Já estão abertos ao trânsito os novos arruamentos que fazem a ligação entre a Avenida Engenheiro Pinheiro Braga e a Rua 20 de junho, em Gavião, que resultam da operação urbanística realizada junto ao Tribunal de Vila Nova de Famalicão.
O presidente da Câmara Municipal, Mário Passos, lembra que “se está a criar uma nova centralidade com a intervenção que decorre na zona norte do perímetro urbano e que estas novas vias são estruturantes uma vez que vêm melhorar a fluidez do trânsito no acesso à cidade”.
O autarca realçou “a mais-valia dos trabalhos aqui realizados, não só no que diz respeito à melhoria da rede viária, mas também pelo impulso e dinâmica que imprimem a esta zona da cidade”.
“A cidade está a crescer, há uma dinâmica positiva e esta intervenção urbanística vem também permitir prolongar por mais 22 mil metros quadrados o Parque de Sinçães. Já temos os projetos de execução concretizados e vamos começar em breve esta intervenção”, anunciou Mário Passos.
A abertura ao trânsito destas novas artérias fica também criada uma ligação direta à Escola D. Maria II e ao Bairro de São Vicente, em Gavião.
Os números do sorteio do Eurodreams desta quinta-feira já são conhecidos. A chave é composta pelos números 3 – 15 – 17 – 23 – 26 e 29 e número de sonho 4.
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O Município de Esposende aprovou hoje, em reunião de Câmara, a transferência de comparticipações financeiras no montante global de 67.688,20 euros.
Em causa está o apoio à realização de intervenções, nomeadamente na rede viária e em equipamentos, reparação de viaturas, aquisição de equipamentos e investimentos nas freguesia.
Para a Junta de Freguesia de Vila Chã será transferido o montante de 39.595,49 euros para financiar a intervenção de requalificação da Travessa do Rebolão, da Viela do Rebolão e da Travessa da Abelheira. A União das Freguesias de Esposende, Marinhas e Gandra viu aprovado o montante global de 18.717,44 euros, sendo que, deste montante, a maior fatia, no valor de 14.529,37 euros, destina-se a fazer face às despesas correspondentes à execução da empreitada de substituição do sistema de iluminação existente para projetores de tecnologia LED, no complexo desportivo “Campo de Futebol Gandra”. Para a União das Freguesias de Apúlia e Fão será transferido o montante de 5.551,71 euros para suportar despesas inerentes à reparação de diversas viaturas. A Junta de Freguesia de Forjães viu aprovado um apoio financeiro de 3 823,56 euros para custear as despesas inerentes aos trabalhos de manutenção realizados no Centro Cultural Escolas Rodrigues de Faria.
Ricardo Rio, presidente da Câmara Municipal de Braga, disse hoje que a cidade tem conseguido manter preços de habitação “extremamente competitivos”. A afirmação foi dada durante a apresentação do Observatório Urbano de Braga, uma nova ferramenta que agrega os principais indicadores de mercado residencial.
“Apesar de termos consciência de que houve um agravamento do nível dos valores para a aquisição e para o arrendamento, temos conseguido dar uma resposta muito positiva graças aos investimentos que aqui foram concretizados e às respostas que o Município desenvolveu para apoiar esses investimentos e as famílias”, referiu o autarca.
Este portal agrega um conjunto de estatísticas sobre a evolução dos preços de transação de habitação, o número de transações, a evolução das rendas de habitação e os novos fogos em projeto, entre outros dados.
Os dados do Observatório revelam que em Braga, o preço médio de uma casa em 2023 foi de 1.668 euros por metro quadrado e o arrendamento rondou os 8,8 euros por metro quadrado.
Ricardo Rio referiu que o Observatório é “capaz de apoiar os promotores e atrair novos investidores”. “Para se poderem tomar melhores decisões, o acesso à informação e o conhecimento da realidade do nosso mercado são fundamentais. Esperamos que esta plataforma venha ajudar a concretizar muito projetos e a dar corpo às políticas publicas que temos desenvolvido”, disse.
