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O SC Braga vence Ouriense e apura-se para as meias finais da Taça da Liga

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© SC Braga
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O SC Braga venceu o CA Ouriense por 0-1 e apurou-se para as meias finais da Taça da Liga.

As Gverreiras do Minho, que empataram a zero no jogo da primeira mão, chegaram ao golo logo aos 9 minutos por intermédio de Vitória Almeida.

O FC Famalicão é o adversário das Gverreiras na próxima fase da competição.

Homem detido em Braga por atirar objeto a adeptos do Vitória SC

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© Vitória Sport Clube
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Um homem de 31 anos foi detido pela PSP, esta quarta-feira, durante o jogo entre o SC Braga e o Vitória SC, por atirar um objeto para o grupo de adeptos visitantes.

De acordo com a PSP, o suspeito foi detido por “participação em rixa”.

O detido foi notificado para comparecer no Tribunal Judicial da Comarca de Braga.

Recorde-se que o SC Braga eliminou o Vitória SC da Taça de Portugal, vencendo por 3-2.

Veteranos de Guerra pedem aos governantes para “não serem esquecidos”

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© Sandra Catarina Antunes
© Sandra Catarina Antunes

A sede da Junta de Freguesia de Maximinos, em Braga, foi palco, esta quarta-feira, da Tomada de Posse da nova Direção da Associação Portuguesa dos Veteranos de Guerra (APVG). Na cerimónia, os ex-combatentes de guerra pediram aos governantes para “não serem esquecidos”, pretendendo um subsídio mensal e um monumento dedicado aos combatentes do Ultramar.

Augusto Freitas, presidente da Direção da APVG, falou que irá dar continuidade ao trabalho em prol dos ex-combatentes e que tenciona dotar as delegações de meios para a realização de videoconsultas.

© Sandra Catarina Antunes

“Sentimos o vosso apoio institucional e é por isso que estamos todos aqui reunidos para mostrar a continuidade de uma boa gestão e o recuperar da sua credibilidade junto dos nossos associados, de outras associações congéneres e dos organismos oficiais e governamentais. Como já disse anteriormente, é preciso acreditar no nosso projeto, não só porque já mostrámos do que somos capazes, mas também porque é preciso continuar e para melhor. Contamos convosco! Contem connosco. Viva a Associação Portuguesa dos Veteranos de Guerra! Viva Portugal!”, disse Augusto Freitas.

Por seu turno, Manuel Nascimento, presidente da Assembleia-Geral da Federação Portuguesa dos Antigos Combatentes, aproveitou a ocasião para informar que irá exigir ao Governo uma pensão mensal de 150 euros aos ex-combatentes, lançando o desafio para erguer um monumento em homenagem aos veteranos de guerra, em Braga.

“Um homem ou mulher que esteja a governar um país acha digno de distribuir 150 euros por ano a nós ex-combatentes? Isto não se faz! Isto é uma humilhação e chamo de humilhação porque nem dá para pagar medicamentos. Queria que todos estivessem do mesmo lado para ver aquilo que nos têm feito ao longo de todos estes anos. As nossas reformas são pequenas e nós deveríamos de ter a nossa pensão igual ao salário mínimo nacional. Era isso que era digno para um ex-combatente viver”, sustentou Manuel Nascimento.

© Sandra Catarina Antunes

Altino Bessa, vereador da Câmara Municipal de Braga, marcou presença na cerimónia e admitiu que Braga “está a falhar com os ex-combatentes de guerra”, prometendo “encontrar um local digno para fazer um monumento”.

“Pela parte que me toca, voltarei a insistir no assunto e voltaremos a falar sobre isso porque acho que é uma obrigação do Município em erguer o monumento de homenagem. Esse reconhecimento é uma matéria que temos de voltar a insistir e que possamos, pelo menos até ao final deste mandato, cumprir no fundo essa promessa. Com isso, deixar também a nossa marca e o nosso reconhecimento por aquilo que fizeram por nós todos e que fizeram pelo país e pela pátria”, referiu o vereador.

