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Braga: Padim da Graça disponibiliza transporte gratuito para vacinação contra a Covid-19

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A Junta de Padim da Graça, em Braga, vai disponibilizar transporte gratuito a todos os habitantes da freguesia para a toma da vacina contra a Covid-19.

O anúncio foi feito pelo presidente da Junta de Freguesia de Padim da Graça, João Moreira, para apoiar a população no transporte até ao Centro de Saúde da Unidade Paulo Orósio, em Maximinos. “A Junta de Freguesia de Padim de Graça informa que disponibilizará gratuitamente o transporte a todos os padinenses que sejam notificados para a toma da vacina contra a Covid-19  e que não tenham forma de se deslocar ao local indicado pela Direção-Geral da Saúde para a toma da mesma”, informou o autarca.

Para solicitar o transporte, deverá entrar em contacto com a Junta de Freguesia através do número 914 218 894 ou por e-mail [email protected].

Covid-19: Portugal com 138 mortes, 1.677 infetados e 3.791 recuperados

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Foram registadas 138 mortes por Covid-19 em 24 horas no país, aumentando para 15.321 óbitos desde o início da pandemia. Foram contabilizados 1.677 infetados, elevando para 785.756 casos confirmados, e há mais 3.791 recuperados, são 665.316 casos de recuperação no total.

Os dados do boletim epidemiológico da Direção-Geral da Saúde deste domingo revelam que morreram 75 pessoas em Lisboa e Vale do Tejo, 27 no Centro, 20 no Norte, 11 no Alentejo e 5 no Algarve.

Nas últimas 24 horas foram registados 708 casos positivos na região de Lisboa e Vale do Tejo, 584 no Norte, 245 no Centro, 58 no Alentejo, 49 no Algarve, 27 na Madeira e 6 nos Açores.

O número de casos ativos no país é hoje de 105.119, menos 2.252 em relação a sábado, e 139.402 pessoas encontram-se em vigilância pelas autoridades de saúde, menos 3.771.

Continua também a descer o número de internamentos por Covid-19 em Portugal. Desde ontem há menos 24 pessoas hospitalizadas, estando hoje 4.826 doentes internados, dos quais 795 em unidades de cuidados intensivos, menos 8.

Supercomputador Deucalion vai ser instalado em Guimarães

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CM Guimarães
CM Guimarães

O novo supercomputador Deucalion, adquirido pela União Europeia, vai ser instalado no Avepark, em Guimarães, e vai dotar Portugal de capacidade computacional para o desenvolvimento de simulações em todas as áreas da ciência e investigação.

O agregado computacional pesa 26 toneladas e consome cerca de 1,7 MegaWatts, mas tem na capacidade de processamento a principal característica: 10 PetaFlops. O que significa que terá a capacidade para executar 10 mil biliões de instruções por segundo. O investimento está orçado em 20 milhões de euros.

Esta ação resulta da uma estreita colaboração da Fundação para a Ciência e Tecnologia (FCT) com a Câmara de Guimarães e a Universidade do Minho.

A Câmara de Guimarães já estabeleceu um memorando de entendimento com a Fundação para a Ciência e Tecnologia e a Universidade do Minho com vista à instalação do Minho Advanced Computing Centre (MACC) no Avepark, que vai gerir o novo supercomputador. A Câmara assumiu a aquisição do lote 15 no AvePark, incluindo o imóvel existente, destinado a alojar o MACC.

O supercomputador Deucalion chegará ao abrigo da Empresa Comum para a Computação Europeia de Alto Desempenho (EUROHPC), uma iniciativa da União Europeia criada em 2018 que visa tornar a Europa líder mundial no domínio da supercomputação.

Domingos Bragança destaca a afirmação de Guimarães na captação de investimento na área da ciência e investigação, com objetivo de também apoiar as empresas na sua inovação. “Este supercomputador insere-se no envolvimento de Portugal na estratégia europeia de computação avançada e permitirá apoiar empresas de diferentes dimensões a tirarem partido das simulações computacionais para experiências morosas, dispendiosas, devido aos limites físicos da realidade. Além disso, deverá ainda pautar-se pelo uso de unidades de produção de energia renovável, o que é de enorme relevância para o país e para Guimarães”, sublinhou o autarca.

