Famalicão vai integrar uma rede ibero-americana constituída por 150 entidades, entre instituições e governos locais, dedicada ao desenvolvimento estratégico urbano. A adesão do município ao Centro Ibero-Americano de Desenvolvimento Estratégico Urbano (CIDEU) foi aprovada na passada quinta-feira, em reunião do executivo municipal.
O CIDEU é um Laboratório de Estratégias Urbanas que surgiu em 1993. É formado por mais de 150 entidades parceiras, provenientes de 22 países localizados na Península Ibérica e na América do Norte, Central e Sul, das quais se destacam cidades como Buenos Aires, Santiago do Chile, Bogotá, Brasília e Barcelona.
Trata-se do único programa de cooperação das Cúpulas Ibero-Americanas de Chefes de Estado e de Governo dedicado ao desenvolvimento urbano e tem como finalidade promover uma forma estratégica de pensar os processos de conceção e gestão dos projetos urbanos, para alcançar o desenvolvimento sustentável das cidades ibero-americanas.
Famalicão será a segunda cidade portuguesa a juntar-se a esta rede, além de Coimbra.
Através do CIDEU, o município famalicense terá acesso a formação e cooperação técnica internacional, beneficiando da partilha de aprendizagens, projetos e experiências, formação em estratégias urbanas e em construção de pensamento estratégico e de assistência técnica e cooperação para o desenvolvimento de metodologias e projetos inovadores.
A autarquia famalicense definiu uma Estratégia de Diplomacia Urbana para a Internacionalização de Vila Nova de Famalicão – Famalicão Alliance, assente na integração e participação do território em redes internacionais de cooperação, promovendo a comunicação da identidade de Famalicão além-fronteiras, um desígnio que tem sido reforçado com o desenvolvimento de parcerias estratégicas internacionais, como é o caso da adesão ao CIDEU.
Uma delegação da CDU, composta por Sandra Cardoso, primeira candidata pelo Círculo de Braga às Legislativas, e Fernando Costa, candidato à Assembleia da República, esteve junto à entrada da Riopele, em Famalicão.
Para o partido, o gozo do feriado de Carnaval é “um direito de todos os trabalhadores do setor têxtil, vestuário e calçado, sem terem de reduzir o seu salário, utilizar um dia de férias, ou compensar em horas”. “Apesar de ter faturado em 2023 cerca de 97 milhões de euros com o esforço dos seus 1200 trabalhadores, desrespeita este direito que esteve consagrado na contratação coletiva”, refere em comunicado.
A CDU manifestou a sua “solidariedade com estes trabalhadores que reclamam o direito ao gozo do feriado de Carnaval” e defendeu que “a contratação coletiva é um meio através do qual se impede a imposição unilateral da vontade do patrão nas relações do trabalho”. “É um instrumento indispensável para uma melhor distribuição da riqueza. Fixa salários, diuturnidades, pagamento de trabalho suplementar e noturno, subsídio de turno, pausas, descanso suplementar, majoração de dias de férias. Contém regulação e regulamentação do horário de trabalho e sua organização, do trabalho noturno, das categorias profissionais, dos conteúdos funcionais, entre outros aspetos das relações de trabalho”, acrescenta o partido.
Zalaza, jogador do SC Braga, foi eleito médio do mês no mês de janeiro da Liga Portugal. O uruguaio conseguiu obter 18,52% dos votos pelos treinadores principais da competição.
“Rodrigo Zalazar tem sido determinante na campanha realizada pelo SC Braga em 2023-24. Em janeiro não foi exceção, tendo sido eleito, pelos treinadores principais da competição, como VITO Médio do Mês da Liga Portugal Betclic, com 18,52% dos votos”, referiu a Liga Portugal.
No período em avaliação, o centrocampista bracarense, de 24 anos, totalizou 285 minutos de utilização nos quatro encontros disputados pelos Gverreiros do Minho na prova, nos quais somou um golo e uma assistência.
Rodrigo Zalaza foi distinguido pela primeira vez nesta temporada, sendo que no segundo lugar desta eleição surge Pedro Gonçalves (Sporting), com 17,04% dos votos, enquanto João Neves (Benfica) completa o pódio com 15,56% das preferências.
Música, dança e folia marcaram a noite de Carnaval em Braga que este ano contou com dois desfiles. As ruas do centro histórico da cidade foram pequenas para acolher as milhares de pessoas que se juntaram aos eventos carnavalescos.
O primeiro desfile, promovido pela Câmara Municipal de Braga, partiu do Arco da Porta Nova pelas 21:00, seguindo pela Rua D. Diogo de Sousa, Rua do Souto, Rua Francisco Sanches e Largo de São João do Souto, onde houve uma festa com música e animação.
