A TVI vai transmitir o Jornal da Uma em direto de Braga no fim de semana da Páscoa. O noticiário vai ser conduzido pelo jornalista João Fernando Ramos, emissão que irá decorrer no Largo da Sé, no sábado, e na Igreja de Santa Cruz, no Domingo de Páscoa.
“No ano em que Braga celebra a Páscoa de forma contida, o Jornal da Uma mostra a força das tradições e o peso da cultura cristã na vida das pessoas e na economia. Estaremos nos locais mais simbólicos, explicando rituais, desvendado segredos, olhando para o futuro”,sublinha o jornalista João Fernando Ramos.
O Jornal da Uma de sábado e domingo vai conduzir os espetadores numa viagem especial pela cidade, através de uma série extraordinária de reportagens sobre Braga. “Quem são os protagonistas da semana Santa e o que fazem quando Braga não tem semana Santa?”; “O segredo do órgão de tubos da Sé de Braga”; “Um novo olhar sobre o Bom Jesus”; “O impasse de Fontão, onde o mordomo das festas da Páscoa não consegue passar a “pasta” ao sucessor porque… não há festa!”; “As Páscoas profanas que a pandemia não confinou”; “Os segredos do folar” e “Três grandes roteiros de propostas de passeio em Portugal, na expetativa do desconfinamento” serão as reportagens que irão ser transmitidas.
Anselmo Crespo, diretor de Informação da TVI, realça que “é a partir de Braga, uma das cidades portuguesas com maior tradição Pascal, que percorremos o país e vamos à descoberta do melhor de Portugal, na gastronomia, nas tradições e no Turismo”.
A Câmara Municipal da Póvoa de Lanhoso tem a decorrer as obras de requalificação da Rua do GDPA e da Rua do Agro, na freguesia de Taíde, num investimento de 159.500 euros.
No caso da requalificação da Rua do GDPA e da Rua do Agro, a intervenção engloba pavimentação e saneamento, numa extensão de perto de meio quilómetro.
Estas vias permitem a ligação da Rua de São Miguel e da Rua de Gerzat ao Campo de Jogos do Grupo Desportivo Porto d’Ave.
O Município de Braga associou-se à campanha “Laço Azul”, promovida pela Comissão de Protecção de Crianças e Jovens de Braga (CPCJ), para alertar a sociedade sobre os maus-tratos na infância.
Assim, ao longo do mês de abril, o edifício da Câmara Municipal de Braga estará iluminado de azul para lembrar a necessidade de prevenir os maus-tratos na infância.
“Serei o que me deres… Que seja amor!” é o slogan escolhido para a campanha deste ano.
O Município deixou os contactos telefónicos para emergência:
O país registou 11 mortos por Covid-19 nas últimas 24 horas, 592 infetados e 702 recuperados, segundo o boletim epidemiológico da Direção-Geral da Saúde (DGS). Ao todo morreram 16.859 pessoas, somaram-se 822.314 casos positivos e 778.912 casos de recuperação.
O boletim da DGS indica que morreram 6 pessoas em Lisboa e Vale do Tejo, 4 no Norte e 1 no Centro.
A região de Lisboa e Vale do Tejo registou 267 infetados, seguindo-se o Norte com 150, Algarve com 64, Centro com 41, Alentejo com 35, Madeira com 26 e Açores com 9.
O número de casos ativos é agora de 26.543, menos 121 em 24 horas. Em vigilância pelas autoridades de saúde estão 15.950 pessoas, mais 150.
Há atualmente 538 pessoas internadas nos hospitais nacionais, menos 20 do que ontem, das quais 129 em unidades de cuidados intensivos, mais 2.
Diana Martins, da Universidade do Minho (UMinho) fez a primeira tese doutoral em Portugal de que o livro-brinquedo apela cada vez mais à emoção.
A literatura infantil está a viver uma fase dourada, elevando o leitor a coautor e afirmando-se por vezes como “obra de arte” entre a concorrência feroz de suportes visuais e digitais. Quem o diz é Diana Martins, do Centro de Investigação em Estudos da Criança da Universidade do Minho e autora da primeira tese de doutoramento sobre o livro-brinquedo em Portugal. Esta sexta-feira, 2 de abril, assinala-se o Dia Internacional do Livro Infantil.
Diana Martins analisou mais de 300 livros-objeto em português e comparou com a realidade internacional. “As editoras apelam à emocionalização do livro, tal como nos ecrãs”, define. “Nesta sociedade hipermoderna e acelerada, o divertimento e o conhecimento tendem para objetos com forte poder de atração, o que não é mau por si, desde que esses objetos sejam criativos, complementares e ampliem a experiência, isto é, que a forma não supere o conteúdo, que não se limite a uma espetacularização e a uma instrumentalização visual”, acentua.
