Morreu a cantora Sara Tavares, avança a SIC Notícias. Tinha 45 anos. A artista foi diagnosticado há mais de uma década com um tumor no cérebro e morreu este domingo no Hospital da Luz.
Sara Tavares deu início no mundo da música quando venceu a primeira edição do programa Chuva de Estrelas, em 1994. No mesmo ano, venceu o Festival da Canção com o tema “Chamar a Música” e representou Portugal no Eurovisão.
O Laboratório de Automação e Robótica da UMinho tem vindo a desenvolver nos últimos anos o robô CHARMIE. Este projeto consiste no design e implementação de um robô móvel autónomo, especializado em assistência e serviços para ambientes domésticos e médicos, que interage com humanos através de microfone e colunas, compreendendo os comandos orais que lhe são dados e respondendo de forma idêntica.
Para além dos objetivos sociais de conseguir integrar o CHARMIE em ambientes de apoio a idosos, com pessoas de mobilidade reduzida ou até mesmo com profissionais de saúde, o CHARMIE foi concebido com o intuito de participar na competição RoboCup@Home, o maior evento de robótica a nível mundial que desafia os robôs a realizarem tarefas complexas em ambientes do quotidiano. Na última edição do RoboCup (Bordéus, julho de 2023), o CHARMIE conquistou a 7.ª posição no RoboCup@Home apesar de ser a sua primeira participação, demonstrando a eficácia das suas capacidades autónomas.
Atualmente, o foco do projeto CHARMIE está na vertente “Restaurante”, uma competição específica que simula um ambiente de serviço de alimentos. O robô realiza tarefas como identificar clientes, receber pedidos através de interações de áudio, recolher produtos no balcão e entregá-los nas mesas com o uso do seu braço manipulador robótico. Para destacar as capacidades do CHARMIE, o Laboratório de Automação e Robótica realizará demonstrações ao vivo no “Bar da Nave Principal” da Universidade do Minho, Pólo de Azurém, Guimarães.
No próximo dia 20 de novembro, o robô estará em demonstração a trabalhar como um assistente de serviço, servindo clientes nas mesas e mostrando a sua habilidade em ambientes de restauração. Esta iniciativa visa demonstrar como a robótica pode desempenhar um papel crucial em diversos contextos, tais como ambientes médicos, domésticos, de restauração e lazer.
O aluno de Doutoramento Tiago Ribeiro, Team Leader do projeto CHARMIE estará presente durante esses dias para fornecer informações adicionais sobre o projeto e discutir os objetivos futuros do CHARMIE.
No dia 1 de dezembro Guimarães irá prestar homenagem à memória da Restauração da Independência de Portugal de 1640, numa cerimónia organizada pelo Grupo Recreativo “Os 20 Arautos de D. Afonso Henriques”, com o apoio do Município de Guimarães.
O programa comemorativo terá início na véspera, dia 30 de novembro, com uma receção aos participantes marcada para as 22:00, seguida pelo hastear das bandeiras na sede do Grupo Recreativo. Às 22:45 está previsto o início de um desfile pelas ruas do Centro Histórico, onde será entoado o Hino da Restauração, culminando por volta da meia-noite. Posteriormente, às 00:30, todos os participantes serão convidados para uma ceia na sede do grupo.
O trajeto do desfile abrangerá várias ruas emblemáticas da cidade, como a Rua da Rainha D. Maria II, Largo Condessa do Juncal, Viela da Arrochela e finalizará na Rua Gravador Molarinho, sede do Grupo Cultural e Recreativo “Os 20 Arautos de D. Afonso Henriques”.
Nos destaques do evento incluem a colocação de uma coroa de flores na estátua de D. Afonso Henriques, momentos musicais com a atuação de OSMUSIKÉ, interpretação do Hino de Portugal e intervenção política.
Esta iniciativa é organizada pelo Grupo Recreativo “Os 20 Arautos de D. Afonso Henriques”, contando com o apoio do Município de Guimarães, SMG – Conservatório de Guimarães, União de Freguesias de Oliveira, S. Paio e S. Sebastião, assim como do Paço dos Duques de Bragança.
A Casa do Povo de Vieira do Minho passou para propriedade da Câmara Municipal vieirense, após concretizado um Auto de Cessão de Bens. Assim, o imóvel passa agora para responsabilidade da Autarquia, podendo o Município utilizá-lo para a prossecução de fins de relevante interesse público.
Em 2019, o Município de Vieira do Minho procedeu à reabilitação e requalificação daquele edifício, um investimento total na ordem dos 151.453,89 euros e cuja comparticipação comunitária rondou os 128.735,81 euros. A empreitada contemplou a requalificação e reabilitação do edifício no que diz respeito à cobertura, vãos e alçados, bem como o melhoramento estético-visual do espaço.
A Casa do Povo, agora propriedade do Município de Vieira do Minho, acolhe a sede da Junta de Freguesia de Vieira do Minho, o Centro de Convívio e Lazer e o Pólo de Vieira do Minho do Conservatório de Música de Guimarães.
