Um idoso, de 68 anos, proprietário de um solar em Moure, Vila Verde, ficou em estado grave após alegadamente ter sido espancado pelos caseiros.
Segundo o jornal Vilaverdense, a vítima, proprietária do Solar de Gondomil, foi transportada para o Hospital de Braga com a clavícula e costelas partidas, assim uma uma possível perfuração do pulmão.
Catorze anos depois da constituição da Sociedade Gestora de Equipamentos de Braga (SGEB), a parceria público-privada para a construção de relvados e equipamentos desportivos, a Câmara Municipal prepara-se para adquirir a totalidade das participações sociais dos parceiros privados, nomeadamente 51%.
De acordo com a autarquia bracarense, este passo “vai permitir proceder, finalmente, à incorporação da atividade desta sociedade nos serviços municipais e à sua consequente extinção”.
A proposta será analisada na reunião do Executivo Municipal, que se realiza esta segunda-feira.
Como refere Ricardo Rio, presidente da Câmara Municipal de Braga, “a extinção da SGEB vem dar cumprimento a um compromisso assumido pelo atual executivo desde o primeiro mandato”. “Foi um negócio que sempre denunciámos pela forma ruinosa como foi constituído, extremamente lesivo do interesso público do ponto de vista financeiro, do rigor e da transparência e com implicações negativas no futuro dos bracarenses por várias décadas. Com a internalização e extinção desta sociedade estamos, ao mesmo tempo, a minimizar os danos financeiros que esta opção, tomada em 2009 com motivações puramente eleitorais, trouxe para a cidade e a corrigir um enorme erro de gestão autárquica”, afirma o edil.
Desta forma, assume o autarca, “será finalmente colocado um ponto final num processo que representa um período negro de despesismo e irresponsabilidade”.
“Apesar de muito positiva, esta é uma notícia que peca por tardia, uma vez que, de acordo com o estudo realizado em 2020, caso a internalização já se tivesse concretizado antes a poupança seria bastante mais significativa”, acrescenta.
A Câmara Municipal de Braga explica que a extinção da SGEB “não foi possível concretizar mais cedo devido a questões legais, nomeadamente à intransigência demonstrada, à época, pelo Ministério das Finanças que nunca foi possível ultrapassa. Após a supressão destes condicionalismos legais pela Assembleia da República, abriu-se uma janela de oportunidade, confirmada pelo Orçamento de Estado de 2022, na medida em que refere que os Municípios podem adquirir a totalidade das participações das sociedades comerciais em que tenham participação com a finalidade exclusiva de proceder à subsequente internalização nos seus serviços das atividades desenvolvidas pela sociedade comercial participada”.
“Apesar de todos os nossos esforços, não foi possível a autarquia concretizar mais cedo esta extinção, o que representaria ganhos ainda mais substanciais para os cofres municipais. A solução agora encontrada, com a colaboração do atual Ministro das Finanças, é uma atitude clara de solidariedade intergeracional que muito me orgulha e que sempre devia presidir à gestão da coisa pública, no sentido em que beneficiará este executivo, mas sobretudo os que se lhe seguirão”, sublinha Ricardo Rio.
A Escola Superior de Enfermagem (ESE) da UMinho organiza, a 16 e 17 de outubro, o congresso internacional “Serious Games & Emotional Competence in Higher Education”,juntando 250 participantes de dez países no auditório B1 do campus de Gualtar, em Braga.
A iniciativa conclui o projeto europeu homónimo liderado pela professora Lisa Gomes, da ESE, que resultou num curso inovador de competência emocional e num jogo de realidade virtual para desenvolver competências emocionais nos estudantes de enfermagem. O evento conta ainda com vinte oradores de países como Chile, EUA, Suíça e Países Baixos, além de 24 comunicações livres, afirmando a partilha e a discussão da investigação nesta área.
A conceção do jogo de realidade virtual para elicitação de emoções é do género escape room, em que entramos numa casa, vemos uma jovem inanimada no chão e vamos obtendo pistas para saber o que sucedeu e aceder a outros espaços. De forma subtil, testamos as emoções, como medo, alegria, nojo e tristeza. Vamos tocar na mulher? Retirar a chave do lixo infestado de baratas? Atravessar a tábua suspensa? As reações corporais do jogador vão sendo avaliadas por um docente.