Jovens de Braga escrevem cartas para os idosos dos lares da cidade

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CM Braga
CM Braga

Cerca de 500 jovens do concelho de Braga escreveram cartas com mensagens especiais para os idosos residentes nos lares da cidade. A iniciativa “Netos de Coração” é organizada pelo Município de Braga, através do Pelouro da Juventude.

Através desta iniciativa, que decorreu durante a Semana dos Afetos (8 a 14 de fevereiro), distribuiu-se amor através de 500 cartas com palavras de amizade, respeito, companhia, esperança e sorrisos.

Para Sameiro Araújo, vice-presidente da Câmara Municipal de Braga, é muito importante estimular as relações intergeracionais. “Foi a pensar na crise social que o país também atravessa que nasceu este projeto. Quisemos, através de cartas, combater o isolamento social, a solidão e até mesmo a depressão que possa existir nesta fase de confinamento”, salienta Sameiro Araújo.

“A iniciativa ‘Netos de Coração’ promove o espírito entre estas duas faixas etárias, melhorando não só a qualidade de vida dos mais idosos, mas ajudando também no combate dos momentos menos bons dos mais jovens que, nesta fase, se sentem mais estagnados, criando assim um sistema de suporte entre os mesmos”, acrescenta a vice-presidente da Autarquia.

SC Braga apresenta protesto sobre decisão de desclassificação de Mariana Machado

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SC Braga
SC Braga

A Federação Portuguesa de Atletismo comunicou que o SC Braga apresentou um protesto sobre a decisão de desclassificação de Mariana Machado.

A atleta de Braga venceu a prova feminina de 1500 metros dos Campeonatos de Portugal em Pista Coberta, mas foi desclassificada por “correr com calçado que não cumpre com a norma 5.5 da World Athletics, o que lhe valeu a desclassificação”.

O protesto apresentado pelo SC Braga refere que “nos regulamentos é omisso o modelo de sapatilhas que se tem de usar nesta competição” e que antes do início da partida, “os juízes da prova verificaram toda a indumentária das atletas e não teceram qualquer aviso a Mariana Machado sobre qualquer ilegalidade”.

O protesto vai ser analisado pelo Conselho de Arbitragem.

Aceitar ou resistir? Eis a questão.

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Diogo Reis
Diogo Reis

Aceitar ou resistir? Eis a questão.

O mundo vive uma pandemia há cerca de um ano. Em seu nome, as medidas mais arbitrárias e incompreensíveis foram sendo tomadas. Tudo em nome da saúde. Da nossa saúde. A verdade é que devíamos estar a perguntar-nos se em nome dessa pandemia tudo pode ou deve ser aceite, ou pelo contrário, deveríamos elevar a voz à resistência.

O passado devia ter-nos ensinado a não ter medo e a lutar pelos nossos direitos. Mas desta vez a inteligência e as alterações dos interesses económicos perceberam que não é pela força ou pela guerra que as pessoas aceitam tudo. Mas em nome da saúde, tudo se aceita. Quem é que não aceita medidas para viver?

Em nome desta pandemia e pela sobrevivência humana, medidas estão a ser tomadas sem que ninguém, ou muito poucos, as questione. Claro que me refiro a Portugal. Porque se olharmos ao mundo, muitos são os movimentos que começam a elevar a voz à resistência. Olhemos ao caso de um restaurante em Lisboa que no seu direito à resistência optou por abrir e servir refeições à porta fechada a um conjunto de cidadãos. Alguém denunciou e a polícia apareceu. Isto traz-me à memória reminiscências de um passado em que não vivíamos em liberdade. E muitos resistiram. Graças a muitos deles e a custo, a Liberdade chegou. Mas agora, parece que alguém a quer tirar e tudo em nome da pandemia. Mas ninguém questiona o óbvio. Porque houve anos de desinvestimento nos serviços de saúde? Porque é que o foco de investimento não é desde o início a saúde? E porque é que a famosa “bazuca europeia” do investimento não é na ciência e na saúde? Quando todos ouvimos já falar de novas pandemias que a globalização nos vai trazer!

Esta semana soubemos que a União Europeia não olhou com a devida atenção a um pormenor, o prazo de entrega das vacinas assinado com as indústrias. Mas todos acreditamos que uma instituição como é a União Europeia, servida de tecnocratas, de juristas, de elementos com vastos currículos nas mais variadas matérias se esqueceria de olhar que um contrato desta dimensão e com esta importância não tinha um prazo para a entrega?

