No sorteio do Euromilhões desta terça-feira saíram os números 16 – 20 – 25 – 30 – 38 e as estrelas 6 e 8.
Em jogo está um jackpot de 50 milhões de euros.
Mais informações, consulte o site dos Jogos Santa Casa.
No sorteio do Euromilhões desta terça-feira saíram os números 16 – 20 – 25 – 30 – 38 e as estrelas 6 e 8.
Em jogo está um jackpot de 50 milhões de euros.
Mais informações, consulte o site dos Jogos Santa Casa.
Os moradores da Rua da Boavista, na freguesia da Sé, em Braga, pedem a retirada dos contentores de lixo frente às suas habitações.
Os habitantes daquela rua queixam-se do cheiro nauseabundo que os impede de abrir as janelas de suas casas, reclamando também que os contentores não são higienizados.
Ricardo Boa, morador na Rua da Boavista, já reportou a situação à Câmara Municipal de Braga e à Agere. “Isto é um problema de saúde pública e a nossa indignação já foi partilhada com o Município de Braga e Agere, mas nada foi feito. O cheiro destes contentores impede a população, maioritariamente sénior, de abrir as janelas para arejar as casas. As habitações são o local onde esta população passa a maioria do tempo e, por isso, deveriam ser espaços livres para, no mínimo, permitir abrir as janelas, mas o cheiro e os insetos não o permitem. Até pombos morrem junto aos contentores com a falta de higiene”, denunciou.
O habitante lamenta também que as lavagens dos contentores não são devidamente efetuadas. “Na altura em que os contentores foram apresentados à população, também foi prometido as lavagens dos mesmos, mas regra geral, a única água que os contentores apanham é da chuva. Porque é que em determinados sítios os contentores foram enterrados e em outros lados estão ao nível da estrada?”, questionou Ricardo Boa.
A Braga TV tentou contactar a Agere, mas até à publicação deste artigo não obteve resposta.
Cerca de 150 alunos da Escola Secundária Sá de Miranda participaram em mais uma edição do “Nós propomos – Cidadania, Sustentabilidade e Inovação na Educação Geográfica”, um projeto que desafia os alunos a contribuir para o futuro das cidades.
Promovido pelo Instituto de Geografia e Ordenamento do Território da Universidade de Lisboa, com o apoio do Município de Braga, o projeto contou com a participação das turmas 11º4, 11º 5, 11º6, 11º7, 11º8 e 11º10 da Escola Sá de Miranda e da turma do 5ºE da Escola EB2/3 de Palmeira.
Os alunos bracarenses receberam diversas menções honrosas e conquistaram um terceiro lugar na vertente de vídeo. Já a EB2,3 de Palmeira, pertencente ao Agrupamento de Escolas Sá de Miranda, conquistou o Prémio Nacional Pequenos Grandes Cidadãos.
Para Miguel Bandeira, vereador do Urbanismo do Município de Braga, este projeto contribui para estimular a interação entre os decisores políticos, os técnicos e os cidadãos mais jovens. “Queremos um futuro cada vez mais participado através da manifestação da opinião dos jovens sobre as opções mais importantes para o nosso território”, considera Miguel Bandeira.
Desde 2013, este projeto já envolveu cerca de 1.000 jovens bracarenses.
O projeto “Nós Propomos! Cidadania, Sustentabilidade e Inovação na Educação Geográfica” é promovido pelo Instituto de Geografia e Ordenamento de Território da Universidade de Lisboa/IGOT e pela ESRI Portugal, com o apoio da Agência Nacional para a Cultura Científica e Tecnológica/Ciência Viva.
O PAN vai levar a debate na Assembleia da República, na próxima quinta-feira, 17 de setembro, um projeto de lei que visa criar uma unidade especial de salvação e resgate animal.
Com a presente iniciativa, o PAN pretende assegurar a existência de uma força de resgate, socorro e assistência a animais em áreas afetadas por acidente grave ou catástrofe, cuja composição e organização interna deverá integrar licenciados em Medicina Veterinária, licenciados em Engenharia Zootécnica e licenciados em enfermagem veterinária, assim como outros especialistas que se considerem pertinentes para o efeito.
Esta iniciativa tem ainda o objetivo de proceder à reformulação da estrutura da Proteção Civil, com a respetiva integração de médicos-veterinários municipais e ou ao serviço do município como agentes de Proteção Civil, criando para tal equipas de salvação e resgate animal que permitam uma resposta em tempo útil.
O PAN pretende ainda incluir, nos planos de emergência de Proteção Civil, orientações aplicáveis ao resgate, socorro e assistência de animais.
Um homem de 50 anos foi detido, esta segunda-feira à noite, em Braga, por agredir a mulher com vários socos na cara.
