A Autoridade de Segurança Alimentar e Económica (ASAE), realizou nas últimas semanas, através da Unidade Regional do Sul – Unidade Operacional de Évora, no âmbito de uma operação de prevenção criminal, várias ações de fiscalização direcionadas ao combate da exploração ilícita de jogos de fortuna ou azar, no distrito de Beja.
Como balanço da ação, foram fiscalizados nove operadores económicos, nomeadamente estabelecimentos de restauração e bebidas, alguns dos quais com salas dissimuladas e de acesso restrito, nas quais existiam alguns equipamentos a funcionar como máquinas de jogo de fortuna ou azar, tendo sido apreendidas 24 máquinas de jogo ilegal e respetivos mecanismos de introdução de valores pecuniários bem como, 570,00 euros em numerário.
Da ação resultou ainda, a instauração de sete processos-crime pela prática do crime de exploração de jogos de fortuna ou azar fora dos locais legalmente autorizados e a detenção de 8 suspeitos.
O valor total da apreensão ascende ao valor estimado de 30 mil euros.
A Câmara Municipal de Vila Nova de Famalicão já apoiou dez freguesias do concelho na construção e instalação de multibancos, desde 2012. O apoio financeiro municipal ultrapassou os 130 mil euros.
Ao longo dos últimos dois anos foram instalados multibancos nas freguesias de Brufe, Castelões, Cruz, Landim, Mogege, Oliveira Santa Maria, Vermoim e as Uniões de Freguesia de Gondifelos, Cavalões e Outiz, e de Esmeriz e Cabeçudos.
Na última reunião do executivo municipal, que teve lugar no dia 22 de fevereiro, foi aprovado o apoio à construção de mais duas estruturas para a instalação de uma caixa multibanco, desta vez nas freguesias de Requião e Vermoim, num investimento municipal na ordem dos 30 mil euros.
“A cultura é essencial para que Portugal cresça como comunidade inteira, mais consciente de si, dos seus e de todos os que abraça e o abraçam”, afirmou José Luís Carneiro, cabeça de lista do PS pelo círculo eleitoral de Braga, em visita à escola de dança em Fafe.
Em comunicado enviado à redação, o PS afirma que “depois do relançamento promovido nas últimas legislaturas, um futuro Governo do Partido Socialista consolidará a trajetória de crescimento do setor cultural, elegendo a cultura como uma das políticas públicas mais contributivas para a coesão social e territorial e para a competitividade internacional do país. Nesse sentido, o PS compromete-se a continuar a reforçar a dotação do setor, reafirmando o objetivo de lhe afetar 1% do Orçamento do Estado, de forma gradual”.
“Importa hoje que a cultura e o desporto, pela sua importância na formação de cidadãos, sejam também progressivamente afirmados e materializados como um direito de todos e, nessa medida, dimensões integrantes das políticas sociais”, referiu José Luís Carneiro.
Na próxima legislatura, o Partido Socialista pretende concluir as intervenções previstas no Plano de Recuperação e Resiliência garantindo a inscrição da cultura no coração dos grandes instrumentos nacionais e regionais de financiamento comunitário, assegurando que o Portugal 2030 inclui avisos específicos para o setor cultural e criativo. Enquanto dimensão do Estado Social, a nossa política cultural assentará no princípio da democratização, visando o envolvimento de todas as pessoas num maior acesso às artes e aos bens culturais, bem como numa mais assídua e consciente participação. Como assentará na valorização dos profissionais do setor, que têm direito a viver melhor, menos sujeitos à intermitência e à precariedade”, continuou o socialista.
José Luís Carneiro defendeu ainda a alocação de recursos “para apoiar todos os territórios, de Norte a Sul, nos grandes centros urbanos como nas cidades de média e pequena dimensão, e ter um especial cuidado para que a oferta cultural alcance as vilas e aldeias dos territórios mais isolados”. A esse propósito, o PS pretende “consolidar a integração das competências das Direções Regionais de Cultura nas CCDR redefinindo o seu papel nesta área”.
No sábado, a cultura vai estar centrada em Celeirós com uma jornada repleta de atividades diversas para todos os públicos, em mais um Descentrar, programa cultural promovido pelo Município de Braga.
A jornada cultural arranca pelas 15:00, com a Hora do Conto “O Dia Em Que o Sol Brilhou” de Catarina Mouta e Cristina Mouta, por Inácia Cruz. O evento, que se insere também nas comemorações dos 50 anos do 25 de abril de 1974, conta a história de José, um menino reguila que vivia na terra do Silêncio, apesar de todos os dias sentir uma vontade de falar e dar a sua opinião. A iniciativa é de entrada livre, mas com inscrição obrigatória aqui.