O ato da assinatura do Auto, que confere os termos da transferência deste património do Estado para o Município, foi simbolicamente efetuado no Município de Vieira do Minho.
A apresentação do Plano de Reabilitação do Património do IHRU e o seu novo modelo de gestão foram apresentados em Guimarães, com a presença de Domingos Bragança, presidente da Câmara, e Marina Gonçalves, ministra da Habitação.
“Em Guimarães, tivemos experiências de comunidade fantásticas. É um gosto iniciar esta nova fase do IHRU aqui”, disse Marina Gonçalves.
O processo iniciou-se em Guimarães, com uma aproximação que “até então não existia”, de acordo com o que ficou expresso pelos representantes das associações de moradores dos bairros, com quem o IHRU, ontem, celebrou protocolos que têm como objetivo implementar um novo modelo de gestão. Segundo o instituto, pretende-se “melhorar o bem-estar e o nível de conforto dos moradores dos bairros e simultaneamente beneficiar toda a comunidade envolvente na requalificação do território urbano”.
Além dos protocolos assinados com as Associações de Moradores do Bairro de São Gonçalo e do Bairro da Emboladoura – ficando a faltar o Bairro da Nossa Senhora da Conceição –, foi assinado um Memorando de Entendimento com o Município de Guimarães. Com este passo, o IHRU visa a implementação de uma política de proximidade, procurando estabelecer uma interação direta entre o instituto, os municípios, e as associações de moradores dos bairros.
“Este plano não é apenas uma folha de Excel, que muitas vezes não casa com a realidade”, disse António Gil Leitão, presidente do IHRU, que referiu ser este um “caminho longo que agora se inicia”. A intervenção no Parque Habitacional terá agora como alvo não apenas as habitações, mas também o conjunto habitacional (bairro) e os edifícios, como explicou Filipa Serpa, vice-presidente do IHRU durante a apresentação do plano. As obras previstas dizem respeito à envolvente exterior e áreas comuns dos edifícios, sempre com o objetivo de promover a eficiência energética e hídrica, melhorar o conforto acústico, reforçar o sistema estrutural, melhorar a acessibilidade das pessoas com mobilidade condicionada e renovar a imagem do edificado, o que em Guimarães já está a ser executado ou mesmo já terminado em alguns casos.
Para Domingos Bragança, o trabalho desenvolvido em Guimarães por Marina Gonçalves “é de realçar e felicitar”, pela proximidade com que foi exercido. “Os representantes dos moradores aqui presentes poderão comprová-lo”, disse. “A senhora ministra e a senhora secretária de estado fizeram de Guimarães o seu local de trabalho. Estiveram no terreno. E esta não é uma situação normal, a que estejamos habituados, mas é o que está certo. O trabalho deve ser efetuado nos territórios, junto dos autarcas. Saúdo esta mudança de atitude do IHRU, que passou a estar mais próximo, seguindo o exemplo da senhora ministra”, referiu o edil.
O presidente da Câmara lembrou que Guimarães “precisa de mais habitação, pelo que o trabalho que esta a ser desenvolvido na revisão da Estratégia Local de Habitação, na Carta Municipal de Habitação e na constituição do Conselho Local de Habitação é muito importante”, e será complementar ao “Programa Mais Habitação” do governo. Domingos Bragança não quis deixar de referir-se ao “excelente trabalho de gestão” feito pela CASFIG, empresa municipal responsável pelo parque habitacional municipal. “Conhecem as pessoas e procuram agir para o bem-estar dos moradores e para que todos tenham condições dignas”.
Por parte do governo, Fernanda Rodrigues, secretária de estado da Habitação, falou num “virar de página na gestão do parque habitacional do IHRU”, a partir da implementação de uma postura de proximidade e colaboração entre as comissões de moradores, autarquias e “futuros gestores de porta”. Uma alteração de modelo e de abordagem que a ministra Marina Gonçalves classifica como “uma nova vida coletiva e comunitária do IHRU”, que é resultado de uma nova responsabilidade do Estado. Em relação aos protocolos assinados com as Associações de Moradores, Marina Gonçalves lembrou que “não são documentos estáticos” e que estão abertos a contributos para o seu aperfeiçoamento”.
Marina Gonçalves terminou a sua intervenção elogiando “todo o trabalho que foi feito em Guimarães, com a participação dos moradores e da autarquia”. “Aqui, em Guimarães, tivemos experiências fantásticas, e quero que o trabalho aqui desenvolvido se constitua como um modelo para replicar em todo o país. Este é um momento importante de viragem no modelo de financiamento do IHRU e um passo decisivo para a criação de novas respostas na habitação”, concluiu.
Na assinatura dos protocolos com o IHRU, o Bairro de São Gonçalo foi representado por Jerónimo Couto, e o Bairro da Emboladoura por Elisabete Dourado.