Já João Rodrigues, vereador com os pelouros da Gestão Urbanística, Regeneração Urbana e Habitação, descreveu os números divulgados pela plataforma como “claramente positivos”. “Braga é uma cidade em crescimento, quer pelo aumento da população, quer da atividade económica, o que obriga a um ajustamento entre a oferta e a procura”, referiu.
“No âmbito da revisão do PDM, prevemos que em Braga suceda algo que não se prevê na maior parte dos municípios: um aumento considerável da área urbana e, ao mesmo tempo, dentro dessa mesma área urbana, que cada metro quadrado possa ser melhor aproveitado. Trata-se de uma oportunidade de investimento para os agentes do setor do qual a população irá tirar os devidos benefícios”, disse ainda, garantindo que “esse aumento será conciliado com a qualificação da cidade e o aumento da qualidade vida dos cidadãos”.
O vereador salientou que “a reestruturação dos serviços de urbanismo municipal e a digitalização dos processos permitiram fornecer uma resposta mais ágil no âmbito dos procedimentos administrativos de licenciamento, assim como uma comunicação mais transparente aos cidadãos”. “O Município tem feito o seu papel no sentido de criar condições à realização dos investimentos. Este ano foram proferidos perto de 2 mil atos de licenciamento urbanístico (em sentido lato), um aumento de 33% face a 2022. Segundo o INE, Braga é também hoje o município que mais licenças para fins habitacionais emite”, finalizou.
Morreu Maria Adelaide Cardoso de Menezes Pereira de Moraes. Filha da vimaranense Dona Luiza Adelaide Cardoso de Macedo e Menezes (Margaride) e do diplomata brasileiro José Júlio Carvalho Pereira de Moraes, nasceu em Lisboa a 20 de junho de 1930. Foi funcionária do Museu Alberto Sampaio, em Guimarães, entre 1978 e 1994, e Académica Correspondente da Academia Portuguesa de História.
Em 1991, foi homenageada pela Câmara Municipal de Guimarães e pelo Arquivo Municipal Alfredo Pimenta. Recebeu diversos prémios, entre os quais se destacam a Medalha de Ouro da Cidade de Guimarães (1992), o prémio do Instituto Português de Heráldica (2001) e o prémio Engenheiro Duarte do Amaral, instituído pela Sociedade Martins Sarmento.
Da sua extensa lista de obras publicadas, contam-se um conjunto de importantes contributos para o património e história vimaranenses: Velhas Casas I a XI (1967-1990); Velhas Casas de Guimarães em dois volumes (2001 e 2002); Eugénia da Cunha Peixota ou O Morgado do Parto Suposto (1977); Guimarães, Terra de Santa Maria (1978); Capelas Vinculadas da Colegiada de Nossa Senhora da Oliveira (1981); Gonçalo Lopes, Mestre de Pedraria (1981); Conversa com o Dr. Alfredo Pimenta (1982); Estes são os Dias de Menezes de Guimarães (1984); Desceram o Monte, Atravessaram o Mar (1987); Raízes Vimaranenses de Alberto Sampaio (1995); Dona Urraca, Dona Sancha, Dona Tereza e Doña Sancha (1996); Ao Redor de Nossa Senhora da Oliveira (1998); 140 Anos do Lar de Santa Estefânia (2000); Genealogias Trágicas de Um Altar Vimaranense (2000); Os Fidalgos do Toural (2001); Cabedais do Brasil em Guimarães (2002); Palácio de Vila Flor (2009); A Dança das Gerações (2014); Nossa Senhora da Consolação e Santos Passos, (1ª Parte) e com José Couceiro da Costa (2ª Parte).
Domingos Bragança, presidente da Câmara Municipal de Guimarães, expressou o seu pesar pelo falecimento de Maria Adelaide Cardoso de Menezes Pereira de Moraes, endereçando “a toda a sua família e amigos as mais sentidas condolências”.