A ideia do jogo é cativar pelas novas tecnologias os alunos e também os profissionais, tornando-os mais resilientes na sua prática clínica e estimulando os melhores cuidados em contextos múltiplos e exigentes, explica Lisa Gomes. O jogo virtual como instrumento pedagógico do Curso de Competência Emocional preenche também a lacuna de cursos de Enfermagem nacionais e internacionais que enfatizavam a proficiência técnica, negligenciando o desenvolvimento crítico da inteligência emocional dos estudantes.
O projeto pioneiro foi elaborado pelas universidades do Minho, Génova (Itália), León (Espanha), Malta (Malta), Suceava (Roménia) e pelo Politécnico de Bragança (IPB), juntando desde 2020 mais de vinte peritos de saúde, educação, ciências sociais, psicologia, informática e engenharia. Este consórcio “Serious Games for Nursing Students” foi financiado com 207 mil euros do Programa Erasmus+, resultando ainda num workshop para capacitar os docentes e num Curso de Competência Emocional, com 30 horas de casos clínicos, prática simulada e realidade virtual.
Congresso com muita procura
O congresso abre esta segunda-feira, às 09:30, com a conferência de Augusta Branco, do IPB. A abertura oficial é às 10:15, com intervenções da pró-reitora para os Projetos Científicos e Gestão da Investigação da UMinho, Sandra Paiva, a presidente da ESE, Esperança Gago e a coordenadora do projeto e chair do congresso, Lisa Gomes. Seguem-se temas como comunicação terapêutica, burnout, arte e saúde, ensino inovador e gamificação, além de casos de estudo e de boas práticas. A conferência final é na terça-feira, às 16:15, com Nancy Sullivan, da Escola de Enfermagem Johns Hopkins de Baltimore (EUA). “O volume de inscritos e de submissões de trabalhos, bem como a representatividade geográfica e de temas, mostram a importância deste congresso e da aposta na nossa linha de investigação, visando responder aos desafios emergentes de uma sociedade aparentemente mais acelerada, individualizada e digital”, refere Lisa Gomes.
O Padre José Antunes foi eleito presidente da União Distrital das IPSS de Braga. A sufrágio esteve apenas uma lista que, este sábado, venceu com 89% dos votos.
Em junho deste ano, e após nomeação de D. Roberto Rosmarinho Mariz para Bispo Auxiliar do Porto, Jorge Pereira tinha tomado posse como presidente da UDIPSS Braga.
Com um voto nulo e seis brancos, a lista liderada pelo Padre José Antunes obteve 89% dos votos a favor, sendo que esta vitória vale para o quadriénio 2023 – 2027.
O Padre José Antunes é acompanhado na Direção pelo arquiteto Jorge Pereira (vice- presidente), Luís Carlos da Fonseca (tesoureiro), Carlos Abreu (secretário) e Carla Sofia Ribeiro Faria (vogal).
Para o agora eleito presidente, “é uma enorme responsabilidade assumir este lugar e tenho como objetivo central honrar quem em mim confiou. Trabalharemos com competência, dedicação e afinco, adjetivos que têm, até agora, caracterizado as Presidências anteriores. O programa de candidatura aos Órgãos Sociais da UDIPSS é exigente mas queremos claramente cumpri-lo. Vamos continuar a apostar na formação e capacitação, a estimular a inovação social, a promover novas oportunidades de financiamento, protegendo e defendendo o Setor Social e Solidário e os seus Dirigentes”.
Reforça que pretende “auscultar, estudar, debater, consensualizar e propor soluções, que sejam inovadoras e diferenciadoras para as Resposta Sociais existentes, indo ao encontro das reais necessidades dos utentes e suas famílias, assim como pugnar pelo alcance de métricas de sustentabilidade das nossas Instituições. A nossa equipa está deveras motivada para alcançar a liderança no combate ao estigma das demências e da saúde mental no nosso Distrito. Pautar pela valorização dos nossos Recursos Humanos – encabeçar na revindicação do trabalho digno, salário justo” e conciliação da vida profissional e familiar” dos colaboradores do Setor Social e Solidário, bem como outras medidas que iremos defender”.