Pelas 17:00 começa o espetáculo de novo circo “Monsieur O” de Sylvain Julien. O Sr. O é um homem pequeno com muita energia que, para superar a solidão, cria o seu próprio mundo com os seus hula hoops vermelhos
A partir das 19:00, a Junta de Freguesia de Celeirós acolhe o concerto “A Sul”, um projeto musical concebido por Cláudia Sul, também compositora e produtora das canções que integram a sua obra. A SUL pretende estimular a memória dos seus ouvintes, no sentido de mergulharem nas suas próprias origens, como forma simbólica de uma aproximação e introspeção sobre o espaço íntimo e profundo de cada indivíduo. Será um concerto a solo, à guitarra, e intimista.
Na última época desportiva, o Futebol Profissional Português aumentou o seu volume de negócios e a sua contribuição para o Produto Interno Bruto (PIB), tendo gerado mais de 650 milhões de euros.
Os dados foram divulgados na 7.ª edição do Anuário do Futebol Profissional Português, que mostrou o impacto económico, cultural e social da indústria do futebol no país. A Liga e as 34 SAD analisadas registaram um volume de negócios superior a 987 milhões de euros, mais 74 milhões do que em 2021-22.
Esta afirmação do crescimento do Futebol Profissional em Portugal permitiu também alcançar uma contribuição recorde de 667 milhões para o PIB, um aumento de 8% em relação à época anterior e que equivale a 0,26% da atual riqueza nacional.
“Depois de ultrapassar as contingências provocadas pela pandemia de Covid-19, a indústria do Futebol português reergueu-se, expandiu-se e, hoje mais do que nunca, assume-se de forma cada vez mais sustentada como uma das indústrias de maior relevância a nível nacional e com um papel preponderante na promoção do País no estrangeiro. A Liga Portugal defende por isso mesmo que chegou o momento de vermos finalmente reconhecido o papel deste setor no tecido económico e social português, garantindo ao Futebol Profissional as mesmas condições que são dadas a outras indústrias nacionais e àqueles com quem temos de competir a nível internacional”, afirma Pedro Proença, Presidente da Liga Portugal.
Por sua vez, Miguel Farinha, Country Managing Partner da EY Portugal, Angola e Moçambique, falou que “o impacto direto do Futebol Profissional português na Economia nacional, desde o contínuo aumento da sua contribuição para o PIB e receitas fiscais do Estado à dinamização de uma atividade geradora de emprego, tem como pilar os progressos significativos gerados pela Liga Portugal nos últimos anos, que responderam eficientemente aos desafios do setor”.
O mais recente Anuário mostra ainda que a Liga Portugal e as Sociedades Desportivas da Liga Portugal Betclic e da Liga Portugal SABSEG foram diretamente responsáveis por 3504 postos de trabalho. As 18 Sociedades Desportivas da Liga Portugal Betclic representam cerca de 76% do emprego no Futebol Profissional em Portugal, empregando um total de 2682 pessoas, das quais 930 são jogadores, 257 treinadores e 1473 funcionários afetos às áreas de suporte, gestão e administração.
No seu conjunto, os salários da Liga Portugal e das Sociedades Desportivas da Liga Portugal Betclic e da Liga Portugal SABSEG ascenderam a 364 milhões de euros, ocupando os jogadores o topo da tabela remuneratória, com um total agregado de ambas as competições de 269 milhões.
A tendência de evolução crescente do Futebol Profissional verificou-se também nas contribuições para os cofres do Estado em 2022-23. De acordo com o relatório da EY e da Liga Portugal, a indústria gerou 228 milhões de euros em impostos, mais 6% do que na temporada anterior.
A Liga Portugal Betclic é responsável por 91% do impacto fiscal apurado, o que corresponde a uma contribuição de cerca de 208 milhões. O pagamento de IRS e as contribuições para a Segurança Social fixaram-se nos 178 milhões, constituindo 78% do total dos contributos fiscais.
Póvoa de Lanhoso vai marcar presença na BTL – Bolsa de Turismo de Lisboa para promover a filigrana, os produtos locais como a doçaria, os vinhos, os licores, as compotas e as unidades de restauração e alojamento.
Ao vivo irá estar um artesão a trabalhar a filigrana e, disponíveis para provas, estarão as rochas do pilar, os charutos, as cavacas e as compotas, bem como vinhos e licores, representando as doceiras, os artesãos e os produtores locais.
A marca Póvoa de Lanhoso será também mostrada através da promoção que será feita ao Castelo de Lanhoso e à Maria da Fonte, com os vídeos e as brochuras promocionais.
A Bolsa de Turismo de Lisboa poderá ser visitada entre os dias 28 de fevereiro e 3 de março.
A recolha de alimentos, medicamentos, assim como todo o tipo de aquecimentos, decorre na Feira da Agro, de 21 a 24 de março, no Altice Forum Braga. A caminhada solidária irá decorrer no dia 23 de março, às 15:00, a partir da Sé Catedral até à Feira da Agro. A participação é gratuita e poderá ainda entrar na Feira sem bilhete.