© Sandra catarina Antunes

O presidente de Maximinos, Sé e Cividade, Luís Pedroso, falou a todos os presentes sobre a parceria que esta União de Freguesias tem com a associação. “Penso que nos últimos anos temos feito um caminho bonito e o ano passado conseguimos fazer as jornadas sobre a violência doméstica, que devemos replicar. O meu amigo Augusto Freitas e a APVG têm facilitado a vida de muitos fregueses, relativamente a consultas de psicologia e psiquiatria onde a semana passada enviei para lá uma pessoa porque estamos a viver tempos difíceis e há pessoas que deprimem com muita facilidade. A APVG, em boa hora fez aquele protocolo com a Câmara Municipal de Braga, que deve ser replicado porque vocês têm as estruturas, têm as pessoas e é só uma questão de poder utilizar essas valências a título gracioso”, salientou.

O autarca pretende apoiar esta associação com a comparticipação da compra de material para a realização das videoconsultas. “Eu gosto mais de fazer do que falar e relativamente às consultas por videochamada podem contar com a União de Freguesias para comparticipar na compra do material para que isso seja uma realidade a curto prazo”, sublinhou.

Rui Santos, presidente da Mesa da Assembleia-Geral que cessou funções, enalteceu “o empenho, o trabalho e a colaboração do 1º secretário e do 2º secretário da Mesa da Assembleia-Geral” e agradeceu a todos os presentes referindo que onde estiver, irá “representar a APVG e recomendá-la”.

Esta cerimónia contou com a presença dos presidentes das delegações nacionais, regionais e locais que também tomaram posse para as 12 delegações da APVG.

Órgãos sociais da Associação Portuguesa dos Veteranos de Guerra

Sede: Augusto Freitas (presidente); Francisco Martins (vice-presidente); José Araújo (tesoureiro) e José Rocha (vogal). Mesa da Assembleia-Geral: Alberto Amaral (presidente), Manuel Fonseca (1.º secretário) e João Marques (2.º secretário). Alfredo Rodrigues (presidente do Conselho Fiscal); António Abreu (1.º vogal) e Fernando Valente, (2º vogal). 

Presidentes das Delegações

Algarve: Nuno Emídio; Barcelos: Gabriel Rodrigues; Ermesinde: José Sousa; Fafe: Manuel Ribeiro; Felgueiras: Virgílio Sousa; Guimarães: Daniel Leite; Lavre (Montemor-o-Novo): Manuel Silva; Porto: José Martins; Trás-os-Montes (Chaves): António Esteves; Vale do Sousa: António Oliveira.

Parque de Campismo e Caravanismo de Braga registou 21.320 dormidas em 2022

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© CM Braga
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O Parque de Campismo e Caravanismo de Braga retomou no ano de 2022 o percurso de crescimento que vinha a trilhar nos anos anteriores à pandemia, quer no número de hóspedes, no total de dormidas, bem como na receita alcançada.

Quando comparado com 2019, o equipamento registou no ano passado um aumento de 11% no número de hóspedes e de 20% nas dormidas. Este crescimento reflete-se nas receitas geradas no Parque de Campismo que, em 2022, se fixaram num total de 145 893,49 euros. A receita traduz um aumento de 31% face a período homólogo de 2019 (pré-pandemia) e de 165% face a 2021.

Em comunicado, a Câmara de Braga afirma que “para estes resultados, muito tem contribuído o investimento que o Município tem realizado neste equipamento municipal, com destaque para a obra da infraestrutura de apoio ao Parque das Camélias. Foi também realizada uma intervenção no edificado da recepção e bloco sanitário 1, colocação de cobertura vegetal, por forma a mitigar as variações térmicas do edifício”.