Por sua vez, Jorge Pereira afirma que “estes últimos cinco meses foram enriquecedores para um maior conhecimento da realidade da UDIPSS Braga. Agradeço, desde já, publicamente ao D. Roberto Rosmarinho Mariz por me ter confiado a Presidência da UDIPSS Braga para conclusão deste mandato que muito me honrou, a mim e à minha equipa. Aceitei agora o desafio de me manter na vice-presidência porque acredito profundamente nas potencialidades desta União Distrital e no trabalho que podemos desenvolver para acrecentarmos valor ao setor social e solidário”.
A tomada de posse está marcada para o dia 21 de outubro, pelas 11:00, na sede da UDIPSS Braga.
A União de Freguesias de Ferreiros e Gondizalves, em Braga, realizou o 1.º Convívio na Horta Comunitária para unir as famílias que beneficiam deste espaço. A iniciativa proporcionou momentos de lazer, assim como um lanche a todas as pessoas que se associaram ao evento.
Carolina Teixeira, presidente da União de Freguesias de Ferreiros e Gondizalves, regozijou-se por os utilizadores desta horta comunitária terem colhido bastantes legumes das suas plantações e por darem continuidade ao cultivo.
“Desde a inauguração da horta comunitária que não tivemos a oportunidade de fazer este tipo de convívio e este ano, como as pessoas já plantaram, semearam e colheram muitos legumes, achámos por bem juntar as pessoas neste convívio, como se de uma feira de colheitas se tratasse e foi isso que aconteceu. Hoje, juntámos aqui os concessionários dos talhões e fizemos este pequeno convívio para mostrar como está a nossa horta comunitária e também para as pessoas continuarem a ter gosto nos seus cultivos. Isso é o mais importante, saber que as pessoas que aderiram na altura aos talhões, mantêm o espaço aprazível e bem cultivado”, sustentou a autarca.
Fernando Campos, concessionário da Horta Comunitária, enalteceu a realização deste convívio, salientando que esta iniciativa possibilita partilhar experiências no cultivo e na colheita.
“O convívio é do melhor que pode haver para as pessoas se conhecerem, conviverem e poderem partilhar, porque às vezes até existem problemas na horta que a gente não sabe e se for partilhado nestes convívios, as pessoas acabam por resolverem certos problemas que existem. A nível de cultivo, podem tirar ideias para cultivar algum tipo de legume. Eu tenho alguma experiência e partilho com outras pessoas e o convívio serve para partilhar os nossos conhecimentos”, disse.
A Horta Comunitária de Ferreiros foi inaugurada em 2022 com 26 talhões onde os beneficiários podem fazer os seus cultivos gratuitamente. O Executivo desta União de Freguesias incentiva os utilizadores da horta a optarem pela agricultura biológica, evitando químicos e fertilizantes e a um controlo na poupança da água.
O 1.º Convívio na Horta Comunitária contou também com a presença de Gabriela Silva, secretária da União de Freguesias de Ferreiros e Gondizalves, Raúl Gomes, tesoureiro, Susana Gomes, vogal, e Nuno Gonçalves, vogal.
A Horta Comunitária situa-se na Rua Padre Francisco Marques, em Ferreiros, próxima da Escola da Naia.
A Meia Maratona de Famalicão celebrou hoje a sua nona edição, numa manhã de outono em que a chuva decidiu abençoar a prova, contudo a vontade de correr não faltou e 2500 pessoas percorreram as ruas da cidade. Carlos Costa e Dulce Félix venceram a prova.
Mário Passos, presidente da Câmara Municipal de Famalicão, e Vanessa Carvalho, madrinha da prova, deram o tiro de partida para a prova de 21 km e ainda para a Corrida e Caminhada com 10 km de distância.
Num percurso que passa pelo centro histórico da cidade, mas também pela periferia, numa mistura de ambiente urbano e rural, foram muitos os corajosos atletas que aproveitaram esta manhã desportiva, mesmo quando a chuva não deu tréguas.
André Pereira vence nos 10 km
Na segunda edição com a distância dos 10 km, André Pereira (SL Benfica) foi o primeiro a cortar a meta aos 00:29:53, imediatamente seguido por Bruno Silva (Prime Running Club) com o tempo 00:30:39, e, a fechar o pódio, José Azevedo (Escola Rosa Oliveira) com o tempo 00:31:42.