No seu doutoramento em Estudos da Criança pela UMinho, Diana Martins verificou que a oferta mais comum do livro-objeto é em puzzle ou com uma peça destacada, “sugerindo a exploração cúmplice entre o mediador/adulto e a criança”. Nesses momentos aborda-se amiúde o faz-de-conta, a magia das horas, as profissões ou o jogar com a vacina e o martelo. Nos livros híbridos, “perfil pós-modernista que veio para ficar”, combina-se rosto, olhos e boca em figuras fictícias, por exemplo. “Essa componente lúdica, interativa e humorística é essencial numa fase em que a criança está a aprender a saber ser e saber fazer: explora o simbólico, a fantasia e o conta outra vez”, declara. Isso sucede também nos livros com sons de animais e pequenas melodias ou nos tradicionais livros poético-líricos de rimas e trava-línguas. “Há vários caminhos na leitura e os objetos visuais, sensoriamente sedutores, ajudam na mentalidade mágica dos mais novos e na sua apropriação mais palpável do ‘real’”, considera.
Múltiplos formatos e públicos
A mediação latente, o apelo ao toque, o recetor além da criança, o designer narrador e o sem-fim de formatos formativos e lúdicos mostram como o livro infantil se reinventa. O segredo está sobretudo na parte física do livro e no design, que arrisca áreas como embalagens, teatro ou materiais para certas idades, como relevos e janelinhas para um uso autónomo. “Perante uma sociedade com imensa oferta cultural e os imperativos de renovação, criatividade e experiência, estes artefactos procuram ser provocadores”, frisa Diana Martins. A sobrevivência do livro para a infância em geral, como alguns estudiosos e criadores têm afirmado, “passa por ser considerado objeto de culto ou obra de arte”, anui. Aliás, o cariz comercial acentuado daquele produto capta o adulto (o verdadeiro comprador) e ativa no leitor uma exploração material e gráfica única, sustenta.
No seu estudo, Diana Martins concretizou várias tipologias de livros-objeto, um vasto universo editorial de definição desafiante. Em concreto, os sistemas planos (com efeitos de movimento e transformação de imagem, como discos giratórios), os sistemas tridimensionais (pop-ups, livros cenário/teatro), a encadernação atípica (livros acordeão/carrossel, com rodinhas, em boneco articulado e tiras mix & match), a adição de materiais incomuns (desde plástico, pano, pegas para praia/banho/barquinho e focando rotinas diárias), os efeitos de ótica (simular o galope, mimetizar o frenesim) e os livros híbridos (mecanismos bi e tridimensionais, cruzando técnicas).
Natural de Paços de Ferreira, a autora é licenciada em Design de Comunicação, mestre em Ilustração e doutorada em Estudos da Criança – ramo Literatura para a Infância. Leciona no Instituto Politécnico do Cávado e Ave, dá formações na sua área científica, tem diversos artigos publicados e é ilustradora.
A GNR desmantelou uma esquema de burlas através da internet na Póvoa de Lanhoso. Dois homens e uma mulher com idades entre os 36 e os 50 anos foram identificados por burlas nos distritos de Aveiro, Faro e Lisboa.
No seguimento de uma denúncia de burla em dezembro de 2020, os militares apuraram que a vítima viu no Facebook uma página que anunciava a concessão de empréstimos pessoais de “forma rápida e com juros apelativos”, tendo entrado em contacto com os responsáveis pelo anúncio e procedido ao depósito de diversa quantia em dinheiro para comissões de abertura e depósito para o empréstimo que nunca se veio a concretizar.
A investigação desenvolvida permitiu apurar que o modo de atuação do grupo consistia numa abordagem inicial pelo utilizador da página do Facebook, que entrava em contacto com os supostos interessados, solicitando diversas transferências para pagamento de comissões e abertura de processo. Assim, as vítimas efetuavam as transferências, mas nunca viam o empréstimo ser-lhe creditado na conta. Com esses montantes, os suspeitos efetuavam transferência bancárias para terceiros, efetuavam levantamentos em numerário e posteriormente enviavam pelas empresas de troca de câmbios para outros países.
A GNR afirmou que com este esquema, os suspeitos obtiveram um considerável proveito financeiro, tendo burlado dezenas de vítimas.
A operação contou com o reforço dos Comandos Territoriais de Lisboa, Faro e Aveiro e com o apoio da PSP.
Os factos foram remetidos ao Tribunal Judicial de Póvoa de Lanhoso.
Empenhado em continuar a ajudar a comunidade, o Lidl junta-se à Campanha de Vales da Cruz Vermelha Portuguesa na ajuda à angariação de bens alimentares para os mais vulneráveis.
