente, apenas um em cada três inquiridos teve consultas médicas previstas para o seguimento após o AVC de forma habitual, 29% apenas teve acesso a teleconsulta, e 38% dos casos não teve acesso a nenhuma das formas alternativas, tendo as suas consultas canceladas ou a aguardar marcação”, afirmou o centrista.
Para o também vereador municipal, “este cenário manifesta-se desastroso e revelador do impacto nefasto resultante de má gestão por parte da estrutura governamental. Uma consulta em tempo útil ou a realização de exames e tratamentos de reabilitação habituais pode fazer a diferença e salvar vidas. Neste momento estamos a correr atrás do prejuízo e sem sucesso efetivo. Esta é uma questão abrangente a várias áreas hospitalares. Todos nós conhecemos alguém que necessita de consultas em especialidades, mas deparam-se com listas de espera com meses de atraso. A solução, muitas vezes, passa por recorrer ao privado na tentativa de acelerar o processo de diagnóstico e tratamento. Certo é que parte considerável da população portuguesa não tem recursos financeiros para recorrer aos serviços privados. Quando assim é, resta aguardar que as longas listas de espera avancem”.
“Quando apenas 26% dos sobreviventes de um AVC conseguiram retomar os tratamentos de reabilitação de forma idêntica à pré-pandemia, alguma coisa está muito mal. É urgente atuar em função de uma mudança realmente eficaz. A pandemia trouxe a ‘reboque’ uma série de obstáculos inesperados e no início, o caos instalou-se porque ninguém estava à espera desta conjuntura. Entretanto, volvido um ano, julgo termos tido tempo suficiente para organizar a desorganização. O plano de vacinação ou o tratamento de doentes com Covid-19 devem ser uma prioridade? Claro que sim. Mas não terão de figurar como prioritários todos os que necessitam de cuidados de saúde nas mais variadas especialidades?”, questiona Altino Bessa.
O centrista ressalva que as listas de espera prevalecem porque “não existem recursos humanos suficientes para fazer face ao número de inscrições”. “É preciso investir num SNS com maior capacidade de resposta. A conjuntura pandémica deve servir para melhorar a atuação no terreno com o desiderato de disponibilizar uma resposta mais eficaz para todos nós. Não pode ser admissível que tenhamos doentes à espera meses por tratamentos, consultas e/ou exames médicos. Para muitos de nós, a única alternativa é aguardar e esta espera pode resultar num desfecho menos otimista. É preciso agir de forma a colmatar as entraves que se fazem sentir diariamente no acesso aos cuidados de saúde”, finalizou.

Volvido um ano desde o início da pandemia da Covid-19, uma análise do Portal da Queixa revelou que as reclamações dirigidas ao setor da Saúde dispararam 73%, face a 2019.
Entre 1 de março de 2020 e 29 de fevereiro de 2021, a plataforma recebeu mais de 7.500 reclamações. Em março deste ano, já foram contabilizadas 526 queixas. A impossibilidade de ser atendido por um médico é o principal motivo de reclamação dos portugueses e a categoria mais reclamada durante o mês de março, é a dos Planos e Seguros de Saúde, seguindo-se o SNS.
É um facto que a pandemia da Covid-19 veio alterar o funcionamento da maioria dos setores de atividade, entre os quais o setor de entregas, e-Commerce, hotelaria, entre outros, mas sobretudo, o setor da Saúde. Após um ano de pandemia, a equipa do Portal da Queixa fez um balanço das reclamações dirigidas à área da saúde, setor que está na linha-da-frente do combate à doença.
Desde o início de março de 2020 até ao final de fevereiro de 2021, foram registadas na plataforma 7.563 reclamações dirigidas ao setor da saúde, um aumento de 73% face a igual período do ano anterior (1 de março de 2019 até 29 de fevereiro de 2020), onde foram registadas 4.370 queixas.
Analisando o corrente mês de março, a plataforma de comunicação global entre consumidores e marcas/entidades, recebeu até ao dia 30 de março, 526 reclamações, uma ligeira subida comparativamente com o período homólogo (março de 2020), onde se verificaram 508 queixas.
Durante este mês de março, as categorias alvo do maior número de reclamações foram o Plano e Seguros de Saúde (124 queixas), Serviço Nacional de Saúde (106), Hospitais e Centros de Saúde (97), Grupos Privados de Saúde (60) e Farmácias (55).
O estudo apurou que, no mês de março, entre os três principais motivos de reclamação reportados pelos consumidores no Portal da Queixa, estão a impossibilidade de ser atendido por um médico (37%), a dificuldade no atendimento telefónico (34%) e a vacinação (8%), sendo que, este último, resulta do facto de a campanha de vacinação que se encontra a decorrer e está relacionado com as dúvidas e dificuldades dos utentes sobre a mesma.
A atestar a insatisfação dos portugueses, estão alguns dos casos registados no Portal da Queixa, enquanto plataforma de comunicação global entre consumidores e marcas, e a única que partilha publicamente experiências de consumo e os resultados da resolução dos problemas reportados.
Carla Martins, alerta na sua reclamação para o facto de o pai, de 78 anos e com problemas respiratórios, ainda não ter sido vacinado.
Outra consumidora, Dulce Sousa, reporta a sua indignação perante o facto de os pais – com 82 e 89 anos -, ainda não terem sido chamados para serem vacinados.
Por seu turno, Dina Domingos, é uma das muitas utentes que denuncia o facto de não conseguir contactar telefonicamente o Centro de Saúde.
Pedro Lourenço, CEO & Founder do Portal da Queixa by Consumers Trust, afirma que “enquanto que verificámos indicadores de redução do número de reclamações através dos canais do Estado, nomeadamente no Livro Amarelo e de Reclamações, que induzem em erro na interpretação do atual estado do setor, no Portal da Queixa este crescimento é demais evidente, demostrando, não só, que os utentes do SNS estão descontentes com o serviço prestado, mas também pela desacreditação no regulador de defesa do consumidor, que manifestamente não traduz confiança na resolução dos problemas apresentados”.

