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Combustíveis: Gasóleo desce, mas gasolina sobe na segunda-feira

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© Fewerton
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O início da próxima semana vai trazer uma nova atualização nos preços dos combustíveis, com o gasóleo a descer e a gasolina a subir.

Segundo a imprensa especializada do setor, o gasóleo irá baixar 1 cêntimo por litro, enquanto a gasolina deverá aumentar 0,5 cêntimos.

Comprar casa em Braga ficou mais caro durante o mês de fevereiro

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Os preços das casas em Portugal subiram 0,6% em fevereiro face ao mês anterior, tendo em Braga aumentado 1%.

Segundo o índice de preços do idealista, comprar casa tinha um custo de 2.596 euros por metro quadrado (euros/m2) no final do mês de fevereiro deste ano, tendo em conta o valor mediano. Este é um cenário visível em sete capitais de distrito, entre janeiro e fevereiro, com Évora a liderar as subidas (2,3%). Já em relação à variação anual, os preços das casas em Portugal subiram 6,2%.

Os preços das casas em fevereiro subiram em Évora (2,3%), Guarda (1,4%) e Coimbra (1,4%) a liderarem a lista. Seguem-se Viseu (1,2%), Braga (1%), Setúbal (0,8%) e Porto (0,6%). Já em Santarém (0,4%), Lisboa (0,4%), Leiria (0,3%), Castelo Branco (0,2%), Faro (0,1%), Viana do Castelo (-0,3%) e Funchal (-0,5%), os preços mantiveram-se estáveis neste período. Por outro lado, os preços desceram em Ponta Delgada (-3,1%), Beja (-1,7%), Aveiro (-1,3%) e Bragança (-0,7%).

Lisboa continua a ser a cidade onde é mais caro comprar casa: 5.538 euros/m2. Porto (3.517 euros/m2) e Funchal (3.214 euros/m2) ocupam o segundo e terceiro lugares, respetivamente. Seguem-se Faro (2.924 euros/m2), Aveiro (2.473 euros/m2), Setúbal (2.286 euros/m2), Évora (2.056 euros/m2), Viana do Castelo (1.877 euros/m2), Coimbra (1.864 euros/m2), Ponta Delgada (1.822 euros/m2), Braga (1.794 euros/m2), Leiria (1.447 euros/m2) e Viseu (1.428 euros/m2). Já as cidades mais económicas são Guarda (795 euros/m2), Castelo Branco (869 euros/m2), Beja (913 euros/m2), Bragança (917 euros/m2) e Santarém (1.213 euros/m2).

Braga sob aviso amarelo por causa da queda de neve

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© CM Celorico de Basto
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O Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA) colocou o distrito de Braga sob aviso amarelo, entre sábado e domingo, devido à queda de neve.

De acordo com o IPMA, está prevista queda de neve acima de 700/900 metros, entre as 12:00 de sábado e as 09:00 de domingo, com acumulação acima de 1000/1100 metros, que poderá ser de 5 centímetros.

Serão esperados impactos prováveis como a perturbação causada por queda de neve e formação de gelo, podendo haver vias condicionadas ou interditas, danos em estruturas ou árvores devido à acumulação de neve.

Braga também estará sob aviso amarelo no sábado por causa do vento forte, entre as 06:00 e as 12:00, esperando-se rajadas até 75 km/h.

As temperaturas máximas vão descer para os 11º na região, enquanto as mínimas baixam até aos 3º.

Catarina Martins esteve no Conservatório de Música Calouste Gulbenkian de Braga

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© Bloco de Esquerda
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Uma comitiva do Bloco de Esquerda, constituída por Catarina Martins, Bruno Maia, Ricardo Cerqueira, Alexandra Vieira e Norberta Grilo, reuniu com Direção do Conservatório de Música Calouste Gulbenkian de Braga

“O trabalho feito nesta escola pública pelo ensino artístico e pela democratização do acesso ao ensino de música é notável e deve ser replicado”, afirma Catarina Martins, que destacou também “o trabalho que o conservatório tem feito pela integração dos alunos do Instituto Nacional de Música do Afeganistão (ANIM) que aqui estudam há dois anos”.

“Neste momento, o ensino de música desde o primeiro ano de escolaridade existe no Conservatório e também no agrupamento de escolas de Maximinos e Mosteiro e Cávado, permitindo a entrada no sistema de quase cem crianças, todos os anos. A escola está a planear o alargamento de instalações, para poder acolher mais uma turma de ensino integrado; neste momento, começam duas turmas em cada ano letivo. Refira-se que, no ensino integrado de música, os alunos têm na mesma escola todas as disciplinas, incluindo as do artístico especializado da música”, refere o partido.

Para o Bloco de Esquerda, “o Conservatório de Braga tem um longo historial que tem servido de exemplo e vai sendo replicado noutros pontos do país. Este crescimento da rede do ensino artístico é algo que o partido vem defendendo e está presente no seu programa”.

