A chuva está de volta a partir desta terça-feira, de acordo com as previsões do Instituto Português do Mar e de Atmosfera (IPMA).
Para esta segunda-feira, no distrito de Braga, o céu estará muito nublado ou encoberto com as temperaturas a rondarem os 16º. Na terça e na quarta-feira a previsão é de chuva com máximas de 17º e 18º, respetivamente. Na quinta-feira espera-se chuva com algumas abertas, assim como a descida das temperaturas máximas para os 14º, mantendo-se na sexta-feira.
As temperaturas mínimas vão subir dos 8º para os 13º na quarta-feira, descendo na quinta para s 8º e na sexta para os 9º.
A ANSR, a GNR e a PSP lançam esta terça-feira, dia 28, a Campanha de Segurança Rodoviária “Ao volante, o telemóvel pode esperar”, inserida no Plano Nacional de Fiscalização (PNF) de 2023. A decorrer até 4 de dezembro, a campanha tem como objetivo alertar os condutores para “as consequências negativas e mesmo fatais do uso indevido do telemóvel durante a condução”.
“A 50 km/h, olhar para o telemóvel durante 3 segundos é o mesmo que conduzir uma distância de 42 metros com os olhos vendados, o equivalente a uma fila de 10 carros. A utilização do telemóvel durante a condução aumenta em quatro vezes a probabilidade de ter um acidente, causando um aumento no tempo de reação a situações imprevistas”, refere a GNR.
A campanha “Ao volante, o telemóvel pode esperar” integrará:
Ações de sensibilização da ANSR em território continental e dos organismos e serviços da administração regional da Região Autónoma dos Açores e da Região Autónoma da Madeira;
Operações de fiscalização pela GNR e pela PSP, com especial incidência em vias e acessos com elevado fluxo rodoviário e de acordo com o Plano Nacional de Fiscalização 2023, de forma a contribuir para a diminuição do risco de ocorrência de acidentes e para a adoção de comportamentos mais seguros por parte dos condutores no que respeita ao manuseamento do telemóvel durante a condução.
As ações de sensibilização ocorrerão em simultâneo com operações de fiscalização nas seguintes localidades:
Dia 28 de novembro, às 08:00: A1 – Portagens de Alverca sentido Norte/Sul;
Dia 29 de novembro, às 14:00: Avenida Miguel Torga, Chaves;
Dia 30 de novembro, às 09:00: A4 – Quintanilha, Bragança;
Dia 4 de dezembro, às 09:30: Praça da República, Porto.
Esta é a última das 11 campanhas de sensibilização e de fiscalização planeadas no âmbito do PNF de 2023.
As campanhas inseridas nos planos nacionais de fiscalização são realizadas anualmente pela ANSR, GNR e PSP, desde 2020, com temáticas definidas com base nas recomendações europeias estabelecidas para cada um dos anos.
Nas dez campanhas já levadas a cabo este ano, foram realizadas 51 ações, durante as quais mais de 3700 pessoas foram sensibilizadas presencialmente. Quanto a ações de fiscalização, o número de condutores fiscalizados presencialmente foi superior a 498 mil e cerca de 10,4 milhões de veículos foram fiscalizados através de radares.
Devido a trabalhos na conduta de abastecimento de água da Avenida da Liberdade, em Braga, no âmbito das obras de requalificação em curso, haverá constrangimentos no abastecimento de água na quarta-feira, dia 29.
Este condicionamento irá afetar algumas ruas da freguesia de São Lázaro, nomeadamente na envolvente da Avenida da Liberdade, da Avenida João XXI e da Avenida Imaculada Conceição.
Os trabalhos decorrerão entre as 09:00 e as 12:00.
A Câmara Municipal de Braga vai requalificar cinco centros de saúde do concelho. A proposta será analisada e votada na Reunião de Executivo, que se realiza na terça-feira.
Os contratos-programa entre o Município e a ARS Norte, com financiamento previsto no Plano de Recuperação e Resiliência, serão para requalificar a Unidade de Saúde do Carandá (500 mil euros), a Unidade de Saúde de Ruães (150 mil euros), a Unidade de Saúde de Celeirós – São Lourenço (150 mil euros), a unidade de Saúde de Tebosa (100 mil euros) e a Unidade de Saúde Pública (100 mil euros).
A juntar a estas requalificações, será construída a Unidade de Saúde de Campus Vilar, num investimento de 6,5 milhões de euros.
As crianças do CATL da freguesia de Sobreposta, em Braga, embelezaram um abrigo de passageiros de autocarros com pinturas que ilustram o arco gigante das festas em honra do Santíssimo Sacramento e Sagrado Coração de Jesus, assim como os moinhos da Tojeira e de Portuguediz.