Os presidentes do PSD e CDS-PP acordaram hoje propor aos órgãos nacionais dos respetivos partidos a celebração de um acordo político para formar a Aliança Democrática, uma coligação pré-eleitoral para as Eleições Legislativas de 10 de março.
Em comunicado de ambos os partidos, “esta será uma coligação pré-eleitoral com o horizonte do atual ciclo político, abrangendo as eleições legislativas e europeias de 2024 e em sintonia com os compromissos regionais para as eleições nas Regiões Autónomas da Madeira e dos Açores de 2023 e 2024, respetivamente, e com os entendimentos de base local para as eleições autárquicas de 2025”.
Em 2024, apenas os grandes consumidores de água em Vila Nova de Famalicão vão pagar mais pela água que consomem. À semelhança do que aconteceu este ano, a Câmara Municipal optou por não refletir na fatura da grande maioria das famílias do concelho o aumento de 3,3% que a entidade prestadora do serviço lhe vai impor no próximo ano.
A fixação das tarifas relativas ao abastecimento de água, saneamento e tratamento de resíduos para 2024 foi aprovada esta quinta-feira, naquela que foi a última reunião do ano do executivo municipal.
A autarquia volta a suportar os aumentos impostos pelas Águas do Norte, com exceção para o 3.º e 4.º escalões das tarifas variáveis. “Tratam-se de escalões que representam elevados consumos de água, o que significa que grande parte dos consumidores domésticos não sentirá o aumento do preço do serviço”, explica o vereador do Ambiente, Hélder Pereira, relembrando que “com os últimos dois anos e o próximo, a autarquia abdica de cobrar cerca de 10 milhões de euros”.
Em 2024, os famalicenses vão ver refletida na sua fatura ambiental a atualização à taxa da inflação das tarifas de saneamento de águas residuais, assim como a revisão, em 21%, das tarifas de recolha e tratamento de resíduos “por força do aumento imposto pelo fornecedor do serviço, mas também das diretrizes comunitárias que obrigam a repercutir parte dos custos no consumidor para efeitos de candidaturas a fundos europeus”.
O vereador famalicense recorda que, “mesmo com esta atualização que inclui também o valor incomportável da Taxa de Gestão de Resíduos a pagar ao Governo que entre 2021 e 2023 aumentou quase 200%, Famalicão mantém-se na lista dos concelhos da região com as tarifas mais baixas, uma vez que estes aumentos não se repercutem direta e proporcionalmente no valor final da fatura ambiental dos famalicenses”.
Uma família de quatro pessoas com tarifa familiar e um consumo médio mensal de 10 metros cúbicos, passará de uma fatura de 28,94 euros para uma fatura de 30,98 euros em 2024, um aumento na ordem dos 6%.
De acordo com a proposta do executivo, a tarifa social não sofrerá qualquer atualização em 2024.
Uma equipa que se estreia, duas novas distinções e a implementação do cartão branco nos jogos são as principais novidades da 7.ª edição do Torneio de Futebol Ângelo Vilela, um dos maiores eventos empresariais de futebol do norte do país. O desafio, que está de volta à cidade de Braga, arranca a 22 de janeiro e contará com a participação de perto de duas centenas de jogadores de 12 entidades e instituições da região.
Além do Prémio Melhor Claque, em 2024, será também atribuído o Prémio Valores Ângelo Vilela, que visa o reconhecimento de uma pessoa ou equipa pela atitude e postura positiva demonstradas ao longo do desafio. Pela primeira vez, será também implementado o cartão branco, uma iniciativa que pretende distinguir uma ação altruísta e de realce evidenciada durante os jogos.