No setor feminino, foi Rafaela Fonseca (RD Águeda) que se destacou das restantes atletas, terminando a prova isolada aos 00:34:44. Na segunda posição ficou Marina Regalo (Maia A.C.) com 00:36:13, e na terceira ficou Sónia Ferreira (Team El Comandante) com o tempo 00:37:55.
Carlos Costa foi o grande vencedor
Na prova principal, foi o atleta do GD Guilhovai que, ao completar os 21 km em 01:07:48, venceu esta 9ª Meia Maratona de Famalicão.
Na segunda posição ficou Daniel Pinheiro (PAC Running Academy), com o tempo 01:07:50, e Hermano Ferreira (Escola Atletismo Coimbra) fechou o pódio aos 01:07:56.
Dulce Félix bisou pelo segundo ano nas mulheres
A atleta do SL Benfica, Dulce Félix ficou na posição mais alta do pódio ao chegar à meta com o tempo 01:16:20. Em segundo lugar ficou Filomena Costa (ACD Jardim da Serra), aos 01:16:58, seguida Doroteia Peixoto (Amigos da Montanha) com o tempo 01:20:47.
A cerimónia protocolar do pódio contou com a presença do vereador do Desporto da Câmara Municipal de Vila Nova de Famalicão, Pedro Oliveira, da atleta Vanessa Carvalho, vencedora da última edição da Maratona do Porto e madrinha da prova, de Jorge Teixeira, diretor geral da Runporto, e do atleta olímpico José Regalo.
“Não acertámos na escolha de pneus pela manhã de sábado e andámos a tentar acertar as coisas nas classificativas seguintes, e não fosse esse momento, estaríamos a falar com maior satisfação do que foi esta prova»”. Foi este o sentimento expresso por Pedro Almeida no final do Rali Vidreiro, prova que encerrou o calendário nacional e em que o piloto foi sexto classificado à geral, quinto entre os pilotos a pontuar para o Campeonato de Portugal de Ralis (CPR).
“Arriscámos sair com pneus mais duros, mas encontrámos os troços muito húmidos e difíceis. Trocamos depois na medida do que era possível fazer e acabamos por fazer um rali dentro do que era a nossa expectativa”, acrescentou o piloto.
Pedro Almeida acabou a temporada no sexto lugar do Campeonato de Portugal de Ralis absoluto. “Não alinhámos na Madeira nem em Castelo Branco e fomos muito regulares nas seis provas que fizemos, somando sempre pontos e chegando ao final de todos os ralis, que de alguma maneira nos deixa satisfeitos e nos restaura um bocadinho da confiança que havíamos perdido na temporada passada”, disse o piloto de Famalicão.
O piloto voltou a ter assistência no Rali Vidreiro da ARC Sport “e senti-me em casa, como se estivesse cá desde sempre”. O regresso à estrutura será para manter “e vamos já começar a preparar 2024, onde queremos fazer mais e melhor do que fizemos neste ano”.
O piloto deixou, no final, o agradecimento “aos patrocinadores e parceiros que nos acompanharam, ao Mário Castro, que esteve ao meu lado e às estruturas da Mapo Motosport e da ARCSport. A estes junto o agradecimento aos adeptos, que nos vão incentivando na estrada”.
Morreu Fernando Fernando Pinto Vieira da Silva, tocador de sinos e sacristão do Mosteiro de Tibães, em Braga. Tinha 87 anos.
O funeral realizou-se na manhã deste domingo no Mosteiro de Tibães. O corpo de Fernando Silva foi a ser sepultado no cemitério local.
Segundo a mesma fonte, apesar da idade, até há bem pouco tempo “ainda subia à torre para fazer o que mais gostava”.
“Foi com pesar que o Mosteiro de São Martinho de Tibães tomou conhecimento do falecimento do Sr. Fernando. Hoje, o ‘rasto do sino’ levou-o consigo. Perde-se a sua presença física, perde-se o último tocador manual de sinos de Mire de Tibães, mas ficam as memórias do seu trabalho comunicativo através dos vários toques que anunciavam um batismo, um casamento, um funeral, a Festa do Cerco ou simplesmente o anunciar da Eucaristia dominical”, pode ler-se numa publicação na página daquele mosteiro.