Já o Carnaval tradicional promovido pela Rusga de São Vicente – Grupo Etnográfico do Baixo Minho saiu em desfile, como é habitual, desde a sua sede, situada na Avenida Artur Soares, para cumprir a “Corrida do Entrudo – Olha o Home lá vai o Home!”. O cortejo seguiu pela Rua do Burgo, Rua de São Vicente, Largo dos Penedos, Rua dos Chãos e Avenida Central, onde foi lido ao público o “Testamento do Libório Caturra”.
A leitura do “Testamento do Libório Caturra” despertou risos e gargalhadas por parte do público que ouviram as diversas sátiras dirigidas às entidades públicas.
Numa época em que a tecnologia e inteligência artificial assumem um papel cada vez mais importante nos cuidados de saúde, a comunicação continua a ser uma peça chave de todo o processo de abordagem do doente. Ela é essencial desde a fase inicial de avaliação e diagnóstico, durante o tratamento, e funciona entre médico e doente, mas também entre intervenientes de uma equipa que deve ser multidisciplinar. Deveria ainda funcionar entre sistemas de saúde entre os quais o doente possa ter de transitar.
As doenças neurológicas, que abrangem um espectro distinto de condições, desde a Doença de Alzheimer, à Doença de Parkinson, Epilepsia, Acidente Vascular Cerebral e Esclerose Múltipla, são doenças complexas que afetam por vezes a funcionalidade, bem-estar e autonomia dos doentes. O diagnóstico e tratamento podem ser processos demorados e difíceis, sendo uma comunicação eficaz facilitadora e tranquilizadora para o doente e família.
A princípio, é a partir do diálogo que o doente expressa os seus sintomas e eventos, que permitem ao médico reconstituir a história da doença, questionar detalhes que possam ajudar a chegar ao diagnóstico e eliminar outras hipóteses diagnósticas. Ao médico podem interessar não só dados da doença atual, como também outras doenças mais antigas ou mesmo da história familiar. Nem sempre o doente consegue fornecer uma história fidedigna e nesse caso os familiares são peças determinantes no estabelecimento de uma cronologia, de fornecimento de detalhes e nuances que permitem completar o puzzle do diagnóstico de uma doença neurológica.
Por outro lado, este espaço de comunicação tem de ser um espaço de conforto para o doente e familiares. Onde estes se sintam seguros no que diz respeito à confidencialidade dos dados que transmitem; ao respeito pelas suas crenças, valores, emoções e experiências; onde possam esclarecer as suas dúvidas sobre a doença e ter respostas claras. Nem sempre as respostas trazem segurança em relação ao futuro da doença e, por isso, é importante que haja uma relação sólida e de confiança e que o doente se sinta acompanhado, mais do que seguido numa consulta.
Uma vez estabelecido o diagnóstico, entramos na fase de planear o tratamento e seguimento. É essencial que o doente entenda a utilidade ou efeito do tratamento que propomos. É importante definir um plano de cuidados personalizado que o doente se sinta motivado e capaz para o executar. Para doenças como a Diabetes e Hipertensão Arterial, que são por vezes assintomáticas, não causando desconforto para o doente, é necessário que o doente entenda a razão que nos leva a tratá-las, que é a Doença Cardiovascular – Enfartes do Miocárdio, Acidentes Vasculares Cerebrais, entre outras. O mesmo se passa na Doença de Parkinson, em que o plano de cuidados pode incluir que a medicação seja tomada num horário rigoroso, que o doente tenha um plano de exercício físico acompanhado por um fisioterapeuta, siga um plano nutricional ou tenha até uma vida social ativa. A adesão do doente a cada proposta terapêutica, dependente da compreensão da sua utilidade.
Os cuidadores são elementos fundamentais no acompanhamento dos doentes com doença neurológicas. Um cuidador bem informado acerca da doença consegue dar um suporte adequado. É um elo de ligação aos profissionais de saúde e é também um observador e transmissor de informação. É capaz de percecionar as flutuações da doença e acompanhar o dia a dia, permitindo o reajuste do plano de intervenção a cada consulta.
Os cuidadores são também eles, afetados pela doença, sendo a exaustão do cuidador um problema frequente sobretudo nos doentes cujo cuidador é o familiar direto e o doente apresenta alterações do comportamento. Nestes casos, é importante que também ele se sinta acompanhado e posso encontrar o suporte necessário, quer seja nos profissionais de saúde, quer seja na comunidade.
Algumas doenças neurológicas como a demências podem apresentar em estadio avançado, perda de autonomia e capacidade de decisão. Nestas circunstâncias, em que o doente não consegue tomar decisões acerca de si próprio e dos seus bens, é facilitador que a família ou o cuidador sejam conhecedores da vontade do doente. Uma família e um doente informados, conseguiram antecipar algumas decisões futuras, como a decisão de colocar uma via alternativa de alimentação. Em casos particulares, a diretiva antecipada de vida pode ajudar a tomar decisões em momentos críticos e evitar que o doente seja submetido a tratamentos invasivos numa fase terminal da doença.
