Morreram 2 pessoas por Covid-19 nas últimas 24 horas no país, registaram-se 271 infetados e 445 recuperados. Ao todo morreram 16.918 pessoas associadas à doença, contabilizaram-se 827.765 casos confirmados e 785.063 recuperados.
O boletim epidemiológico da Direção-Geral da Saúde desta segunda-feira indica que morreram 1 pessoa no Norte e 1 em Lisboa e Vale do Tejo.
A região Norte somou 70 novos casos, seguindo-se Lisboa e Vale do Tejo com 60, Alentejo com 52, Madeira com 27, Algarve com 21, Açores com 23 e Centro com 18.
Esta segunda-feira há 25.784 casos ativos, menos 176 em 24 horas, e 18.230 pessoas estão em vigilância pelas autoridades de saúde, mais 488.
Há atualmente 479 doentes internados, mais 13 face a domingo, dos quais 119 em unidades de cuidados intensivos, mais 6.
A Ala da Frente foi até às gavetas do estúdio de Jorge Pinheiro para preparar a exposição de pintura e desenho que marca a reabertura de portas da galeria de arte contemporânea de Vila Nova de Famalicão.
Os visitantes da Ala da Frente já podem conhecer o conjunto de obras de pintura e desenho que compõem o “Discurso Silencioso” de Jorge Pinheiro, artista natural de Coimbra, que na década de 60 fundou o grupo “Os quatro vintes” juntamente com Armando Alves, Ângelo de Sousa e José Rodrigues.
“Depois de uma fase extensa ligada ao abstrato, à geometria e à composição, Jorge Pinheiro enveredou depois dos anos 80 por outro discurso e outra de forma de avançar no trabalho ligada à figuração e esta exposição lida precisamente com essa sua vertente”, explica o curador da Ala da Frente, António Gonçalves.
“Nos desenhos que vamos encontrar nesta exposição vamos percebendo como é que algumas personagens que habitam o universo de Jorge Pinheiro foram aparecendo e foram pensadas e trabalhadas para ocupar o espaço da pintura. Um discurso silencioso, feito de registos, de formas e de gestos que se vão organizando em resposta às necessidades de composição e elaboração da pintura”, acrescenta.
Para António Gonçalves, “Jorge Pinheiro tem um reconhecido percurso feito por uma multiplicidade de formas de investigação e estudo das possibilidades do discurso plástico”.
O curador da Ala da Frente deixa, ainda, um desafio aos visitantes da galeria municipal. “Que o nosso olhar se possa pender nos vários olhares que se exibem nestas obras e neles possamos encontrar uma maior lucidez na companhia deste silencioso discurso”, refere.
Recorde-se que Jorge Pinheiro nasceu em Coimbra no dia 7 de outubro de 1931. Tem o Curso Superior de Pintura da Escola Superior de Belas-Artes do Porto (1963). Fundou, com Ângelo de Sousa, José Rodrigues e Armando Alves, o grupo “Os Quatro Vintes”, numa alusão irónica à marca de tabaco «Três Vintes» e às respetivas notas de final de Curso. Lecionou na ESBAP (1963-1976), na ESBAL (1976-1996) e na Universidade de Évora (1996-1998). Expõe regularmente desde 1954 e está representado em inúmeras coleções públicas e privadas. Foi distinguido com o Grande Prémio Amadeo de Souza-Cardoso 2017. Vive e trabalha em São Pedro do Estoril.
A galeria de arte contemporânea Ala da Frente fica localizada no Palacete Barão da Trovisqueira, na Rua Adriano Pinto Basto, em Vila Nova de Famalicão.
A GNR de Braga realizou um conjunto de operações no distrito, de 5 a 11 de abril, para prevenir e combater a criminalidade, assim como a fiscalização rodoviária. Desta iniciativa, 35 pessoas foram detidas e 63 foram multadas.
Dos detidos, destacam-se catorze por conduzirem sob o efeito do álcool e quatro por conduzirem sem carta de condução. Das pessoas multadas, destacam-se 38 por incumprimento das medidas da Covid-19, 15 no âmbito de legislação policial e 10 no âmbito do consumo de produtos estupefacientes.
A GNR detetou 331 infrações, destacando-se 241 por excesso de velocidade, 60 por falta de inspeção periódica obrigatória, 26 por falta ou incorrecta utilização do cinto de segurança e/ou sistema de retenção para crianças, 23 por condução sob o efeito de álcool, 13 por uso indevido do telemóvel no exercício da condução e 14 por falta de seguro.
Foram registados 103 acidentes, que resultaram em três feridos graves e 35 feridos leves.
Destas operações, a GNR apreendeu 52 doses de cocaína e dez doses de haxixe.
Anabela Pedroso, secretária de Estado da Justiça, afirmou que a entrega do cartão de cidadão vai passar a ser sempre entregue em casa dos portugueses.
