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Guimarães plantou 45 árvores autóctones junto à nova variante de Silvares

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CM Bragança
CM Bragança

Domingos Bragança, presidente da Câmara Municipal de Guimarães, e a vereadora do Ambiente, Sofia Ferreira, acompanharam o processo de plantação de 45 árvores autóctones este domingo, 21 de março, em Silvares, numa iniciativa do Leroy Merlin e Laboratório da Paisagem.

Esta ação decorreu no âmbito do projeto “Guimarães Mais Floresta”, projeto que visa a promoção e divulgação da importância das árvores para a preservação da natureza e do meio ambiente, contando ainda com as presenças de Ricardo Ferreira, em representação do Leroy Merlin, e Carlos Ribeiro, em representação do Laboratório da Paisagem.

Estas ações têm sido promovidas em parcerias com empresas, estabelecimentos de ensinos e instituições sociais, que têm evidenciado formas diferentes de contribuir para florestação do concelho.

Domingos Bragança enaltece “o envolvimento das empresas” neste caminho do desenvolvimento sustentável através da estratégia definida pelo Município de Guimarães desde 2014. “Sinto o forte envolvimento da população e entidades nesta área ambiental, que permite vivermos em harmonia com a natureza, um fator que tem sido fundamental para aumentar o comprometimento dos cidadãos para a proteção e preservação do património natural”, refere.

O autarca manifestou, ainda, a vontade do envolvimento das Juntas de Freguesia no sentido de manterem os espaços públicos com jardins bem cuidados, a fim de contribuírem para a proteção e promoção da natureza e biodiversidade e até tornar Guimarães como uma cidade ainda mais reconhecida pelo seu património natural.

A preocupação quanto à arborização e reflorestação do concelho continuará a “seguir um conjunto de prioridades como o reforço das áreas verdes, criação de barreiras acústicas, a melhoria da qualidade do ar ou a reflorestação”.

“Guimarães é reconhecidamente um concelho com especial preocupação referente à arborização, seja em contexto urbano ou não, por permitir aumentar a resiliência da cidade face às alterações climáticas, através do aumento da capacidade de captação de carbono”, finalizou o edil.

GNR acaba com festa ilegal com 28 pessoas em Esposende

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DR
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A GNR de Braga, através do Destacamento Territorial de Barcelos, acabou com uma festa ilegal com 28 pessoas, esta madrugada, em Esposende.

A força de segurança deteve três homens, com idades entre os 20 e 0s 30 anos, por desobediência após reincidirem na violação do dever geral de recolhimento domiciliário.

A GNR explicou que na sequência de várias denúncias de ruído, os militares deslocaram-se ao local e verificaram que estava a decorrer uma festa ilegal com 28 pessoas numa casa particular. Após diligências policiais, a ação culminou com a detenção de três homens por serem reincidentes no incumprimento do dever geral de recolhimento domiciliário, tendo ainda sido levantados os respetivos autos de contraordenação por desrespeito às medidas Covid-19 às restantes pessoas em incumprimento.

Os factos foram remetidos ao Tribunal Judicial de Esposende.

A ação contou com o reforço do Destacamento de Intervenção (DI) de Braga.

Presidente da República assinala Dia Internacional de Luta Contra a Discriminação Racial

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Presidência da República Portuguesa
Presidência da República Portuguesa

Marcelo Rebelo de Sousa, presidente da República, assinala este domingo o Dia Internacional de Luta Contra a Discriminação Racial.

O presidente da República enaltece o lugar de Portugal como “país de acolhimento aberto, universal e ecuménico”. “Num tempo desafiante, marcado pela Covid-19 e pelo acentuar das desigualdades na sociedade portuguesa, importa, mais do que nunca, não abrirmos mão do diálogo e de uma convivência pacífica e amigável, unidos na convicção de que aquilo que nos une supera aquilo que nos separa”, refere Marcelo Rebelo de Sousa.

O chefe de Estado ressalva que “mais do que nunca, importa termos em vista um Portugal menos desigual, mais diverso e inclusivo, onde todos possamos aspirar a um futuro mais próspero. Nas nossas vidas particulares, importa que a animosidade e o preconceito deem lugar à serenidade, à amizade, à boa vizinhança e à compreensão mútua”.

Por fim, deixou um apelo aos portugueses para que “nos unamos em torno deste desígnio”. “As feridas que nos separam são também as feridas que nos unem. Que possamos sará-las sem medo e com esperança. Que possamos, neste dia, invocar o que nos aproxima e recordar a nossa condição comum”, finalizou.

Braga: Penedo Vigia e Miradouro do Moinho em Sequeira ganham acesso de proteção

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Junta de Sequeira
Escuteiros de Sequeira

O Penedo da Vigia e o Miradouro do Moinho, em Sequeira, Braga, ganharam um acesso e proteções de madeira para quem pretende visitar este ponto alto da freguesia, bem como contemplar as paisagens.

