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Barcelos desenvolve Plano Local de Habitação

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CM Barcelos
CM Barcelos

Apostando numa política de promoção do bem-estar social, o Município de Barcelos deu início à elaboração do Plano Local de Habitação, instrumento de planeamento estratégico que irá permitir traçar o perfil das condições em que vivem os barcelenses e, consequentemente, delinear mecanismos de ação.

Neste sentido, a Câmara Municipal de Barcelos promoveu, no dia 16 de abril, uma sessão de esclarecimento junto dos presidentes de Junta, interlocutores preferenciais na referenciação de situações de maior carência e vulnerabilidade em cada freguesia.

“O Plano de Recuperação e Resiliência, mais conhecido por ‘bazuca europeia’, agrega uma componente sobre esta matéria. A Câmara Municipal, através de um protoloco que assinou com o IHRU, candidatou-se ao Plano de Habitação Social, sendo um dos 88 municípios que viu o seu projeto, relacionado com o rastreio das necessidades dos cidadãos, aprovado”, afirmou o presidente da Câmara Municipal de Barcelos, Miguel Costa Gomes.

O Programa de Apoio ao Acesso à Habitação, denominado “1.º Direito”, é dirigido a quem vive em condições indignas e tem carências económicas, pelo que o presidente da Câmara deixou um importante apelo às Juntas de Freguesia, no sentido de identificar, “o mais rápido possível, as pessoas que, nas freguesias, vivam em dificuldades. Além de haver situações que poderão avançar já em 2021, a meta é chegar aos 50 anos do 25 de Abril, em 2024, sem nenhuma pessoa a viver em situação de falta de dignidade. Vocês são os atores privilegiados no terreno para nos darem essas informações. Recordo que estamos a rever o PDM e este programa pode ser uma oportunidade de seleção de terrenos para possíveis construções novas. Daí a urgência na referenciação”, acrescentou Miguel Costa Gomes.

Os presidentes de Junta têm já acesso a um formulário, elaborado por uma equipa composta por consultores e especialistas externos e por um grupo de trabalho do Município, o qual deverão agora preencher.

São consideradas condições indignas de habitabilidade quem vive em situação de precariedade (pessoas em situação de sem abrigo, de insolvência ou vítimas de violência doméstica); de insalubridade e insegurança; de sobrelotação e de inadequação da habitação.

Os beneficiários podem ser diretos (com casa própria, mas sem condições económicas para a manutenção da mesma) ou indiretos (pessoas que vivam em barracas ou acampamentos).

“É condição necessária ser-se cidadão nacional ou, não sendo, ter o título de residência válido, estar em situação de carência financeira e viver numa condição indigna. O conceito de carência financeira é muito abrangente, uma vez que o rendimento por agregado habitacional poderá ir até 1.755 euros mensais, correspondente a quatros IAS – Indexante dos Apoios Sociais”, explicou Fernanda Quinta, gestora de planeamento e urbanismo.

Refira-se que o Município de Barcelos tem já em funcionamento o Programa de Apoio à Habitação Social e o Programa de Apoio ao Arrendamento Habitacional. Podem candidatar-se todos os agregados com um rendimento per capita inferior ou igual a 71,56% do valor do IAS. No caso do Apoio à Habitação Social, o valor máximo do apoio a conceder pelo Município é de 7.500 euros. Já no caso do Apoio ao Arrendamento Habitacional, os apoios concedidos pelo Município são variáveis e em função do escalão em que se inserem os beneficiários, até ao limite máximo de 75% do montante da renda de casa

VI Capital da Cultura do Eixo Atlântico arrancou em Braga

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CM Braga
CM Braga

A cerimónia de abertura oficial da VI Capital da Cultura do Eixo Atlântico realizou-se esta segunda-feira, no Altice Forum Braga. O evento contou com o concerto “Canto D’Aqui convida Oscar Ibáñez & Tribo”.

Como afirmou Ricardo Rio, presidente da Câmara Municipal de Braga e do Eixo Atlântico, o acolhimento da Capital da Cultura do Eixo Atlântico “é estratégico para o envolvimento da comunidade numa crescente dinâmica de criação e fruição cultural da cidade e da região por parte dos cidadãos”.

