Morreu aos 100 anos António Osório, o sócio mais velho do SC Braga, anunciou o clube há instantes.
Para o SC Braga, o sócio nº 20 personificou aquilo que é um “verdadeiro braguista” e nunca se separou do seu clube, “ficando para sempre no coração dos Gverreiros do Minho”.
O clube chegou a fazer uma homenagem a António Osório em setembro quando celebrou o seu centenário.
Cabeceiras de Basto evocou no sábado o Dia do Combatente. Catarina Sarmento Castro, secretária de Estado de Recursos Humanos e Antigos Combatentes, presidiu à cerimónia evocativa do Dia do Combatente e do 103.º aniversário da Batalha de La Lys, que se realizou no Salão Nobre dos Paços do Concelho e que terminou junto ao Monumento dos Combatentes.
A cerimónia contou com a presença dos presidentes da Câmara e da Assembleia Municipal de Cabeceiras de Basto, Francisco Alves e Joaquim Barreto, respetivamente, do presidente da Junta de Freguesia de Refojos de Basto, Outeiro e Painzela, Leandro Campos, e de oito antigos combatentes que integram a Comissão dos ex-Combatentes Cabeceirenses, não tendo sido possível alargar a cerimónia a todos pelas circunstâncias impostas pela pandemia.
A secretária de Estado terminou, em Cabeceiras de Basto, uma semana dedicada ao Antigo Combatente, promovida pelo Ministério da Defesa Nacional, que serviu para contactar de perto com os ex-combatentes e as suas associações representativas, oportunidade para divulgar e informar sobre todo o processo de implementação do Estatuto do Antigo Combatente aprovado, “com grande consenso”, afirmou a governante, na Assembleia da República, em agosto de 2020.
Catarina Sarmento Castro afirmou, no decorrer da sessão, “que o reconhecimento do serviço prestado à Pátria pelos antigos combatentes é um dever da Assembleia da República, do Governo, das Autarquias e dos portugueses em geral”.
“Esta é uma questão que nos une. O primeiro passo foi dado com a aprovação do Estatuto, seguindo-se a implementação das medidas preconizadas. Para tal, foi necessário criar uma Unidade Técnica constituída por dirigentes dos Ministérios da Defesa Nacional, das Finanças, da Saúde e da Cultura, para estudar e propor os procedimentos que agilizem a implementação de todas as medidas, sem cairmos na tentação de burocratizarmos o processo”, disse. Entretanto, e enquanto não está distribuído o Cartão do Combatente que identificará o “Titular de Reconhecimento da Nação”, informou que foi possível avançar, desde já, com o acesso simplificado de todos os ex-combatentes e viúvas/viúvos, cerca de 300 mil pessoas, à isenção das taxas moderadoras, não apenas nos centros de saúde mas em todos os serviços e instalações do SNS.
Foi também possível implementar já o acesso gratuito simplificado aos museus e monumentos nacionais. A governante anunciou que está em vigor a atualização do complemento especial de pensões, tendo a preocupação de se ajudar quem mais precisa, ou seja, aqueles que têm as pensões mais baixas. Salientou também que uma das aspirações da Associação dos Deficientes das Forças Armadas já está resolvida com a adoção de critério especial relativo aos acidentes profissionais para os militares portadores de deficiência.
A secretária de Estado também informou que acabou de ser assinado, no dia 5 de abril, um protocolo com a Associação Nacional dos Municípios Portugueses que estabelece que os antigos combatentes, aquando do seu falecimento, têm o direito de ser velados com a bandeira nacional, direito que será assegurado, a pedido expresso do próprio ou da família, pelas Câmaras Municipais através da disponibilização gratuita da bandeira nacional à família. A partir de agora “está também consagrado em Lei que o dia 9 de Abril é o Dia do Combatente e os dias 10 de junho e 11 de novembro dias de celebração dos antigos combatentes”, informou a secretária de Estado.
Francisco Alves disse ser com “profundo sentido de gratidão e respeito que homenageamos neste Dia do Combatente e no ano em que se assinala o 103º aniversário da Batalha de La Lys, os combatentes de Cabeceiras de Basto mas também de todo o país que lutaram pela sua Pátria”, salientando tratar-se de “um desígnio histórico”.
