Várias Juntas de Freguesia de Braga estão a apelar à população para ajudar o setor da restauração para fazer face à crise financeira provocada pela pandemia da Covid-19.
Com o objetivo de apoiar a economia local, este apelo pretende também assegurar os postos de trabalho e permitir que os pequenos empresários mantêm as suas portas abertas nestas freguesias.
A Junta de Freguesia de Lamas está a apoiar a Casa Livita, a Tasquinha da Laurinha e a Pastelaria Serração, incentivo que foi partilhado pela Autarquia local na sua página oficial.
A União de Freguesias de Cabreiros e Passos São Julião partilhou diversas opções de restaurantes como a Casa Gil Eventos, Café Centro-Restaurante, o Antíqua, Soares dos Leitões, ABC dos Grelhados e a Madame Banana.
A Junta de Freguesia de São Victor juntou-se a esta causa, incentivando também a comunidade a consumir nos cafés desta freguesia.
A carta de condução e os documentos do carro vão passar para formato digital. O Governo vai alterar o Código da Estrada com a implementação de multas pesadas para quem usar o telemóvel ao volante, regras mais apertadas para a circulação de trotinetes eletrónicas e o uso de uma aplicação digital para apresentar a carta de condução aos agentes da autoridade.
A notícia foi avançada esta segunda-feira pelo Jornal de Notícias, que explicou que os condutores vão poder agregar a carta de condução e os documentos do veículo, como o registo de propriedade, o seguro e a ficha de inspeção em formato digital, integrados na aplicação.
Se as autoridades não disponibilizarem de meios eletrónicos para realizar a leitura, o condutor terá cinco dias para apresentar os documentos em papel numa esquadra.
No caso do uso do telemóvel ao volante, será aplicada uma coima que pode variar entre os 250 e os 1.250 euros, e pode custar três pontos na carta de condução.
Os documentos expirados continuam a ser válidos até 31 de março de 2021.
O Banco Alimentar Contra a Fome de Braga recebeu uma menção honrosa na 11.ª edição do Prémio Manuel António da Mota.
Esta distinção pretende premiar “as instituições que se distingam no combate à crise sanitária e às suas consequências nas áreas do combate à pobreza e exclusão social, saúde, educação, emprego, inovação e empreendedorismo social, inclusão digital e tecnológica e apoio à família”.
Os 5 mil euros atribuídos pela Fundação Manuel António da Mota são um apoio para financiar as obras estruturais, a aquisição e a instalação de arcas frigoríficas no armazém do Banco Alimentar Contra a Fome de Braga. Esta infraestrutura terá um impacto significativo na gestão logística das operações do Banco, ao permitir armazenar produtos frescos por períodos mais prolongados, distribuindo-os de forma faseada.
“A falta desta nova valência é sentida desde há muito, já que o aproveitamento de excedentes alimentares, provenientes de produtores, mercados abastecedores e da indústria agroalimentar – e que, de outra forma, seriam desperdiçados – é uma das atividades primordiais do Banco Alimentar de Braga. Em 2020, foram já recuperadas e distribuídas mais de 500 toneladas de potencial desperdício alimentar (534.268 kg)”, refere o Banco Alimentar Contra a Fome de Braga.
Esta vertente, em conjunto com os produtos angariados nas Campanhas de Recolha de Alimentos, permite apoiar pessoas carenciadas em todo o distrito de Braga. Até setembro de 2020 foram apoiadas 32.937 pessoas, com cerca de 1.400 toneladas de alimentos (1.403.000 kg), através de 308 instituições. Nestes números, inclui-se a atividade da Rede de Emergência Alimentar, criada em março para fazer face às dificuldades acrescidas provocadas pela situação de emergência (e confinamento) associada à Covid-19. Esta rede permitiu já apoiar um acréscimo de 1.169 famílias (3.766 pessoas, das quais 1.346 crianças com menos de 10 anos), o que só foi possível com o apoio das instituições, empresas, Câmaras Municipais, Juntas de Freguesia e movimentos espontâneos da sociedade civil que a ela aderiram, com doações e trabalho voluntário.
Em 2020, a atividade de recolha de alimentos nas campanhas foi comprometida por razões de segurança associadas à saúde pública. Esta contingência coloca o desafio de o Banco Alimentar de Braga conseguir angariar pelo menos a mesma quantidade de alimentos que não conseguimos obter por via do aproveitamento de excedentes: leite, arroz, massa, enlatados, óleo, azeite. Para conseguir alcançar este objetivo, vão decorrer, entre 26 de novembro e 13 de dezembro, duas campanhas de recolha: uma online, através do site www.alimentestaideia.pt, e outra nos supermercados, através da doação de vales de alimentos.