“Acreditamos imenso na euro-região e a cultura é um veículo privilegiado de fortalecimento da relação entre os dois povos”, garantiu o autarca, realçando que as cidades que integram o Eixo Atlântico estão cada vez mais envolvidas em temáticas inovadoras e nas prioridades de construção da nova Europa.

Além da adaptação de alguns eventos realizados anualmente à participação de projetos culturais do território do Eixo Atlântico, está previsto um conjunto de iniciativas inéditas como o Festival “ZZ Jazz no Eixo”, o Noroeste – Festival de Música Contemporânea de Raiz, o FIO – Festival Informal de Ópera ou o Fenda – Festival de Cultura Urbana.

A programação completa pode ser consultada aqui. Está também a informação disponível no website da CCEA.

O Eixo Atlântico do Noroeste Peninsular constitui uma Associação transfronteiriça de Municípios, de direito privado, sem fins lucrativos que configuram o sistema urbano da euro-região Galiza-Norte de Portugal. Esta associação baseou-se no Convénio-Marco sobre cooperação transfronteiriça entre comunidades ou autoridades territoriais de 1990.

Esposende celebra Dia Internacional dos Monumentos e Sítios

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CM Esposende
CM Esposende

No âmbito do Dia Internacional dos Monumentos e Sítios, celebrado a 18 de abril, este ano sob a temática “Passados Complexos: Futuros Diversos”, o Município de Esposende fez-se representar no encontro anual da “Society for American Archaeology” (SAA).

Inicialmente previsto realizar-se presencialmente em Austin (Texas, EUA) em abril de 2020, o “SAA 86th Annual Meeting” foi adiado devido à pandemia Covid-19, tendo decorrido este ano, entre os dias 15 e 18 de abril, em formato exclusivamente online.

Integrado na sessão “The Iron Age of Northwest Portugal: Leftovers of Behavior” (A Idade do Ferro do Noroeste de Portugal: remanescências de comportamentos), Esposende, através da arqueóloga do Município, Ana Paula Almeida, apresentou a comunicação “The Lure of the Sea: Objects and Behaviors” (A atração do mar: objetos e comportamentos).

A apresentação abordou a relação da ocupação do território de Esposende durante a Idade do Ferro e da Romanização, com a proximidade da foz dos rios e ribeiros, bem como do mar. Tendo como ponto de partida o Castro de S. Lourenço, foram refletidos os interesses no desenvolvimento de atividades como a pesca, a recoleção de moluscos e bivalves, o controlo das rotas fluviais e marítimas, bem como a lucrativa produção e comercialização de sal. A comunicação incluiu, ainda, a divulgação dos mais recentes vestígios arqueológicos da praia de Guilheta, em Antas, os quais suscitaram interesse no período de debate.

O “86th Annual Meeting” desta prestigiada instituição norte-americana, uma das mais reputadas a nível internacional, contou este ano com a participação de mais de 1 500 investigadores e 170 sessões. Esta foi, pois, uma oportunidade única para continuar a potenciar ao mais alto nível internacional a divulgação do investimento do Município, nomeadamente no projeto Arqueológico do Castro de S. Lourenço, entre outros, o que muito prestigiou e projetou o concelho de Esposende, contribuindo para as metas dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da Agenda 2030 da ONU.

Para explorar um pouco mais sobre monumentos e sítios de Esposende, bastará aceder à página do Município, na área do Património Cultural de Esposende (Património Cultural | Município de Esposende) ou visitar o Centro Interpretativo de S. Lourenço. Para mais informações poderá contactar através do telefone 253 960 179 ou do e-mail [email protected].

Hospital de Braga cria Unidade de Farmacovigilância

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Hospital de Braga
Hospital de Braga

O Hospital de de Braga criou uma Unidade de Farmacovigilância, integrando, assim, o Sistema Nacional de Farmacovigilância, coordenado pela Autoridade Nacional do Medicamento e Produtos de Saúde  (INFARMED).