Por outro lado, o Parque de Campismo e Caravanismo de Braga passou a integrar o Registo Nacional dos Empreendimentos Turísticos (RNET) e o Registo Nacional de Turismo (RNT), junto do Turismo de Portugal. “Este facto vai permitir concorrer a vários programas e certificações de qualidade e sustentabilidade ambiental, entre outros na área do turismo”, acrescenta. Ao longo do ano passado foi também atualizado o plano de segurança do equipamento.

Em 2022, o parque recebeu a visita de 9.884 hóspedes, que totalizaram 21.320 dormidas. A média de estadia anual é de 2,16 por noite. Em relação a igual período de 2021, verificou-se um aumento de 168%. Em comparação com período homólogo de 2019, o crescimento é de 20%. Em todos os trimestres, em relação a período homólogo de 2019, (pré-pandemia), o Camping Braga cresceu, com especial enfoque o 1.º e 4.º trimestres, que coincidem com a época baixa, onde se verificou um crescimento de 14% no 1.º trimestre e 83% no 4.º trimestre.

Os visitantes portugueses representam 18,10% (1.788), e os estrangeiros 81,90% (8096). A par de Portugal, França, Espanha, Alemanha e Países Baixos são as nacionalidades mais representadas.

Póvoa de Lanhoso prossegue com campanha de esterilização animal

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A Câmara Municipal da Póvoa de Lanhoso vi prosseguir com a campanha de esterilização animal.

Em colaboração com associações CAPA – Clube de Adoção e Proteção de Animais, Movimentos Gatos de Rua e Bigodes de Ouro, o Município iniciou, em maio de 2022, uma campanha de esterilização de animais de companhia que, no final do ano, atingiu o número de 154 animais esterilizados (cães e gatos, machos e fêmeas).

Atendendo à “importância desta medida e ao sucesso atingido em 2022”, esta é uma ação que terá continuidade em 2023.

As inscrições podem ser realizadas na respetiva Junta de Freguesia.

Oferta de casas para arrendar desceu 59% em Braga

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© CM Braga
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A oferta de casas para arrendar em Portugal desceu 40% no quarto trimestre de 2022, face ao “stock” que estava disponível no mesmo período de 2021, segundo um estudo do idealista, o principal Marketplace imobiliário do sul da Europa.

A oferta de habitação para arrendar em Portugal desceu em 14 capitais de distrito no último ano. A liderar a lista encontram-se Braga (-59%) e Lisboa (-55%), seguidos pelo Porto (-52%) e Viseu (-49%) como as capitais de distrito onde “stock” disponível para arrendar casa mais desceu. Seguem-se Aveiro (-49%), Coimbra (-49%), Castelo Branco (-31%), Setúbal (-28%), Leiria (-25%), Viana do Castelo (-22%), Santarém (-13%), Faro (-11%), Vila Real (-9%), Funchal (-1%).

Por outro lado, Beja, foi a cidade onde mais cresceu a oferta (29%), seguida por Bragança (27%), Évora (24%), Ponta Delgada (19%) e Guarda (8%) sendo as únicas cidades analisadas onde o “stock” aumentou.

Quinta Pedagógica de Braga doou mais de uma tonelada de alimentos a IPSS do concelho

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© CM Braga
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Ao longo do ano passado, a Quinta Pedagógica de Braga entregou mais de uma tonelada de produtos alimentares a Instituições de Solidariedade Social do concelho. No total foram 1,105 kg de produtos hortícolas produzidos nas suas hortas, que foram doados a instituições que confecionam diariamente refeições para apoio a cidadãos em situação de fragilidade económica e social. Os produtos foram entregues à Cáritas, Cruz Vermelha, “Virar a Página”, AIA e ao Banco Alimentar contra a Fome de Braga.

