O SC Braga doou um autocarro à Irmandade de São Bento da Porta Aberta. No âmbito do projeto Braga Solidário, em articulação com a Arquidiocese e a Carclasse, o clube cedeu um dos seus autocarro destinados até hoje à formação do clube.
Na ocasião, António Salvador, presidente do clube bracarense, sublinhou o papel do SC Braga na sua missão social. “No clube tivemos de renovar a frota e estes autocarros, em vez de irem para troca ou venda, achamos melhor ajudar as necessidades desta comunidade pois somos mais do que um clube de futebol e nestas situações temos que ser mais próximos da nossa sociedade”, disse o presidente.
O Cónego Roberto Mariz referiu que a viatura vai ter um impacto significativo nas atividades diárias da Irmandade, uma vez que até hoje não tinha autocarro e que agora dispõe de um veiculo ao dispor da comunidade, ao serviço do culto, do religioso e do Turismo.
Também D. Jorge Ortiga, Arcepispo Primaz de Braga, sublinhou que o SC Braga “não é apenas um clube desportivo” e enalteceu as iniciativas de responsabilidade social do SC Braga.
A Direção Regional da Cultura do Norte anunciou esta terça-feira a aprovação das candidaturas para restauro do Museu dos Biscainhos e do Mosteiro de Tibães, em Braga, apresentadas ao Programa Operacional Norte 2020.
A intervenção de restauro no Museu dos Biscainhos terá um investimento total de 701.226,39 euros e o Mosteiro de Tibães de 330.688,12 euros, com um prazo de execução de dois anos.
Além da aprovação destes dois equipamentos, também foram aprovadas 5 candidaturas dos seguintes monumentos: Paço dos Duques de Bragança (Guimarães), Museu da Terra de Miranda (Miranda do Douro), Mosteiro de São Bento da Vitória (Porto), Igreja Matriz de Torre de Moncorvo e Igreja Matriz de Vila do Conde, num investimento superior a 3 milhões de euros.
“A estratégia delineada pela Direção Regional de Cultura do Norte visa a descentralização do investimento, alargando as suas ações a todo o território, num plano de trabalho em rede que contempla, igualmente, o apoio a candidaturas apresentadas por outras entidades e que mereceram, igualmente, aprovação. Visando a salvaguarda e proteção do património, mas também a sua dinamização, divulgação e consequente fruição por parte do público, as candidaturas apresentadas aos fundos comunitários revestem-se de um caráter transversal, dando continuidade ao trabalho que tem vindo a ser realizado ao longo dos últimos anos, num claro esforço de criação de sinergias alargadas a todo o território, com evidentes repercussões ao nível das economias locais”, referiu a DRCN.
Investimento:
Paço dos Duques de Bragança (Guimarães) – 281.763,31 euros;
Museu dos Biscainhos (Braga) – 701.226,39 euros;
Mosteiro de Tibães (Braga) – 330.688,12 euros;
Museu da Terra de Miranda (Miranda do Douro) – 819.590,00 euros;
Mosteiro de São Bento da Vitória (Porto) – 144.878,19 euros;
Igreja Matriz de Torre de Moncorvo – 204.900,31 euros;
Igreja Matriz de Vila do Conde – 579.836,38 euros.
O Trofa Saúde Valença abre portas a 1 de março. O hospital constituirá a 17ª unidade hospitalar do Grupo Trofa Saúde, a 15ª na região Norte do país, e será o primeiro do grupo na região do Alto Minho.
O Trofa Saúde Valença abrirá de forma faseada, na primeira fase com o serviço de ambulatório a funcionar na sua plenitude, prevendo inaugurar os restantes serviços (bloco operatório e internamento) numa 2ª fase.
Com o atingir do volume de atividade esperado, estima-se que possam ser criados mais de 100 novos postos de trabalho na região, entre os quais médicos, enfermeiros, auxiliares, técnicos e administrativos, que passarão a fazer parte dos mais de 5.000 colaboradores que já integram o grupo.
O serviço de ambulatório contará com mais de 40 especialidades nas Consultas Médicas e Cirúrgicas, Exames Complementares de Diagnóstico de Imagiologia (TAC, Ressonância Magnética, Raio-X, Mamografia, Ecografia) e Análises Clínicas Trofa Saúde (com acordo SNS-P1), Fisioterapia com ginásio e cabines de tratamento e um serviço de Atendimento Urgente.