O autarca lembrou os onze cabeceirenses que morreram na I Guerra Mundial e os 29 que tombaram durante os confrontos entre as Forças Armadas Portuguesas e as forças organizadas pelos movimentos de libertação das antigas colónias entre 1961 e 1974. “E para que os feitos destes cidadãos não caíssem no esquecimento”, destacou o Monumento ao Combatente, em Cabeceiras de Basto, que foi construído “com o intuito de homenagear todos os cabeceirenses que combateram nas diferentes frentes de batalha e que, nesses conflitos, perderam a vida”, disse o edil, sublinhando que “a batalha de hoje é outra. É Invisível”, referindo-se à pandemia Covid-19 que atingiu Portugal e o mundo “como rastilho de pólvora, com os Governos e governantes ‘a braços’ com as consequências nefastas quer em termos sanitários e de saúde mas também económicos e financeiros”.
Joaquim Barreto, depois de realçar “a utilização pela primeira vez da nomenclatura ‘Recursos Humanos e Antigos Combatentes’ numa pasta do Governo”, falou do facto de as comemorações do Dia do Antigo Combatente coincidirem com “o ano da entrada em vigor dos direitos e benefícios associados ao Estatuto do Antigo Combatente, que consagra na Lei o reconhecimento do Estado português relativamente aos serviços prestados pelos militares”- Lei que nasceu da iniciativa do XXII Governo, “que num trabalho de grande esforço e mérito com as várias associações representativas dos ex-combatentes, com os vários partidos com assento parlamentar, acabou por reunir um amplo consenso na Assembleia da República, em torno da dignificação e valorização dos antigos combatentes, relevando também a dimensão solidária para com os veteranos de guerra”.
O presidente da Assembleia Municipal deixou palavras de “reconhecimento e profunda gratidão a todos os militares pelo excecional contributo que, com grande eficácia e capacidade de adaptação, têm prestado no esforço nacional de prevenção, de contenção e mitigação da transmissão da Covid-19, contribuindo de forma determinante para minimizar o impacto sanitário, social e económico da pandemia no país. Sem eles, tudo seria ainda mais difícil. E a eles, o nosso muito obrigado”, finalizou.
O porta-voz dos ex-combatentes de Cabeceiras de Basto, José Lopes, disse estar ali “em representação dos cerca de meio milhar de cabeceirenses ainda vivos, que passaram pelos teatros operacionais de guerra em três frentes, Angola, Guiné e Moçambique e que, por sua livre e espontânea iniciativa, decidiram criar, em 2014, um Núcleo Concelhio de ex-combatentes do Ultramar e juntar-se, anualmente, num Encontro/Convívio para reviverem e socializarem recordações, em relatos de mil histórias de companheirismo, de solidariedade entre os militares, de alegrias e tragédias e de memórias”.
José Lopes destacou o facto de ter sido criada a nível governamental “uma Secretaria de Estado para atender e zelar pelos nossos direitos e legítimos interesses”, acrescentando “estarem ansiosos pela aplicação da Lei que aprovou o Estatuto dos Antigos Combatentes, onde se concretiza o reconhecimento público do Estado a quem combateu nas antigas colónias ao serviço da Pátria”.
“O Estatuto do Antigo Combatente, da iniciativa do atual Governo, prevê um conjunto de regalias que, apesar de bem-vindas, ficam muito aquém do que seria desejável e merecido pelos que abnegadamente deram os seus melhores anos de vida ao serviço da Pátria. É nosso entendimento que os combatentes merecem mais, tanto em apoios financeiros concretos, como no apoio na saúde no tratamento de traumas e doenças contraídas, no apoio social e situações de pobreza. É verdade que o Estatuto do Combatente nos abre novas perspetivas. O alargamento dos subsídios às viúvas, o apoio especial à saúde, a isenção de taxas moderadoras, a utilização gratuita de transportes públicos, o livre acesso a museus e monumentos nacionais e o aumento para 7% nas pensões mais baixas, dir-se-á que tudo isto são migalhas, mas venham elas. É nesta fase final das nossas vidas que os traumas e ressentimentos mais se fazem sentir. O silêncio não cura, pelo que não será de estranhar a onda de indignação e inconformismo que as redes sociais espelham, por parte de quem vê o tempo passar e pressente esgotar-se a vida, injustiçados pelas promessas e sonhos não concretizados. Eu sou, (nós somos) dos que acreditamos: os traumas de 20 anos de guerra, desde a Índia, à independência da última colónia, levará várias gerações a serem curados. Estamos no início dum caminho e de um processo que deve ser proactivo, dinâmico e estruturado. As regalias de hoje, consignadas no Estatuto do Combatente, serão tidas como insignificantes, mas serão certamente o ponto de partida num processo que nos conduzirá a mais benefícios e melhores condições de vida”, disse na sua intervenção.