A 7.ª edição do torneio vai contar com a estreia da empresa vimaranense DigitalSign. Além desta e da F3M, equipa anfitriã, participam na iniciativa as seguintes entidades: Arga Tintas, Cruz Vermelha Portuguesa – Delegação Braga, Grupo Bernardo da Costa, ARS Norte – Administração Regional de Saúde do Norte, I.P., Mobileum, CCG/ZGDV – ICT Innovation Institute, Hydra IT, Cegid, Escola Superior de Tecnologia do Instituto Politécnico do Cávado e do Ave (IPCA) e Fundo Social do Município de Braga.
O arranque da competição, que vai pôr frente a frente o Grupo Bernardo da Costa e a Cegid, acontece a 22 de janeiro, pelas 21:00, no pavilhão de Fut 7, em Palmeira, Braga. Os restantes jogos realizar-se-ão às segundas e quintas-feiras, às 21:00 e 22:00, respetivamente, nas mesmas instalações, estando a final marcada para 12 de junho. No dia 13 de junho, dia do aniversário do colaborador da F3M homenageado na iniciativa, realizar-se-á um jantar de gala e entrega dos troféus.
O Torneio de Futebol Ângelo Vilela é atualmente uma referência no âmbito do desporto coletivo empresarial na região norte de Portugal. Além do tributo a Ângelo Vilela, um antigo colaborador da F3M, entretanto desaparecido, o desafio visa promover e incentivar a união, o companheirismo, a proximidade, o convívio e o espírito de colaboração entre os vários participantes.
Este ano, os colaboradores dos TUB levaram a bordo sonhos das crianças, jovens e adultos da Delegação de Braga da Cruz Vermelha Portuguesa e Associação São José.
Foram apadrinhadas ao todo 40 pessoas institucionalizadas, que irão receber um presente especial de cada um daqueles que se juntou à iniciativa “Sonhos a Bordo”, implementada pela primeira vez este ano nos TUB.
Os presentes dos cerca de 50 colaboradores que participaram foram entregues às instituições na tarde desta quarta-feira pelos administradores executivos dos TUB, Sandra Cerqueira e Teotónio Santos, assim como pelas colaboradoras dos TUB responsáveis pelo projeto.
“Os TUB têm realizado um esforço cada vez maior junto da população carenciada de Braga e neste Natal o compromisso não foi diferente. Os TUB envolveram-se em diferentes atividades de cariz solidário, desde a realização dos sonhos, ao “Embrulhar uma causa” e à recolha alimentar para o Virar a Página (VAP). Em 2024, os TUB assumem o compromisso de continuar a trabalhar a sua responsabilidade social”, referiu a administração dos TUB.
A requalificação da esquadra da Polícia de Segurança Pública (PSP) de Famalicão vai avançar e a expetativa é que em meados de 2024 a obra esteja já no terreno.
O executivo municipal aprovou na reunião desta quinta-feira os pressupostos para o lançamento do concurso público da empreitada, que tem um preço base de quase 1,6 milhões de euros e prazo de execução estimado de 450 dias.
“Após tantos anos, apetece dizer: até que enfim”, disse Mário Passos, presidente de Câmara de Famalicão, recordando o contrato de cooperação assinado em maio entre a Câmara Municipal, o Ministério da Administração Interna e a PSP que assegura este investimento que vai “permitir a tão necessária e reclamada reabilitação do edifício que conta já com cerca de 30 anos e apresenta sinais de degradação”.
“Para nós o mais relevante é ter a obra no terreno e sabemos que sendo a Câmara Municipal a avançar com a concretização dos trabalhos, podemos ganhar aqui tempo de execução. Importa acima de tudo criar as melhores condições para os agentes que lá trabalham e acredito que no final teremos um edifício mais funcional e adaptado às necessidades das forças policiais para melhor servir as populações”, acrescentou o autarca.
A intervenção prevê a requalificação total do edifício. Entre os trabalhos previstos, destaque para a remodelação de vários espaços que vão, a título de exemplo, permitir transferir para a frente da Avenida 25 de Abril a zona de atendimento ao cidadão.