Esta medida, em vigor desde setembro de 2020 devido à pandemia, vai passar agora a definitiva enquanto existirem cartões de cidadão com renovação a cinco anos.
Anabela Pedroso sublinhou que no próximo ano, o documento passa a ter uma validade de dez anos para todos.
Assim, o modelo de entrega do cartão de cidadão em casa será generalizado em todo o país.
“Serei o que me deres… que sejam livros” é o mote de um conjunto de iniciativas que o Município de Barcelos, através da Biblioteca Municipal, está a desenvolver ao longo de todo o mês, no âmbito da campanha “Abril, mês da prevenção dos maus-tratos na infância”.
A decorrer até ao final do mês, entre as atividades propostas está “Um laço… um livro”, que convida a população a oferecer à Biblioteca Municipal um laço azul com uma mensagem alusiva à temática. Em troca, leva para casa um livro.
Destinadas a toda a família, existem mais duas iniciativas na Biblioteca Municipal: a exposição “Livros que fazem bater o coração” e “Sacos andarilhos”. Trata-se de um conjunto de dez sacos com uma seleção de cinco livros e um DVD. Cada saco é referente a uma temática, desde a família aos afetos, para ser trabalhada entre pais e filhos.
A iniciativa, desenvolvida em colaboração com a CPCJ de Barcelos, as Bibliotecas Escolares e as escolas do concelho, conta, ainda, com a inauguração do painel “Olhares sobre os nossos direitos”, no Centro Escolar de Barqueiros, dia 27, às 15:00. Será divulgado, também, o filme “Os direitos no olhar de uma criança”, baseado em testemunhos de alunos, que revisitaram os sete painéis anteriormente colocados em Agrupamentos Escolares do concelho.
Para o Dia Mundial do Livro, 23 de abril, às 10:00, está reservada a apresentação do livro “Ailé! Ailé! Zeca contado e cantado”, com José Fanha e Daniel Completo. No mesmo dia, com sessões às 14:30 e às 18:00, será lançado o livro “Uma Caneca Mágica: Conto Redondo”, nascido do projeto Canecas, da EB Rosa Ramalho. Antes, dia 14, às 10:00, haverá uma conversa com a escritora Manuela Mota Ribeiro. Todas as iniciativas irão acontecer em formato digital.
O programa conta também com duas conferências: “O que me faz crescer”, com Inês Poeiras, da Associação Caminhos da Infância, dia 22, às 18:00, e “Políticas de Prevenção e Proteção de Risco Infantil em Tempos Pandémicos”, com Manuel Sarmento, investigador do Centro de Investigação em Estudos da Criança, da Universidade do Minho, dia 26, às 18:00. Estas iniciativas também serão via ZOOM e as inscrições poderão ser efetuadas em [email protected].
Ao longo do mês, acontecem também jogos de tabuleiro e o ateliê “ A Cruzada das Crianças”, baseado no livro de Afonso Cruz, na Biblioteca Municipal, e sessões de cinema pela ZOOM – CineClube de Barcelos.
A Câmara Municipal de Cabeceiras de Basto recolheu mais 32 toneladas de resíduos em lixeiras clandestinas. Desde o início do ano, a Autarquia recolheu já um total de 54 toneladas de resíduos abandonados.
À semelhança da limpeza ocorrida recentemente nas freguesias de Arco de Baúlhe e Vila Nune, a Autarquia desenvolveu um idêntico trabalho de limpeza de lixeiras clandestinas nas freguesias de Cabeceiras de Basto (São Nicolau) e Bucos. Os resíduos, de múltiplas características e dimensões, incluem monos, resíduos de construção (25 toneladas em Cabeceiras de Basto e 7 em Bucos).
Esta ação foi planeada e coordenada pelos serviços municipais da Divisão de Ambiente e Salubridade com o objetivo de intervir nos locais mais afetados pela deposição clandestina de resíduos de grandes dimensões, o que permitiu a limpeza daqueles espaços, assegurando-se, desta forma, a melhoria da qualidade ambiental e paisagística.
Estas ações de limpeza são realizadas várias vezes durante o ano e em todas as freguesias com o objetivo de intervir nos locais referenciados como os mais afetados pela deposição ilegal de resíduos daquela natureza. Os trabalhos contam com a colaboração das Juntas de Freguesia, designadamente na identificação dos locais.
De acordo com a legislação em vigor, é proibida a deposição de lixo nos locais não licenciados para o efeito, constituindo uma contraordenação ambiental muito grave e que está sujeita a uma coima entre os 20.000 e os 37.500 euros se praticado por pessoas singulares e a uma coima entre os 38.500 euros e os 2.500.000 euros se praticado por pessoas coletivas.