Esta nova unidade que vai servir a população do distrito de Vila Real, Bragança e parte de Braga tem como objetivos a deteção, registo e avaliação de reações adversas a medicamentos, a fim de determinar a incidência, gravidade e vínculo causal com os fármacos, com base no estudo sistemático e multidisciplinar dos efeitos dos medicamentos.

Para Alexandre Carvalho, coordenador da designada Unidade de Farmacovigilância de Braga, “o reforço da rede já existente prevê uma maior monitorização e recolha de dados que se tornam fundamentais para um sistema nacional de farmacovigilância cada vez mais robusto e eficaz”.

“Continuar a promover-se uma cultura de segurança do doente nos cuidados de saúde torna-se fundamental como defesa da saúde pública na minimização do risco”, acrescenta.

A equipa desta Unidade é composta pelo seu coordenador mais dois elementos dos Serviços Farmacêuticos do Hospital de Braga que, em conjunto, desenvolverão um processo de estudo farmacológico, registando medidas corretivas e preventivas para uma maior segurança na administração de medicação aos utentes.

Investigação da UMinho traz novas perspetivas sobre as mudanças que o beber café regularmente tem no cérebro

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Nuno Sousa
Nuno Sousa

Um novo estudo publicado na Molecular Psychiatry, oferece uma perspetiva única nas mudanças estruturais e de conectividade que acontecem no cérebro de quem bebe café regularmente. A investigação, liderada por Nuno Sousa, presidente da Escola de Medicina da Universidade do Minho (UMinho) e investigador do ICVS, percebeu que, quando em repouso, este grupo de pessoas tinham um reduzido grau de conetividade em duas áreas do cérebro (conhecidas como precuneus direito e insular direito), indicando efeitos como uma melhoria no controlo motor e nos níveis de alerta (ajudando na reação ao estímulo) em comparação com quem não bebe café.

Também foram encontrados padrões de maior eficiência noutras áreas do cérebro, como o cerebelo, consistente os efeitos já descritos como a melhoria do controlo motor. Além disto, houve ainda uma maior atividade dinâmica observada em várias áreas do cérebro, no grupo dos fãs de café, que permitiu juntar a estes efeitos uma notória melhoria na aprendizagem e na memória. Estas mudanças permitem ainda uma maior capacidade de foco.

“Esta é a primeira vez que o efeito que beber café regularmente tem na nossa rede cerebral é estudada com este nível de detalhe. Fomos capazes de observar o efeito do café na estrutura e na conetividade funcional do nosso cérebro, bem como as diferenças entre quem bebe café regularmente e quem não bebe café, em tempo real. Estas conclusões podem, pelo menos em certa medida, ajudar a oferecer uma visão mecanicista para alguns dos efeitos observados”, explica Nuno Sousa.

E depois de um copo de café? Estas diferenças no nosso cérebro, observadas entre quem bebe café regularmente, foram também notadas no grupo de pessoas que não bebe café após consumirem um copo de café. Este indicador surpreendente, demonstrou uma capacidade do café em impor mudanças em curtos períodos de tempo – e torna o café o gatilho dos efeitos.

A investigação foi conduzida por Nuno Sousa da Escola de Medicina da Universidade do Minho (UMinho), usando uma tecnologia apelidada de ressonância magnética funcional (fMRI, na sigla inglesa) por forma a comparar a estrutura e conetividade de um grupo de pessoas que bebem café diariamente com um grupo de pessoas que não bebem café. O projeto é apoiado pelo Institute for Scientific Information on Coffee.

CP com nova oferta na Linha do Minho

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CP
CP

A partir do próximo dia 25 de abril, a CP – Comboios de Portugal, vai implementar um novo modelo de oferta ferroviária na Linha do Minho, na sequência da conclusão das intervenções de eletrificação total da linha.

A nova oferta caracteriza-se, principalmente, por uma redução de tempos de trajeto, por uma maior comodidade nas viagens e pela eliminação de transbordos, permitindo uma prestação de serviço mais eficiente, em toda a extensão da linha.