O Bloco Operatório (incluindo Cirurgia de Ambulatório) será constituído por 2 salas totalmente equipadas e o Hospital estará dotado de um serviço de Internamento com 16 quartos e 28 camas.
Implicando um investimento de mais de 10 milhões de euros na requalificação de um edifício de 7 pisos existente no centro da cidade de Valença, entre os quais 2 de estacionamento, o Trofa Saúde Valença irá conseguir disponibilizar todos os principais serviços de saúde à população de Valença e concelhos próximos circundantes (Monção, Melgaço, Arcos de Valdevez, Ponte da Barca, Viana do Castelo, Vila Nova de Cerveira, Caminha, Paredes de Coura e Ponte de Lima).
Tem acordo com os principais seguros e subsistemas de saúde e pretende ser a unidade privada de referência nesta região do Alto Minho.
Os Estacionamentos Urbanos de Braga (EUB) retomam a partir da próxima segunda-feira, 1 de março, a normal fiscalização do estacionamento à superfície na envolvente à Unidade de Saúde de Maximinos.
Tendo em vista o bom funcionamento do plano de vacinação contra a Covid-19, desde início de fevereiro que os EUB estavam a aplicar uma política de tolerância na fiscalização do pagamento dos parquímetros nesse local. Os cidadãos estavam isentos do pagamento no estacionamento à superfície na zona envolvente à Unidade de Saúde de Maximinos, local onde estava a ser administrada a vacinação no concelho de Braga.
Atendendo a que o Centro de Vacinação Covid-19 está a funcionar desde hoje no Altice Forum Braga, a fiscalização será retomada nas seguintes ruas: Rua Bombeiros Voluntários, Largo Paulo Orósio e Rua do Alcaide.
Nesta fase, estão a ser vacinados os utentes com idade superior a 80 anos e cidadãos com idade superior a 50 anos com insuficiência cardíaca ou com doença coronária, insuficiência renal, DPOC ou com doença respiratória sob ventiloterapia.
A entrada no Altice Forum Braga deve ser feita pela Rua Monsenhor Airosa (Lomar). O Centro de Vacinação funciona das 08:00 às 20:00. As convocatórias são por SMS.
A Câmara Municipal de Barcelos vai avançar com a requalificação do edifício da antiga Escola Gonçalo Pereira, por um valor de 1.312.077 euros e um prazo de execução de 365 dias.
A empreitada, cuja adjudicação foi aprovada na Reunião de Câmara de 19 de fevereiro de 2021, irá permitir que o espaço acolha a Escola Superior de Design do IPCA.
Construído nos anos 30 do século XX, o edifício, edificado na Avenida dos Combatentes da Grande Guerra e constituído por subcave, rés-do-chão e primeiro andar, apresenta-se em bom estado de conservação. No entanto, por forma a melhor se adaptar às necessidades educativas de estudantes e professores de Design, serão adaptados e criados novos espaços.Na subcave ficarão localizados quatro espaços de oficinas, uma sala de arquivo e duas zonas técnicas. Na ala oeste, irá manter-se o acesso ao exterior de forma a garantir uma área de cargas e descargas. Quanto ao rés do chão ficará reservado para os acessos principais ao edifício, com espaço para serviços administrativos, sala de reuniões, gabinetes, uma sala multiusos, uma copa de apoio, bar e cantina. Já no piso um, além das salas, destaca-se a criação de áreas expositivas, com ênfase para uma parede que será substituída por um vidro, duplicando a profundidade do hall e atribuindo ao espaço um caráter inovador e arrojado, perfeitamente enquadrado com a Escola Superior de Design. Em todo o edifício, as instalações sanitárias também serão alvo de intervenção.
A empreitada terá também em conta a necessidade e importância em conservar a imagem pública e coletiva do edifício, procurando manter a traça original do edificado, nomeadamente com a recuperação da claraboia existente, da fachada, dos vãos e do desenho antigo da porta principal.