O Município de Cabeceiras de Basto possui um serviço gratuito de recolha de monos, bastando que os interessados o solicitem junto do Serviço de Atendimento Único (SAU). Caso queiram depositar diretamente no Centro de Recolha de Monos, existente nas instalações das futuras Oficinas Municipais, na Ranha, podem fazê-lo entre as 8:30 e as 13:30 nos dias úteis.
A Câmara Municipal de Cabeceiras de Basto apela ao sentido cívico da população para não depositar nem abandonar os monos na via pública, na berma/taludes das estradas, na floresta, nos largos ou ribanceiras, esperando também que a censura da comunidade iniba os infratores desta prática nociva para o ambiente, para a saúde pública e qualidade de vida.
Miguel Oliveira, piloto português e vencedor do Grande Prémio de Portugal de MotoGP, doou uma camisola oficial autografada à Associação Dignitude, que será leiloada online entre os dias 12 a 26 de abril.
A oferta mais alta ganha uma camisola autografada pelo reconhecido piloto português, ao mesmo tempo que contribuirá para levar saúde a quem mais necessita.
O valor resultante do leilão solidário vai reverter integralmente para a Emergência abem: Covid-19, que se destina a ajudar no acesso a medicamentos, produtos e serviços de saúde aos cidadãos que ficaram mais vulneráveis em consequência da atual pandemia.
“É com bastante orgulho que me associo a uma causa tão nobre como o acesso à saúde para os mais afetados pela pandemia. Num momento tão excecional, é essencial que a palavra de ordem seja solidariedade e todos podemos contribuir e impulsionar iniciativas solidárias que contribuam significativamente para a sociedade. Este é o momento de nos juntarmos e apoiar quem mais precisa”, afirmou Miguel Oliveira.
Maria de Belém Roseira, embaixadora do projeto, reforça que “a situação que vivemos é ímpar e grave, sendo fundamental a entreajuda e o apoio de todos. Este leilão é, por isso, mais um momento para unirmos esforços”.
A Associação Dignitude criou a Emergência abem: Covid-19, um programa que conta já com 47 Câmaras Municipais, Juntas de Freguesias, Cáritas, Misericórdias e Instituições Particulares de Solidariedade Social, responsáveis por referenciar os cidadãos em situação de carência socioeconómica, apoiando-os no acesso aos medicamentos de que precisam para viver.
Os cidadãos que pretenderem, podem fazer donativos para a Emergência abem: COVID-19 através de transferência bancária para o IBAN: PT50.0036.0000.99105930085.59; MB WAY: 932 440 068; ou diretamente no website www.abem.pt.
Os doadores podem enviar comprovativo de transferência, nome e NIF para [email protected], para que lhe seja enviado o recibo de donativo.
A Câmara Municipal de Amares vai atribuir a Medalha de Mérito Municipal Grau Ouro a Virgílio Alberto Vieira, escritor amarense Virgílio. A proposta, apresentada esta segunda-feira por Isidro Araújo, vereador da Cultura, foi aprovada em reunião de executivo e pretende fazer um “justo reconhecimento a um nome maior das letras amarenses e um nome grande nas letras nacionais”.
“Embora conhecendo a nobreza de caráter que não pactua com modernices e beija à mão no nosso tempo, entendo que Virgílio Alberto Vieira terá a tolerância de perceber que o meu papel de vereador responsável pelo pelouro da Cultura se impõe à minha condição de amigo no ato público que trata de reconhecimento, ao fim desta caminhada coerente e produtiva de 50 anos de vida literária”, referiu o vereador.
Virgílio Alberto Vieira nasceu em Amares em 1950 e licenciou-se em Letras na Universidade do Porto, tendo lecionado até 2009.
Poeta, ficcionista, autor de literatura infantil, dramaturgo, ensaísta e critico literário, publicou pela primeira vez em 1971, com o título “Na margem do silêncio.
A sua obra tem hoje mais de cem títulos e está representada em antologias editadas em Portugal, Brasil, Moçambique, Espanha, França, Itália, Alemanha, Hungria, Egipto, Estados Unidos, México e Marrocos.
O Mosteiro de Tibães, em Braga, inaugurou a exposição sobre Camilo Castelo Branco “Espaços da vida e da ficção camilianos em Vila Nova”, fotografias estereoscópicas de Calra Gaspar e Filipe Rego.
Esta exposição dá a conhecer a moradia do escritor e de alguns lugares de Vila Nova de Famalicão.
“A exposição é composta por fotografias dos principais compartimentos da moradia de Camilo Castelo Branco, em São Miguel de Seide, alguns lugares do concelho de Vila Nova de Famalicão que serviram de inspiração para os seus textos literários e fantogramas estereoscópicos de objetos de uso particular do escritor e de Ana Plácido”, destacou a direção do Mosteiro de Tibães.
A exposição pode ser visitada até dia 9 de maio e estará patente na Sala do recibo do Mosteiro de São Martinho de Tibães.