A Vitrus Ambiente foi distinguida com o Prémio Internacional Escoba de Ouro 2026, um dos mais prestigiados galardões internacionais na área do ambiente e gestão de resíduos, atribuído pela ATEGRUS, pelo projeto de recolha seletiva de biorresíduos desenvolvido em Guimarães.
A distinção reconhece a implementação de uma estratégia integrada alinhada com os princípios da economia circular, da neutralidade climática, da inovação operacional e da proximidade à comunidade, bem como os resultados alcançados, com 145 kg de biorresíduos recolhidos por habitante/ano, evidenciando o impacto real e a eficácia do modelo adotado.
A cerimónia de entrega do prémio terá lugar no próximo dia 10 de junho, na IFEMA Madrid, um dos mais importantes centros de exposições e congressos da Europa, que acolhe alguns dos principais eventos internacionais ligados à sustentabilidade, inovação e desenvolvimento urbano, reforçando assim a dimensão e o prestígio deste reconhecimento.
Para Alexandre Barros da Cunha, “este prémio representa um reconhecimento internacional do trabalho que temos vindo a desenvolver em Guimarães. Mais do que um resultado técnico, é a prova de que é possível mobilizar uma comunidade inteira para um objetivo comum: construir um território mais sustentável, mais responsável e mais preparado para o futuro”.
O responsável sublinha ainda que “esta distinção valida uma estratégia assente na proximidade às pessoas, numa altura em estamos a preparar uma reformulação da estratégia e inovação assente na recolha de orgânicos a um total de 22 de freguesias, com o alargamento a mais 13 freguesias, afirmando Guimarães como um exemplo a seguir na área da gestão de resíduos e da economia circular”.
Este reconhecimento internacional reforça o percurso que tem vindo a ser desenvolvido pela Vitrus Ambiente, consolidando um modelo de gestão de resíduos urbanos eficiente, inovador e replicável, com impacto ambiental, social e económico, e projetando Guimarães como “um território de referência na construção de cidades mais sustentáveis”.
Os vereadores do movimento independente Amar e Servir Braga contestaram as declarações da Câmara Municipal de Braga e rejeitam as críticas feitas pelo executivo liderado por João Rodrigues, acusando-o de “distorcer a realidade jurídica” e de “limitar a intervenção da oposição”.
Em comunicado, o movimento afirma que a decisão do Tribunal Administrativo e Fiscal de Braga, invocada pela autarquia, não apreciou o mérito da questão, tendo sido apenas uma rejeição de caráter processual. Segundo o movimento, o processo encontra-se atualmente em recurso no Tribunal Central Administrativo Norte e ainda não transitou em julgado, sendo que o presidente “não pode reconhecer a existência do mesmo, tendo em conta que a ele alude no relatório do direito da oposição”.
Os vereadores defendem que a ausência de uma decisão urgente não invalida a relevância política do tema, sublinhando que a exclusão de propostas da ordem de trabalhos representa, na sua perspetiva, uma limitação prática ao exercício do mandato. “Cada Reunião de Câmara onde a voz dos Vereadores da oposição é silenciada constitui uma perda definitiva de oportunidade deliberativa. Os problemas da mobilidade, acessibilidade e habitação dos Bracarenses não podem esperar por uma decisão judicial que demore anos, sob pena de tornar a justiça materialmente inútil”, sustentam.
O Amar e Servir Braga rejeita ainda as acusações de que as suas propostas sejam “juridicamente frágeis”, garantindo que são elaboradas “rigorosamente para evitar qualquer ingerência técnica ou financeira”. “O que o Sr. Presidente exerce é um controlo absoluto e injustificado da ordem do dia, esvaziando o conteúdo do mandato dos eleitos e impedindo a formação da vontade colegial do órgão. Além do mais, o Presidente não explica como submeteu uma das propostas ASB a uma reunião de executivo e unilateralmente vetou outras de igual teor”, referem, reforçando que “o direito de apresentar propostas não é uma “concessão” do Presidente, mas um elemento estrutural do mandato democrático garantido pela Constituição da República Portuguesa (Artigos 48.o e 50.o). Impedir a discussão e votação de políticas para a cidade é uma restrição materialmente inadmissível ao pluralismo e à democracia local. Lançar um comunicado desfasado no tempo, pois a sentença é de dezembro de 2025, sabendo que há um recurso a ser apreciado, é de uma habilidade oportunista e abusivo”.