Duas empresas de Braga foram multadas pela GNR no valor de 24 mil euros por descargas ilegais no rio Este.
Segundo a força de segurança, a primeira descarga ocorreu no passado dia 25 de março, em que uma das empresas colocou betão sem autorização da entidade administrativa, impermeabilizado as margens do rio em alguns pontos até ao plano de água. Além da multa, a situação foi remetida à Agência Portuguesa do Ambiente.
Outra das descargas aconteceu esta terça-feira na zona industrial no rio Este. Após diligências policiais, foi detetada a origem da descarga, tendo a empresa sido multada em 24 mil euros.
A GNR de Braga, através do SEPNA, levou a cabo diversas ações de prevenção e fiscalização a descargas poluentes em vários recursos hídricos no distrito de Braga.
Nestas ações, realizadas entre 26 e 30 de março, detetaram uma descarga de águas residuais no rio Torto, tendo sido elaborado um auto de notícia pelo crime de poluição e os factos remetidos para o Tribunal Judicial de Braga.
Também na ribeira de Couros, no concelho de Guimarães, foi identificada a origem da rejeição de águas resíduas domésticas, onde a GNR elaborou um auto de contraordenação, que foi encaminhado para a Agência Portuguesa do Ambiente.

A Câmara Municipal de Vieira do Minho entregou hoje 104 bolsas de estudo a estudante universitários, numa cerimónia pública que decorreu no Auditório Municipal.
A atribuição das bolsas representa um investimento superior a 60 mil euros por parte do Município, na formação de quadros técnicos superiores residentes no concelho.
Num universo de 118 candidaturas para o ano letivo 2020/2021, foram admitidos 104 alunos, 11 dos quais se encontram condicionais e tendo sido 3 excluídos.
Os beneficiários das Bolsas de Estudo atribuídas pela Autarquia de Vieira do Minho são de estudantes matriculados em cursos de licenciatura com ou sem mestrado integrado e ao grau de mestrado, sendo estas atribuídas em função dos rendimentos anuais do agregado familiar.
Este ano não foi imposto um limite na atribuição destas bolsas, tendo sido dado esse benefício a todos os estudantes elegíveis e que comprovadamente necessitassem de apoio para prosseguir os seus estudos no Ensino Superior.
Na cerimónia de entrega das bolsas, António Cardoso, presidente da Câmara Municipal de Vieira do Minho, salientou que que “foi com enorme satisfação e sentido de responsabilidade que o Município aumentou o valor das bolsas universitárias, de modo a permitir a frequência com sucesso do ensino universitário aos alunos vieirenses com maiores dificuldades económicas, contribuindo, assim, para uma sociedade mais justa e de igualdade de oportunidades”.
Perante os estudantes, o autarca fez saber que, desde 2013, “o Executivo tem vindo a fazer uma aposta clara na educação, quer em infraestruturas, quer em recursos humanos e materiais. A educação é a base estruturante da nossa sociedade”.
António Cardoso apelou aos jovens estudantes para que compensem com o seu esforço “a continuação deste benefício que o Município atribui às famílias vieirenses”, terminando por desejar os votos de uma boa Páscoa.