Morreram 26 pessoas por Covid-19 nas últimas 24 horas em Portugal, registaram-se 1.007 novos casos e 1.942 recuperados. Ao todo morreram 16.512 pessoas associadas à doença, somaram-se 809.412 casos positivos e 730.601 casos de recuperação.
De acordo com o boletim epidemiológico da Direção-Geral da Saúde deste sábado, morreram 16 pessoas na região de Lisboa e Vale do Tejo, 6 no Centro e 4 no Norte.
No que aos infetados registados por região diz respeito, Lisboa e Vale do Tejo detetou 331 novos casos, seguindo-se a Madeira com 288, Norte com 210, Centro com 125, Alentejo com 26, Algarve com 18 e Açores com 9.
No momento, o país tem 62.299 casos ativos, menos 961 face a ontem, e 26.704 pessoas estão em vigilância pelas autoridades de saúde, menos 2.177.
Nos hospitais nacionais encontram-se 1.406 doentes internados, menos 167 em 24 horas, dos quais 363 em unidades de cuidados intensivos, menos 20.
No seguimento dos objetivos definidos no Plano Estratégico para a Juventude – Juventude em Ação, nomeadamente na política de apoio ao associativismo juvenil, o presidente da Câmara Municipal de Vizela, Victor Hugo Salgado, assinou os protocolos de atribuição de apoio financeiro com as associações juvenis e Agrupamentos de Escuteiros do concelho.
Estes protocolos prevêem a atribuição de apoio financeiro para o desenvolvimento e realização das suas atividades regulares, no valor total de cerca de 5.000 euros de forma a proporcionar-lhes meios adicionais para suportar os encargos decorrentes do desenvolvimento das suas atividades.
“Os anos de 2020 e 2021, por força do surto da Covid-19, são anos de verdadeira excecionalidade, razão pela qual o Município de Vizela, atenta a suspensão da atividade de grande parte do movimento associativo, mostrou uma atenção redobrada sobre o mesmo, de modo a prestar o necessário apoio neste momento de grande dificuldade”, refere a Autarquia de Vizela.
Os voluntários da plataforma dos “Amigos de São Vicente”, em Braga, encontram-se há um ano a efetuar a distribuição de alimentos a famílias carenciadas da freguesia, que foram afetadas financeiramente pela pandemia da Covid-19.
O grupo conseguiu distribuir cabazes pelos mais desfavorecidos com a recolha de toneladas de bens alimentares junto de empresas e particulares.
“Estamos a fazer um ano que esta pandemia se iniciou, um ano em que a nossa plataforma ganhou uma valência a mais: a valência social. Hoje, olhamos para o ano que passou e percebemos que ainda não é altura de parar, pois há vicentinos que ainda necessitam de nós. Nestas alturas, nós dizemos ‘Sempre Presentes!'”, disse José Macedo, responsável da plataforma.
Além da recolha e distribuição de bens alimentares, o grupo de voluntários distribuiu caixas solidárias para colocar alimentos, angariou computadores para as crianças mais vulneráveis poderem acompanhar as aulas à distância, vedaram os parques infantis e de manutenção para evitar possíveis contágios e, atualmente, encontram-se a cantar os parabéns às crianças confinadas da freguesia com o “Panda e os Amigos”.
O Município de Vila Nova de Famalicão assinou, um protocolo com o Centro Regional de Braga da Universidade Católica Portuguesa, visando o estreitamento das relações institucionais ao nível da cooperação do ensino superior com o mercado de trabalho e a relevância da partilha de saberes e conhecimento entre as instituições.
A celebração deste protocolo, que tem a duração de dois anos, foi aprovada em Reunião de Executivo da Câmara Municipal, no passado dia 28 de janeiro.
De acordo com o protocolado, o objetivo passa por estabelecer formas de cooperação entre o CRBr-UCP e a autarquia famalicense, “visando o aproveitamento das potencialidades das entidades para o desenvolvimento do conhecimento e das tarefas específicas de cada uma, valorizando assim, a ação de ambas ao serviço da prossecução dos respetivos objetivos, em particular, e da promoção da qualidade de vida da população, em geral”.
Ao CRBr-UCP, compete, por meio das suas unidades orgânicas e no quadro do seu projeto educativo e da sua oferta formativa nas diferentes áreas, cooperar com a Câmara Municipal de Vila Nova de Famalicão “na partilha de informação e de conhecimento pertinente sobre as áreas de interesse”, “no desenvolvimento de eventuais projetos, cursos livres, estudos e/ou trabalhos decorrentes das atividades letivas relacionadas com a sua oferta formativa” e “na realização, concretização ou divulgação de ações, estudos ou trabalhos de interesse mútuo e/ou especialidade das partes”.