Em conclusão, a comunicação clara é crucial no diagnósticos e tratamento das doenças neurológicas. Permitem o esclarecimento de todos os intervenientes no processo de seguimento da doença, e uma maior adesão e avaliação das intervenções terapêuticas. Um doente e um cuidador informado são melhores gestores da doença. A existência de um canal de comunicação aberto entre profissionais de saúde e doentes facilita a superação dos desafios impostos pela doença neurológica.
Artigo de opinião de Rita Miranda, internista no CNS – Campus Neurológico e coordenadora da Unidade de Medicina Interna.
A Câmara de Famalicão criou o programa Bolsa de Talento Jovem. As candidaturas já estão abertas e visam a promoção do talento juvenil, assim como promover o concelho como um território de talento e inovação.
O programa tem por objetivo apoiar, até ao montante máximo de 1500 euros, a implementação de projetos com impacto direto no território de desenvolvimento do talento dos jovens famalicenses, em diversas áreas como o ambiente, cultura, arquitetura, ciência, tecnologia, ciências sociais, artes, saúde.
O vereador da Economia e Empreendedorismo do município, Augusto Lima, fala “num apoio financeiro que serve, numa primeira fase, de estímulo à valorização de aprendizagens, à experimentação e à capacitação dos jovens famalicenses, e numa segunda fase, de retribuição à comunidade trazendo o conhecimento adquirido para o território”.
Os destinatários desta medida são os jovens entre os 16 e os 35 anos, a residir e/ou a estudar no concelho de Famalicão há, pelo menos, 3 anos.
Os projetos a submissão, a título individual, deverão incluir uma atividade ou um conjunto de atividades relacionadas, a desenvolver preferencialmente fora do concelho, no contexto nacional ou internacional.
Proporcionar aos jovens a descoberta e desenvolvimento do seu potencial criativo e inovador, através da experimentação, identificação, conhecimento e estímulo do seu talento; sensibilizar os jovens para a importância do desenvolvimento das suas competências pessoais, vocacionais e sociais e projetar nacional e internacionalmente a imagem de Vila Nova de Famalicão como território de talento e inovação são os principais objetivos deste programa lançado pela autarquia.
A dotação orçamental do município para este programa é de 15 mil euros, sendo que cada projeto não pode auferir mais de 1500 euros.
O regulamento, candidaturas e formulários do programa podem ser consultados aqui.
A GNR recuperou, em Penafiel, uma trotinete motorizada e várias ferramentas que foram furtadas no concelho de Fafe.
No âmbito de uma investigação por diversos crimes de furto no concelho de Fafe, que decorria há cerca de três meses, os militares da Guarda deram cumprimento a um mandado de busca domiciliária na residência do suspeito, no concelho de Penafiel.
Foram então encontrados pela GNR uma trotineta com motor a gasolina, três capacetes, três cavaletes, uma mala de ferramentas, uma pistola de pintura de automóveis e dois sistemas hidráulicos de elevação.
Os factos foram comunicados ao Tribunal Judicial de Fafe.
Diogo Ribeiro sagrou-se hoje campeão do mundo nos 50 metros Mariposa, durante os Mundiais que estão a realizaer-se em Doha, no Catar, com o tempo de 22,97 segundos.
O atleta português tornou-se o primeiro nadador luso da história a conquistar um ouro mundial.
Diogo Ribeiro bateu o norte-americano Michael Andrew (23,07s) e o australiano Cameron McEvoy (23,08s).
O CIAC – Centro de Informação Autárquico ao Consumidor de Famalicão, serviço de apoio ao consumidor, a partir de ontem passou a ser prestado no Balcão Único de Atendimento (BUA), localizado nos Paços do Concelho de Famalicão.
O serviço, anteriormente instalado no edifício de Turismo na Praça D. Maria II, funciona desde o passado dia 5 de fevereiro no Balcão 1 do BUA, sem necessidade, de momento, de tirar senha.
O atendimento é efetuado por ordem de chegada e tem o seguinte horário de funcionamento: segunda a quinta-feira, das 09:00 às 12:30 e das 13:30 às 18:00, e sexta-feira, das 09:00 às 12:00.
O CIAC é um serviço de atendimento personalizado e gratuito, ao dispor dos munícipes, para apoio na defesa e efetivação dos seus direitos enquanto consumidores, nomeadamente, prestar informações e esclarecimentos sobre questões de consumo, promover a mediação de conflitos entre os consumidores e os agentes económicos, encaminhar reclamações e promover ações de informação e sensibilização em matéria de consumo junto da população.