Portugal registou 2 mortos por Covid-19 nas últimas 24 horas, 553 infetados e 596 recuperados. Ao todo morreram 16.937 óbitos associados à doença, contabilizaram-se 829.911 casos confirmados e 787.607 casos de recuperação.
O boletim epidemiológico da Direção-Geral da Saúde indica que os óbitos ocorreram na região Norte (2), Centro (1) e Lisboa e Vale do Tejo (1).
Por região, o Norte somou 228 novos casos, seguindo-se Lisboa e Vale do Tejo com 182, Açores com 38, Centro com 32, Alentejo e Madeira, e Algarve com 23.
O número de casos ativos é hoje de 25.367, menos 43 face a quinta-feira, e em vigilância pelas autoridades de saúde estão 19.940 pessoas, mais 894.
Nos hospitais do país estão 429 doentes internados, mais 6 em 24 horas, dos quais 101 em unidades de cuidados intensivos, menos 8.
A interligação da Praça do Comércio em Ferreiros, Amares, e a Avenida de Santo está concluída. A partir de agora, os condutores vão poder deslocar-se de um local ao outro com melhor e mais rápida acessibilidade.
O novo e recente acesso insere-se na empreitada de reabilitação da Praça do Comércio, cujo projeto previa, para além de tornar esta zona central mais agradável, com mais espaços verdes e com mais estacionamento à superfície, melhorar as condições de mobilidade, através do ordenamento e simplificação da mobilidade no centro urbano, quer ao nível da circulação viária quer ao nível da circulação pedonal.
O presidente do Município de Amares, Manuel Moreira, e o presidente da União de Freguesias de Ferreiros, Prozelo e Besteiros, Paulo Gomes, estiveram de visita ao novo acesso e destacaram a importância deste novo arruamento que entronca com praça a sul e liga com a Avenida de Santo António e oferece uma melhor fluidez e rapidez de trânsito.
Recorde-se que a empreitada foi financiada através da Operação Operação NORTE-04-2316-FEDER-000169, designada “Reabilitação da Praça do Comércio”, com um custo total de 2.567.073,53 euros e terá uma taxa de comparticipação de 85% aplicada ao investimento elegível de 2.314.673,61 euros.
O número global de mortos por Covid-19 ultrapassou esta sexta-feira os três milhões. A pandemia fez 3.002.476 óbitos em todo o mundo desde que a doença foi detetada na China em dezembro de 2019.
No total, mais de 139.828.469 infeções por Covid-19 foram diagnosticadas, tendo recuperado da doença 118.845.853 pessoas.
Os países que registam o maior número de mortos são o Brasil com mais 3.774 mortes, Índia com 1.183 e Estados Unidos com 895.
Estes números são comunicados diariamente pelas autoridades de saúde de cada país.
A Câmara Municipal de Guimarães, através da Divisão de Ação Social, e a Comissão de Proteção de Crianças e Jovens de Guimarães (CPCJ) assinala o Mês da Prevenção dos Maus Tratos na Infância.
Atendendo ao tempo de pandemia, as comemorações do Mês da Prevenção dos Maus Tratos na Infância serão marcadas pela colocação de Laços Azuis nas fachadas dos edifícios públicos e privados, feitos pelas escolas e IPSS’s do concelho.
Na próxima segunda-feira, 19 de abril, pelas 16:00, será colocado um laço azul na fachada da Câmara Municipal, feito pelos alunos da CERCIGUI. Esta sessão contará com a presença do presidente do Município de Guimarães, Domingos Bragança, com o objetivo de sensibilizar a população para esta temática e para a prevenção e sinalização de situações de maus-tratos às crianças, cujo slogan é “Serei o que me deres… que seja AMOR”, apelando à participação de todos.
A Campanha do Laço Azul (Blue Ribbon) iniciou-se em 1989, na Virgínia, E.U.A. quando uma avó, Bonnie W. Finney, amarrou uma fita azul à antena do seu carro.
A história que Bonnie Finney contou aos elementos da comunidade que a interpelaram foi trágica, contando os episódios de maus-tratos à sua neta. O seu neto já tinha sido morto por maus tratos, de forma brutal.