Por seu turno, o Município de Vila Nova de Famalicão compromete-se, pelo presente acordo, a colaborar, “sempre que aplicável e possível, no contexto da oferta formativa do CRBr-UCP” a acolher estágios, a facilitar informação que considere pertinente para a realização de projetos, estudos científicos e/ou trabalhos académicos, na na realização e publicação de estudos científicos e/ou trabalhos académicos e na divulgação da oferta formativa do CRBr-UCP.
Segundo o vereador da Educação, Leonel Rocha, este protocolo resulta de um trabalho “estruturado entre o Município e as universidades, de uma forma geral”, que visa alcançar uma “maior eficácia” nos objetivos, concretamente, na “validação empírica do trabalho que está já a ser realizado”. No fundo, Leonel Rocha aponta que se pretende, ainda mais, “ajudar os famalicenses nas áreas específicas de cada instituição universitária”.
Abre ao público na terça-feira o desnivelamento da rotunda de acesso à autoestrada, em Silvares, Guimarães.
O ato, que se realiza às 21:00, será precedido de uma cerimónia simbólica com a presença do presidente da Câmara Municipal de Guimarães, Domingos Bragança, e do diretor do Centro Operacional Norte da Infraestruturas de Portugal, Carlos Matos.
Desenvolvida em coordenação com a Câmara Municipal e Infraestruturas de Portugal, esta intervenção vai solucionar os constrangimentos à circulação rodoviária que aí se verificavam, tendo como ponto central a A11.
Esta é a primeira fase do projeto da Via do Avepark, ao qual se segue a ligação à rotunda de Vila de Ponte (EN101) e, numa terceira fase, o tramo da ligação de Ponte ao Parque de Ciência e Tecnologia (Avepark), numa via de acesso às freguesias desta área do concelho.
Na próxima reunião de Executivo Municipal de Braga, que terá lugar na segunda-feira, vão ser analisadas propostas de contratos interadministrativos de delegação de competências e de apoios financeiros superiores a 136 mil euros.
Para a União de Freguesias de Vilaça e Fradelos está previsto o apoio monetário no valor de 14.410 euros para obras no edifício da Junta de Freguesia de Fradelos. Já para Sobreposta, será proposto o apoio de 9.300 euros com vista à aquisição e instalação de um abrigo de passageiros de transportes públicos.
Nesta reunião, o Executivo vai também apreciar a atribuição de apoios financeiros com vista à valorização das atividades de diversas instituições do concelho. Nos pontos em agenda, consta a atribuição de um apoio de 2.250 euros à ABRAÇO, associação que presta apoio a pessoas infetadas e afetadas pelo VIH/SIDA, destinados a comparticipar as despesas inerentes ao arrendamento do imóvel do Centro Comunitário de Rastreio.
Para a Associação Musical Sinfonietta de Braga está previsto um apoio de 34.152 euros e 800 euros para a Gatuna – Tuna Feminina Universitária do Minho. Para o Grupo de Fados e Serenatas da Universidade do Minho, será proposto um apoio de 2 mil euros, assim como 647 euros ao Grupo Desportivo e Social de Penso Santo Estevão e 20 mil euros à Vida Norte – Associação de Promoção de Defesa da Vida e Família.
Dando continuidade às sinergias construídas nos últimos anos, o Município vai formalizar mais três parcerias institucionais com entidades culturais de Braga que representam diferentes expressões artísticas. Estes protocolos, no valor de 53 mil euros, serão exercidos ao abrigo de contratos de dinamização cultural.
Assim, será proposta a renovação do protocolo com a Banda de Cabreiros no valor de 15.000 euros no âmbito do programa de intervenção e descentralização cultural. Para a Nova Comédia Bracarense – Companhia de Teatro Amador de Braga está previsto um protocolo no valor de 3 mil euros e para a ArgumentoProdígio – Associação Cine-equipa (Cine Clube Aurélio da Paz dos Reis) o protocolo prevê um valor de 35 mil euros.
Esposende inaugurou as novas instalações da Loja Social Rede + Colaborativa, projeto lançado há nove anos pela Rede Social e que, através de políticas sociais ativas, procura responder a situações de pobreza e de exclusão social.