O trabalho foi realizado pelo grupo dos Escuteiros de Sequeira com o objetivo de dar mais vida a este ponto alto, bem como torná-lo mais acessível e mais seguro. 

“Como nós repetimos muitas vezes ‘Deus quer, o homem sonha, a obra nasce!’ e, assim foi. Sonhámos, idealizámos, construímos e concluímos mais uma obra no Moinho – espaço escutista e no Penedo Vigia, que pode ser também utilizado como um miradouro para vislumbrar a nossa bonita freguesia de Sequeira. Agradecemos aos intervenientes e às ajudas extras”, referiu o grupo de Escuteiros que executou a obra. 

A Junta de Freguesia de Sequeira parabenizou o trabalho efetuado pelos Escuteiros nas redes sociais, em prol da comunidade. “Parabéns aos nossos Escuteiros pelo excelente trabalho. O Penedo Vigia e o Miradouro do Moinho, uma vista fantástica da nossa freguesia”, sublinhou a Autarquia local.

O Miradouro do Moinho e o Penedo Vigia situa-se no alto da Rua Moinho de Vento, em Sequeira, onde se situa também um moinho que é o espaço de Escutismo da freguesia.

SC Braga é Vice-Campeão Nacional de Corta-Mato Longo

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SC Braga
SC Braga

O SC Braga sagrou-se Vice-Campeão Nacional de Corta Mato longo, na classificação coletiva masculina, no âmbito dos Campeonatos Nacionais que decorreram este domingo no Parque do Serrado, em Amora, Seixal.

A equipa do SC Braga ficou atrás do Sporting, que revalidou o título nacional. Luís Saraiva terminou a prova em quarto lugar com o tempo de 31:23m, tendo sido o melhor atleta do SC Braga em prova.

Davide Silva e Miguel Moreira também terminaram no top-10: com o sétimo lugar e oitavo lugar com um registo de 31:36. Já Francisco Rodrigues, Tiago Costa e Hugo Almeida terminaram no 15º, 18º e 19º lugares, respetivamente.

Bombeiros Voluntários de Guimarães celebram 144º aniversário de forma simbólica

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CM Guimarães
CM Guimarães

A Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários de Guimarães assinalou este domingo os 144 anos da instituição, com uma cerimónia simbólica onde teve lugar o hastear de bandeiras, seguindo-se a colocação de uma coroa de flores pelo presidente da Câmara Municipal, presidente da direção dos Bombeiros e o Comandante da Corporação, no monumento do Bombeiro em homenagem aos Bombeiros e tributo aos fundadores.

O último ano ficou, indubitavelmente, marcado pela pandemia da Covid-19 e, segundo Domingos Bragança, “os bombeiros são o braço armado da proteção civil e os vimaranenses têm esse reconhecimento pelo trabalho que fazem em prol das pessoas e proteção de bens. Em ano de pandemia aumentamos ainda mais esse reconhecimento pela dedicação dos nossos Bombeiros”.

O presidente da Direção, João Pedro Castro, salientou que “foi o ano mais intenso desta corporação” e vincou “os nossos bombeiros nunca viraram a cara à luta e sempre disseram presente”.

No horizonte, a corporação está apostada em adquirir uma autoescada para combate a incêndios urbanos e conta com o apoio da autarquia. “Assumimos uma forte comparticipação de 600 mil euros da Câmara Municipal, perante um equipamento que custa cerca de 800 mil euros, sendo essencial para o combate a incêndios essencialmente no Centro Histórico e zonas urbanas do concelho onde os acessos são mais difíceis. Esta autoescada foi construída e adequada à nossa realidade e com tecnologia de topo”, frisou Domingos Bragança.

O comandante dos Bombeiros, Bento Marques, destacou ainda a aquisição de duas novas ambulâncias, agradecendo o apoio da Câmara Municipal para a aquisição de uma viatura ainda o apoio da sociedade civil na adesão a uma campanha que está em curso para adquirir uma outra ambulância de cuidados intensivos com equipamento para atender doentes críticos.

Carla Salomé Rocha e Rui Pinto sagram-se Campeões Nacionais de Corta-Mato Longo

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Federação Portuguesa de Atletismo
Federação Portuguesa de Atletismo

Carla Salomé Rocha, do Sporting, e Rui Pinto, da 4Run, sagraram-se campeões nacionais de corta-mato longo. Os Campeonatos Nacionais de Corta-Mato Longo decorreram este domingo no Parque do Serrado, em Amora, Seixal.