O movimento Amar e Servir Braga garante que “não se deixará intimidar por comunicados que distorcem a realidade jurídica”. “Continuaremos a lutar nas instâncias devidas para que a Câmara Municipal de Braga deixe de ser gerida como um “quintal privado” e passe a respeitar o direito de participação política de todos os eleitos. Foi para este efeito, de sermos voz dos cidadãos, que fomos eleitos”, finalizou.
A Câmara Municipal de Braga rejeitou as acusações de censura feitas por vereadores da oposição, defendendo que algumas propostas apresentadas não cumprem os requisitos legais para serem discutidas em Reunião do Executivo.
Em causa estão críticas feitas durante a reunião camarária desta segunda-feira por Rui Rocha, da Iniciativa Liberal, e Ricardo Silva, do movimento Amar e Servir Braga, afirmando que a maioria das suas propostas não tem sido incluída na ordem de trabalhos, apontando para uma limitação da sua intervenção política.
Em comunicado, o Município de Braga disse que o Tribunal Administrativo e Fiscal de Braga “rejeitou liminarmente uma intimação apresentada por vereadores do ASB contra o presidente da Câmara”. Segundo a Autarquia, ” a decisão representa uma derrota clara da pretensão destes vereadores, que pretendiam obrigar o Presidente da Câmara a incluir determinadas propostas na ordem de trabalhos das reuniões do Executivo”.
A Câmara sublinha que “compete ao Presidente da Câmara estabelecer e distribuir a ordem do dia das reuniões, nos termos da lei”. “Todos os vereadores têm direito a apresentar propostas, intervir nas reuniões e exercer as suas funções políticas e de fiscalização. Esse direito é respeitado e continuará a sê-lo. Mas esse direito não permite apresentar propostas que invadam competências que não pertencem à Câmara Municipal, que interfiram no funcionamento dos serviços municipais ou que pretendam condicionar a autonomia das empresas municipais. Algumas das propostas apresentadas pelos vereadores eleitos pelo ASB levantavam precisamente esse tipo de problemas: tentativas de ingerência na organização e direção dos serviços, interferência no funcionamento de empresas municipais e imposição de atuações sem adequado enquadramento jurídico, financeiro ou procedimental”, refere o comunicado.
A Autarquia garante que “houve mesmo propostas que pretendiam obrigar o Presidente da Câmara a executar intervenções em vias que não pertencem ao Município, colocando a Câmara perante uma obrigação legalmente impossível e potencialmente geradora de responsabilidade”.
“A Câmara Municipal de Braga não tem o dever, nem pode ter, de agendar propostas que não cumpram os requisitos legais exigíveis ou que possam conduzir o Município à prática de atos ilegais. O Município rejeita, por isso, as acusações de censura ou de limitação ilegítima da atividade dos vereadores. A Câmara Municipal continuará a garantir o funcionamento regular do Executivo, com respeito pela participação de todos os eleitos, mas também com respeito rigoroso pela lei”, finalizou.
As previsões meteorológicas para esta terça-feira em Braga apontam para aguaceiros e possibilidade de trovoada.
O Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA) emitiu um aviso amarelo para o distrito, que vigorará entre as 12:00 e as 21:00, esperando-se aguaceiros por vezes fortes no interior, podendo ser de granizo, e condições favoráveis à ocorrência de trovoada.
As temperaturas máximas vão rondar os 27º e as mínimas os 14º.
A Câmara Municipal de Vizela vai entregar mais 89 cheques-bebé, no valor de 1000 euros cada, no âmbito do Regulamento Municipal de Incentivo à Natalidade. A cerimónia terá lugar no Auditório Municipal Francisco Ferreira, no próximo dia 30 de abril, às 17:30.
A Autarquia já distribuiu mais de 1300 cheques-bebé, medida adotada com o objetivo de “desenvolver estratégias de estímulo à natalidade e à fixação da população, de modo a criar condições que favoreçam o bem-estar e a qualidade de vida dos munícipes, assim como uma medida de estímulo ao comércio local”.
Este regulamento está em vigor desde o dia 1 de janeiro de 2018 e prevê a atribuição de um valor de 1000 euros por criança, onde 50% desse valor terá que ser gasto em despesas com a aquisição de bens ou serviços em empresas sedeadas no Concelho, e os restantes 50% serão atribuídos em dinheiro.