No final, os presentes deslocaram-se até ao Monumento aos Combatentes onde foram depositadas duas coroas de flores em homenagem a todos os que perderam a vida nos diferentes teatros de guerra, em vários cantos do mundo, cerimónia que contou com a colaboração dos Bombeiros Cabeceirenses.
O Município da Póvoa de Lanhoso organiza em maio a quinta edição da Oficina de Escrita Criativa.
A oficina terá lugar de 8 a 22 de maio, sempre aos sábados, das 10:30 às 11:30. Destina-se a pessoas naturais e residentes no concelho da Póvoa de Lanhoso, ou que aqui tenham raízes, podendo as inscrições ser efetuadas através do e-mail [email protected].
Esta edição irá realizar-se no Centro Interpretativo Maria da Fonte. Contudo, devido à situação atual, existe a possibilidade de estas sessões virem a efetuar-se de forma online, depois de aviso atempado aos participantes. A participação é gratuita.
Esta Oficina de Escrita Criativa começou a realizar-se em 2017. Desta formação resultou a publicação de três pequenos livros de contos, intitulados, respetivamente, “Contos de Janeiro”, “Contos de Fevereiro” e “Contos de Março”, contendo textos literário de parte dos formandos. A proposta deste ano passa por nova edição, desta vez sob o título de “Contos de Abril e Maio”.
A formação é ministrada pelo escritor José Abílio Coelho, que coordenou também as edições anteriores e a publicação dos livros. Este prevê a possibilidade de, quando se concluir uma série de 12 opúsculos, se fazer uma coletânea que reúna todos os textos, sob o título de “Contos de Todo o Ano”, projeto que, quando completo, ficará certamente para a história das Letras das Terras de Lanhoso.
Os Selos Famalicão Visão’ 25 estão de volta. Em 2021, a Câmara Municipal de Vila Nova de Famalicão volta a distinguir as iniciativas que têm contribuído para a valorização e afirmação do concelho e lança o convite a todos os cidadãos para que identifiquem os projetos, ações, produtos e serviços que mostraram ser importantes para o Município famalicense.
O período para a submissão de candidaturas aos selos decorre até ao dia 31 de maio. O formulário de inscrição já está disponível online, na página oficial do Município em traduz-se num processo simples e rápido com apenas seis passos.
Os projetos podem novamente ser integrados em quatro categorias. A categoria Famalicão Made IN abrange os projetos empreendedores que potenciam a incorporação tecnológica e a aplicação de soluções de futuro, desenvolvendo uma economia baseada no conhecimento e na inovação e que aumentam a competitividade e internacionalização. A categoria B -Smart Famalicão irá reconhecer os projetos que promovam uma economia mais eficiente na utilização dos recursos. A categoria Força V – Famalicão Voluntário inclui os projetos que reforçam o capital social presente nas práticas de intervenção e animação comunitária e impulsionam novos ambientes de participação e envolvimento ativo. Por fim, na categoria Famalicão Comunitário serão reconhecidos os projetos que promovam a corresponsabilização dos cidadãos e que se distingam enquanto projetos coletivos, de cooperação e colaboração entre atores públicos e privados e potenciadores dos valores do futuro.
Recorde-se que a atribuição dos Selos Famalicão Visão’25 acontece pelo sexto ano consecutivo, tendo sido já reconhecidos mais de setenta projetos. No fundo, o selo representa um prémio que identifica e reconhece as boas práticas com impactos positivos no território, na economia e na sociedade, que sejam inovadoras e inspiradoras, que expressem os valores e reforcem a identidade famalicense.
A atribuição do selo será decidida por um júri constituído por diversas pessoas de diferentes áreas. Os vencedores serão divulgados na sessão solene comemorativa do Dia do Concelho, no dia 28 de setembro.
Para dúvidas ou mais esclarecimentos, poderá enviar um e-mail para a Divisão de Planeamento Estratégico, Economia e Internacionalização da Câmara Municipal – [email protected].
O Município de Vieira do Minho disponibiliza a plataforma online “Vieira Rural“, para promover e vender produtos locais.