De acordo com a PSP, o agressor agredia a mulher na presença dos filhos menores, tendo a filha mais nova sofrido um corte no pé, provocado pela queda de um vaso por parte do suspeito.
O homem foi detido e presente hoje ao Tribunal Judicial de Braga.
Um carro foi roubado, na madrugada desta terça-feira, à porta de casa, na zona da Amarela, na freguesia de Ferreiros, em Braga.
A mãe da proprietária da viatura deu falta do carro e alertou de imediato as autoridades. “Às 5h00 da manhã desta terça-feira, a minha mãe deu falta do carro ao sair para trabalhar. Fiz participação às autoridades na hora. Durante a noite não dei conta de nenhum barulho”, disse Andreia Ferreira, proprietária do veículo roubado.
O carro é um Citroen C4, com a matrícula 04-UC-89. Apela-se a quem obtiver informações para alertar as autoridades.
Numa altura em que o país regressa ao Estado de Contingência, o Portal da Queixa revela um estudo analítico sobre as reclamações dos portugueses dirigidas ao setor da Saúde.
Desde o início da pandemia, em março, até ao final do Estado de Alerta, 14 de setembro, a maior rede social de consumidores de Portugal recebeu mais de três mil reclamações (3012), um aumento de 77%, face ao mesmo período no ano passado (1703). O setor privado regista 58% do total de reclamações (1734), e o setor público regista 42% (1278 queixas).
De acordo com o estudo desenvolvido pela equipa do Portal da Queixa, as farmácias, os hospitais públicos, os centros de saúde o os hospitais privados são as entidades maior alvo das reclamações, com destaque para as farmácias que, comparativamente com o período homólogo, registaram o maior crescimento do número de queixas, uma subida de 284%.
Setor público: da dificuldade de marcação de consulta ao mau atendimento
Relativamente às farmácias, no início da pandemia, verificou-se que o principal problema reportado foi a venda de máscaras (58%), devido ao enorme tempo de espera e escassez do produto, seguindo-se o exponencial aumento dos preços praticados do álcool gel desinfetante, que geraram 37% das queixas.
Os centros de saúde registaram como principal motivo de reclamação a dificuldade de contacto para a marcação de consultas (56% das queixas).
No topo das insatisfações dirigidas aos hospitais públicos, o mau atendimento e o serviço prestado representaram 21% das reclamações dos consumidores.
A nível geográfico, o Portal da Queixa identificou que os distritos em que os portugueses mais reclamaram do setor público de Saúde foram: Lisboa, Porto e Setúbal.
Ainda na análise ao setor público o estudo revela que, no que diz respeito ao perfil do consumidor que reclamou, o género feminino lidera a maioria das queixas reportadas (59%) e o género masculino (41%). A faixa etária dos portugueses que mais reclamaram situa-se entre os 25 e os 54 anos de idade (74%).
Setor privado: faturação errada, taxas de kits de proteção e mau atendimento
A análise do Portal da Queixa ao setor privado de Saúde permitiu identificar que o principal problema relatado pelos consumidores no que se refere a hospitais e clínicas privadas, está relacionado com a faturação errada de valores indevidos (43%). Também a cobrança de taxas de kits de proteção Covid-19 foi motivo de 23% das reclamações geradas, e o alegado mau atendimento foi responsável por 12%.
No que se refere às queixas dirigidas aos laboratórios de análises clínicas, 27% estão relacionadas com os rastreio à Covid-19.
A nível geográfico, o Portal da Queixa identificou que os distritos em que os portugueses mais reclamaram do setor privado de Saúde foram: Lisboa, Porto, Braga e Setúbal.
No que diz respeito ao perfil do consumidor que mais reclamou contra o setor privado de Saúde, as mulheres mantêm-se na linha da frente com distinção (63% das queixas) e os homens apenas 36%. Nas reclamações por faixa etária dos portugueses, a maioria situa-se também entre os 25 e os 54 anos de idade (76% das queixas).
Portugueses descontentes com o setor da Saúde
Segundo revela a análise do Portal da Queixa, em ambos os setores – público e privado -, a média da avaliação dos portugueses ao serviço prestado é de 4 em 10.
Na opinião de Pedro Lourenço, CEO do Portal da Queixa e fundador da Consumers Trust, “o Serviço Nacional de Saúde continua a registar taxas de insatisfação muito elevadas de ano para ano, não demonstrando melhorias contínuas no serviço prestado. Enquanto que, verificámos indicadores de redução do número de reclamações através dos canais do estado, nomeadamente no Livro Amarelo e de Reclamações, que induzem em erro na interpretação do atual estado do setor, no Portal da Queixa este crescimento é demais evidente, demostrando não só que os utentes do SNS estão descontentes com o serviço prestado, como também pela desacreditação no regulador, que manifestamente não traduz confiança na resolução dos problemas apresentados.