As principais alterações a introduzir, contemplam:

  • Prolongamento dos atuais Intercidades, de Viana do Castelo a Valença;
  • Introdução de 2 novos Interregionais (1 por sentido) entre Coimbra B e Valença;
  • Eliminação do transbordo em Viana do Castelo, no troço Nine/Valença;
  • Reforço da oferta de comboios regionais entre Viana do Castelo e Valença ao fim de semana.

O novo modelo de oferta procura dar resposta às necessidades de mobilidade da população, numa zona do país caraterizada por uma intensa atividade económica e por vários polos de ensino, secundário e superior.

A CP recomenda aos seus clientes a consulta de informações mais detalhadas no site ou através do telefone 707 210 220.

Fim de semana gastronómico promove petiscos tradicionais da Póvoa de Lanhoso

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CM Póvoa de Lanhoso
CM Póvoa de Lanhoso

É já nos próximos dias 24 e 25 de abril que a Câmara Municipal da Póvoa de Lanhoso e os estabelecimentos aderentes promovem os “Petiscos Tradicionais”, no âmbito da edição de 2021 dos fins de semana gastronómicos “Coisas nossas à mesa”.

Divulgar e potenciar o que de melhor existe na Póvoa de Lanhoso e, ao mesmo tempo, contribuir para dinamizar o setor da restauração e da economia local são os objetivos desta iniciativa.

A Câmara Municipal da Póvoa de Lanhoso pretende-se que a população participe, apoiando a restauração local, numa fase tão delicada. Nos dias 24 e 25 de abril, os estabelecimentos aderentes ainda trabalham com a modalidade de take away.

Para além dos Petiscos Tradicionais (24 e 25 de abril), as propostas são as seguintes: Bacalhau (21 a 23 de maio); Bife à Romaria (3 a 5 de setembro); Pica no Chão (2 e 3 de outubro); e Papas de Sarrabulho e Rojões (6 e 7 de novembro).

A gastronomia da Póvoa de Lanhoso é tipicamente minhota. Contudo, diferencia-se pela mistura de ingredientes colocada na confeção dos pratos: o saber, a memória, a herança e o amor, tudo com o intento de proporcionar uma experiência única de saborear os alimentos com deleite e com prazer.

Conselho Intermunicipal da CIM Cávado reuniu em Braga com CCDR-N

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CCDR-N
CCDR-N

Decorreu, esta segunda-feira, no Altice Forum Braga, uma reunião de trabalho entre o Conselho Intermunicipal (CI) da Comunidade Intermunicipal do Cávado (CIM Cávado) e a Comissão Diretiva da Autoridade de Gestão (AG) do Programa Operacional (PO) Regional do NORTE 2020 (NORTE 2020). Estiveram presentes, por parte da AG do Norte 2020, o seu presidente, António M. Cunha, e os vogais executivos, Humberto Cerqueira e Júlio Pereira, sendo que no âmbito do CI da CIM Cávado participaram todos os presidentes de Câmara que a constituem.

A Ordem de Trabalho proposta para esta reunião envolveu os principais assuntos que marcam a agenda, em termos de Fundos Europeus na região Norte, que por esse motivo tem impacto direto no presente e futuro da NUTS III Cávado, e que se resumem ao atual estado de execução e reprogramação do NORTE 2020, o Plano de Recuperação e Resiliência (PRR) e o futuro do PORTUGAL 2030 e, em particular, do NORTE 2030. 

Foi uma oportunidade para o NORTE 2020 fornecer alguma informação relativa ao estado de execução do PO e sobre os trabalhos que estão a ser desenvolvidos quanto ao processo de reprogramação e das suas metas de execução física e financeira. Acresce que a AG partilhou alguma informação relativamente ao processo, calendário e estádio de formatação do PORTUGAL 2030 e do NORTE 2030, do PRR e quanto ao envolvimento esperado por parte da CIM Cávado nestes trabalhos.

Da parte da CIM Cávado, o presidente do CI, Ricardo Rio, resumiu a posição daquele órgão referindo que as administrações locais não devem ser meras implementadoras de agendas de políticas públicas, mas verdadeiros mecanismos catalisadores da mudança e participantes ativos nas tomadas de decisão que envolvem o futuro das suas comunidades. 