A atribuição deste incentivo financeiro à natalidade representa um investimento anual próximo dos 200 mil euros, sendo que cerca de 100 mil euros são indiretamente investidos no comércio local, tendo a Autarquia investido já cerca de um milhão e 300 mil euros, desde o início da aplicação desta medida.
Ricardo Araújo destacou “ação e novo ciclo” nos seus seis meses de governação à frente da Câmara de Guimarães.
O autarca fez um balanço “positivo”, destacando áreas como a Habitação, Economia e Mobilidade, o arranque de construção pública, a captação de investimento e a reorganização e otimização dos serviços municipais.
No final da reunião do executivo municipal, realizada esta segunda-feira, no Salão Nobre, em que os 16 pontos da ordem de trabalhos foram aprovados na generalidade, Ricardo Araújo apontou “o cumprimento dos compromissos apresentados aos vimaranenses como prioridade central”.
“Passados seis meses do início deste mandato autárquico, as palavras de ordem são cumprir e transformar”, afirmou. O autarca realçou que se trata de “cumprir com o contrato que estabelecemos com os vimaranenses”, sobretudo nas áreas estratégicas definidas.
“Recebemos um legado que não rejeitamos, mas dissemos que vínhamos para mudar Guimarães para um novo ciclo de crescimento e desenvolvimento”, destacou, acrescentando que essa mudança é feita “com segurança, tranquilidade” assim como com respeito pelo passado, mas com ambição de evolução.
Entre os principais dossiês, a habitação surge como prioridade. Ricardo Araújo frisou que, em poucos meses, “foram dados passos concretos num setor que estava estagnado”. “Ao fim de quase uma década sem haver uma única construção pública, nós, em cinco meses, assinamos já o contrato para a construção das primeiras 75 habitações públicas”, destacou.
“Estas frações deverão estar concluídas no prazo de um ano, explicou Ricardo Araújo. Paralelamente, a autarquia lançou um novo edital com vista à aquisição de mais 300 habitações, seja por construção ou compra de imóveis já existentes”, referiu. O presidente da Câmara destacou ainda “a preparação de um programa de habitação a custos controlados, em parceria com o setor privado”.
No domínio económico, o autarca anunciou a conclusão iminente de um estudo estratégico para captação de investimento e desenvolvimento económico, a apresentar até ao final do semestre.
“Este estudo servirá de base para a implementação da estratégia de diversificação económica”, explicou, acrescentando que “está também a ser preparada uma estrutura dedicada à promoção externa do concelho”.
Ricardo Araújo destacou também um investimento já anunciado: o primeiro grande investimento dos últimos anos, com a instalação da primeira fábrica de satélites ópticos em Portugal, em Pevidém, que deverá avançar até ao final do ano. “É um investimento considerável, num setor de elevado valor acrescentado”, sublinhou.
Na área da mobilidade, o presidente garantiu que decorrem as negociações finais com o operador de transportes públicos Guimabus, reiterando o compromisso de “caminhar para a gratuitidade do serviço”. “Aquilo que definimos é para cumprir”, afirmou, referindo o aumento da oferta e da frequência, sobretudo em horários noturnos e fins de semana, como objetivos centrais.
No setor social, a resposta às creches foi outro dos pontos enfatizados. “Este ano vamos ser capazes de responder a 50% da procura e, no próximo ano, aos restantes 50%. A estratégia passa por reforçar a capacidade das instituições existentes, através de protocolos e apoio financeiro, não excluindo a construção de novas respostas, se necessário”, reforçou.
Ricardo Araújo rejeitou a ideia de ausência de carência e garantiu que o município já identificou as necessidades reais.
“Sempre dissemos que havia falta de creches, porque conhecíamos a realidade”, afirmou, explicando que “foi feito um levantamento detalhado e definido um plano de intervenção, por parte dos serviços do município”.
“No concelho de Guimarães eu não posso ter famílias que não tenham resposta para os seus filhos”, frisou, garantindo que o problema será resolvido neste mandato.
Outro dos compromissos em destaque é a revisão do Plano Diretor Municipal (PDM), um processo que se arrastava há vários anos. O autarca mostrou-se confiante no cumprimento do prazo definido. “Estou muito confiante que até ao final de junho teremos a revisão do PDM concluída”, afirmou, lembrando que “o processo estava pendente há sete ou oito anos”.
Segundo explicou, “a revisão irá permitir aumentar significativamente o solo disponível para construção habitacional e para acolhimento empresarial, sem reiniciar todo o processo, evitando novos atrasos”.
