Jorge Coelho, ex-dirigente do Partido Socialista e antigo ministro, morreu esta quarta-feira aos 66 anos, vítima de um acidente de viação.
Foi ministro em ambos os Governos de António Guterres, entre os anos de 1995 e 2002, e demitiu-se na sequência da queda da ponte de Entre-os-Rios.
Em 2007, Jorge Coelho foi convidado para a administração da Mota-Engil, onde foi presidente até 2013.
O presidente da República já reagiu à morte do antigo ministro, destacando que “desaparece uma das mais destacadas personalidades da vida pública portuguesa nas décadas de 70, 80 e 90, em que foi governante, parlamentar, Conselheiro de Estado, dirigente partidário, analista político e gestor empresarial”.
“Reunindo grande intuição, espírito combativo, perspicácia política, afabilidade pessoal e sentido de humor, por entre os escolhos inevitáveis dos apoios e das contraditas, deixou na memória dos portugueses o gesto singular de assumir, em plenitude, a responsabilidade pela Tragédia de Entre-os-Rios e a capacidade rara de antecipar o sentir do cidadão comum. O presidente da República recorda, com saudade, o amigo e apresenta à sua família as mais sinceras condolências“, escreveu Marcelo Rebelo de Sousa.
A GNR de Braga, através do Posto Territorial de Cabeceiras de Basto, constituiu arguido um homem de 59 anos por posse de arma proibida e apreendeu diversas armas no âmbito de um processo de violência doméstica, no concelho de Cabeceiras de Basto.
No âmbito de uma investigação por violência doméstica, os militares apuraram que um homem de 37 anos, filho do indivíduo constituído arguido, ameaçava, injuriava e coagia a vítima, sua companheira de 36 anos.
No decorrer das diligências policiais, foi dado cumprimento a um mandado de busca domiciliária, onde a GNR constatou a existência de diversas armas na casa do agressor e do seu pai, resultando na apreensão uma pistola transformada de calibre 6,35 mm, sete caçadeiras de calibre 12, uma arma de ar comprimido e diversas munições de diferentes calibres.
Os factos foram remetidos ao Tribunal Judicial de Guimarães.
A Câmara Municipal de Vila Nova de Famalicão está a concluir o processo de remoção de amianto nas escolas do concelho. Depois de terminada a intervenção na Escola Básica Dr. Nuno Simões, a Autarquia avança em junho para a retirada de amianto das escolas básicas Júlio Brandão e D. Maria II. Os três projetos foram aprovados pelo Norte 2020 e contam com financiamento através do Fundo Europeu de Desenvolvimento Regional.
No total, as intervenções implicaram um investimento de cerca de 410 mil euros e tiveram uma comparticipação de 345 mil euros.
A Autarquia tinha já assumido a remoção de fibrocimento na Escola Básica Conde de Arnoso, investindo mais de 210 mil euros. Também a Escola Básica de Ribeirão ficará livre de amianto depois das obras de requalificação e ampliação do edifício.
As intervenções contemplam a remoção dos painéis da cobertura dos edifícios, que contêm fibrocimento, sendo aplicados novos painéis sandwich com isolamento térmico.
Para o presidente da Câmara Municipal, Paulo Cunha, trata-se de “um investimento essencial na salvaguarda das condições de segurança e saúde nas escolas, melhorando-se também o conforto térmico dos equipamentos escolares”.
António Cardoso, presidente da Câmara Municipal de Vieira do Minho, assinou um protocolo de cooperação com a Escola Superior de Hotelaria e Turismo do Instituto Politécnico do Cávado e Ave (IPCA), tendo em vista o acolhimento de jovens finalistas estagiários na área do Turismo.
A cerimónia decorreu no Salão Nobre dos Paços do Concelho e contou com as presenças da diretora da Escola Superior de Hotelaria e Turismo do Instituto Politécnico do Cávado e do Ave, Alexandra Malheiro, do orientador da Academia, Abílio Vilaça, e das novas estagiárias e finalistas da Licenciatura de Gestão de Atividades Turísticas, Diana Machado e Bruna Miranda.