Depois de, por força da pandemia, esta competição não se ter realizado em 2020, os Campeonatos Nacionais de Corta-Mato Longo regressaram para aquela que foi a 97.ª edição da prova masculina e a 56.ª da prova feminina, numa organização da Federação Portuguesa de Atletismo em conjunto com a Associação de Atletismo de Setúbal e da Junta de Freguesia de Amora, com o apoio do Município do Seixal, num formato diferente, aberta apenas aos melhores atletas nacionais e desenrolando-se em quatro séries masculinas e outras tantas femininas. Quanto ao percurso, este já é bem conhecido por ser difícil, com algumas subidas exigentes e zonas de areia, o que antecipava um bom espetáculo de Atletismo.

Os Campeonatos iniciaram com a prova feminina. Carla Salomé Rocha dominou a prova desde o início, no grupo da frente, descolando-se a meio da prova, para não mais ser apanhada pelas colegas de equipa Sara Moreira, que na última volta recuperou terreno em relação a Sara Catarina Ribeiro (3.ª) e Jéssica Augusto (4.ª), conquistando o segundo lugar. Depois do “bloco leonino”, que garantiu coletivamente a vitória, com a máxima pontuação (10 pontos), cortou a meta Lia Lemos, do Maia Atlético Clube, seguindo-se Emília Pisoeiro, Neide Dias e Susana Cunha, todas do Recreio Desportivo de Águeda (RDA), que, com a chegada de Carla Martinho (11.ª), garantiram o segundo lugar no pódio coletivo, com 32 pontos; e, em terceiro lugar, classificou-se o Clube Desportivo Feirense, com 89 pontos.

No final, Carla Salomé Rocha, que carimbou aqui a sua segunda vitória nesta competição (a primeira foi em 2016), sublinhou que este “era um percurso bastante técnico, duro e com grandes adversárias, como a Jéssica Augusto, a Sara Moreira e a Catarina Ribeiro”. Do ponto de vista coletivo, “tentámos gerir a nossa prova, impor o ritmo” e, individualmente, “fui ouvindo o que o meu treinador dizia e fiz a minha prova”, sendo que a sorte sorriu-me”, acrescentou a atleta.

Do lado masculino, a prova foi renhida, a nível individual e coletivo, com Rui Pinto, da 4Run, a vencer ao segundo o campeão em título, Rui Teixeira, do Sporting. O terceiro lugar do pódio na prova masculina foi ocupado por João Pereira, do Vitória Futebol Clube, a grande surpresa desta competição. Fernando Serrão, em quinto lugar, Miguel Marques, em décimo, Ruben Amaral, em 11.º, deram a vitória coletiva ao Sporting. Em segundo lugar, por equipas, classificou-se o SC Braga, com 34 pontos; e o Maia Atlético Clube alcançou o terceiro lugar, com 56 pontos.

“Estou muito contente por conquistar o meu terceiro título. Era um objetivo que já tinha há algum tempo, mas com a pandemia consegui preparar-me melhor, não interrompi ciclos de treino e cheguei aqui numa melhor forma”, analisou Rui Pinto. “Dos títulos que conquistei, este é o mais importante, porque marca a diferença. Neste contexto, ter a possibilidade de competir e ser campeão nacional é uma situação brutal”, garantiu o atleta.

Já em relação ao “duelo” com Rui Teixeira, que, de resto, tem marcado a reta final das últimas edições desta competição, Rui Pinto referiu que “é um duelo que já tem acontecido nos últimos três, quatro anos e já sabia que ia ser uma luta renhida, portanto, preparei-me bem para superar esse desafio. Não estava muito preocupado com a parte final, já que entrei fresco nas últimas duas voltas, porque corri de forma diferente. Nos outros anos saí disparado, mas este ano adotei uma tática de gestão de prova, pelo que se tornou mais fácil do que nos anos anteriores.”

Covid-19: Portugal com 6 mortes, 450 infetados e 395 recuperados

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Portugal registou 6 mortes por Covid-19 nas últimas 24 horas, o número mais baixo desde 2 de outubro, 450 novos infetados e 395 recuperados.

De acordo com o boletim epidemiológico da Direção-Geral da Saúde (DGS), morreram 16.768 pessoas desde o início da pandemia, registaram-se 817.530 casos positivos e 767.319 casos de recuperação.

O boletim da DGS indica que morreram 3 pessoas em Lisboa e Vale do Tejo, 2 no Norte e 1 no Centro.

Lisboa e Vale do Tejo somou 154 novos casos, seguindo-se o Norte com 144, Centro com 67, Madeira com 31, Alentejo com 24, Algarve com 21 e Açores com 9.

Pela primeira vez, em quase dois meses, o número de casos ativos aumentou, estando este domingo 33.443 ativos, mais 49 em 24 horas. Em vigilância pelas autoridades de saúde estão 14.986 pessoas, mais 252.