E porquê azul? Porque apesar do azul ser uma cor bonita, Bonnie Finney não queria esquecer os corpos batidos e cheios de nódoas negras dos seus dois netos. O azul servir-lhe-ia como um alerta constante para a sua luta na proteção das crianças contra os maus tratos.
O presidente da Câmara Municipal de Esposende, Benjamim Pereira, presidiu à primeira reunião da Comissão de Cogestão do Parque Natural Litoral Norte (PNLN).
Esta foi a primeira reunião de trabalho da Comissão de Cogestão, após ter sido empossada, por despacho conjunto do ministro da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior, Manuel Heitor, e do secretário de Estado da Conservação da Natureza, das Florestas e do Ordenamento do Território, João Paulo Catarino, publicado em Diário da República, no passado dia 19 de março.
Além do autarca de Esposende, que preside à Comissão, integram este órgão a diretora Regional da Conservação da Natureza e das Florestas do Norte, Sandra Sarmento; Eugénio Ferreira, em representação da Universidade do Minho; Vasco Soares, representante das Organizações Não Governamentais do Ambiente ou equiparadas; Luís Brandão, da Direção Regional de Agricultura e Pescas do Norte; e o Presidente do Conselho de Administração da empresa municipal Esposende Ambiente, Paulo Marques.
A reunião de estreia deste grupo de trabalho integrou a apresentação dos membros que o compõem, abordou o papel da Comissão de Cogestão, nomeadamente as funções e tarefas, e o Regulamento Interno da Comissão de Cogestão. Na ordem de trabalhos esteve também o Plano de Cogestão: estrutura e indicadores mínimos, a apresentação do cronograma de atividades a desenvolver no âmbito do protocolo com o Fundo Ambiental e a criação da Estrutura de Apoio à Comissão de Cogestão, entre outros assuntos.
Alinhado com a Estratégia Nacional de Conservação da Natureza e Biodiversidade 2030, o modelo de cogestão das áreas protegidas concretiza o princípio de participação dos órgãos municipais na gestão destes territórios. Pretende-se, assim, criar uma dinâmica partilhada de valorização, tendo por base a sua sustentabilidade, e estabelecer procedimentos concertados que contribuam para um melhor desempenho na salvaguarda dos valores naturais e na resposta às solicitações da sociedade.
Este modelo, instituído por decreto-lei de 21 de agosto de 2019, pretende, deste modo, gerar uma relação de maior proximidade aos cidadãos e às entidades relevantes para a promoção do desenvolvimento sustentável de cada área protegida.
O presidente do Município e da Comissão de Cogestão realça que “este processo visa a partilha de competências, através de uma estratégia de desenvolvimento sustentável, com foco na conservação da natureza e cientes da necessidade de haver pessoas na região como um ativo de suporte, em atividades como o turismo, a pesca e a agricultura”. Benjamim Pereira sublinha, ainda, que “o desafio da cogestão é muito relevante para uma mais ajustada e sustentável gestão do território, valorizando a área protegida como ativo fulcral de Esposende”.
Os Bombeiros Voluntários de Amares, em articulação com o Município, encontram-se no terreno a realizar ações de fogo controlado, para prevenir incêndios e, em simultâneo, promover a renovação das pastagens.
Esta quinta-feira, o presidente do Município de Amares, Manuel Moreira, e o vereador do Ambiente, Vítor Ribeiro, acompanharam uma dessas ações que a corporação tem vindo a implementar, desta vez, no Monte de São Pedro Fins.
O autarca realçou a importância de trabalhar na prevenção os incêndios florestais que todos os anos são um flagelo um pouco por toda a parte. Aproveitando o ensejo desta ação de fogo controlado, o edil lançou o apelo aos munícipes para que procedam às limpezas de terrenos, cujo prazo para a realização dos trabalhos de gestão de combustível foi estendido até 15 de maio.
No local, Domingos Ferreira, sublinhou que esta gestão através do fogo controlado é uma “forma rápida, mais fácil e mais barata de reduzir os combustíveis para que, quando se chegar às temperaturas mais quentes haja menos combustíveis para arder e, consequentemente, menos risco de incêndios”.
O IPCA passa a dispor de um Centro de Testagem à Covid-19 com a realização de testes rápidos de antigénio a todos os estudantes, docentes e funcionários que reiniciem as atividades presenciais a partir de 19 de abril, este centro fica instalado no edifício A do Campus do IPCA, em Barcelos.