Para António Cardoso, este protocolo é mais um passo na estratégia de desenvolvimento da área do Turismo, lembrando “o aumento do número de quartos de alojamento turístico disponíveis, um bom indicador para afirmar o Município como um destino de turismo único no panorama europeu”.
Segundo o autarca, “Vieira do Minho é uma região com vários atrativos turísticos, dos quais podemos destacar a Serra da Cabreira, as quatro Albufeiras, o Teleski, o barco turístico de Vieira do Minho, entre muitos outros pontos”.
Este protocolo assume-se como a continuidade daquele que foi firmado pela primeira vez em 2018 e que já permitiu a dois finalistas da Escola Superior de Hotelaria e Turismo realizar os seus estágios de conclusão da licenciatura no departamento do Turismo do Município.
Durante esse período, Marta Martins defendeu o tema “A importância da qualificação dos eventos locais no desenvolvimento do destino turístico de Vieira do Minho – O caso do Cabreira Challenge” e Pedro Vilela defendeu o tema “A qualificação turística dos eventos de Vieira do Minho: O impacto do Rally de Portugal em Vieira do Minho”.
Segundo António Cardoso, “a assinatura deste protocolo vai certamente trazer mais valias para ambas as partes, desta forma abre novos horizontes de conhecimento da realidade aos seus alunos, da Escola Superior de Hotelaria e Turismo preparando-os para serem profissionais de excelência e a Câmara Municipal vai beneficiar de novas leituras do seu território do ponto de vista do desenvolvimento turístico, mediante o contributo fornecido pelo estagiários”.
O IKEA renovou a sala de pausa do Serviço de Urgência do Hospital de Braga. No âmbito das diferentes ações promovidas pela IKEA Portugal para apoiar diferentes organizações no contexto da pandemia, o Hospital de Braga conta agora com um espaço renovado na sala de pausa do Serviço de Urgência.
A remodelação desta área concretizou o projeto iniciado pela Liga de Amigos do Hospital de Braga e teve como objetivo melhorar a funcionalidade do espaço desta sala, bem como o conforto, motivação e bem-estar dos profissionais deste serviço, providenciando-se melhores condições para os períodos de descanso e refeições durante os seus turnos.
Esta área conta agora com uma nova solução de mobiliário e decoração que, inevitavelmente, acrescenta não só maior comodidade aos profissionais, como realça a importância dos projetos sociais desta empresa no âmbito da Covid1-19.
Com o compromisso de uma maior humanização para com os profissionais, a remodelação deste espaço inclui diferentes necessidades imobiliárias e de decoração, entre elas mesas de refeição, mini-frigorífico, cadeiras, sofás, entre outros.
Para João Oliveira, presidente do Conselho de Administração do Hospital de Braga, “em época de pandemia, proporcionar-se momentos de maior qualidade e relaxamento para os profissionais é fundamental para retemperar forças e reforçar-se o respeito e importância destes no combate a esta doença”.
As III Jornadas da Ciência da Universidade do Minho realizam-se de 8 a 10 de abril, através da rede online Zoom, com uma centena de oradores, vinte atividades e 450 participantes inscritos de todo o país.
A ciência na pandemia, no ambiente, nas artes, na comunicação e o papel da mulher são temas-chave da iniciativa. A organização cabe aos alunos de Ciências do Ambiente, Biologia e Geologia, Biologia Aplicada, Bioquímica e Química da UMinho, que trocaram as suas jornadas anuais de curso por este evento multifacetado.
A sessão de abertura é esta quinta-feira, às 9:00, com a presidente da Escola de Ciências da UMinho, Manuela Côrte-Real, o presidente do Conselho Pedagógico daquela Escola, António Maurício, o presidente da Associação Académica da UMinho, Rui Oliveira, e a representante da comissão organizadora, Adriana Fernandes.