Fundada a 11 de dezembro de 2011, em plena crise económica e social, a Loja Social de Esposende já ajudou 765 famílias, traduzidas em 1.943 beneficiários, que receberam perto de 2 milhões de bens. Nove anos volvidos, renovam-se os pressupostos que assistiram à sua criação, devido à crise causada pela pandemia.
“O alargamento da ação da Loja Social resultou na necessidade de crescer. Um novo espaço acolhe agora a Loja Social, Rede + Colaborativa, onde a gestão obedece a rigorosos critérios, cuja aplicação é apoiada por uma plataforma integrada. A Loja Social dispõe, agora, praticamente do dobro do espaço, aumentando a capacidade de resposta a problemas sociais e a necessidades específicas”, enquadrou Benjamim Pereira, presidente da Câmara Municipal de Esposende.
Em estreita articulação com as diversas entidades concelhias que trabalham na área social, pretende-se alargar a área de intervenção da Loja Social, Rede + Colaborativa, chegando aos mais vulneráveis, mas também aprofundando a formação e a capacitação das famílias.
De resto, no seio do Conselho Local de Ação Social, privilegia-se a participação, a representação e a articulação entre organismos públicos e iniciativa social privada, promovendo a construção de um território concelhio inclusivo.
A Loja Social, Rede + Colaborativa assume um modelo de Economia Circular, onde se fomenta a partilha, a reutilização e a reciclagem dos bens, diminuindo o impacto ambiental e alargando o ciclo de vida dos bens, evitando, desta forma, o desperdício.
O novo espaço decorre de uma permuta e as obras de adaptação tiveram um investimento municipal aproximado de 133 mil euros. Através dessa permuta “foi possível aumentar significativamente o espaço, permitindo melhores condições de trabalho e dando outra visibilidade à Loja Social”, vinca Benjamim Pereira, acrescentando o facto de ter sido salvaguardada “a permanência de uma empresa no concelho que revelava necessidade de expansão da sua área fabril para as anteriores instalações da loja, criando, desta forma, mais postos de trabalho, medida que entronca na política de desenvolvimento económico preconizado para o concelho”.
A Loja Social, Rede + Colaborativa recebe todo o tipo de bens que tenham reaproveitamento, para reutilização ou para reciclagem. Vestuário, brinquedos, calçado, artigos do lar, têxteis, utensílios de cozinha, artigos de puericultura, material escolar, eletrodomésticos, mobiliário, bens alimentares, produtos de higiene pessoal e produtos de limpeza da casa, são bens com grande utilidade para as famílias carenciadas.
O trabalho relevante, desenvolvido pela Loja Social Rede + Colaborativa, tem sólidos pilares de sustentação nas empresas privadas e nos voluntários que apoiam o projeto e, juntamente com as instituições e as Juntas de Freguesia, garantem um processo transparente na entrega dos bens, uma vez que todos os casos implicam um estudo socioeconómico de pormenor. De resto, Benjamim Pereira entende que a Loja Social deve ser a primeira opção de todos aqueles que querem ajudar cidadãos carenciados, “porque aqui é garantida a correta e justa distribuição dos bens”.
A Loja Social de Esposende contou com 2.845 participações de voluntariado, traduzidas na realização de 27.807 horas prestadas pelos voluntários, até dezembro 2020. Destaca-se ainda a parceria que é basilar na operacionalização deste projeto, tendo-se registado 415 ações dos 36 parceiros que colaboram, acrescidas da ação de 47 empresas, no âmbito da sua responsabilidade social. Evidencia-se a participação de 2 939.30 horas prestadas de trabalho não renumerado a favor da comunidade por 43 cidadãos, em resultado do protocolo do Município de Esposende com a Direção Geral de Reinserção Social do Ministério da Justiça.
Marilina Tavares, aluna internacional da Universidade Católica de Braga, lançou o livro “Amar e Poesia”. A cabo-verdiana da ilha de São Vicente frequentou o curso de Licenciatura e o curso de Mestrado em Comunicação Digital nesta instituição.
A aluna afirma que desde criança sempre adorou ler e escrever pequenas histórias e que as partilhava com os colegas de aula, com a professora e com a sua mãe. Na adolescência, a autora desenvolveu a paixão pela poesia, paixão que partilhava apenas com os amigos mais próximos.