A Quinta Pedagógica tem no seu objetivo basilar, ser um centro de experimentação e sensibilização agroambiental. Nesse contexto, dinamiza ao longo do ano, todos os ciclos culturais das culturas temporárias e perenes, nomeadamente dos produtos hortofrutícolas. Este equipamento municipal dispõe de hortas de ar livre, em estufa e um pomar com várias variedades de fruteiras, inclusive variedades regionais.

A quinta faz cultivo das mais variadas culturas, para que as crianças que visitam o espaço tenham a oportunidade de colocar as mãos na terra, semeando ou plantando, mas também, ao participarem nas visitas guiadas, aprendam quais são as culturas de época, qual a árvore que produz o fruto que comem, numa verdadeira missão de educação alimentar.

Os produtos excedentes são então doados a Instituições de Solidariedade Social do concelho, e dadas as características perecíveis dos produtos, são entregues a instituições que preparam refeições.

Considerando que a atividade agrícola materializada na quinta vai muito além do simples trabalho da terra, as hortas têm por missão serem pedagógicas, sociais e inclusivas, sendo uma ferramenta muito importante de sociabilização, educação ambiental, inclusão com atividades com plantas e colheita de legumes variados e produzidos de uma forma mais amiga do ambiente.

No dia 23 de janeiro será apresentado um novo projeto de “Hortas Sociais e Terapêuticas” que irá nascer na Quinta Pedagógica e ao qual a CERCI Braga se irá juntar com os seus utentes, em parceria com os voluntários, passando a ser mais uma entidade beneficiária das colheitas.

Barcelos inaugura Centro Local de Apoio à Integração de Migrantes

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© CM Barcelos
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Barcelos inaugurou, nas instalações do Balcão Único, nos Paços do Concelho, o CLAIM – Centro Local de Apoio à Integração de Migrantes. Trata-se de um posto de atendimento cuja missão é apoiar nos processos de acolhimento e integração de migrantes, articulando respostas com as diversas estruturas locais, e prestando informação geral em áreas como a regularização da estada em Portugal, processos de nacionalidade, reagrupamento familiar, habitação, retorno voluntário, trabalho, saúde e educação.

Para assinalar a abertura deste serviço, deslocou-se a Barcelos a secretária de Estado da Igualdade e Migrações, Isabel Almeida Rodrigues. Na cerimónia participou também José Reis, vogal do Conselho Diretivo do Alto Comissariado para as Migrações, entidade com a qual o Município estabeleceu um protocolo para este efeito.

Mário Constantino sublinha caráter solidário do Município e dos barcelenses

O presidente da Câmara Municipal realçou a importância do Centro Local de Apoio à Integração de Migrantes, num concelho que “prima por ser hospitaleiro e solidário e que tem acolhido migrantes e refugiados de diversas nacionalidades de uma forma exemplar, como bem ficou demonstrado, aquando da receção à vaga de refugiados provocada pela guerra na Ucrânia”. “Sendo o povo português reconhecido como um povo solidário, amigo e acolhedor, permita-me a ousadia e o orgulho de lhe dizer que, de entre todos, os barcelenses serão seguramente dos mais solidários! E isso mesmo está bem demonstrado pela forma exemplar como temos vindo a acolher, ao longo dos tempos, os migrantes das mais diversas nacionalidades que têm escolhido o nosso concelho para aqui trabalharem e viver”, disse Mário Constantino.

O autarca barcelense sublinhou que a nova realidade migratória obriga “a um trabalho ainda mais profícuo em prol da integração, da igualdade e da interculturalidade”, tanto que nos últimos cinco anos mais do que duplicou a presença de imigrantes no concelho. Com efeito, “no final do ano 2021, ainda antes do efeito dos refugiados oriundos da guerra na Ucrânia, eram 1704 os cidadãos migrantes residentes no concelho de Barcelos, quando em 2017 eram apenas 781, ou seja: um aumento acima da média nacional”, sendo a principal comunidade oriunda do Brasil, com 893 cidadãos, número superior ao das restantes 69 nacionalidades presentes no território barcelense.