Arrancou esta terça-feira a vacinação contra a Covid-19 no Altice Forum Braga. A vacinação deixou de ser realizada no edifício do ACES no Largo Paulo Orósio, passando agora para o Altice, esperando-se que nas próximas oito semanas sejam vacinados cerca de 19 mil bracarenses com mais de 80 anos ou com 50 anos e patologias associadas.
Durante uma visita ao local, o presidente da Câmara Municipal de Braga, Ricardo Rio, salientou que à medida que forem chegando mais vacinas “haverá capacidade para amplificar a estrutura”.
CM Braga
“Gostaríamos que este processo fosse mais célere, mas estamos dependentes da disponibilização de vacinas. Se entretanto chegarem mais vacinas e for possível acelerar o cumprimento desta fase, seguramente que, mesmo a nível nacional, será possível avançar para a vacinação da população em geral e atingir a imunidade de grupo que todos desejamos”, afirmou Ricardo Rio no final da visita que contou com a presença do director executivo do ACES Braga, Domingos Sousa.
Sobre as condições de acesso ao espaço, o Autarca referiu que todas as situações estão salvaguardadas. “Temos circuitos para pessoas com mobilidade reduzida, são também disponibilizadas cadeiras de rodas e existem, inclusivamente, acessos mais diretos às zonas de vacinação. Uma pessoa sem mobilidade pode vir, em transporte privado ou de ambulância, sendo-lhe administrada a vacina no veículo que se fizer transportar”, explicou.
Ricardo Rio esclareceu que, nesta fase, o processo de vacinação está concentrado num único local, mas defende uma descentralização à medida que o Plano de Vacinação for avançando. “Deverá haver condições para que tudo decorra de forma descentralizada, mais próximo de cada um dos territórios, seja nos Centros de Saúde ou mesmo nas Juntas de Freguesias em articulação com o ACES”, sustentou o edil.
O mais importante, defendeu, é que exista “transparência para que a população se sinta confiante em todo o processo”. “Da mesma maneira que temos acesso ao número diário de infectados, o mesmo deveria acontecer às vacinas”, finalizou o autarca.
A GNR acabou esta madrugada com uma festa ilegal com 19 pessoas, que decorria numa moradia transformada em discoteca em Gondifelos, Vila Nova de Famalicão.
Na sequência de uma denúncia de que estaria a decorrer uma festa ilegal numa moradia, os militares da GNR deslocaram-se para o local, tendo verificado que, “para além de se tratar de um evento não autorizado, os 19 participantes não respeitavam o dever geral de recolhimento domiciliário, tendo sido identificados”.
Face ao incumprimento do dever geral de recolhimento domiciliário e à inobservância das regras de realização de eventos, a GNR elaborou os respetivos autos de contraordenação.
A ação contou com o reforço do Posto Territorial de Joane e do Destacamento de Intervenção de Braga.
O presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, começa a ouvir hoje os partidos da Iniciativa Liberal, Chega, PAN, CDS-PP e PCP sobre a eventual renovação do Estado de Emergência, face à pandemia da Covid-19.
As audiências vão decorrer por videoconferência, a partir das 14:30, à semelhança das últimas audições.
Amanhã, serão ouvidos os partidos do BE, PSD e PS e na quinta-feira o Parlamento irá debater sobre a renovação do Estado de Emergência, previsto entre os dias 2 e 16 de março, para combater a pandemia.
O atual Estado de Emergência termina na próxima segunda-feira, dia 1 de março, às 23:59.
O Município de Esposende lançou o concurso público para execução da empreitada de conclusão da obra do Canal Intercetor à cidade. Esta intervenção tem o valor estimado de 636 mil euros e sem apoio do Programa Operacional Sustentabilidade e Eficiência no Uso de Recursos (PO SEUR).
A obra terá um prazo de execução de 150 dias e pretende acautelar as condições associadas à passagem de pessoas e máquinas nos caminhos laterais ao canal, visa estabilizar as margens do canal e responde às exigências a respeitar nas passagens viárias sob jurisdição da Infraestruturas de Portugal.
“Este é um dos projetos com maior envergadura financeira alguma vez conseguidos para Esposende. Depositamos grandes esperanças no contributo que o canal dará para a minimização dos problemas de drenagem que afetam Esposende, além da importância que esta infraestrutura adquirirá no ordenamento do território, proporcionando, ainda, uma oferta complementar na vasta rede de percursos pedestres do concelho”, sublinha Benjamim Pereira, presidente da Câmara Municipal de Esposende.