Quando iniciou a sua licenciatura em Portugal, a estudante deixou em segundo plano a poesia para se focar no ensino superior, mas revela que sempre que podia realizar algum trabalho académico onde era permitida a utilização da sua criatividade para a escrita, agarrava a oportunidade.
Durante a pandemia, Marilina decidiu revisitar a sua paixão e em colaboração com Emeline David, outra autora cabo-verdiana, lançou “Emary”, um ebook poético completamente gratuito, que veio acompanhado de vários vídeos recitando os poemas desenvolvidos no mesmo. Tendo tido uma resposta extremamente positiva, a mestranda em Comunicação Digital começou a desenvolver o livro “Amar e Poesia”.
No dia 28 de setembro de 2020, a autora enviou o manuscrito para a editora Chiado Books. A estudante conta que uma semana depois do envio foi informada de que a sua obra estava de acordo com o catálogo da editora e que “teriam o prazer de o publicar”. Segundo a autora, a colaboração foi rápida e eficaz.
No dia 27 de janeiro de 2021, Marilina Tavares viu o seu sonho realizado ao ter em suas mãos os exemplares do seu novo livro. A autora utiliza a sua criatividade e as ferramentas que desenvolveu no mestrado para a divulgação do seu livro no Instagram e Facebook.
O Município de Braga vai celebrar uma adenda ao contrato programa formalizado com os TUB – Transportes Urbanos de Braga, de forma a compensar a empresa municipal das perdas de receitas decorrentes dos efeitos da pandemia e das medidas impostas pela Autarquia de apoio económico aos seus utilizadores. A proposta, que será analisada em sede de reunião de Executivo Municipal de segunda-feira, prevê o pagamento de 1.158.858,58 euros.
“Desde a primeira hora que o Município e os TUB implementaram um conjunto de medidas para travar a propagação do vírus, assim como medidas de apoio aos seus utilizadores. A empresa municipal não cobrou os passes mensais de março a maio de 2020, posteriormente reduziu os tarifários em 50% para desempregados ou em situação de lay-off, ajustaram a sua oferta de forma a garantir a segurança de utilizadores e trabalhadores e permitiram a manutenção do serviço público de passageiros em níveis que garantiram as necessidades de mobilidade nos sucessivos Estados de Emergência”, explica a Autarquia em comunicado.
Para a Câmara Municipal, “mesmo com a limitação à venda e validação dos títulos de transporte, os TUB continuaram a assegurar os serviços à população e garantiram a mobilidade dos trabalhadores do Hospital, dos Centros de Saúde e das empresas que mantiveram a sua atividade. Estas medidas, que ajudaram muitas famílias bracarenses a aliviar os efeitos da pandemia, representaram um custo extraordinário para a empresa municipal”.
Em março do ano passado, a receita da venda de títulos não faturada cifrou-se nos 197.055,46 euros, em abril 465.398,65 euros e 496.404,47 euros no mês de maio. Dessa forma, seguindo as orientações da Autarquia de Braga, a empresa não obteve qualquer receita, continuando a incorrer em custos fixos e extraordinários com um impacto fortíssimo, na medida em que as vendas foram reduzidas a zero.
Desde 2014, os TUB tinham vindo a aumentar o número de passageiros em 21% e as vendas dos títulos de transporte em 18%, obtendo resultados líquidos positivos em seis anos consecutivos. Em janeiro e fevereiro de 2020, e até ao primeiro Estado de Emergência, os TUB apresentavam uma trajetória de crescimento comparativamente ao período homólogo de 2019, registando um aumento médio de 4,7% na venda de títulos de transporte. Depois, entre 18 de março e 31 de maio, por orientação Municipal, não houve qualquer validação de títulos a bordo e estabeleceu medidas excecionais relativas à pandemia.
Com a gradual retoma das atividades económicas, os TUB retomaram a sua oferta de serviço. “No entanto, a situação epidemiológica no país manteve-se crítica com efeitos nefastos ao nível económico e social. Esses efeitos fizeram-se sentir com impacto elevado ao nível operacional, económico e financeiro na atividade da empresa municipal de transportes, representando uma quebra de 44% no número de validações e uma redução de receita de 38% na venda de títulos”, finalizou o Município.
O próximo sorteio do Euromilhões vai ter um jackpot de 40 milhões de euros, uma vez que nenhum apostador acertou na chave sorteada esta sexta-feira.
O segundo prémio de 267 mil euros vai contemplar três jogadores estrangeiros, enquanto que o terceiro prémio de 37 mil euros saiu a cinco apostadores também do estrangeiro.