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Esposende adere ao projeto “Cávado+Igual” para maior Igualdade e Conciliação

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CIM Cávado
CIM Cávado

A Câmara Municipal de Esposende está comprometida com a promoção da Igualdade e Conciliação. Neste sentido, integra o Projeto “Cávado + Igual”, promovido pela Comunidade Intermunicipal do Cávado (CIM Cávado), em parceria com a entidade científica ISCTE – Instituto Universitário de Lisboa, através da Unidade de Investigação, Centro de Investigação e Estudos de Sociologia (CIES-ISCTE) e do parceiro internacional KUN Centre for Equality and Diversity da Noruega.

Este projeto insere-se no Programa de Conciliação e Igualdade de Género do EEAGrants, que pretende assumir um compromisso municipal e sub-regional com a promoção da Igualdade e Conciliação, por via do diagnóstico das políticas disponíveis na ação dos municípios e na adoção de medidas promotoras de ambientes laborais mais saudáveis, igualitários e conciliadores.

Esta é a primeira abordagem sistematizada e estratégica da CIM e dos municípios que a integram direcionada para as questões da igualdade e da conciliação, sendo resultado do consenso, vontade e compromisso para com a adoção de medidas laborais subscritoras dos princípios da igualdade e da equidade entre homens e mulheres.

O presidente da Câmara Municipal, Benjamim Pereira, participou no Webinar de apresentação do projeto, onde foram dados a conhecer os objetivos gerais, as atividades a desenvolver, bem como os resultados a atingir. Na prática, o Município de Esposende vai elaborar o diagnóstico e o programa municipal para a Igualdade e Conciliação, e vai, ainda, integrar a elaboração de um documento estratégico intermunicipal para a igualdade e conciliação e um guia de boas práticas municipais.

Reconhecendo a importância da integração da dimensão da igualdade de género e das práticas de cidadania na administração pública local, Benjamim Pereira realça “o contributo destes projetos para o cumprimento das metas dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da Agenda 2030, da ONU, nomeadamente no que se refere ao ODS 5 – Igualdade de Género.”

A sessão de apresentação do projeto contou, entre outras individualidades, com a presença da Secretária de Estado para a Cidadania e Igualdade, Rosa Monteiro, que salientou “a importância destes projetos para a uma sociedade mais igualitária e desenvolvida”.

O projeto “Cávado + Igual” tem um custo elegível de cerca de 226.000 euros e é financiado a 100% pelo Mecanismo Financeiro EEA Grants, gerido pela Comissão para a Cidadania e a Igualdade de Género (CIG).

Braga: Candidato à Junta de São Vicente criticou obras inacabadas nas Fontainhas

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José Macedo
José Macedo

A lista Independente candidata à presidência da Junta de Freguesia de São Vicente, em Braga, visitou a urbanização das Fontainhas para ouvir os moradores daquela zona habitacional.

José Macedo, cabeça da lista Independente, afirmou que a visita é a primeira de muitas até às próximas Eleições Autárquicas de outubro. “No passado sábado, a nossa equipa da candidatura efetuou uma visita à urbanização das Fontainhas, mais conhecida como Zona 30. Esta foi a primeira de muitas visitas que serão feitas até às próximas Eleições Autárquicas para auscultar os vicentinos com as suas queixas e sugestões, de modo a elaborarmos um programa eleitoral abrangente com a participação cívica de todos”, disse.

Segundo o candidato, esta urbanização foi melhorada com uma intervenção no âmbito do Projeto Zona 30 nos últimos dois anos, mas que existem “variáveis que não foram levadas em conta”. “Há um desfaseamento temporal de adequação da obra, no que diz respeito à data de idealização do projeto até à concretização da mesma. Não podemos esquecer que nos últimos quatro anos assistimos a um crescimento populacional na freguesia, assim como consecutivamente ao número de viaturas por família. Há decisões de alteração da urbanização que deveriam ter sido atualizados com esta nova realidade”, contou.

José Macedo sublinhou que “pequenas alterações teriam feito toda a diferença, sem colocar em causa o princípio do conceito de Zona 30”. “O acabamento da obra está uma vergonha, parece que abandonaram o trabalho a meio. Nem as tampas de saneamento foram substituídas, mantendo a antiga calçada portuguesa. Isto parece ter saído de uma comédia, pois temos nesta zona quatro prédios habitacionais na Rua Fonte do Mundo e a intervenção foi esquecida. Aqui não há lugar para vicentinos de segunda e mais parece um projeto efetuado através do Google Maps, sem visita ao terreno e sem fiscalização”, criticou.