Por esse motivo, informou que esta NUTS III já está a desenvolver o seu trabalho de reflexão interna, que se encontra num estádio avançado de desenvolvimento, rumo à concretização da estratégia do Cávado 2030 e que, brevemente, será colocado em discussão pública para que toda a comunidade possa refletir e, querendo, aderir à mesma. 

Por esse motivo, entregou um dossier a António M. Cunha com documentos relativos ao trabalho desenvolvido, até à presente data, no âmbito do Cávado 2030, nomeadamente, contributos recolhidos das diversas entidades, públicas e privadas, intervenientes neste processo e tipologias de projetos a serem considerados no documento final quer desta CIM quer do PO.

Acrescentou, ainda, que uma visão para o Cávado 2030 terá de ser “verdadeiramente global” e apostar, por exemplo, na concretização de projetos com capacidade para alavancar o investimento privado, na capacitação do capital humano ou em infraestruturas que aumentem a qualidade de vida, coesão e competitividade de acordo com os padrões da União Europeia e na prossecução dos objetivos de desenvolvimento sustentável propostos pelas Nações Unidas. Por esse motivo, integrar os diversos instrumentos financeiros ao dispor para o território e uma combinação de gestão multinível com capacidade e autonomia de decisão são “as chaves de sucesso de uma estratégia vencedora”.

Universidade do Minho associa-se às celebrações dos 150 anos do nascimento de Alfredo da Silva

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DR
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A Universidade do Minho (UMinho) vai associar-se no próximo dia 22 de abril à Fundação Amélia de Mello nas comemorações dos 150 anos sobre o nascimento de Alfredo da Silva, uma figura ímpar e incontornável da sociedade e economia portuguesas.

A conferência “Inovação e processo criativo”, vai ter lugar no Auditório Nobre, no campus de Azurém, em Guimarães, e contará com a participação de várias personalidades nacionais e estrangeiras de referência. O reitor da Universidade do Minho, Rui Vieira de Castro, e o presidente da Fundação Amélia de Mello, Vasco Mello, irão abrir a sessão que culmina com a intervenção do ministro da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior, Manuel Heitor.

Esta conferência irá abordar a evolução e as perspetivas da inovação, combinando o contexto histórico com uma visão prospetiva dos desafios do século XXI através das intervenções de atores de referência, tanto na academia, como no tecido económico-produtivo, não só nacional, mas também internacional. A escolha do tema prendeu-se com o forte compromisso do Grupo CUF desde o seu início com a inovação, seja através do espírito visionário e empreendedor do seu fundador, quer pela dotação das melhores tecnologias de produção, informação e transporte nas suas empresas.

O dia vai ser preenchido com várias conversas que juntarão um painel de oradores de excelência. O primeiro debate do dia, subordinado ao tema “Percursos da inovação industrial em Portugal”, terá como oradores Joaquim Meneses (Iberomoldes), José Carlos Caldeira (Instituto de Engenharia de Sistemas e Computadores) e José Rui Felizardo (CEiiA) e será moderado por António Murta (Pathena). Ainda da parte da manhã, o presidente da Comissão Coordenadora do Desenvolvimento Regional – Norte e ex-reitor da UMinho, António M. Cunha, irá abordar os “Desafios da Inovação no contexto da transformação digital” na sua apresentação.

Na parte da tarde, Carlos Oliveira (Conselho Europeu de Inovação) irá moderar o painel que terá como tema “A inovação no desenvolvimento regional e nacional”, e que juntará na conversa Carlos Ribas (Bosch Portugal), Luís Braga da Cruz e Fernando Alexandre, professor da UMinho. “Experiência e prática da Inovação na senda de Alfredo da Silva” irá ser o tema do debate que será moderado por Ricardo Reis (Universidade Católica Portuguesa) e que terá como convidados Luis Delgado (Bondalti), Eduardo Ramos (Brisa), Guilherme Magalhães (CUF) e João Basto (Sovena). No último debate do dia, o destaque vai para as presenças de Dava Newman (MIT), Lars Montelius (Instituto Ibérico de Nanotecnologia) e Rus Gant (MIT e Universidade de Harvard). Esta sessão cujo tema é “Perspetivas tecnológicas para um futuro melhor” será moderada pelo presidente da Escola de Engenharia da UMinho, Pedro Arezes. A conferência encerra com a intervenção de Manuel Heitor, Ministro da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior.