O Banco Alimentar Contra a Fome de Braga não parou com a Covid-19, aumentando a atividade com a dinamização da Rede de Emergência Alimentar, que chegou a todo o distrito de Braga. As carências alimentares mantêm-se com potencial de agravamento, por força das consequências económico-sociais da pandemia. Neste cenário, o Banco Alimentar acredita poder continuar a fazer diferença nas vidas de muitas pessoas do distrito de Braga.
“Sentimos este voto de confiança por parte da Fundação Manuel António da Mota, com a atribuição desta menção honrosa, mas gostaríamos de reconhecer o trabalho dos restantes candidatos, bem como o das centenas de instituições, empresas e milhares de voluntários que, por todo o país, nos mais variados setores e das mais variadas formas, contribuem, muitas vezes anonimamente, para melhorar a nossa vida em comunidade”, finalizou o Banco Alimentar de Braga.
Foram encontradas várias tábuas com pregos no Trilho da Encosta do Sol, em Gualtar, Braga, colocando em perigo os caminhantes e animais.
O alerta foi dado na manhã deste domingo nas redes sociais, gerando indignação aos habitantes da freguesia. “Já não bastava o lixo na berma como agora deitaram no meio do trilho madeira com pregos. Este trilho fantástico merece respeito”, denunciou José Sousa.
A Junta de Freguesia de Gualtar já foi informada deste depósito ilegal e João Vieira, presidente desta Autarquia, assegurou que irá contactar as autoridades.
Portugal registou nas 76 mortos por Covid-19 nas últimas 24 horas, 6.035 infetados e 2.549 recuperados, indica o boletim epidemiológico da Direção-Geral da Saúde. Desde o início da pandemia morreram 3.381 pessoas, contabilizaram-se 217.301 casos de infeção e há ao todo 125.066 casos de recuperação.
Segundo o boletim da DGS, foram registadas 44 mortes na região Norte, 19 em Lisboa e Vale do Tejo, 11 no Centro e 2 no Algarve.
Há 4.022 novos casos na região Norte, 1.137 em Lisboa e Vale do Tejo, 713 no Centro, 72 no Alentejo, 58 no Algarve, 26 nos Açores e 7 na Madeira.
O número de casos ativos no país ascendeu para 88.854, mais 3.410 do que no sábado.
Em todo o território nacional há 2.929 pessoas internadas, mais 131 em 24 horas, das quais 415 em unidades de cuidados intensivos, mais 5.
As ruas vazias e o silêncio marcaram o início da tarde deste sábado em Braga com o cumprimento do recolher obrigatório, uma imagem que já não se via desde a primeira vaga da pandemia da Covid-19.
O recolher obrigatório foi imposto nos concelhos mais afetados pela pandemia, com treze concelhos do distrito de Braga a serem afetados, com exceção de Terras de Bouro.
Esta foi uma das medidas implementadas pelo Governo durante o Estado de Emergência para os concelhos com maior risco de contágio, com o recolher obrigatório nos dias úteis das 23:00 às 5:00 e aos fins de semana, a partir das 13:00 até às 5:00.
O Município de Braga enalteceu o comportamento dos bracarenses que cumpriram a medida no primeiro fim de semana do Estado de Emergência. “Com as ruas desertas, Braga cumpriu hoje o recolher obrigatório. A cidade dinâmica, vibrante e de porta sempre aberta, voltou a fazer uma pausa, porque temos a esperança que, em breve, voltaremos a estar juntos e a desfrutar desta Cidade Autêntica! Até lá, proteja-se. Por si e pelos seus!”, escreveu a Câmara Municipal.
Também a Junta de Freguesia de São Victor regozijou-se com o cumprimento da medida por parte da comunidade de Braga. “É uma imagem diferente daquilo que é habitual ver. A dinâmica das vias de circulação dão lugar a um estranho vazio. É sinal de uma freguesia que cumpre o recolher obrigatório. Pedimos que todos continuem a colaborar, ficando em casa, para que possamos voltar, o mais breve possível, a percorrer as ruas da freguesia de São Victor”, referiu a Autarquia local.
O Estado de Emergência irá vigorar até ao dia 23 de novembro.
