É em “Terras de Camilo”, em Seide, Vila Nova de Famalicão, que se vai voltar a viver a ‘magia’ do teatro amador. De 2 de março a 27 de abril, o auditório do Centro de Estudos Camilianos volta a ‘dar palco’ ao teatro amador nacional no XVII Festival de Teatro Amador “Terras de Camilo”.
A Famalicão chegam propostas de grupos de teatro amador de todo o país – Barcelos, Idanha-a-Nova, Maia, Viseu, Vila Nova de Gaia e Valongo –, para além dos espetáculos protagonizados pela ‘prata da casa’.
Todos os espetáculos têm entrada livre, sujeita a lotação do espaço, e início pelas 21:30.
O festival, organizado pelo Município de Vila Nova de Famalicão em parceria com o GRUTACA – Grupo de Teatro Amador Camiliano, arranca no sábado, dia 2 de março, com a peça “A Furgoneta”, pelo Teatro de Balugas (Barcelos), que vai dar a conhecer a história de Romão e do irmão que decidem reformar o negócio do pai, adotando um novo negócio: uma furgoneta que vende tudo e mais alguma coisa.
Segue-se a peça “O Casamento”, pela Escola Dramática e Musical de Milheirós (Maia), no dia 9 de março, depois “A Beata da Sogra”, pelo Grupo de Teatro Aldeia Verde de Lazarim (Viseu), no dia 16, e “Sozinha”, protagonizada pela atriz famalicense, Elsa Pinho, no sábado, 23.
O Dia Mundial do Teatro, comemorado a 21 de março, será marcado com iniciativas como a apresentação do espetáculo infantojuvenil, “O Rei Que Comia Histórias”, pela Pandora Teatro (Vila Nova de Gaia), no dia 27 de março, pelas 15:00, bem como a oficina de teatro “Abril e a Liberdade – Da Escrita Criativa à Encenação de um Conto”, orientada por Ana Azevedo, com sessões de 27 de março a 25 de abril e inscrição gratuita e obrigatória.
Já em abril, está prevista a inauguração da exposição “O Palco das Marionetas”, no dia 5, pelas 18:00, que ficará patente na Casa do Caseiro da Casa-Museu de Camilo Castelo Branco até dia 28 de abril, com entrada livre.
A programação teatral prossegue no dia 6 de abril, com o espetáculo “Até Que a Boda Nos Separe”, pelo Grupo Dramático e Recreativo da Retorta (Valongo), seguindo-se, no dia 13, a peça de teatro “O Anexo”, pela Ajidanha – Associação de Juventude, de Idanha-a-Nova.
Na semana seguinte, a 20 de abril, será a vez do NUTEACV – Núcleo de Teatro da Associação Cultural de Vermoim, grupo de teatro amador famalicense, levar a cena o espetáculo “Bons Olhos o Vejam”, no auditório do Centro de Estudos Camilianos.
O XVII Festival de Teatro Amador “Terras de Camilo” encerra com uma performance protagonizada pelo GRUTACA, no dia 27 de abril, que apresentará o espetáculo “O Lobisomem”.
Toda a programação do festival de teatro amador pode ser consultada no portal da autarquia aqui.
O Human Power Hub – Centro de Inovação Social de Braga assinalou hoje o seu quarto aniversário.
Desde a sua fundação, o Human Power Hub promove o empreendedorismo e a inovação social. “Desde 2019, o Human Power Hub desenvolveu 75 iniciativas de impacto de empreendedorismo social que passaram por diversas fases e 67% destas iniciativas estão atualmente perfeitamente enraizadas na comunidade e estão no mercado a gerar valor, dando resposta a problemas e desafios socias nas mais diversas áreas”, explicou Carlos Videira, administrador executivo da BragaHabit, empresa municipal que tutela o Human Power Hub, destacando que seis projetos estão em fase de internacionalização.
Segundo o responsável, este é “um balanço muito positivo e que abre novas perspetivas para candidaturas ao novo quadro comunitário. Queremos medir o impacto daquilo que fazemos e saber a quantas pessoas estamos a chegar e a diferença que estamos a fazer na vida dos cidadãos. Nesse sentido é importante reforçar a ligação ao mundo do conhecimento e, com isso, atrair mais projetos de inovação social”.
Na cerimónia, que decorreu no gnration, o presidente da Câmara Municipal de Braga manifestou “orgulho” neste projeto e destacou “a forma como o Human Power Hub foi sendo desenvolvido ao longo dos anos, envolvendo muitas instituições da rede social e de investidores que conseguiram estimular o impacto dos projetos e ideias de negócio que foram surgindo”.