“A nossa homenagem fica aqui gravada com um dos muitos vídeos que fizemos e que retratam a sua entrega e paixão pelo toque dos sinos, que fazia ‘com alma’. Até sempre Sr. Fernando! A equipa do Mosteiro de São Martinho de Tibães expressa à família os mais sinceros sentimentos de pesar”, finalizou.
O Auditório da Junta de Freguesia da Sé, em Braga, acolheu, este sábado, a conferência “Caminhos de Santiago” para assinalar o Dia Nacional do Peregrino que é celebrado a 13 de outubro. A iniciativa teve como objetivo evocar o Dia do Peregrino e dar a conhecer a futura construção de um albergue planeada para o próximo ano.
“Em Braga não temos nenhum albergue destinado às pessoas que vão a Santiago e no próximo ano isso vai ser uma realidade. Braga está na moda e os Caminhos de Santiago também estão. Há um longo caminho a percorrer, nomeadamente na sinalização dos caminhos e na limpeza dos mesmos, mas penso que tudo tem que começar por um lado e este tipo de iniciativas acaba também por chamar a atenção de quem tem responsabilidade nessa matéria. Temos noção que já se andou bastante, até porque quer-se certificar os caminhos e para certificar, é preciso também haver alguma qualidade”, disse o autarca.
Luís Miguel Sampaio, delegado de Braga da Associação Espaço Jacobeus, salientou que o albergue para peregrinos será inclusivo, tendo convidado o bispo Auxiliar do Porto para apadrinhar o projeto.
“Hoje estamos aqui com o apoio do Município de Braga e com a União de Freguesias de Maximinos, Sé e Cividade para celebrar o Dia Nacional do Peregrino, que decidimos celebrar hoje, uma vez que ontem era dia de trabalho. Convidamos o bispo Auxiliar do Porto, Roberto Rosmaninho Mariz, que foi o nosso assistente espiritual, mas vai continuar a colaborar connosco dentro da sua disponibilidade de agenda. Quando lhe falei que esta iniciativa era para dar uma força do próximo albergue de peregrino aqui na Junta de Freguesia da Cividade, aderiu prontamente sem reservas e apadrinhou esta iniciativa”, referiu.
Roberto Rosmaninho Mariz, bispo Auxiliar do Porto, falou sobre a fé que move as pessoas nas diversas peregrinações e sobre a importância do albergue para os caminhantes. “Gostaria de deixar, como apontamento central, esse desabrochar da fé que numa sociedade tantas vezes secularizada é a marca que é a peregrinação de centenas e milhares de pessoas ao longo de todo o ano, numa época certamente com maior presença que é visível e notada e que todos temos que ter consciência dela. O segundo apontamento é que a Associação Espaço Jacobeus tem um patamar de relevância, que é o acolhimento aos peregrinos, e a maquete e o projeto do albergue que é para ser construído, uma vez que é necessário para aqueles que estão a caminho e que desejam peregrinar e, por isso, os albergues têm uma relevância muito importante”, realçou o bispo.
O albergue para peregrinos será integrado nos terrenos da Junta da Cividade e terá capacidade para 16 pessoas. O equipamento será inclusivo e acolherá animais.
Esta iniciativa foi organizada pela União de Freguesias de Maximinos, Sé e Cividade, em parceria com a Associação Espaço Jacobeus de Braga e do Município de Braga.
A conferência contou também com a presença de Luís Ferreira, chefe de Divisão do Turismo de Braga, de José Manuel Almeida, presidente da União de Freguesias de Caldelas, Sequeiros e Paranhos, Sandra Ataíde, tesoureira da União de Freguesias de Maximinos Sé e Cividade, Manuel Miranda Pereira, secretário, e Alexandra Lima, vogal.
O mau tempo regressa já na segunda-feira ao distrito de Braga com previsão de chuva e vento forte, segundo o Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA).
A chuva volta este domingo, mantendo-se ao longo da próxima semana. O IPMA emitiu um aviso amarelo para o distrito, na segunda-feira, entre as 12:00 e as 18:00, esperando-se períodos de chuva ou aguaceiros, por vezes fortes.
Na terça-feira há novo aviso, entre as 00:00 e as 12:00, por causa da chuva forte, assim como vento, por vezes forte, com rajadas até 75 km/h, em especial no litoral.