Quanto à intervenção na Rua Feliciano Ramos, no que diz respeito às novas zonas de proibição de estacionamento destinada a veículos de emergência, o candidato sugere que estas “poderiam ser transformadas em zonas de cargas e descargas para permitir uma outra utilização e ajudar os comerciantes da própria rua”.

José Macedo lamentou que “não se tenha auscultado as preocupações e sugestões da população” para melhoria da sua zona habitacional. “Há muito que se poderia fazer, mas a auscultação da população foi quase nula por parte de quem de direito, parecendo que vivemos numa ditadura de imposição”, referiu.  

O candidato realçou que a sua visita teve como objetivo escutar a população, uma vez que os vicentinos “não estão habituados a serem ouvidos” e que a sua lista defende que “está na hora de mudar esta situação para melhor”.

Inscrições abertas para a XXVII edição dos Caminhos do Cinema Português.

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Caminhos do Cinema Português
Caminhos do Cinema Português

Estão abertas as inscrições para a XXVII edição dos Caminhos do Cinema Português, um festival que ao longo da sua história se tem transformado e adaptado a todas as oscilações da produção cinematográfica e crises culturais e sociais.

Na edição do ano passado, realizada em contexto pandémico, a organização dos Caminhos do Cinema Português optou por enfrentar “todas as adversidades”, abrindo as salas de cinema, durante quase dois meses, a um programa cinematográfico vasto, plural e revelador da diversidade do Cinema Português e dos seus pontos de contacto com a cinematografia mundial.

“Voltámos a confinar em 2021, tornando-nos mais tenazes e teimosos. Queremos continuar a promover a cultura da sala, como o local certo para o usufruto cinematográfico, mas não podemos ignorar o enorme impacto que o online teve na edição transacta. Promovendo digitalmente somente ações complementares e de formação de públicos, tivemos mais de 25.000 pessoas interessadas nestes Caminhos do Cinema Português. É assim que anunciamos que procuramos a ferramenta certa para complementar e jamais substituir, a experiência da projeção cinematográfica”, afirma a organização.

Querendo ser fiel ao mote, com uma curadoria que responda à importância de mostrar “cinema português para todos”, o festival regressa de 5 a 20 de Novembro, com a XXVII edição, insistindo no contacto estreito, físico e seguro, entre o público e os criadores, possibilitando também a formação de públicos e a possibilidade de ler comparativamente o nosso cinema com as expressões internacionais, mas também do património cinematográfico.

“O reconhecimento do património cinematográfico português implica sempre enaltecer o motor cultural promovido pelos cineclubes. Se foram, como recordou Henrique Espírito Santo, ‘o grande movimento cultural de massas antes do 25 de Abril’, tal concretizou-se na forma do Novo Cinema e na génese plural de muitos festivais de cinema nacionais. Torna-se assim, igualmente relevante e comemorativo, que os Caminhos, formados pelo cineclubismo, anunciem a abertura de inscrições no espírito do Dia do Cineclube”, acrescenta a organização.

Nesta XXVII edição, continua a procurar a participação de todos os criadores com obras de produção ou co-produção portuguesa, de várias metragens e géneros, concluídos após 31 de julho do ano anterior. A estrutura do festival recebe todos os trabalhos nacionais na “Seleção Caminhos”, com um foco especial, nacional e internacional, para o cinema de escola na “Seleção Ensaios”. As obras de génese ensaística e experimental que contribuam para a evolução da linguagem do cinema têm o seu lugar em “Outros Olhares”. Em três secções competitivas reafirma o compromisso com a promoção do Cinema Português.

As “Mostras Paralelas” são outros caminhos possíveis de percorrer ao longo do festival, constituindo-se com Filmes do Mundo e, em especial, da Lusofonia, sessões especiais para crianças e seniores, mas também o fantástico e explícito a ser exibido no “Turno da Noite”. 

As inscrições estão abertas até 15 de Setembro, com inscrições gratuitas até 31 de maio para obras nacionais.

Mais informações podem ser consultadas aqui, assim como o regulamento e a inscrição do filme.

Braga: EBalcão entra em funcionamento em Nogueira, Fraião e Lamaçães

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União de Nogueira, Fraião e Lamaçães
União de Nogueira, Fraião e Lamaçães

Com o objetivo de auxiliar a população na submissão de informação no âmbito dos Censos 2021, a União de Freguesias de Nogueira, Fraião e Lamaçães, em Braga, tem em funcionamento, nos seus polos de atendimento, o EBalcão.