Em nome da saúde, destruímos a economia do pequeno e médio empresário. Com a benevolência de uma sociedade pacífica e que vive arredada do mundo. Servida por meios instrumentalizados com mensagens claras e sempre na óptica do que tem que ser imposto.

Será que estamos a viver uma alteração de modelo de sociedade? Será que vamos assistir no futuro a um novo sistema económico?

Pelo mundo, figuras com voz levantam-se contra estas imposições. Na Holanda, na França e na Alemanha, movimentos levantam a voz a muitas das medidas impostas. E nós vamos aceitar tudo isto até quando? Calados e serenos, como é característico dos portugueses, acredito que seremos os últimos a levantar a voz. E aí temo que, possa ser tarde.

E dos erros que foram cometidos até agora ninguém fala. E das medidas que deveriam ter sido tomadas desde o início e que não foram também ninguém fala. O que se passa com as vozes críticas? Onde andam os defensores da Liberdade? E os jovens que nasceram em Liberdade que não erguem a voz? É curioso que veja que os que levantam a voz são os da geração anterior à minha entre os 40 e os 50 anos, os que nasceram no período pós 25 de Abril e esses estão a perceber o que aí virá.

Tenho muito respeito pelas vítimas da Covid-19, mas também tenho pelas vítimas de todas as outras doenças. E a verdade é que muitas das medidas que vão sendo tomadas levam a que muitos outros problemas de saúde se agravem ou vão até criando outros problemas de saúde aos que já existiam ou poderão ter consequências de futuro.

Em nome da pandemia, estamos a destruir a economia que era já débil de Portugal e são poucas, muito poucas as vozes que vejo unirem-se em nome da luta pelos seus direitos. Pelo contrário, o que vejo é uma imensidão de críticos sempre que alguém decide pensar diferente e não aceita viver em manada. Devo confessar que não sendo negacionista e não fazendo parte dos contestatários da pandemia desde o seu início, sou hoje um dos que começo a ter muita dificuldade em entender e aceitar muitas das medidas que nos são impostas.

Com exceção clara ao convívio social, ao bem-estar e à diversão, podemos sair de casa para tudo o resto. Quase parece que nos querem impor uma forma de viver em que o importante é o trabalho e vivermos dentro de uma bolha que não tenha voz e capacidade de se insurgir. Será assim por quanto tempo mais?

Se andarmos para trás no tempo, devemos lembrar-nos que a frase mais ouvida desde o início desta pandemia foi “isto veio para ficar, temos que nos adaptar”. O que me leva à interrogação de até quando vamos permitir e aguentar sem resistir. Até quando, em nome da pandemia, vamos aceitar tudo o que nos é imposto mesmo que isso não tenha uma razão lógica. Por exemplo, alguém consegue perceber a razão porque posso ir a um café e pedir comida, mas não posso pedir bebida? É que até agora ainda não entendi a razão lógica e ou científica, mas também não vejo ninguém ou quase ninguém questionar. Alguém sabe explicar a razão para que as salas culturais espalhadas pelo país depois do grande esforço de adaptação e de todas as medidas que tomaram estejam fechadas? Há evidência científica de que as salas de cultura foram meios transmissíveis do vírus?

Tudo isto são interrogações e dúvidas de alguém que não sendo negacionista na evidência de que existe um vírus também não pode e não irá aceitar tudo o que é imposto sem interrogar. Acho que vai sendo hora de pensarmos no futuro e o que poderá estar para vir depois desta pandemia e que Portugal teremos depois desta guerra. Uma guerra que não é física, mas sim de saúde. É que a avaliar pelos indicadores económicos o que nos espera não é nada bom e não sei quanto tempo levará à sua recuperação. Por tudo isto, questiono se o momento é de aceitar tudo o que nos é imposto ou se vai sendo hora de resistir!

Artigo de opinião de Diogo Reis, vogal da Direção Política Nacional do Partido RIR – Reagir Incluir e Reciclar.

Vai nascer parque de apoio ao peregrino em Barcelos

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CM Barcelos
CM Barcelos

Vai nascer em Macieira de Rates, Barcelos, o parque de apoio ao peregrino. A Câmara Municipal de Barcelos adjudicou a obra “Qualificação das experiências de touring cultural no Minho – De Passagem / Barcelos”, que integra a Estratégia de Eficiência Coletiva PROVERE MINHO INOVAÇÃO, no âmbito do Programa Operacional Norte 2020.