No fecho do balanço, Ricardo Araújo reforçou “a visão estratégica” para o concelho. “Transformar o território em torno de uma visão de fazer Guimarães uma referência de qualidade de vida na Europa”, reforçou.
Uma ambição que, como sublinhou, “implica olhar para todas as faixas etárias e para todo o território, do centro às freguesias mais periféricas”. “Temos de garantir que todos tenham acesso às mesmas oportunidades”, concluiu.
O Grupo Érre, em Braga, anunciou hoje o lançamento do Érre Urbis, uma plataforma de inteligência artificial desenvolvida para transformar os processos de licenciamento urbanístico nos municípios portugueses, para “reduzir significativamente a morosidade administrativa e reforçar a transparência e a eficiência dos serviços públicos”.
“Num contexto em que o licenciamento continua a ser um dos principais entraves ao investimento e ao desenvolvimento urbano, o Érre Urbis apresenta uma proposta clara: passar ‘do caos à celeridade’, através da automatização inteligente, da validação em tempo real e da centralização da informação”, refere o grupo em comunicado.
O Érre Urbis resulta da convergência de conhecimento especializado dentro do Grupo Érre, combinando a experiência da Érre Technology, empresa de IT e desenvolvimento com mais de 20 anos de atividade, com a LRB, empresa com 13 anos de experiência nas áreas da engenharia ambiental, sistemas de informação geográfica, planeamento e ordenamento do território.
Esta integração garante que “a plataforma não é apenas uma solução tecnológica, mas uma resposta alinhada com a realidade técnica, legal e operacional dos processos urbanísticos em Portugal”.
Uma das principais inovações da plataforma é o seu motor de validação automática no momento da submissão, que “assegura que os processos só entram nos serviços municipais quando estão devidamente instruídos, eliminando sucessivos pedidos de correção por falhas formais”.
“O resultado é imediato: menos retrabalho, menos atrasos e uma relação mais eficiente entre técnicos, promotores e administração pública”, refere.
O Érre Urbis reposiciona o papel dos técnicos municipais, “libertando-os de tarefas repetitivas e permitindo-lhes concentrar-se na análise técnica e na tomada de decisão”.
A plataforma integra gestão centralizada de pareceres internos e externos e uma timeline única e estruturada de cada processo. “Elimina-se, assim, a fragmentação e a dependência de múltiplos ficheiros e versões dispersas. Decisões em dias, não em meses. Com uma abordagem totalmente digital e integrada, o Érre Urbis permite encurtar significativamente os ciclos de decisão, com reduções até 60% no tempo total de tramitação administrativa. O executivo municipal passa a dispor de visão consolidada dos processos prontos a despacho; contexto completo acessível em qualquer dispositivo; capacidade de decisão mais rápida e informada; e transparência total para o requerente”, explica.
A plataforma elimina a tradicional “caixa negra” do licenciamento.
Os requerentes passam a ter acompanhamento do estado do processo em tempo real; previsão das próximas fases; e notificações automáticas por email e SMS.
“O resultado é claro: menos incerteza, menos contactos desnecessários e maior confiança no sistema. O Érre Urbis introduz uma nova camada de inteligência na gestão municipal, permitindo monitorizar o cumprimento dos prazos legais (RJUE); identificar gargalos por departamento; e estimar o volume de investimento privado associado a processos em curso. Mais do que eficiência administrativa, trata-se de uma ferramenta de gestão com impacto direto na economia local”, reforça.
Desenvolvido com uma arquitetura robusta e escalável, o Érre Urbis assegura “elevados padrões de segurança de dados; atualização contínua face a alterações legais (RJUE e Simplex Urbanístico); integração com o Balcão Único e outros sistemas do Estado; e desbloquear municípios, atrair investimento”.
“Os municípios não precisam de mais processos; precisam de capacidade para decidir melhor e mais rápido. O Érre Urbis é a resposta a esse desafio”, afirma Ramiro Brito – CEO do Grupo Érre.
O Grupo já iniciou contactos com vários municípios para apresentação do Érre Urbis, com tempos de “Go live”, previstos de 90 dias.
Paralelamente, o Grupo Érre encontra-se a desenvolver novas funcionalidades avançadas para a plataforma, incluindo mecanismos de comparação automática de peças desenhadas, reforçando a capacidade analítica do sistema e a sua evolução contínua.