O Ebalcão está funcionar entre as 9:30 e as 12:30 todas as terças, quartas e quintas-feiras nas instalações da Autarquia local, em Nogueira, Fraião e Lamaçães. O atendimento realiza-se com marcação prévia, em qualquer um dos edifícios da Junta de Freguesia ou por telefone 253 683 419 (Sede-Nogueira), 253 682 182 (Pólo 1-Fraião), 253 254 677 (Pólo 2-Lamaçães) ou através do email [email protected].

“O Ebalcão facilita não só a população que possa apresentar maiores dificuldades em responder corretamente à informação que é solicitada, mas também facilita o trabalho da equipa de recenseadores que está no terreno. Apelo a toda a população que seja colaborante nesta operação importante a que todos somos obrigados a responder”, explicou Goreti Machado, presidente da União de Freguesias de Nogueira, Fraião e Lamaçães.

Covid-19: Portugal com 5 mortos, 424 infetados e 902 recuperados

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DR
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Portugal regista esta terça-feira 5 mortos por Covid-19, 424 infetados e 902 recuperados, segundo o boletim epidemiológico da Direção-Geral da Saúde.

Os dados revelam que desde o início da pandemia morreram 16.951 pessoas associadas à Covid-19, somaram-se 831.645 casos positivos e 790.118 casos de recuperação.

O boletim da DGS indica que morreram 3 pessoas em Lisboa e Vale do Tejo, 1 no Norte e 1 no Centro.

Por região, foram registados 153 infetados em Lisboa e Vale do Tejo, 129 no Norte, 41 no Alentejo, 34 no Centro, 28 no Algarve, 23 na Madeira e 16 nos Açores.

Há 24.576 casos ativos em Portugal, menos 483 em relação a segunda-feira. O número de contactos em vigilância pelas autoridades de saúde aumentou em 1.043 face a ontem, totalizando agora 21.866.

O país tem hoje 429 doentes em enfermaria, menos 25 em 24 horas, e 113 em cuidados intensivos, mais um.

Comércio da Vila é o novo “centro comercial” de Famalicão

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CM Famalicão
CM Famalicão

Cento e cinquenta lojas do comércio tradicional de Vila Nova de Famalicão já estão presentes no Comércio da Vila, uma nova plataforma de e-Commerce e Marketplace que permite aos empresários criarem uma montra virtual, divulgando, promovendo e vendendo os seus produtos numa espécie de centro comercial digital.

O Marketplace desenvolve-se a partir da aplicação Comércio da Vila que já está disponível para download nos sistemas operativos Android e IOS a partir da Play Store e App Store, respetivamente.

Promovida pela Associação Comercial e Industrial de Vila Nova de Famalicão (ACIF) com o apoio da Câmara Municipal, a nova ferramenta implica um investimento de 160 mil euros em dois anos e foi apresentada esta segunda-feira, em conferência de imprensa.

Para o presidente da ACIF, Fernando Xavier, trata-se de “uma janela de oportunidades dos comerciantes para o mundo”. É um projeto “com visão de futuro que vai ajudar o comércio de proximidade, que só é tradicional pela sua história, pois está sempre a inovar e em mudança”.

O responsável salientou a importância do projeto para os comerciantes de Famalicão, sublinhando que hoje em dia é “fundamental estar na internet” e que o desenvolvimento desta aplicação começou antes da pandemia, mas que a pandemia acabou por apressar.

Por sua vez, o presidente da Câmara Municipal, Paulo Cunha, felicitou a ACIF por ter avançado com este projeto, por ter “a perceção do que é necessário aos comerciantes e à economia local”. Por outro lado, o autarca salientou que o digital servirá sempre para potenciar o comércio de proximidade, que nunca perderá a sua autenticidade.

“Todos sabemos que o comércio de proximidade está a atravessar uma fase muito difícil e com esta plataforma os nossos comerciantes têm ao seu dispor uma ferramenta que facilita a relação entre quem compra e quem vende”, acrescentou.

Na verdade, o Comércio da Vila pretende ser muito mais do que um espaço virtual de compra e venda de produtos. Para além das promoções e descontos para os consumidores, a aplicação tem associado um cartão para pagamentos com “tecnologia revolut” que permite carregamentos e a sua utilização nos equipamentos municipais, com as piscinas ou Casa das Artes. Para a coordenadora do projeto Elisabete Costa “queremos que seja um serviço de qualidade e diferenciador”. “Todas as semanas será enriquecido com novas funcionalidades à medida que os empresários forem aderindo”, referiu. A responsável explicou ainda que a aplicação integra um serviço delivery que permitirá em breve “entregas em apenas duas horas”.

Os comerciantes que queiram ver a sua loja no Comércio da Vila devem preencher o formulário de adesão disponível no site da ACIF. A adesão é gratuita, assim como a permanência na plataforma durante os primeiros seis meses.