Em todo o território nacional há 765 doentes internados, mais 21 do que sábado, continuando 170 doentes em unidades de cuidados intensivos, o mesmo número face a ontem.

SC Braga vence Marítimo por 2-1

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SC Braga
SC Braga

A equipa feminina do SC Braga recebeu e venceu o Marítimo por 2-1, em jogo da Fase de Apuramento de Campeão da Liga BPI.

Os golos da vitória foram apontados por Cindy Konig (14′) e Keane (68′). Tânia Mateus (38′) marcou pelo Marítimo.

Com esta vitória, as Gverreiras do Minho somam 15 pontos e estão na quarta posição da tabela classificativa.

PAN propõe regime jurídico para proteger o arvoredo urbano

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Em vésperas do Dia Mundial da Árvore, que se celebra este domingo, 21 de março, o Grupo Parlamentar do PAN deu entrada de um projeto de lei que prevê a criação de um regime jurídico para proteger o arvoredo urbano de “podas abusivas” e de abate indiscriminado.

Entre as medidas propostas pelo PAN nesta iniciativa está prevista a obrigatoriedade de compensação sempre que um conjunto arbóreo seja afetado por obras de reparação ou por operação urbanística de qualquer natureza mediante de plantação de uma área equivalente de arvoredo no mesmo concelho, a par de um quadro contraordenacional e sancionatório acessório.

“Não tenhamos ilusões: sem qualquer regulamentação que proteja o arvoredo urbano, será muito difícil que Portugal consiga cumprir as metas de descarbonização com as quais se comprometeu”, defende André Silva, deputado do PAN.

“Continuamos a planear e construir as nossas vidas e cidades como se nada estivesse interconectado, sem valorizar as árvores que dão vida aos nossos jardins e que integram os demais espaços verdes, permitindo abates e podas abusivas. Manter esta tendência é condenarmos o nosso futuro e o das gerações vindouras aos impactes imprevisíveis das alterações climáticas”, acrescenta.

De acordo com dados da Global Forest Watch, Portugal encontra-se no ranking dos cinco países com maior perda percentual de coberto arbóreo (24,6%), acompanhado da Mauritânia (99,8%), do Burkina Faso (99,3%) e a Namíbia (31%) a encabeçar a lista. “Para que possamos cumprir as metas mundiais, que recomendam um rácio de três árvores adultas por cada habitante nas cidades, há toda uma mudança de políticas autárquicas e nacionais de proteção do arvoredo urbano que tem de ocorrer”, defende André Silva.

O PAN propõe, assim, a criação de um quadro normativo para a gestão do arvoredo autóctone e alóctone, de propriedade pública ou privada, de crescimento espontâneo ou cultivadas, o qual prevê a definição e cumprimento de critérios para as operações de poda, transplantes e critérios para abate, mas também quanto à fiscalização – cuja competência deverá ficar na alçada do ICNF, que é acompanhada de uma proposta de regime sancionatório para os incumpridores.

Por outro lado, para o PAN, o abate de espécies arbóreas só deve ocorrer “quando haja perigo potencial e comprovado, por análise biomecânica e/ou de fitossanidade, de o arvoredo existente provocar danos na sua envolvente, designadamente em pessoas, vegetação, estruturas construídas e outros bens”. Acresce ainda que, sempre que com vista à salvaguarda do interesse público haja necessidade de intervenção que implique a poda, o abate, o transplante, ou outra operação que de algum modo fragilize as árvores, deverá a intervenção a realizar ser previamente sujeita a parecer vinculativo do município onde o facto ocorra, de forma a determinar os estudos a realizar, medidas cautelares e modo de execução dos trabalhos.

A proposta de projeto de lei contempla ainda a elaboração de um documento de referência de “Boas Práticas de Gestão do Sistema Arbóreo Urbano” a nível nacional, abrangendo todas as entidades com responsabilidade na gestão do arvoredo, assim como a obrigatoriedade de os municípios disporem de um inventário completo de todas as árvores existentes no seu território. Estes Inventários de atualização periódica devem incluir um Plano de Conservação das árvores existentes, sujeito a contínua monitorização e ainda que qualquer intervenção seja feita unicamente por pessoal dotado da devida formação ou aptidão técnica.

Finalmente, e entre outros aspetos, a proposta de diploma fixa ainda a obrigatoriedade de, quando um conjunto arbóreo for necessariamente afetado por obras de reparação ou por operação urbanística de qualquer natureza, dever o mesmo ser compensado pela plantação de uma área equivalente de arvoredo no mesmo concelho. Adicionalmente, prevê o estabelecimento de um quadro contraordenacional e de sanções acessórias, que poderão passar, nomeadamente, pela suspensão de autorizações, de licenças e/ou alvarás.