As sete palestras previstas vão mostrar a ciência em Van Gogh (Nuno Francisco, Escola Filipa de Vilhena), os ecomateriais inspirados na natureza (Raul Machado, UMinho), a valorização de recursos naturais nas autarquias (Milene Matos, Município de Lousada), tecnologia vs. ciência (José Palma-Oliveira, Universidade de Lisboa), a proteção da vida selvagem (Pedro Prata, Rewilding Portugal), a biomedicina (Eduardo Cavaco, Universidade da Beira Interior) e o mundo novo da edição genética (Mariana Sottomayor, Universidade do Porto).
Os 19 workshops vão abordar, por exemplo, o desenvolvimento de fármacos, os tumores, os microplásticos no ambiente, os peixes exóticos dos nossos rios, a vida liliputiana em gotas de água, os drones ou a cultura científica vs. filosófico-religiosa. Há ainda uma mesa redonda sobre o papel da mulher na ciência, com a astroquímica e pesquisadora de vida extraterrestre Clara Sousa Silva (MIT, EUA), as neurocientistas Clara Ferreira (Fundação Champalimaud) e Ana João Rodrigues, a bióloga Paula Sampaio, a bioquímica Sandra Paiva e o químico João Paulo André (todos da UMinho).
A comunicação da ciência vai ser debatida num painel formado por Camila Costa (Instituto Vital, Brasil), Cayetano Cánovas (Estação Biológica de Doñana, Espanha), Rute Pereira (Amazingchemist), Ana Delicado (Universidade de Lisboa) e Andreia Pacheco (UMinho). O programa prevê ainda a partilha de experiências de 25 antigos alunos, além de apresentações de 12 cursos em formato speed meeting, um momento Erasmus, um stand com várias empresas e uma noite de quizz com prémios, procurando assim dar uma visão transversal, inclusiva e global da ciência.
Já reabriram o Museu de Olaria, a Galeria Municipal de Arte, a Casa da Azenha, o Posto de Turismo e a Torre Medieval de Barcelos. Os espaços municipais dedicados à cultura e à arte reabriram com uma série de exposições que revelam a diversidade artística e a criativa existentes no concelho.
Rosa Ramalho está em destaque no Museu de Olaria. Neste espaço no coração histórico de Barcelos continua patente a exposição “O figurado de Rosa Ramalho na coleção do Espanhol”, do galego Juan Yebra-Pimentel Rodríguez. A exposição conta com mais de uma centena de peças feitas pelas mãos da artesã.
“ReconFigurado” é a outra mostra a não perder no Museu de Olaria. Estudantes do curso de Design Gráfico da Escola Superior de Design do IPCA redescobriram a arte com assinatura de Rosa Ramalho e transformaram-na em exposição.
A Galeria Municipal de Arte também já reabriu portas e conta com uma nova mostra. “Do Esquisso ao Esquema” apresenta desenhos de alunos da Escola Superior de Design do IPCA. Trata-se de uma mostra dedicada ao desenho, que procura pensar sobre o mesmo, naquilo que são as suas possibilidades e caminhos de investigação e de reflexão. Cada trabalho apresentado conduz por uma descoberta sobre modos de fazer, técnicas e materiais, e aspetos plásticos, estéticos e concetuais. Cada desenho surpreende e conduz a vários pensamentos e diversos sentidos. Através desta exposição cumpre-se um dos propósitos do IPCA, na medida em que aproxima a comunidade à Escola de Design e à própria instituição.
A Casa da Azenha reabriu portas e volta a receber turistas e caminheiros com a exposição de pintura e escultura “Santiago pelas mãos dos artistas barcelenses”.
À espera de visitantes estão também o Posto de Turismo e a Torre Medieval. “Louça tradicional de Barcelos, um passado com futuro…” apresenta trabalhos da Cerâmica João Vasconcelos do Vale, Lda. Tratando-se de uma exposição com vista à divulgação, promoção e valorização de um produto identitário e diferenciador do território barcelense, é objetivo do Município continuar a apoiar o que de mais caraterístico é feito pelos barristas, artistas, artesãos e empresas locais.