A plataforma conta com mais de duas centenas de aderentes e é mais uma ferramenta que o Município colocou à disposição do tecido económico local, no âmbito das medidas de apoio à Covid-19.
Esta plataforma está em constante evolução, por forma a satisfazer o maior número de aderentes.
A adesão e o acesso à plataforma são gratuitos. Para mais informações, poderá contactar através do telefone 253 649 270 ou do endereço de email [email protected].
A GNR abriu, esta segunda-feira, um concurso para a constituição de uma reserva de recrutamento de, no máximo 2000 candidatos, para o preenchimento das vagas para admissão ao Curso de Formação de Guardas (CFG). O concurso está aberto até 24 de abril.
As candidaturas devem ser efetuadas exclusivamente através do preenchimento de um formulário eletrónico, onde também poderão ser consultadas as condições de admissão, documentação exigida e demais informações sobre o processo de seleção.
Os interessados em candidatar-se à GNR devem ter entre 18 e 27 anos e o 12.º ano de escolaridade.
Após uma primeira fase documental, seguir-se-á a convocação para as provas de seleção, designadamente, de conhecimentos, físicas, de avaliação psicológica e exame médico.
Para esclarecimento de dúvidas sobre esta matéria a Guarda poderá ser contactada por email [email protected] ou através do número 808 200 247.
O Grupo Unidos de Tibães, em Braga, arrancou hoje com a campanha “UNIDOS A RECICLAR – Dê Nova Vida ao Lixo Eletrónico”. Esta campanha é destinada à recolha de resíduos elétricos, eletrónicos, pequenos e grandes eletrodomésticos, baterias, dispositivos informáticos, de comunicação e lâmpadas em fim de vida, junto da comunidade tibanense e de freguesias vizinhas
O objetivo é apelar à entrega destes equipamentos e direcioná-los para a entidade competente, a Elcetrão, a fim de serem reciclados e transformados em novo material.
A campanha encetou na manhã deste domingo com uma ação de sensibilização na rua, porta a porta, dirigida à comunidade, com a distribuição de folhetos informativos alertando para os perigos de abandonar este tipo de resíduos na natureza e do desmantelamento em casa, através da libertação de metais pesados como chumbo, lítio e cádmio que contaminam terrenos e infiltram-se nos lençóis freáticos. Foi feita ainda uma sensibilização para a necessidade de dar nova vida a estes equipamentos, através da reciclagem, orientando para instituições que podem ser contactadas para a recolha desses equipamentos.
Esta ação mostrou-se de “grande relevância” face ao desconhecimento da população sobre a orientação a dar aos aparelhos “encostados” em casa.
Até 24 de abril, as doações podem ser deixadas na sede do Grupo Unidos de Tibães, situada na Casa do Povo de Mire de Tibães, na Rua de Ruães, de segunda a sexta-feira das 14:00 às 21:00 e ao sábado das 10:00 às 13:00, já preparada para separar os equipamentos por categorias. Computadores, telemóveis, carregadores, cabos, baterias, impressoras, routers, pilhas, lâmpadas, eletrodomésticos de pequenas dimensões como micro-ondas, batedeiras, torradeiras, aspiradores, ferros de engomar, máquinas de café, etc… podem ser deixados na sede do GUT.
Para os eletrodomésticos de grandes dimensões, como frigoríficos, máquinas de lavar roupa ou loiça, fogões, fornos, arcas frigoríficas, ares condicionados, painéis fotovoltaicos, etc, recomenda-se o contacto direto com a associação através do 932 310 516 ou do email [email protected] para agendar a melhor data para levantar o equipamento.
Como retribuição o Grupo Unidos de Tibães vai presentear todos os que contribuírem para esta campanha com doações, com a oferta de um vaso com uma planta, que poderá ser uma erva aromática, um cato, uma suculenta ou um saquinho com folhas de loureiro. Desta forma, a associação pretende reforçar a pegada verde no planeta.
Esta campanha conta com o apoio da Electrão, entidade responsável pela recolha das doações no Grupo unidos de Tibães.
O secretariado da concelhia de Braga do Partido Socialista veio manifestar a sua indignação perante as declarações públicas de Adolfo Macedo (Adolfo Luxúria Canibal), coordenador do programa eleitoral da candidatura de Hugo Pires à Câmara Municipal de Braga.