Estas celebrações para invocar Alfredo da Silva, que arrancaram em junho de 2020, integram 13 conferências que percorrem escolas e universidades do país e que têm como objetivos, olhar para o futuro, divulgar a vida e a excecional obra de Alfredo da Silva, incluindo os aspetos caracterizadores do Grupo CUF, bem como o legado recebido por todos os que lhe sucederam, seja nas famílias José de Mello, seja nas empresas criadas. A Fundação Amélia de Mello pretende, assim, desafiar os vários intervenientes a pensar o futuro da iniciativa empresarial e industrial, bem como o futuro do empreendedorismo e da inovação em Portugal.  Para além das conferências, a Fundação Amélia de Mello promove ainda no âmbito destas comemorações três prémios de investigação universitária, um concurso aos alunos e às escolas do 3.º ciclo do básico e secundário, vários estudos e investigações e a realização de um documentário sobre a vida e obra de Alfredo da Silva.

A par da Universidade do Minho, a Fundação Amélia de Mello conta com a colaboração do DTx – Laboratório Colaborativo em Transformação Digital para a concretização desta iniciativa.

Braga: Hugo Pires em pré-campanha na Veiga de Penso

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PS
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Hugo Pires, candidato do Partido Socialista à presidência da Câmara Municipal de Braga, visitou este fim de semana as freguesias da Veiga de Penso.

Aproveitando o “Tempo de Ouvir”, período da pré-campanha eleitoral dedicado ao contacto com a população de Braga e com as suas estruturas representativas – que pretende servir para um diagnóstico mais local e circunstanciado da realidade concelhia, a par da recolha de sugestões que vão enformar o seu programa eleitoral –, Hugo Pires teve, assim, oportunidade de evocar o Dia Internacional dos Monumentos e Sítios, que se assinalou este domingo.

Na visita à Mamoa de Lamas, o candidato socialista foi recebido pelo presidente da Junta de Freguesia, João Alves, que fez questão de explicar à comitiva o trabalho desenvolvido na musealização deste monumento megalítico e na sua disponibilização pública.

“A Mamoa de Lamas é bem o exemplo de quanto pode resultar em benefício das populações o investimento na recuperação e tratamento do património, seja ele do foro arqueológico, construído ou imaterial; além de reforçar a identidade de uma comunidade, contribui para ganhos económicos, mas sobretudo para grandes ganhos culturais”, sublinhou o candidato socialista.

Hugo Pires deixou perpassar a importância que a defesa do Património, nas suas várias manifestações, terá no contexto de “um programa que vai apresentar ao eleitorado bracarense”. “Se Braga tem riquezas endógenas, e tem muitas, o património cultural, edificado ou imaterial, é uma dessas riquezas; muito mau seria um projeto de governação dos interesses municipais que não desse a devida atenção a esta grande riqueza; somos capital de uma região com profundas raízes históricas, que construiu um legado ao longo dos séculos, nunca poderemos esquecer isso”, disse.

Nesta visita a Lamas, realizada na manhã de sábado, o candidato socialista teve a oportunidade de ouvir do presidente da Junta de Freguesia a “reivindicação de alguns investimentos”, designadamente na área social, bem assim como a “urgência de reflexão sobre o melhor aproveitamento da riqueza agrícola de toda a Veiga de Penso”, onde Lamas se insere.

Nesta visita, o candidato esteve acompanhado pelo presidente da Comissão Política Concelhia de Braga do Partido Socialista, Artur Feio, do coordenador do programa eleitoral, Adolfo Macedo, do ex-presidente da Junta de Freguesia de Lamas, Francisco Oliveira, e do presidente da Junta de Freguesia de Cabreiros, José Silva.

A par de Lamas, neste fim de semana, Hugo Pires encontrou-se com autarcas, militantes e simpatizantes socialistas de Figueiredo, Escudeiros, Penso Santo Estêvão e Penso São Vicente.