De acordo com Flávio Carvalho, residente em Sobreposta, “esta paragem é uma das principais da freguesia e foi ilustrada pelas crianças do ATL com referência a marcos importantes da freguesia: o arco de 26 metros que é feito e erguido todos os anos por dois mordomos votados no ano anterior e erguido e levantado todos os anos antes da festa do Senhor, no último fim de semana de julho. Também os moinhos da Tojeira e de Portuguediz foram pintados, assim como não podia faltar, os penedos da pena que estão sobrepostos e deram origem ao nome da freguesia Sobreposta”.
Já o CATL do Centro de Sobreposta referiu que a iniciativa “começou com um desafio lançado pelo Município de Braga” e que “ficar nesta paragem à espera dos TUB é mais divertido”.
Recorde-se que a União de Freguesias de Crespos e Pousada também transformaram os seus abrigos em autênticas obras de arte. Veja a notícia aqui.
Foram mais de 1200 atletas, caminhantes e pessoal de apoio que preencheram, este domingo, as artérias e trilhos da Vila de São Torcato, em Guimarães, e das freguesias vizinhas.
De acordo com a Junta de Freguesia de São Torcato, esta iniciativa “veio para ficar e marcar o calendário do concelho e da região no que toca a este tipo de eventos”. “É um orgulho para a vila acolher uma prova desta magnitude, que promove a vila e alavanca o turismo local, dinamiza a economia, promove o desporto saudável e a competição e conjuga ainda, sustentabilidade e apoio social. O Trail Vila de São Torcato coloca-se como uma das maiores provas de trail da região, criando dinamismo e promovendo sinergias em todo o vale”, referiu a autarquia local.
Com o lema “Trail Vila de São Torcato”, a prova entregou ainda 1000 euros à Casa da Criança e reforçou a sua marca de forte sustentabilidade ambiental.
Os bairros sociais enfrentam frequentemente desafios únicos, desde questões socioeconómicas até à falta de recursos e oportunidades. Neste contexto, a implementação de projetos comunitários surge como uma ferramenta poderosa para transformações significativas. Este artigo de opinião explora o impacto positivo que os projetos comunitários podem ter em bairros sociais, destacando a importância de promover a coesão, o fortalecimento e o desenvolvimento sustentável.
Os projetos comunitários têm o poder de fortalecer os laços entre os moradores de um bairro ou de uma comunidade. Ao promover a participação ativa dos membros da comunidade, essas iniciativas criam uma sensação de pertença e solidariedade. A coesão comunitária não apenas melhora o ambiente social, mas também fortalece a resiliência da comunidade diante dos desafios.
Ao oferecer oportunidades de aprendizagem e desenvolvimento de habilidades, os projetos comunitários capacitam os residentes a tornarem-se agentes ativos na transformação das suas próprias vidas. Isso não apenas eleva o indivíduo, mas também contribui para a construção de uma comunidade mais forte e autossuficiente.
Projetos comunitários podem ser específicos para a inclusão social, oferecendo oportunidades para todos, independentemente de idade, gênero ou origem étnica. Isso contribui para a construção de uma sociedade mais justa e igualitária, onde cada indivíduo tem voz e participação ativa.
Num bairro social, a implementação de projetos comunitários é mais do que uma estratégia simples; é uma manifestação tangível da capacidade transformadora que uma comunidade unida pode alcançar. Ao fomentar a coesão, empoderar indivíduos, promover práticas sustentáveis e fomentar a inclusão social, esses projetos não apenas enfrentam desafios imediatos, mas também estabelecem bases para um futuro mais promissor.
Nos bairros fomenta-se o sentido de união, da persistência, da atitude e da coragem. Há muitos exemplos nos bairros a ter em consideração, muitas histórias de conquistas, muitos exemplos de vida e persistência.
Investir em projetos comunitários é, portanto, um investimento no capital social e humano, alavancando não apenas o potencial individual, mas também o coletivo. À medida que nos esforçamos para construir sociedades mais equitativas e sustentáveis, os bairros sociais podem beneficiar enormemente da implementação consistente e dedicada de projetos comunitários, promovendo uma mudança positiva que ecoa entre as gerações.
Que o novo ano e o novo Governo de Portugal tragam novos projetos para a comunidade, e que estes apostem fortemente no desenvolvimento dos territórios mais vulneráveis.
Artigo de opinião de João Ricardo Silva, coordenador de projetos sociais do Bairro das Andorinhas, em Braga.
A Câmara Municipal de Braga vai analisar na próxima reunião de executivo, que se realiza na terça-feira, a proposta de abertura de um procedimento de concurso público para a celebração de um acordo-quadro para a execução de obras de manutenção e conservação na via pública.