Ricardo Rio salientou “a criação de condições para o desenvolvimento de muitas iniciativas de empreendedorismo social com impacto no território”. “Algumas destas iniciativas têm ajudado a mudar o rosto da Cidade de Braga”, enalteceu o autarca.
O Human Power Hub é uma estrutura dedicada ao fortalecimento da comunidade através da capacitação, incubação de ideias e promoção da responsabilidade social corporativa. Desde a sua fundação, apoiou 75 iniciativas de impacto de empreendedorismo social, conta com 26 projetos pioneiros, 36 iniciativas em fase de incubação, 13 no ecossistema Scaling aos quais se juntam sete que transitaram da fase de incubação, com mais de 90 empreendedores envolvidos.
“Superfícies” é o nome da mais recente exposição patente na galeria municipal de Famalicão, da autoria de Pedro Chorão. O trabalho do artista conimbricense pode ser visitado até 18 de maio, no espaço cultural famalicense. A entrada é livre.
Quem entrar na galeria municipal encontra uma seleção de pinturas e obras fotográficas de Pedro Chorão, realizadas ao abrigo de uma bolsa da Fundação Calouste Gulbenkian nos anos 1987/88/89, na Região do Alentejo, “obras que resultam de um percurso muito minucioso e atento onde cada detalhe, cada fragmento, cada pormenor de luz, cada textura se tornou propósito de atenção e resultou numa fotografia. Estas imagens detêm uma composição lúcida e uma perceção diferenciada”, como refere o curador da galeria de arte contemporânea, António Gonçalves.
Segundo o curador da galeria famalicense, Pedro Chorão “tem desenvolvido um percurso de trabalho amplo e feito de uma sensibilidade muito apurada que resulta em obras portadoras de um sentido estético cuidado e de aprimorada sabedoria”, algo que está, agora, vertido em “Superfícies”.
Pedro Chorão nasceu em Coimbra, em 1945, tendo estudado em Liverpool e em Paris, e tornando-se mestre em Pintura pela Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa. Desde 1972, o artista já realizou mais de 150 exposições, em Portugal e no estrangeiro, e no seu currículo constam prémios nacionais (III Exposição de Belas Artes, Fundação Gulbenkian, 1987; Bicentenário do Ministério das Finanças, 1988; Bienal de Lagos, 1990) e internacionais (AICA – Association Internationalle des Critiques d’Art). O trabalho do artista conimbricense está representado nas principais coleções e museus nacionais de Lisboa e do Porto.
A exposição “Superfícies” pode ser visitada de terça a sexta-feira, das 10:00 às 17:30, e aos fins de semana, das 14:30 às 17:30, na galeria municipal Ala da Frente, situada no edifício do Museu Bernardino Machado, em Famalicão.
Realizou-se hoje o lançamento da primeira pedra para a construção das “Casas d Aldeia”, um projeto de Residências de Autonomização e Inclusão em Barcelos, promovido pelo Centro Social Vale do Homem.
A cerimónia contou a presença do presidente da Câmara de Barcelos, Mário Constantino Lopes, da secretária de Estado da Inclusão, Ana Sofia Antunes, e de Jorge Pereira, presidente do Centro Social Vale do Homem.
O projeto “Casas da Aldeia”, que vai nascer na União de Freguesias de Alvito São Pedro, São Martinho e Couto, consta da construção de residências com capacidade para 27 pessoas, e assenta no conceito “cohousing”, um modelo sustentável de habitações colaborativas. Estes equipamentos terão um custo de 1,15 milhões de euros, montante financiado pelo Plano de Resiliência e Recuperação. Prevê-se que a empreitada de construção das Casas do Minho fique concluída em finais de 2025.
Para Ana Sofia Antunes, “a concretização deste projeto só é possível graças à mobilização do Centro Social Vale do Homem é à generosidade dos beneméritos este projeto. Em conjunto com o financiamento que foi possível mobilizar do PRR e o investimento da componente privada do Vale do Homem foi possível fazer nascer estas respostas diferenciadoras e inovadoras”.
Por seu lado, Mário Constantino sublinhou “a importância deste empreendimento para Barcelos e para toda a região”, mostrando a sua satisfação “por ver no nosso território mais uma resposta da sociedade às necessidades da população. Este novo conceito vem trazer uma nova dinâmica e estou certo de que fará caminho na integração das pessoas numa idade em que mais necessitam, possibilitando-lhes a oportunidade de conviver, participar e de se envolverem em comunidade”.
Para Jorge Pereira, este “é um projeto inovador e único a nascer em Barcelos, e vai fazer a diferença porque será o primeiro a dar respostas de Residências de Autonomização e Inclusão no concelho”.