Mário Constantino referiu ainda que, aquando da vaga de refugiados da guerra, “o Município de Barcelos recebeu 287 ucranianos, dos quais cerca de 100 são neste momento residentes no território”. A comunidade ucraniana que optou por ficar no concelho encontra-se a residir em alojamentos cedidos gratuitamente pela sociedade civil barcelense ou acolhida solidariamente por famílias com as quais partilham as atividades de vida diárias, “factos que evidenciam a adaptação, solidariedade e hospitalidade singular da comunidade local”.

Secretária de Estado da Igualdade e Migrações enaltece serviço do município barcelense

“As migrações são vantajosas e importantes para quem emigra e para quem acolhe”, sublinhou a governante Isabel Almeida Rodrigues, dando como exemplo as contribuições dos imigrantes para a Segurança Social, que já ascendem a mil milhões de euros. A secretária de Estado da Igualdade e Migrações enfatizou a forte onda migratória dos últimos anos para Portugal e declarou que “a mobilidade deve ser vista como um direito fundamental de todos os seres humanos, pois só essa possibilidade permite que as pessoas possam procurar trabalho, possam aceder a um modo de vida que lhes permita não só a sua sobrevivência e realização pessoal como ajudarem as famílias que deixaram nos seus países de origem”.

Antes, já Isabel Almeida Rodrigues tinha expressado o seu “reconhecimento pela colaboração, disponibilidade e empenho que autarquia de Barcelos tem tido, estando na linha da frente na implementação de políticas públicas promotoras da igualdade de oportunidades”.

Concretamente em relação ao novo serviço que agora está à disposição da comunidade migrante, aquela governante salientou “a excelente colaboração entre o governo e a autarquia barcelense”, regozijou-se “pela abertura de mais este Centro” e manifestou “a certeza de que vai constituir-se como um ponto importante de ajuda à integração dos imigrantes que procuram Barcelos”, tanto para trabalharem como para residirem.

A cerimónia de inauguração do CLAIM contou com dois momentos musicais por Inês Vilas Boas e Diogo Carlos, do Conservatório de Música de Barcelos, e com um momento de declamação de poesia intercultural, pelo ator Armindo Cerqueira, da Associação D’Improviso – Artes do Espetáculo.

CLAIM visa apoiar migrantes em vários domínios  

Para operacionalizar os serviços do CLAIM – Centro Local de Apoio à Integração de Migrantes – foi assinado um protocolo com o Alto Comissariado para as Migrações, I.P, no qual o Município de Barcelos se obriga a garantir o desempenho das funções de acolhimento, informação e apoio aos cidadãos migrantes, bem como proceder à afetação de técnicos com perfil adequado ao desempenho das funções, assegurando os custos daí inerentes.

O CLAIM – Centro Local de Apoio à Integração de Migrantes vai ter um período de 14 horas semanais de atendimento ao público, às segundas e terças-feiras, de acordo com critérios de adequação da disponibilidade do serviço à satisfação das necessidades dos clientes.

O protocolo tem a duração inicial de 12 meses, sendo renovável por iguais períodos, salvo denúncia de uma das partes.

Cambalhota no marcador. SC Braga afasta Vitória da Taça de Portugal.

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© SC Braga
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O SC Braga afastou o Vitória SC da Taça de Portugal ao vencer os vimaranenses por 3-2. Os Gverreiros do Minho estiveram a perder por 0-2 até aos 80′, mas em cinco minutos conseguiu marcar três golos e garantir a passagem aos quartos de final da competição.

Os vimaranenses criaram mais perigoso no início da partida e adiantaram-se no marcador aos 16 minutos. Jota Silva recebeu passe de André Silva, este entrou na área do SC Braga e atirou de rasteiro para fazer o primeiro da noite.

Em cima do intervalo, com o SC Braga virado para o ataque, Racic perdeu a bola para André Silva que de imediato lançou a velocidade de Anderson. Este correu meio campo e atirou na cara de Matheus para fazer o 0-2.