A iniciativa está incluída no programa Retomar Famalicão que a Câmara Municipal e a Associação Comercial de Famalicão (ACIF) têm no terreno  para dar uma nova vida ao comércio tradicional da cidade, fortemente fustigado pela crise pandémica da Covid-19.

Cabeceiras de Basto assume testagem massiva aos alunos até ao 3º ciclo

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CM Cabeceiras de Basto
CM Cabeceiras de Basto

A Câmara Municipal de Cabeceiras de Basto disponibilizou os recursos necessários para assegurar a testagem massiva de todas as crianças do pré-escolar e dos alunos dos 1º, 2º e 3º ciclos, ao longo desta semana, num total de cerca de 1.300 crianças e jovens. Esta medida vem na sequência da confirmação, na semana passada, de alguns casos positivos entre os alunos das escolas de Cabeceiras de Basto e por determinação das autoridades de saúde, o consequente isolamento de várias turmas e de um número significativo de professores.

A testagem, que decorre entre os dias 19 e 23 de abril, é realizada nas escolas e jardins de infância do concelho, em articulação com as entidades de saúde locais e o Agrupamento de Escolas e com o acompanhamento operacional permanente da Proteção Civil Municipal de Cabeceiras de Basto.

“A Câmara Municipal de Cabeceiras de Basto, ciente da necessidade de se assegurarem as medidas de combate à propagação do vírus, tem estado sempre disponível para colaborar com as autoridades de saúde e demais agentes envolvidos nesta difícil tarefa, para que seja salvaguardada a saúde pública dos cabeceirenses”, sublinha a Autarquia.

A Proteção Civil Municipal, a Polícia Municipal e outros serviços do Município têm respondido às solicitações que lhes chegam, seja no apoio à vacinação que decorre com toda a normalidade no Centro de Saúde ou, como acontece esta semana, nesta mega operação de testagem dos alunos das escolas do concelho.

Ontem, dia 19 de abril, o presidente da Câmara Municipal, Francisco Alves, acompanhado da vereadora da Saúde, Carla Lousada, e do coordenador da Proteção Civil Municipal, Luís Freitas, teve oportunidade de acompanhar o processo de testagem na Escola sede do Agrupamento, oportunidade que serviu também para acertar pormenores com a diretora do Agrupamento, Céu Caridade, e o presidente da Delegação da Cruz Vermelha do Arco de Baúlhe, Francisco Canário, entidade contratada para a realização dos testes.

Vizela abre candidaturas ao programa Porta 65

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CM Vizela
CM Vizela

A próxima fase de candidaturas ao programa Porta 65 de Vizela arranca no dia 20 de abril até 25 de maio.

O Programa Porta 65 – Jovem apoia o arrendamento jovem de habitação para residência permanente, atribuindo uma percentagem de valor da renda como subvenção mensal.

Podem candidatar-se a este programa jovens com idade igual ou superior a 18 anos e inferior a 35 anos (no caso de casais de jovens, um dos elementos do casal pode ter até 37 anos, e o outro elemento até 35 anos; entenda-se que no limite um jovem pode ter 36 anos e o outro jovem 34 anos) que reúnam as seguintes condições:

Sejam titulares de um contrato de arrendamento celebrado no âmbito do NRAU, ou do regime transitório previsto no seu título II do capítulo I;

Não usufruam, cumulativamente, de quaisquer subsídios ou de outra forma de apoio público à habitação;

Nenhum dos jovens membros do agregado seja proprietário ou arrendatário para fins habitacionais de outro prédio ou fração habitacional;

Nenhum dos jovens membros do agregado seja parente ou afim do senhorio.

A candidatura é feita exclusivamente online.

Os jovens interessados em apresentar candidatura, exclusivamente online, através de preenchimento de formulário eletrónico disponível no portal da habitação, poderão solicitar apoio do Setor da Juventude da Câmara Municipal de Vizela. Para isso, deverão deslocar-se presencialmente às instalações da Câmara Municipal de Vizela ou contactar o serviço da juventude através do número 253 489 630 ou ainda por correio eletrónico [email protected].

Mais informações aqui.

Valença avança com requalificação do Paiol do Açougue

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CM Valença
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A Câmara Municipal de Valença avançou com a requalificação do Paiol do Açougue, na Fortaleza. A “Casa à prova de bomba” será espaço de acolhimento de turistas e centro de interpretação.

“O património é um dos principais motores de Valença, a atração de turistas é importante. Esta intervenção permitirá atrair mais turistas e dar a conhecer melhor o nosso património aos valencianos”, sublinha a Autarquia.