Além de Barcelos, o Centro Social Vale do Homem está a construir edifícios em Vila Verde e Braga, com quatro novas respostas sociais com respostas para 150 novos utentes, num investimento total de mais de 8 milhões de euros, que permitirá criar nos 50 empregos.
O SC Braga joga, esta quinta-feira, em Baku, frente ao Qarabag, em jogo referente à segunda mão do play-off da Liga Europa. Na antevisão, Artur Jorge afirmou que a equipa está determinada em vencer o adversário para passar à fase seguinte.
“O contexto mostra-nos uma missão difícil, tendo em conta o resultado da primeira mão, mas estamos extremamente motivados e determinados em inverter esta eliminatória, ganhar o jogo e carimbar a passagem à próxima fase”, disse o treinador.
Artur Jorge frisou que a equipa vai dar tudo para ser equilibrada e expor o seu potencial. “Queremos seguir em frente, mas para isso temos de ser uma equipa agressiva, concentrada e competente para estar na luta pela eliminatória até ao final”, sublinhou o técnico.
Esposende vai estar sob aviso laranja por causa da agitação marítima, segundo o Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA).
Esta quinta-feira, a partir das 12:00, o IPMA emitiu um aviso amarelo, esperando-se ondas com 4 a 5 metros. O aviso irá agravar para laranja a partir das 18:00 de sexta-feira prevendo-se ondas com 5 a 7 metros, podendo atingir 12 metros de altura máxima.
A RS Ballroom Team, escola de dança de Braga, esteve em destaque no Campeonato Nacional de Dança Desportiva, que decorreu no fim de semana, no Seixal. A escola bracarense esteve representada por sete pares nas vertentes Latinas e Standard, numa competição que contou com a participação de mais de 400 atletas.
Na categoria Juvenis I, Francisco Miranda e Beatriz Sousa obtiveram o primeiro lugar (campeões nacionais) e Jorge Ribeiro e Margarida Macedoarrecadou conquistaram a medalha de bronze. Na categoria Juvenis II Iniciados, o par Vicente Mota & Alice Almeida sagrou-se campeão nacional.
Na categoria Júnior II Open, o par Guilherme Dias e Joana Ferreira obteve a medalha de ouro (campeões nacionais) e o par Diogo Cracel e Daniela Santos venceu a medalha de bronze. Nesta mesma categoria, o par Dinis Rocha (Apolo Famalicão) e Kateryna Chepeliuk (RS Ballroom Team) arrecadou o segundo lugar deste pódio.
No escalão Juventude, o par Ezequiel Silva e Sofia Machado obteve a classificação do terceiro lugar em pré-Open e quinto lugar em Open.
Nos mais velhos, o par Filipe Veiga e Joana Teles, competindo em Adultos Intermédios, também se sagrou campeão nacional.
Ricardo Silva, treinador e diretor técnico da RS Ballroom Team, disse que “estes resultados são fruto de um trabalho sustentado desenvolvido ao longo dos últimos meses, que culminou nesta prova com uma enorme satisfação para todos os atletas envolvidos”.
O responsável salientou e valorizou o empenho e apoio das famílias dos atletas, “essencial nesta que é uma modalidade em franca recuperação no período pós-pandemia”.
Olga Pereira e Altino Bessa, vereadores da Câmara Municipal de Braga, visitaram hoje as obras de regularização e renaturalização da ribeira de Castro e do rio Torto, junto ao Estádio Municipal.
A intervenção, cuja primeira fase já está concluída, vai permitir a criação de um corredor verde e uma ciclovia.
A fase em curso, orçada em cerca 2,3 milhões de euros com uma comparticipação da Agência Portuguesa do Ambiente de 450 mil euros, tem uma extensão de dois quilómetros e inclui o alargamento das margens do rio, a criação de bacias de retenção e pequenos açudes.
“O nosso objetivo é aumentar o nível da fauna e flora existente nesta ribeira de Castro e também no rio Torto”, adiantou o vereador do Ambiente, Altino Bessa, no final da visita, que contou também com a presença do vice-presidente da Agência Portuguesa do Ambiente, Pimenta Machado. Segundo Altino Bessa, “a obra vai ainda contribuir para resolver o problema das cheias na reta do Feital”, devendo estar concluída no verão.
Já Pimenta Machado adiantou que a intervenção “vai permitir mitigar os efeitos das alterações climáticas”. “Ao recuperar as margens e melhorar as condições de escoamento, estamos a preparar-nos para responder melhor a eventos extremos que serão cada vez mais frequentes”, disse aquele responsável, destacando a adoção de soluções de base natural, como a plantação de árvores.