Na segunda parte, o SC Braga entrou mais forte e conseguiu a reviravolta em apenas cinco minutos. Aos 80′, Victor Gómez passou a bola a grande área, sobrando para Abel Ruiz que atirou a contar para o primeiro dos Gverreiros do Minho.

Dois minutos depois, Vitinha consegue o empate com um remate à meia volta, numa jogada com Victor Gómez e Banza.

Pouco depois, Abel Ruiz bisa na partida, aproveitando a incapacidade dos vimaraneses em organizarem-se e conseguiu dar a cambalhota no marcador.

O SC Braga vai defrontar agora o Benfica nos quartos de final, encontro que será disputado na Cidade dos Arcebispos.

É saudável viver nas Andorinhas

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© João Ricardo Silva
© João Ricardo Silva

Não, não vos falo sobre a vida animal. Aqui as andorinhas são outras. É um bairro, o Bairro Social das Andorinhas, em Braga.

Voamos até 1983 para a criação do nosso ‘ninho’. Situado no coração da cidade, é constituído por 33 prédios de habitação, e onde neles habitam cerca de 1000 pessoas. Para além das habitações, o bairro possui lojas, um ringue polidesportivo, um parque de ginástica, um parque infantil, e até o primeiro Parque ‘Street Workout’ da cidade de Braga.

Todos conhecem o nosso passado. Não voamos para outro lugar, mas hoje ao olhar para as
Andorinhas, percebemos que tivemos uma enorme mudança. Dizem que viver nas Andorinhas é um privilégio. A primavera chegou com a criação da Associação de Moradores. Surgiu há pouco mais de duas décadas pela mão de um grupo de amigos. Juntos combateram os problemas existentes no bairro, promovendo o diálogo permanente entre os moradores e as instituições públicas.

Diz-se por aí que somos um exemplo em termos sociais. É um orgulho para todos os moradores. Mas não foi fácil. Ao longo dos anos percebemos que é muito comum alimentarmos, inconscientemente, preconceitos. São muitas as injustiças sociais, mas que transformamos em oportunidades e motivação para alcançar outros voos.

Oportunidades essas como aquela que acabou de terminar no nosso bairro, o projeto Andorinhas Saudável. Foram dezenas de associações e juntas de freguesia de Braga que apresentaram os seus projetos aos Bairros Saudáveis. Dos dois projetos que venceram, um deles é o nosso. Foi a nossa primeira candidatura a um financiamento nacional e temos muito orgulho dos nossos resultados.

Inserido no programa dos Bairros Saudáveis, o projeto voou durante seis meses pelas Andorinhas. Demos ferramentas aos moradores para melhorar as condições de vida, com sessões informativas de educação para a saúde e estilos de vida saudáveis, a formação parental, e o combate ao isolamento dos idosos do bairro.

Concretizamos um sonho antigo, a criação de uma sala de estudo. Um espaço de relevância comunitária para o apoio ao estudo e o acesso a equipamentos informáticos por parte das crianças e jovens do bairro.

As Andorinhas foram recentemente convidadas a migrar para a plataforma ODSLocal, para voar ao lado de decisores, técnicos municipais e agentes locais em relação aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável 2030.

Este é o nosso legado. Nos bairros fomenta-se o sentido de união, da persistência, da atitude e da coragem. Há muitos exemplos nos bairros a ter em consideração, muitas mais histórias de conquistas, muitos exemplos de vida e persistência.

Obrigado a todos que nos ajudaram ao longo deste longo voo. Estamos juntos hoje e no futuro para continuar a sermos um exemplo na área social. Da nossa parte podem sempre  contar com o nosso contributo para melhorar o espaço público, o nosso e o vosso.

Artigo de João Ricardo Silva, coordenador do Projeto Andorinhas Saudável.