A empreitada tem um valor de 40 mil euros e até meados do verão o espaço estará preparado para acolher um conjunto de equipamentos que darão corpo ao futuro Centro de Interpretação das Fortalezas Abaluartadas da Raia.

A obra contempla a requalificação de toda a estrutura edificada e a infra-estruturação do mesmo com todas as valências necessárias às novas funções.

No âmbito da Rota das Fortalezas Abaluartadas, candidatas a Património Mundial junto da UNESCO, nascerá este espaço interpretativo e explicativo dos sistemas fortificados da raia luso- espanhola, a sua história, evolução, características e particularidades.

O Paiol do Açougue é um edifício da história militar de Valença datado da transição do século XVII para o século XVIII. Originalmente construído como armazém da pólvora possui planta retangular e é composto por um corpo central retangular de paredes espessas com contrafortes exteriores, cobertura abobadada e frestas de ventilação, que configura “casa à prova de bomba”.

Esta obra enquadra-se na política municipal de recuperação e valorização do património do concelho.

Barcelos desenvolve Plano Local de Habitação

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CM Barcelos
CM Barcelos

Apostando numa política de promoção do bem-estar social, o Município de Barcelos deu início à elaboração do Plano Local de Habitação, instrumento de planeamento estratégico que irá permitir traçar o perfil das condições em que vivem os barcelenses e, consequentemente, delinear mecanismos de ação.

Neste sentido, a Câmara Municipal de Barcelos promoveu, no dia 16 de abril, uma sessão de esclarecimento junto dos presidentes de Junta, interlocutores preferenciais na referenciação de situações de maior carência e vulnerabilidade em cada freguesia.

“O Plano de Recuperação e Resiliência, mais conhecido por ‘bazuca europeia’, agrega uma componente sobre esta matéria. A Câmara Municipal, através de um protoloco que assinou com o IHRU, candidatou-se ao Plano de Habitação Social, sendo um dos 88 municípios que viu o seu projeto, relacionado com o rastreio das necessidades dos cidadãos, aprovado”, afirmou o presidente da Câmara Municipal de Barcelos, Miguel Costa Gomes.

O Programa de Apoio ao Acesso à Habitação, denominado “1.º Direito”, é dirigido a quem vive em condições indignas e tem carências económicas, pelo que o presidente da Câmara deixou um importante apelo às Juntas de Freguesia, no sentido de identificar, “o mais rápido possível, as pessoas que, nas freguesias, vivam em dificuldades. Além de haver situações que poderão avançar já em 2021, a meta é chegar aos 50 anos do 25 de Abril, em 2024, sem nenhuma pessoa a viver em situação de falta de dignidade. Vocês são os atores privilegiados no terreno para nos darem essas informações. Recordo que estamos a rever o PDM e este programa pode ser uma oportunidade de seleção de terrenos para possíveis construções novas. Daí a urgência na referenciação”, acrescentou Miguel Costa Gomes.

Os presidentes de Junta têm já acesso a um formulário, elaborado por uma equipa composta por consultores e especialistas externos e por um grupo de trabalho do Município, o qual deverão agora preencher.

São consideradas condições indignas de habitabilidade quem vive em situação de precariedade (pessoas em situação de sem abrigo, de insolvência ou vítimas de violência doméstica); de insalubridade e insegurança; de sobrelotação e de inadequação da habitação.

Os beneficiários podem ser diretos (com casa própria, mas sem condições económicas para a manutenção da mesma) ou indiretos (pessoas que vivam em barracas ou acampamentos).

“É condição necessária ser-se cidadão nacional ou, não sendo, ter o título de residência válido, estar em situação de carência financeira e viver numa condição indigna. O conceito de carência financeira é muito abrangente, uma vez que o rendimento por agregado habitacional poderá ir até 1.755 euros mensais, correspondente a quatros IAS – Indexante dos Apoios Sociais”, explicou Fernanda Quinta, gestora de planeamento e urbanismo.

Refira-se que o Município de Barcelos tem já em funcionamento o Programa de Apoio à Habitação Social e o Programa de Apoio ao Arrendamento Habitacional. Podem candidatar-se todos os agregados com um rendimento per capita inferior ou igual a 71,56% do valor do IAS. No caso do Apoio à Habitação Social, o valor máximo do apoio a conceder pelo Município é de 7.500 euros. Já no caso do Apoio ao Arrendamento Habitacional, os apoios concedidos pelo Município são variáveis e em função do escalão em que se inserem os beneficiários, até ao limite máximo de 75% do montante da renda de casa