O índice de transmissibilidade R(t) está acima do 1 em Portugal. O boletim epidemiológico da Direção-Geral da Saúde indica que o R(t) nacional está em 1,01, mas o do Continente fixa-se no 1,02.
Na última atualização do indicador, o valor nacional do R(t) nacional era de 0,97 e 1 no Continente.
Já na incidência de novos casos por cem mil habitantes, o indicador está em 64,3 em todo o país e 62,5 no Continente.
Portugal registou, esta quarta-feira, 3 mortos por Covid-19, 663 infetados e 757 recuperados. O número de casos ativos é de 25.847 e em vigilância pelas autoridades de saúde estão 15.787 pessoas. Há 488 doentes internados, dos quais 116 em unidades de cuidados intensivos.
Após uma fase de paralisação da cultura provocada pela pandemia da Covid-19, a fadista Adriana Moreira vai promover a iniciativa “Artistas de Abril: o recomeço”, um ciclo de quatro concertos em streaming para apoiar a comunidade artística de Braga.
A promotora do evento pretende motivar e incentivar os artistas para este recomeço e mostrar que “é possível fazer acontecer em Braga”.
Adriana Moreira une sinergias com diferentes estruturas da região, provando que Braga tem “um tecido cultural em clara expansão” desde a Plataforma do Pandemónio, encarregue da produção e de parte do agenciamento, passando pela Ficus Films, pela produção técnica dos concertos, e os Hotéis do Bom Jesus, que cederam os espaços para estes concertos.
O público é convidado a participar com donativos para todos os artistas e técnicos envolvidos.
O primeiro concerto “Fado Bailado” arranca no sábado, 10 de abril, e conta com a participação de Adriana Moreira (fadista), Pedro Fernandes Martins (guitarra clássica), João Martins (guitarra portuguesa) e Mercedes Prieto Martinez (Bailarina – Danças do Mundo).
Segue-se o segundo concerto “Tributo à música portuguesa” no dia 17, que une Diogo Santos Silva (piano) a Pedro Fernandes Martins. A 24 de abril sobem ao palco os Two Faces of Mars, um duo de música experimental que junta Maria Ana Guimarães (piano) a Sérgio Vieira (bateria). A iniciativa encerra com os Flôr da Pele, trio de folk, que une Catarina Santos (flauta), Flávio Aldo (violino) e João Faria (piano), numa celebração catártica pelo reencontro destas diferentes sinergias artísticas.
Todos os concertos serão transmitidos pelas 21:30 através das principais plataformas digitais das três entidades que se encontram a trabalhar na iniciativa: Hóteis do Bom Jesus, Plataforma do Pandemónio e Ficus Films.
Marta Moreira, diretora artística da Plataforma do Pandemónio, refere que “se foi a música e os artistas que nos ajudaram a resistir às provações do confinamento, é chegada a hora de retribuir essa generosidade e altruísmo, unindo a comunidade em torno da força da cultura”.
Portugal registou 3 mortos por Covid-19 nas últimas 24 horas, elevando para 16.890 óbitos desde o início da pandemia. Foram registados 663 infetados, aumentando para 825.031 casos confirmados, e há mais x recuperados, são 782.294 casos de recuperação no total.
De acordo com o boletim epidemiológico, a região de Lisboa e Vale do Tejo contabilizou as três mortes associadas à doença.
Há o registo de 262 casos positivos em Lisboa e Vale do Tejo, 182 no Norte, 71 no Centro, 46 no Algarve, 42 nos Açores, 32 no Alentejo e 28 na Madeira.
O número de casos ativos em Portugal é hoje de 25.847, menos 97 do que ontem, e em vigilância pelas autoridades de saúde encontram-se 15.787 pessoas, mais 945.
Nos hospitais nacionais estão 488 pessoas internadas, menos 16 em 24 horas, das quais 116 em unidades de cuidados intensivos, mais 3.