CM BragaCM BragaCM BragaCM BragaCM BragaJunta de Freguesia de São Victor
Devido à pandemia da Covid-19, os movimentos sociais desencadeados pelas instituições e grupos voluntários de Braga têm tido um papel fundamental no combate contra as desigualdades. Nesse sentido, o CDS Braga associou-se à causa solidária ao efetuar uma entrega de alimentos à associação “Virar a Página” para distribuir refeições às diversas famílias sinalizadas no concelho.
A entrega foi realizada por Altino Bessa, presidente da Comissão Política da Concelhia de Braga do CDS-PP, com o objetivo de combater as desigualdades sociais. “O CDS associa-se ao combate das desigualdades que se afiguram cada vez mais em território bracarense. Estamos perante uma circunstância nada fácil de gerir. Todavia, com a união do coletivo, podem ser colmatadas algumas lacunas sentidas na esfera social”, referiu.
O também vereador municipal salientou a importância do apoio prestado por diversas entidades de cariz social, bem como por Juntas de Freguesia no desempenho prestado contra a pobreza. “As cantinas sociais continuam a prestar apoio de refeições quentes para os mais frágeis, as entidades de cariz social desdobram-se para dar resposta às inúmeras solicitações, as Juntas de Freguesia têm levado a cabo um trabalho peremptório na proximidade e apoio à comunidade nas suas variadas necessidades. O concelho de Braga tem contado com uma retaguarda de excelência no que concerne à partilha de bens de primeira necessidade junto dos mais carenciados. Temos assistido a um desempenho notável por parte de instituições como a Cáritas, a Cruz Vermelha, o Virar a Página e outras que levam a cabo respostas fundamentais no apoio aos mais frágeis”, disse.
A concelhia de Braga doou alimentos frescos aos voluntários do “Virar a Página”, que estão no terreno desde o início da pandemia na entrega de refeições solidárias. “É a solidariedade dos bracarenses que permite a estas equipas dar continuidade à distribuição de cabazes ou refeições. Esta conjuntura pandémica mostrou-se um processo prolongado e, como tal, devemos estar preparados para acorrer às necessidades que vão surgindo diariamente. No Minho temos o hábito de dizer que ‘onde todos ajudam, nada custa'”, reforçou.
Altino Bessa deixou o apelo à generosidade da população para realizar uma doação, a fim de ajudar os voluntários e as famílias carenciadas de Braga.
Portugal registou 55 mortos por Covid-19 nas últimas 24 horas, 6.602 infetados e 5.135 recuperados, indica o boletim epidemiológico da Direção-Geral da Saúde. Desde o início da pandemia morreram 3.305 pessoas, contabilizaram-se 211.266 casos confirmados e há ao todo 122.517 casos de recuperação.
De acordo com o boletim epidemiológico, morreram 28 pessoas no Norte, 17 em Lisboa e Vale do Tejo, 8 no Centro e 2 no Alentejo.
O Norte é a região com mais casos registados. Há 4.154 novos infetados nesta região, 1.563 em Lisboa e Vale do Tejo, 715 no Centro, 95 no Algarve, 52 no Alentejo, 18 nos Açores e 5 na Madeira.
O número de casos ativos aumentou para 85.444, mais 1.412 face a ontem, e 91.936 pessoas encontram-se em vigilância pelas autoridades de saúde, mais 1.511.
Em todo o território nacional há 2.798 pessoas internadas, menos 1 em 24 horas, das quais 413 em unidades de cuidados intensivos, mais 25.
O distrito de Braga vai estar sob alerta amarelo devido à chuva forte, segundo a previsão do Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA).
O alerta entra em vigor a partir da meia-noite até às 12:00 deste domingo, 15 de novembro, face aos períodos de chuva, por vezes forte e persistente.
As temperaturas máximas vão rondar os 18º este fim de semana e as mínimas vão subir ligeiramente dos 11º, previstos para este sábado, até aos 13º este domingo.
A Junta de Freguesia de São Victor, em Braga, vai abrir inscrições na segunda-feira, 16 de novembro, para as famílias financeiramente carenciadas receberem um cabaz de Natal.
Esta iniciativa da Autarquia destina-se aos moradores desta freguesia que se encontram numa situação financeira vulnerável, podendo fazer a inscrição até 4 de dezembro na sede da Junta.
Os interessados deverão preencher um formulário, levar um documento de identificação dos elementos do agregado familiar, IRS de 2019, comprovativo de rendimentos do ano de 2019 recebido em 2020 ou extrato de remunerações/declaração de subsídio social da Segurança Social dos elementos do agregado familiar e comprovativo de residência.
A atribuição dos cabazes de Natal será realizada numa data a anunciar, nas semanas que antecedem o Natal.