A intervenção que agora se perspetiva surge como complemento à construção do Sistema Intercetor e de Desvio da área urbana de Esposende e pretende melhorar a acessibilidade aos campos agrícolas, estabilizar as margens e beneficiar o habitat para espécies ribeirinhas em domínio hídrico, através da aplicação de soluções técnicas de Engenharia Natural.
A Câmara também procederá à alteração do tipo de guardas metálicas nas passagens viárias nacionais, resultante da necessidade de assegurar um nível de segurança compatível com o tipo de tráfego que circula nessas vias. Neste contexto de segurança, uma intervenção contempla a passagem do canal, em aqueduto, na zona da rotunda da Solidal e não a céu aberto como estava inicialmente previsto.
As obras agora propostas compreendem a escavação e modelação do canal, a correções nos caminhos laterais ao canal, a construção de muros em pedra e muros de contenção de terras.
Segundo o grupo de especialistas que tem acompanhado a construção do canal intercetor à cidade de Esposende, as intervenções agora propostas “resultam da dinâmica social associada aos proprietários dos terrenos marginais, fruto do tipo de utilização desses terrenos, a agricultura”.
A Autarquia refere que a população também começou a utilizar os caminhos laterais ao canal e houve a necessidade de se avaliar as soluções previstas, optando-se pelas intervenções agora agendadas, por forma a garantir as condições de segurança a todos os utilizadores do espaço.
A instalação de um sistema intercetor naturalizado em Esposende visa minimizar os problemas resultantes das inundações na cidade, considerada como uma das 22 zonas críticas identificadas em Portugal Continental, no âmbito do Plano de Gestão de Riscos de Inundação, elaborado pela Agência Portuguesa do Ambiente.
A GNR iniciou ontem a fase de monitorização e sensibilização da Campanha Floresta Segura 2021, através do Serviço de Proteção da Natureza e do Ambiente (SEPNA), da Unidade de Emergência, de Proteção e Socorro (UEPS) e dos Comandos Territoriais, para prevenir comportamentos de risco com a finalidade de garantir a segurança das populações e do seu património e salvaguardar o tecido florestal nacional.
Esta fase, que decorrerá previsivelmente até ao dia 31 de março, pretende sensibilizar a população em geral, sobretudo as autarquias, agricultores, caçadores, produtores florestais e a comunidade escolar, para o cumprimento das faixas de gestão de combustível em terrenos confinantes com edificações e junto à rede viária e sobre o uso do fogo.
No ano de 2020, a GNR, em coordenação com a Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil (ANEPC) e o Instituto da Conservação da Natureza e das Florestas (ICNF), realizou 4.179 ações de sensibilização, que alertaram presencialmente cerca de 60 mil pessoas para a importância dos procedimentos preventivos a adotar, nomeadamente sobre o uso do fogo em queimas e queimadas, a limpeza e remoção de matos, a manutenção das faixas de gestão de combustível e a adoção de medidas de proteção dos aglomerados e de autoproteção. Para tal, destaca-se a realização de cerca de 53.500 patrulhas, que percorreram mais de 3,5 milhões de quilómetros.
Após a fase de sensibilização, seguir-se-á a fase de fiscalização. No ano passado, a GNR sinalizou numa primeira fase mais de 24 mil situações de incumprimento da gestão de combustível, sendo que 14 mil registaram-se em freguesias prioritárias. Numa segunda fase, por se encontrarem ainda situações de incumprimento, foram elaborados 6.257 autos de contraordenação no âmbito do Decreto-lei n.º 124/2006, de 20 de junho.
No que diz respeito aos incêndios rurais, a GNR registou 4.892 crimes de incêndio florestal, tendo resultado na detenção de 51 pessoas e na identificação de outras 379, realçando-se que cerca de 23% das ocorrências tiveram origem na realização de queimas e queimadas.
A proteção de pessoas e bens, no âmbito dos incêndios rurais, continua a assumir-se como uma das prioridades da GNR, sustentada numa atuação preventiva, com o envolvimento de toda a população e demais entidades públicas e privadas, na salvaguarda da vida humana e na segurança do património de Portugal e dos portugueses.