Entre os dias 1 e 12 de abril, o Lidl Portugal junta-se à Cruz Vermelha Portuguesa na ajuda à angariação de bens alimentares que constituam um cabaz básico de ajuda a mais de 66.200 famílias vulneráveis, cujo número tem vindo a aumentar em Portugal, ao longo do último ano, em consequência da atual pandemia que atravessamos.
Nesse sentido, durante este período, os clientes do Lidl podem adquirir vales dos produtos com que querem ajudar – azeite, esparguete, leite e salsichas – que serão posteriormente convertidos nos respetivos bens alimentares e doados a famílias necessitadas de norte a sul do país.
Em comunicado, a cadeia de supermercados revela que “tem estado especialmente atento às necessidades da comunidade, que muito tem sofrido com esta pandemia. A empresa procura fazê-lo de forma transversal, dada a vastidão da carência, contando muitas vezes com a ajuda dos seus clientes, que se têm relevado inestimáveis nesta matéria”.
Para Susana Marques, secretária-geral da Cruz Vermelha Portuguesa, “esta parceria reflete-se de grande importância para a nossa capacidade de resposta ao número de pedidos de ajuda que nos chegam diariamente. A pandemia veio identificar as fragilidades de milhares de famílias que, em Portugal, já vivam no limiar daquilo que seria a gestão do seu rendimento mensal. Estamos gratos aos parceiros, e em especial ao Lidl, por apoiarem causas que mudam vidas”.
O pagamento de parcómetros e parques de estacionamento em Vizela vai ser retomado a partir de segunda-feira, 5 de abril, informou o Município.
A Autarquia de Vizela suspendeu em janeiro o pagamento do estacionamento no concelho face ao Estado de Emergência, retomando agora com o desconfinamento.
A Câmara Municipal deixou o apelo à “responsabilidade e ao civismo de todos os munícipes, para que de forma consciente cumpram as regras de utilização destes equipamentos e as recomendações das autoridades, em especial o uso obrigatório de máscara e a prática de distanciamento social, para evitar a transmissão da doença na nossa comunidade”.
O Grupo Parlamentar do PAN viu aprovado, em reunião plenária, o projeto de lei que determina a proibição da prática de tiro ao voo de aves libertadas de cativeiro.
O projeto de lei do PAB, que teve votos contra do PSD, CDS, Chega e PCP, vem criar um regime contraordenacional, procedendo à alteração da lei atualmente em vigor.
O incumprimento das proibições previstas no diploma constituem contraordenação, sancionada, nomeadamente, com coima 200 a 3.740 euros, no caso de pessoas singulares, e de 500 a 44.800 euros, no caso de pessoas coletivas, se sanção mais grave não for prevista por lei.
Se o mesmo facto constituir simultaneamente crime e contraordenação, será o infrator sempre punido a título de crime, sem prejuízo da aplicação das sanções acessórias previstas para a contraordenação.
De entre as sanções acessórias, constam a perda de objetos e animais pertencentes ao agente; o encerramento de estabelecimento cujo funcionamento esteja sujeito a autorização ou licença de autoridade administrativa e, entre outras, a suspensão de autorizações, licenças e alvarás.
Devido aos trabalhos de requalificação da Variante da Encosta, em Braga, haverá interrupção do transito automóvel para pavimentação da via na Avenida Dom João II, entre a rotunda de Nogueiró até à rotunda de cruzamento com a Avenida Dr. António Palha.
Os trabalhos iniciam-se na terça-feira, 6 de abril e prolongam-se até dia 20, sendo salvaguardado o acesso a moradores, comerciantes e fornecedores do comércio, assim como a passagem de veículos prioritários e de peões em condições de segurança, através da implementação de um plano de sinalização temporária.
Numa primeira fase de intervenção, entre a rotunda de Nogueiró e o cruzamento com a Rua Amândio César, o acesso a moradores, comerciantes e fornecedores do comércio e a profissionais, utentes e fornecedores da Unidade de Saúde de Nogueiró, será garantido a partir da Avenida Dom João II (rotunda do Leroy Merlin), sendo o percurso realizado na mesma faixa em dois sentidos.
Posteriormente, quando os trabalhos incidirem na zona entre o cruzamento da Rua Amândio César e a rotunda do Leroy Merlin, o acesso a moradores, comerciantes e fornecedores do comércio e a profissionais, utentes e fornecedores da Unidade de Saúde de Nogueiró, será garantido através da Rua Luís António Correia, a partir da rotunda de Nogueiró, sendo o percurso realizado em estreitamento de via.
Nesta fase de intervenção, o restante trânsito deverá circular pelos percursos alternativos devidamente sinalizados no local.