Barcelos prepara-se para receber um novo espaço dedicado aos amantes de morangos e combinações personalizadas. A La Fresería, o fenómeno espanhol que se tornou viral nas redes sociais pela sua abordagem criativa e visual, abre portas na cidade já no próximo dia 2 de maio, assinalando a sua quarta localização em Portugal e reforçando a sua expansão no país.
Filas à porta, milhares de partilhas digitais e um conceito que não para de crescer. Depois de conquistar Aveiro, Lisboa e Porto, a La Fresería traz agora a Barcelos o fenómeno que parou as redes sociais: morangos frescos mergulhados numa cascata de chocolate, molhos caseiros e uma lista de toppings à escolha. Esta abertura faz de Barcelos a quarta cidade a acolher a marca espanhola, confirmando que o entusiasmo em torno do conceito continua a crescer e a conquistar o público português.
Criada em Madrid em 2022 por Alejandro Fernández e Gonzalo Barreno, a La Fresería nasceu com uma ideia simples: transformar um produto clássico, o morango, numa experiência divertida, personalizável e altamente visual. Desde então, o projeto cresceu rapidamente e conta hoje com uma rede de mais de 40 lojas em Espanha e Portugal.
“A abertura em Barcelos dá continuidade ao nosso plano de expansão em Portugal. Após a excelente resposta que tivemos nas aberturas mais recentes, percebemos que o mercado português é uma aposta prioritária para a marca, pelo que prevemos a abertura de mais, pelo menos, três lojas ainda este ano. O nosso foco tem sido manter a consistência do produto enquanto escalamos a operação, garantindo que o cliente encontra a mesma qualidade em qualquer uma das nossas unidades”, afirma Alejandro Fernández, cofundador da La Fresería.
No novo espaço, os clientes encontram algumas das combinações que já se tornaram favoritas do público: molhos como chocolate de avelã, creme Lotus, leite condensado, chantilly, Oreo ou pistácio, complementados por toppings para todos os gostos, desde cookie dough caseiro, brownie de Lacasitos, marshmallows, Kinder Bueno, favo de mel, coco ralado ou gomas. Os copos de morangos estão disponíveis nos tamanhos pequeno, médio e XL , sendo que a versão maior permite explorar diferentes combinações de molhos e toppings numa única escolha.
Com morada em já em quatro cidades portuguesas – Aveiro, Lisboa, Porto e, agora, Barcelos -, a La Fresería continua a reforçar a sua expansão em Portugal, com novas aberturas previstas para breve em Braga e Coimbra. Paralelamente ao crescimento da rede de lojas, este percurso de expansão tem sido acompanhado por uma aposta estratégica na produção própria, em Huelva, permitindo à marca controlar todo o processo – da origem ao balcão – e garantir morangos sempre frescos, assegurando qualidade e consistência em cada preparação.
A nova unidade de Barcelos abre oficialmente as portas às 14:00, na Rua Dom António Barroso. O espaço funcionará regularmente de segunda a quarta-feira, entre as 12:00 e as 20:00, e de quinta a domingo, das 10:00 às 20:00. Em dias de feriado ou datas comemorativas, o horário poderá variar, permitindo que a loja permaneça aberta até mais tarde.
Depois de apresentações em festivais de Portugal, Espanha, Itália, Hungria e Eslováquia, a obra “A Furgoneta” do Teatro de Balugas, em Barcelos, segue para a 22.ª edição de La Mostra – Mostra Internacional de Teatre Amateur, que decorre em Pineda de Mar, Barcelona, de 1 a 3 de maio.
Considerada uma das maiores mostras de teatro amador do circuito internacional, La Mostra reúne cerca de 60 espetáculos ao longo de três dias. O espetáculo português sobe a palco no sábado, pelas 18:30.
O trabalho, com texto e encenação de Cândido Sobreiro é sobre a história de Romão e do irmão que decidem reformar o negócio do pai, homem com milhares de quilómetros feitos pelas aldeias do Minho. Mas agora o negócio é outro: a furgoneta que vendia tudo e mais alguma coisa, até a compra de uma simples faca, que dava para estonar batatas e cortar o pescoço ao frango, já não é feita da mesma maneira! Confrontados com um modo de vida que está a chegar ao fim entre os últimos fregueses e os velhos vendedores ambulantes, os dois irmãos veem-se divididos entre o progresso tecnológico e os que ainda resistem nas aldeias, à espera da buzina estridente e dois dedos de conversa.