Artur Feio, presidente da concelhia do PS Braga, respondeu às declarações de Adolfo Macedo, afirmando que o “secretariado está consciente da profunda responsabilidade que se aproxima, tendo em conta o desafio que, a curto prazo, as eleições autárquicas constituem para o futuro da cidade e do concelho”.
A nota foi enviada aos militantes do PS, referindo que “prosseguirá em todo o processo eleitoral, procurando, de forma empenhada e disponível, contribuir para o melhor resultado possível nas autárquicas do próximo mês de outubro” e que “o secretariado da concelhia de Braga do PS, revê-se num passado prestigiante que, sob a liderança de Mesquita Machado contribuiu para que Braga se afirmasse como terceira cidade do país”.
Artur Feio relembrou que a cidade de Braga, em meados dos anos setenta, “liderava vários índices nacionais de desenvolvimento humano, económico e social” e que a liderança do PS de quase quatro décadas deixou “um legado positivo” no concelho.
Nesse contexto, o secretariado concelhio do PS veio criticar as declarações de Adolfo Macedo prestadas à agência Lusa, considerando-as “absolutamente incompreensíveis e inaceitáveis”.
A concelhia considera que a candidatura do PS liderada pelo candidato Hugo Pires é de “ruptura com o Mesquitismo” e de apelidar o passado do PS no concelho de Braga de “horrível”, é “contrariar o espírito de unidade que se diz querer construir e, também, uma inaceitável ofensa e desrespeito à família socialista que este Secretariado repudia e rejeita de forma veemente”.
O secretariado do PS de Braga ainda que não deixará de “pugnar pela afirmação e valorização de um contexto de intervenção política que contribua para uma vitória nas eleições autárquicas do ano em curso”.
As Eleições Autárquicas de 2021 estão previstas para o mês de outubro, mas ainda sem data definida. O Governo ainda não marcou a data devido à situação pandémica do país, uma vez que cabe ao Parlamento decidir sobre uma eventual alteração da lei eleitoral.
Depois de uma edição condicionada pela Covid-19, as festas de São João de Braga voltam a realiza-se de 18 a 24 de junho com um programa adaptado à pandemia.
Pensadas para ser vividas num formato digital, que será reforçado e envolverá conteúdos face a 2020, as festas terão a possibilidade da realização de atividades presenciais, condicionadas ao cumprimento das regras estabelecidas pelas autoridades de saúde.
“Em 2021, mais uma vez por cautela, o São João de Braga acontecerá em formato digital, chegando a todos aqueles que veneram e gostam das nossas festas. No entanto, e acautelando a saúde de cada um e a de todos, poderá ser possível abrir um pouco a porta e, para além do digital, oferecer algumas atividades em formato presencial”, sublinha Firmino Marques, presidente da Associação de Festas de São João de Braga, numa mensagem publicada nas redes sociais da organização bracarense.
Já Ricardo Rio, presidente da Câmara Municipal de Braga, reforça que “este ano ainda não será possível viver as festas de São João de Braga no seu formato tradicional, capaz de mobilizar milhares de pessoas”. “A Associação de Festas de São João de Braga e todas as organizações que estão ligadas às festas estão a trabalhar para criar condições para que, ora de forma digital, ora sempre que possível, mas com toda a segurança de forma física também, seja possível assegurar o envolvimento de todos aqueles que vivem intensamente este período”, destaca o autarca.
Para 2021, a Associação de Festas de São João de Braga irá desafiar os foliões a, mais uma vez, acompanharem em segurança as festas, quer através das plataformas digitais, quer nos espaços escolhidos para acolher as atividades presenciais do São João de Braga.
O índice médio de transmissibilidade R(t) subiu para 1,04 em Portugal, segundo os dados revelados pela Direção-Geral da Saúde no boletim epidemiológico. Este número significa que cada infetado transmite o vírus a mais do que uma pessoa.
O R(t) nacional fixa-se em 1,04, enquanto que no Continente o número é de 1,03.
Já na incidência de novos casos por cem mil habitantes, o indicador está em 70,0 em todo o país e 67,4 no Continente.
Portugal registou 2 mortes por Covid-19, 271 infetados e 445 recuperados. O número de casos ativos é neste momento de 25.784 e em vigilância pelas autoridades estão 18.230 pessoas.
Nos hospitais estão 479 doentes internados, dos quais 119 em unidades de cuidados intensivos.