A estratégia de realização de rastreios regulares da Covid-19 constitui, na atual situação epidemiológica, uma ação adicional às medidas não farmacológicas para uma retoma mais segura das atividades educativas e letivas presenciais.
A presidente do IPCA, Maria José Fernandes, explica que “o objetivo é garantir, tanto quanto é possível, a máxima segurança para todos aqueles que, a partir da próxima segunda-feira, regressam às aulas presenciais e ao trabalho presencial”.“Além de uma questão de saúde pública estão também em causa questões muito importantes, designadamente a necessidade de assegurar aos nossos estudantes as melhores condições de aprendizagem”, realça.
Para Maria José Fernandes, “é fundamental evitar que o ensino superior volte a ficar confinado e essa é uma responsabilidade de todos nós, dirigentes, docentes, estudantes e pessoal não docente”. “O IPCA vai, por isso, proporcionar as condições de segurança, mas caberá a cada um de nós, independentemente do resultado do teste à COVID-19, cumprir as escrupulosamente as habituais medidas não farmacológicas de prevenção, designadamente o distanciamento físico, a higienização frequente das mãos, a utilização das máscaras, a limpeza das superfícies e a ventilação dos espaços”, alerta.
A realização dos testes laboratoriais para a SARS-CoV-2 em contexto de rastreios destina-se a pessoas sem sintomas sugestivos de Covid-19 e não deve ser aplicada a quem tenha história de infeção, laboratorialmente confirmada, nos últimos 90 dias.
Por uma questão de precaução, nesta fase os testes devem ser aplicados também a quem já foi vacinado contra a Covid-19.
Os resultados dos testes laboratoriais serão conhecidos menos de 24 horas após a sua realização, de forma a isolar, rápida e atempadamente, todas as pessoas com resultados positivos e serem iniciados os procedimentos previstos.
A instalação de um Centro de Testagem Covid-19 no IPCA enquadra-se no “Programa de Testagem CVP – Ensino Superior”, no âmbito da colaboração entre a Direção-Geral do Ensino Superior (DGES) e a Cruz Vermelha Portuguesa.
Além do fornecimento dos kits de testes rápidos, o programa prevê a formação de recursos humanos nas instituições de ensino superior que não disponham de profissionais habilitados para este tipo de intervenção. Esta é uma forma de garantir a criação das condições adequadas à realização massiva de testes em todas as universidades e politécnicos do país.
Desde o início da pandemia, o IPCA dispõe de uma comissão de prevenção da COVID-19 assim como uma linha telefónica de apoio, disponível 24h por dia, a toda a comunidade académica: 253 802 199.
A GNR acabou com uma festa ilegal com 23 pessoas na localidade de Caldas das Taipas, no concelho de Guimarães.
No âmbito de uma ação de patrulhamento, os militares da GNR constataram que naquela localidade decorria um evento não autorizado, onde os participantes não faziam o uso da máscara, nem garantiam o distanciamento social.
No decorrer das diligências policiais, a GNR verificou que participavam no evento 23 pessoas, com idades compreendidas entre os 22 e os 43 anos, as quais foram identificadas.
Face ao incumprimento das medidas vigentes para a contenção da Covid-19, foram a GNR elaborou os respetivos autos de contraordenação.
Também na ação de patrulhamento em Caldas das Taipas, a GNR deteve duas mulheres de 40 e 43 anos por permanência irregular em território nacional. Uma delas foi já notificada para abandonar o país.
Na próxima segunda-feira, 19 de abril, vão reabrir as Lojas do Cidadão com atendimento presencial por marcação. A medida foi anunciada esta quinta-feira pelo primeiro-ministro António Costa.
As Lojas de Cidadão reabrem na generalidade do país conforme a terceira fase do plano de desconfinamento, exceto para os concelhos cuja taxa de incidência de novos casos de Covid-19 não reúne condições para progredir para a próxima fase.
Assim, o distrito de Braga avança para a próxima fase do plano de desconfinamento. No entanto, Famalicão está pela primeira vez acima dos 120 casos por 100 mil habitantes e, por isso, o concelho vai ter de controlar a evolução da Covid-19 nas próximas duas semanas para evitar um recuo no desconfinamento.