A celebração do acordo-quadro (que é gratuito, pelo que a conclusão do acordo em si não implicará despesa para a autarquia) habilitará o Município de Braga a “atuar de forma imediata e automática sempre que se torne necessário executar determinados trabalhos de empreitada na via pública, mobilizando um empreiteiro antecipadamente contratado e com as condições contratuais já estabelecidas”.
O valor será de cerca de 17,1 milhões de euros, correspondendo ao valor máximo de todos os contratos previstos como possíveis a serem celebrados ao seu abrigo. O prazo de vigência do acordo-quadro será de quatro anos.
“A formação deste acordo-quadro destina-se a munir o Município de ferramentas e instrumentos de atuação ágil e expedita, oferecendo à comunidade uma resposta célere e eficaz na satisfação das necessidades de manutenção preventiva e corretiva das infraestruturas municipais de manifesta simplicidade técnica. Uma vez que todos os preços se encontram antecipadamente fixados neste acordo-quadro a celebrar, a adjudicação das empreitadas efetuar-se-á de forma extremamente simplificada e desburocratizada”, refere a autarquia.
Segundo a Câmara Municipal de Braga, o acordo-quadro será celebrado com os três empreiteiros que “apresentarem as propostas economicamente mais vantajosas”. “O acordo-quadro integrará, portanto, três diferentes listas de preços unitários: para um mesmo mapa de trabalhos (o mesmo elenco de tipos de trabalhos que integra o caderno de encargos), indicar-se-á os preços unitários assumidos por cada um dos três empreiteiros. Será depois selecionado, para cada obra, o empreiteiro que tiver, a proposta mais vantajosa, por comparação dos respetivos preços ao mapa de trabalhos e quantidades”, finalizou.
O Município de Braga vai proceder à alteração ao regulamento de Apoio Extraordinário à Prestação Bancária para Habitação Própria e Permanente, de forma a que este seja alargado para o ano 2024. A proposta será analisada em sede de reunião de Executivo, que terá lugar na terça-feira.
Com esta alteração, os beneficiários passam a poder acumular este apoio com os apoios concedidos pelo Governo, de acordo com a legislação em vigor.
O Regime de Apoio Direto ao Empréstimo (RADE) é o regime de apoio à habitação que consiste na atribuição de um subsídio destinado a comparticipar a prestação mensal no âmbito de empréstimos bancários, contraídos até ao final do ano de 2021, para aquisição de habitação própria e permanente.
Nesse sentido, o período de apresentação de candidaturas decorrerá até ao final do ano civil de 2024, podendo aceder ao mesmo os candidatos com residência fiscal no concelho de Braga, que tenham idade igual ou superior a 18 anos e cujo RMC (Rendimento Mensal Corrigido) não seja superior a quatro IAS (Indexante de Apoios Sociais).
A proposta surge, de acordo com a Câmara Municipal de Braga, “da necessidade de dar resposta a um problema crescente na vida de muitos bracarenses que, com a subida dos juros do crédito à habitação e o aumento da inflação, se vêem com incapacidade de cumprirem as suas obrigações”. Esta medida pretende “aliviar os efeitos das taxas de juro no crédito à habitação nos orçamentos familiares e evitar carências habitacionais futuras desta franja da população”.
É intenção do Município que o subsídio “seja atribuído por um período de 12 meses e o montante a afetar no ano económico de 2024 é comum aos dois regimes de apoio direto à habitação (RADA e RADE)”.
Até ao final do mês de novembro de 2023, o RADE apoiou 261 famílias com valor médio mensal de 105,93 euros.
A Câmara Municipal vai criar o programa “Crescer Com Braga – As Minhas Primeiras Páginas”, que visa oferecer a todas as crianças e jovens, residentes no concelho, um conjunto de livros desde o seu nascimento até completarem 17 anos.
O regulamento deste programa será analisado na próxima reunião do Executivo, que se realiza na terça-feira. Este projeto assenta num “ideal de promoção dos direitos de igualdade e de educação dedicado aos mais jovens, nomeadamente no que se refere ao acesso ao livro e à leitura”.
O Município procura “incentivar as crianças e jovens para a leitura, criando oportunidades para que tenham mais sucesso nas aprendizagens ao longo da vida”. Os livros serão selecionados de acordo com a faixa etária.
O programa permite, ainda, “consciencializar os adultos da importância do livro e da leitura no desenvolvimento cognitivo da criança e promove o tempo de convívio entre pais e filhos através de ações de dinamização do livro e da leitura”.
A longo prazo, prevê, também, “benefícios em diversos âmbitos, como no desenvolvimento das competências de leitura, na melhoria da capacidade de interpretação, no conhecimento do mundo ou na capacidade de expressão e compreensão verbal e escrita da criança”, bem como “no incremento da capacitação parental para a realização de práticas de literacia familiar, por forma a favorecer o desenvolvimento das competências de literacia dos mais novos”.