“A campanha ‘Ama a Ucrânia’ está em marcha com uma iniciativa de peso. A recolha de alimentos, medicamentos e aquecimentos no decorrer da Agro de 21 a 24 de março. Muito obrigado à InvestBraga. Colocamos aquecimento e não agasalhos, porque neste campo vamos incluir tudo o que permita aquecer as pessoas e as suas casas: casacos ,roupas interiores térmicas, salamandras, aquecedores”, disse Abraão Veloso, presidente da Direção da UPE – Associação Centro Social e Cultural Luso-Ucraniano.
O Centro Recreativo e Cultural de Briteiros, Guimarães, foi o anfitrião do Torneio de Abertura da temporada de 2024 da Associação de Petanca da Zona Norte, arbitrado por José Fernandes.
A prova, disputada no domingo, contou com a presença de 111 atletas, quatro dos quais femininos, distribuídos por 37 equipas em representação dos nove clubes filiados na APZN: Associação Bússola Partilhada, Associação Desportiva e Cultural de Novais, Casa do Pessoal da RTP-Porto, Centro Recreativo e Cultural de Briteiros, Clube Amigos da Petanca, Clube Caçadores de Rebordosa, Clube Petanca de Estorãos, Clube da Petanca de Rebordosa e Clube de Petanca das Taipas.
Bruno Moreira, Paulo Bessa e Márcio Araújo, do Clube Caçadores de Rebordosa, venceram a competição principal, enquanto que a secundária foi ganha por Avelino Fernandes, Max Rodrigues e Bruno Hénisse, do Centro Recreativo e Cultural de Briteiros.
Segue-se, no próximo domingo, a eliminatória de mão a mão, em casa do Clube da Petanca de Rebordosa, Paredes.
Classificações
Campeonato
1.º Bruno Moreira, Paulo Bessa e Márcio Araújo (Clube Caçadores de Rebordosa)
2.º Joaquim Ferreira, Manuel Oliveira e António Meira (Clube Amigos da Petanca)
3.ºFaustino Santos, Nuno Pacheco e El Ghazi Abderrazzak (Clube da Petanca de Rebordosa)
4.º Nathalie Ruz, Mário Ribeiro e Vítor Marques (Centro Recreativo e Cultural de Briteiros, Guimarães)
Consolação
1.º Avelino Fernandes, Max Rodrigues e Bruno Hénisse (Centro Recreativo e Cultural de Briteiros)
2.º Carlos Ferreira, Fernando Sousae Paulo Branco (Clube Caçadores de Rebordosa)
3.º Antero Conceição, Manuel Pereira e António Costa (Associação Bússola Partilhada)
4.° Armandino Marques, António Ribeiro e Paulo Marques (Clube Amigos da Petanca)
Cristina Gouveia é a primeira diplomada no âmbito do consórcio UNISF – Universidades sem Fronteiras, formado pelas seis universidades públicas do Norte de Portugal e da Galiza. A barcelense de 23 anos acaba de defender a sua dissertação no mestrado em Direito Transnacional da Empresa e das Tecnologias Digitais, na Escola de Direito da Universidade do Minho, em Braga, com o tema “Responsabilidade civil do produtor na inteligência artificial”.
“Licenciei-me em Direito na UMinho e, quando anunciaram esta formação fora da caixa, fez todo o sentido para mim”, disse. “Estou muito contente por acabar o mestrado e, também, pelo privilégio de estar nesta iniciativa inovadora, com um corpo docente amplo, aulas muito interativas e temas a olhar para bem longe, como inteligência artificial, blockchain e mercados em linha, de certeza vai abrir-me portas sem precedentes”, realçou.
Na sua dissertação, aprovada com 19 valores, mostrou que a legislação tem dificuldades em acompanhar a célere evolução e mutação da realidade digital, sendo urgente adequar e reforçar essa aposta a nível jurídico. No júri da sua prova estiveram os professores Anabela Gonçalves, Isa Meireles (ambas da UMinho) e Luís Miguez Macho (Universidade Santiago de Compostela).
Quatro pós-graduações pioneiras
O consórcio UNISF une as universidades do Minho (líder), Porto, Trás-os-Montes e Alto Douro, Corunha, Santiago de Compostela e Vigo, a par da Fundação Centro de Estudos Euro-Regionais. O projeto permitiu àquelas academias lançarem quatro pós-graduações pioneiras a nível cooperativo, transfronteiriço e multidisciplinar, envolvendo mais de uma centena de alunos.
Em concreto, foram criados os mestrados em Desafios das Cidades e em Direito Transnacional da Empresa e Tecnologias Digitais, além dos doutoramentos em Matemática e Aplicações e em Ciências Sociais e Envelhecimento. Foram também dinamizadas ações conjuntas e estreitadas ligações a nível formativo, pedagógico, científico e digital. O investimento global rondou os 1.99 milhões de euros, sendo 1.49 milhões dos programas comunitários Interreg, POCTEP e FEDER. O portal oficial é www.universidadesemfronteiras.eu .