Ricardo Silva, presidente da Junta de Freguesia de São Victor, em Braga, defendeu, em Conselho Geral da Associação Nacional das Freguesias (ANAFRE), que as freguesias devem ter mais competências de atuação no sector social.
“Num momento socialmente tão frágil como o que estamos a viver, o Governo aprovou, recentemente, a possibilidade de transformar lojas e garagens em habitação. Os municípios passam a poder simplificar o processo de regularização de uso, contudo, o que temos assistido é a formas de indignidade habitacional”, afirmou Ricardo Silva, perante o Conselho Geral.
“Os presidentes de Junta são confrontados com uma alteração de uso, que desajusta e desestabiliza vários pontos do seu território, criando assimetrias e dificuldades no apoio em matéria social. Algumas pessoas que chegam hoje ao concelho de Braga vivem em condições indignas, que não promove a qualidade de vida, quer na habitação, quer do ponto de vista familiar”. Por isso, Ricardo Silva defendeu “maior atuação daquilo que são as Comissões Sociais de Freguesia, dotando-as de competências próprias, articuladas com os pelouros da ação social dos municípios e das estratégias implementadas pela Segurança Social”.
“Neste setor, torna-se importante que os acordos de execução entre os Municípios e as freguesias sejam ainda mais objetivos, profícuos e defendam os verdadeiros interesses da população”, reafirmou o autarca, enquanto eleito independente no Conselho Geral.
Também Ricardo Silva manifestou o seu agrado pelo parecer negativo que a ANAFRE deu ao Governo relativamente ao Orçamento de Estado, lembrando que em matéria de defesa dos territórios “não há presidentes de Junta de esquerda, nem de direita, porque, no fundo, todos somos independentes”.
O Conselho Geral da ANAFRE decorreu na cidade de Ílhavo e reuniu, em sessão ordinária, para discutir, entre outros assuntos, a revisão estatutária da associação que representa as freguesias.
António Araújo, residente em Arnoso Santa Maria, Famalicão, estádesaparecido desde a noite de quinta-feira.
De acordo com o Cidade Hoje, o homem, de 34 anos, reside com os pais e terá desaparecido após o jantar, deixando o telemóvel em casa bloqueado por código. “António Araújo sofre de problemas do foro psicológico, sendo muito provável que esteja numa zona próxima desorientado”, refere o jornal.
A família e amigos têm realizado buscas para encontrar o homem está a apelar por ajuda.
Se souber de alguma informação, contacte as autoridades.
A 7.ª edição do Braga em Risco – Encontro de Ilustração arranca este sábado, dia 18, até 30 de novembro, com mais de 80 atividades.
A iniciativa irá contar com exposições, oficinas de risco, oficinas nas escolas, workshops, apresentação de livros, conversas com autores, cinema de animação, ruas de risco, visitas guiadas e mercados de arte.
A JASIL, empresa metalomecânica de precisão, sediada no parque industrial de Adaúfe, em Braga, está a recrutar um Técnico Superior de Qualidade de Produto.
A empresa está à procura de “uma pessoa dinâmica, com elevada capacidade analítica e crítica, e com experiência de uso de programação de EMM”.
Requisitos do candidato:
Formação Superior em Engenharia Mecânica, Gestão da Qualidade ou similar;
Experiência em setores industriais de rigor e precisão (fator eliminatório);
Domínio do uso e programação de EMM (fator eliminatório);
Domínio na interpretação de desenhos e toda a simbologia associada ás características críticas e funcionais (fator eliminatório);
À semelhança de anos anteriores, a Câmara Municipal de Esposende vai estabelecer um contrato-programa com a Zendensino para a prestação de serviços de execução de projetos educativos e culturais na área do Município, durante o ano de 2024.
A proposta, aprovada em reunião do executivo, por unanimidade, contempla a materialização dos Projetos de Educação Musical e de Expressão Físico-Motora na Educação Pré-Escolar e a dinamização do Coro de Pequenos Cantores de Esposende (CPCE) e do Coro ARS Vocalis. O Contrato-Programa será submetido à apreciação e votação da Assembleia Municipal, na sessão do próximo dia 12 de dezembro.
“Em causa está um investimento de 58.520 euros, sendo que 38.520 euros se destinam a financiar os necessários recursos humanos necessários para promover o ensino da música e o desenvolvimento da modalidade de expressão físico-motora em todos os estabelecimentos de Educação Pré-Escolar, da rede pública. O Município contribui, deste modo, para promover o sucesso educativo e uma educação de qualidade para todos e para fomentar a igualdade de oportunidades”, refere a autarquia.
Os restantes 20.000 euros destinam-se a apoiar a realização das atividades do Coro de Pequenos Cantores de Esposende e do Coro ARS Vocalis, nomeadamente os custos associados à logística dos concertos. “Estes projetos musicais, fomentados pelo Município de Esposende, têm na sua génese o propósito de educar pela arte, em particular através da música coral, em estreita articulação com a Escola de Música de Esposende, entidade que integra a estrutura da Zendensino”, finaliza a Câmara Municipal.