De acordo com o CEO, “este comportamento já é transversal a quase todos os setores, na medida em que os portugueses já perceberam que a partilha pública dos problemas que encontram na prestação dos serviços públicos, traduz melhores resultados através da visibilidade pública, que permite uma avaliação mais transparente e coerente com a realidade, sem filtros políticos e económicos. Por outro lado, o serviço privado de saúde continua a não ser uma alternativa viável para a maioria das famílias portuguesas, onde a cobrança de valores exagerados na faturação pós-prestação do serviço, afastam os potenciais clientes do setor, obrigando-os a sacrificarem-se na espera de consulta através do SNS”.
O país regista hoje 1.875 mortos por Covid-19, 65.021 casos positivos e 44.362 recuperados, segundo o boletim epidemiológico da Direção-Geral da Saúde. Nas últimas 24 horas morreram 4 pessoas, foram detetados 425 novos infetados e 177 casos de recuperação.
O boletim indica que dois óbitos foram registados na região Norte, um em Lisboa e Vale do Tejo e outro no Algarve.
A região de Lisboa e Vale do Tejo concentra o maior número de casos detetados, com 227 dos 425 novos infetados. Há 117 casos confirmados no Norte, 51 no Centro, 15 no Algarve, 14 no Alentejo e 1 nos Açores.
Atualmente há 18.784 os casos de infeção ativa, mais 244 face a ontem, e 36.955 pessoas encontram-se em vigilância pelas autoridades de saúde.
O número de internados voltou a subir para 478, mais 21 em 24 horas, e há 59 pessoas em cuidados intensivos, menos dois em relação a esta segunda-feira.
O Instituto Confúcio da Universidade do Minho tem abertas as inscrições para os cursos livres de Chinês Turístico e Comercial e de Língua e Cultura Chinesas.
O primeiro arranca a 17 de outubro e decorre até junho de 2021, ao sábado de manhã, no campus de Gualtar, em Braga. O segundo arranca na mesma semana e com duas opções: à segunda e quarta-feira, às 18h30-20h00, no campus de Gualtar; ou à terça e quinta-feira, à mesma hora, no campus de Azurém, em Guimarães.
Chinês Turístico e Comercial é oferecido nos níveis básico, intermédio e avançado. O nível básico permite o conhecimento geral da língua chinesa e de como esta difere da escrita alfabética. As aulas incluem ferramentas audiovisuais, inclusive para estudo pessoal. O aluno vai poder dominar vocabulário e expressões para comunicações comuns e habituar-se à escrita e leitura ideográfica.
No final, terá um certificado de participação, ficando apto para o Exame Oficial de Língua Chinesa (HSK), nível I, o único que reconhece o nível de Chinês em qualquer parte do mundo. Já nos outros níveis do curso desenvolve-se a expressão oral e escrita, a compreensão auditiva e textual e o conhecimento e a sensibilidade culturais, em particular para o turismo e comércio, garantindo também preparação para os níveis seguintes do Exame HSK.
O curso livre de Língua e Cultura Chinesas é oferecido nos níveis básico e intermédio e tem um contexto similar, embora proporcionando unidades culturais sobre o quotidiano, os ambientes profissionais, a geografia, a história e a cultura chinesas, essenciais para vencer barreiras comunicacionais interculturais.
A Junta de Freguesia de São Victor, em Braga, associou-se à iniciativa “Desafio Dourado” para homenagear as crianças doentes oncológicas no mês de setembro, mês de sensibilização para o cancro pediátrico.
As funcionárias das Atividades de Animação e Apoio à Família (AAAF), quer das Enguardas, quer do Bairro da Alegria, usarão, durante o mês de setembro, o laço amarelo, símbolo do “Setembro Dourado” e da causa associada, com o objetivo de transmitir boa energia e esperança no futuro.
“A par de todas as crianças, lembramos todos os pais, mães e demais agentes educadores e familiares que são postos à prova perante a doença oncológica, desejando que a força e o amor estejam sempre presentes nos seus corações. Porque acreditamos, usamos o laço amarelo em sinal de esperança a todas as crianças, destacando as nossas AAAF”, referiu o Executivo local, acreditando que “as doenças oncológicas não nos podem deixar indiferentes e quando se trata de crianças, temos de saber enviar esforços pra ajudar”.
A associação “Acreditar” e a Associação de Pais e Amigos de Crianças com Cancro sugerem que a sociedade se mobilize em torno deste tema tão importante e tão pertinente.