A obra representa um investimento de 57.061,74 euros, sendo comparticipado em 46.374,46 euros por aquele programa.

Trata-se de um projeto de promoção e valorização dos recursos e de apoio a infraestruturas turísticas voltados para o Caminho de Santiago no concelho de Barcelos, consistindo na criação de uma infraestrutura de apoio ao peregrino com uma área de 436 metros quadrados, com zona de estar e descanso, área para refeições e parque para bicicletas e relação do peregrino/turista com o território, a construir na freguesia de Macieira de Rates.

Na base deste projeto está a relevância e a diversidade dos recursos patrimoniais do concelho, materiais e imateriais, valorizando itinerários já existentes e estruturantes como é o Caminho de Santiago, dada a sua relevância para o Turismo de Barcelos e para a divulgação da cultural local.

Neste sentido, e complementando outras ações de valorização turística que o Município de Barcelos tem em curso, designadamente no âmbito da Cidade Criativa da UNESCO, “a obra será fundamental para atrair mais visitantes e incentivar o surgimento e crescimento de negócios relacionados com o turismo, nomeadamente empresas de animação turística e estabelecimentos de hotelaria, restauração e afins”.

Mariana Machado acaba em 1º lugar nos Campeonatos de Portugal mas é desclassificada

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Federação Portuguesa de Atletismo
Federação Portuguesa de Atletismo

Mariana Machado, atleta do SC Braga, terminou em primeiro lugar na prova feminina de 1500 metros dos Campeonatos de Portugal de Pista Coberta, mas foi desclassificada, informou a Federação Portuguesa de Atletismo.

“Mariana Machado do SC Braga correu com calçado que não cumpre com a norma 5.5 da World Athletics, o que lhe valeu a desclassificação, não revalidando, por isso, o título de Campeã Nacional de 1500 metros”, anunciou a federação.

Assim, Joana Soares, da Associação Jardim da Serra, sagrou-se Campeã de Portugal com a marca de 4m24s46′, enquanto Emília Pisoeiro, do Recreio Desportivo de Águeda, terminou em segundo com o tempo de 4m28s07’. Na terceira posição classificou-se Rita Figueiredo, do SCP, com o tempo de 4m29s30’.

Os Campeonatos de Portugal de Pista Coberta estão a decorrer este fim de semana no Altice Forum Braga.

Covid-19: Portugal regista maior diminuição de internamentos de sempre

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O número de internamentos por Covid-19 continua a baixar em Portugal. O país registou este sábado uma grande descida, a maior de sempre, com menos 380 doentes internados em 24 horas, num total de 4.850.

Em unidades de cuidados intensivos encontram-se 803 pessoas, menos 43 nas últimas 24 horas.

Portugal registou mais 149 mortes por Covid-19 e 2.856 novos casos de infecção, de acordo com o boletim epidemiológico da Direcção-Geral da Saúde. O número de vítimas mortais sobe para 15.183 e o total de infectados ascende a 784.079 desde o início da pandemia.

O boletim deu conta de 8.786 casos recuperados, totalizando 661.525 casos de recuperação.

Voluntários de Braga que ajudam sem-abrigo apelam à doação de arca congeladora

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A Associação dos Hospitalários de São Lázaro de Braga está a apelar para a doação de uma arca congeladora pequena para conservar os alimentos que são doados.

Os voluntários do projeto “Pão de Lázaro” servem diariamente o pequeno-almoço a pessoas sem-abrigo e. devido à pandemia da Covid-19, o número de pessoas carenciadas tem aumentado, assim como a doação de géneros alimentares também.

Para preservar os alimentos, os voluntários apelam à doação de uma arca congeladora pequena para poder preservar os alimentos. “A  generosidade de muitas pessoas tem-se materializado na oferta de pão e outros géneros alimentícios. Infelizmente, não temos como os conservar. Será que conhece alguém que tenha uma pequena arca congeladora que já não necessite e nos possa oferecer? Desde já agradecemos a vossa generosidade”, apelou um dos voluntários responsáveis.

O projeto “Pão de Lázaro” funciona diariamente das 8:00 às 9:30, nas instalações da Igreja dos Terceiros, na Rua do Castelo, em Braga.

A Associação dos Hospitalários de São Lázaro apoia pessoas carenciadas através das doações efetuadas por pessoas e empresas com géneros alimentares.