“A legislação de 2018 que regula o recrutamento de docentes do ensino artístico especializado permitiu uma significativa redução dos níveis de precariedade, e foi produzida num contexto em que o Bloco de Esquerda deu uma grande centralidade a este tema, conseguindo que o Estado, durante o governo da ‘geringonça’, regularizasse vínculos, dando maior estabilidade aos serviços públicos”, sublinha, acrescentando que esta escola “sofre, no entanto, dificuldades na prossecução dos seus projetos artístico-pedagógicos, devido à falta de recursos provocada por uma fórmula de cálculo do crédito horário que não valoriza este tipo de ensino”. “O Conservatório vê-se confrontado com um resultado negativo nesse cálculo, ficando impedido de contratar novos profissionais para as suas inúmeras atividades”, sustenta ainda.

Esposende limpa do Canal Intercetor do concelho

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© CM Esposende
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Está em curso uma ação de limpeza e manutenção do Canal Intercetor de Esposende. A intervenção, que se iniciou esta semana e terá a duração de dois meses, abrange trabalhos de poda de formação, arranque e extração de plantas invasoras, encaminhamento de salgueiros e retirada e transporte dos resíduos.

Esta ação de limpeza e manutenção abrange toda a extensão do canal, num percurso de aproximadamente 4,2 quilómetros, e está a ser executada por uma empresa especializada, contratada pelo Município de Esposende.

O presidente da Câmara Municipal, Benjamim Pereira, justifica esta intervenção com a necessidade de controlar o avanço da vegetação e espécies arbóreas ao longo do Canal Intercetor, de modo a que este possa continuar a desempenhar, com eficácia, a sua função.

Recorde-se que a cidade de Esposende foi classificada pelo Ministério do Ambiente como zona crítica, no âmbito do Plano de Gestão de Riscos de Inundação, elaborado pela Agência Portuguesa do Ambiente, o que levou o Município de Esposende a desenvolver o projeto do Canal Intercetor, o qual mereceu o aval de financiamento, por parte do Fundo de Coesão, ao abrigo do Programa Operacional Sustentabilidade e Eficiência no Uso de Recursos (PO SEUR). A obra, iniciada em 2019 e inaugurada em março último, carateriza-se pela adoção das melhores técnicas de engenharia natural, recorrendo a materiais naturais e espécies vegetais autóctones.

“É um dos projetos com maior envergadura financeira alguma vez conseguidos para Esposende, que tem cumprido plenamente o objetivo para o qual foi construído, ou seja, o de diminuir o risco de inundações na área urbana de Esposende e evitar situações como a registada em 2013, quando as inundações lançaram o sobressalto sobre a população”, vinca Benjamim Pereira.

Vai nascer um novo trilho que liga Terras de Bouro ao Gerês

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© CM Terras de Bouro
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Terras de Bouro apresentou o estudo prévio do ecotrilho “Homem – Rodas”, um trilho com cerca de 11 quilómetros de extensão que liga vários lugares com interesse turístico entre a sede do concelho e o coração do Parque Nacional da Peneda-Gerês (Mata de Albergaria).

A implementação deste ecotrilho permitirá aos utilizadores da ecovia do Rio Homem, cujas obras estão a decorrer, conhecer as riquezas de toda área ribeirinha do troço do rio Homem que atravessa as freguesias de Moimenta, Gondoriz, Vilar, Chamoim, Carvalheira, Covide e Campo do Gerês.

“Mais que um ativo turístico, o ecotrilho voltará a unir aldeias e lugares, a valorizar propriedades e a agregar pontos de interesse culturais. Este trilho foi concebido tendo presente estas realidades e a ocupação, mobilidade e usufruto territorial. Tendo em conta a paisagem existente, foram priorizadas a ligação dos aglomerados populacionais, a mobilidade histórica entre freguesias e propriedades e a ligação das zonas balneares que estão em fase de requalificação”, refere a Câmara Municipal de Terras de Bouro.

Hugo Soares “surpreendido” com “más condições de trabalho” nos tribunais do distrito de Braga


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© Aliança Democrática
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Hugo Soares, cabeça de lista da Aliança Democrática pelo Círculo de Braga, mostrou-se “surpreendido com as más condições de trabalho” nos tribunais do distrito de Braga.

“O grave estado de degradação das condições de trabalho nos tribunais do distrito de Braga está a provocar atrasos e problemas acrescidos ao funcionamento da justiça”, referiu o candidato à saída de uma reunião com o juiz-presidente do Tribunal da Comarca de Braga e representantes dos oficiais de justiça.

“O cenário é terceiro-mundista. Tínhamos consciência dos problemas e das carências, mas a gravidade é bem maior. Quando se tem que fechar secretarias e portas do tribunal, para que o único funcionário disponível possa apoiar o juiz e viabilizar a realização de julgamento, percebe-se a gravidade da situação”, denunciou Hugo Soares, partilhando as “preocupações dos administradores judiciais”.

O atraso na marcação de julgamentos, acrescenta, “já está pior do que no período da pandemia Covid-19, quando os processos tiveram de parar. Depois de um período de recuperação, as taxas de dilação voltaram a disparar. O atraso já é maior do que na pandemia”.

O cabeça de lista da Aliança Democrática classificou como “assustadoras” a “falta de recursos humanos e a incapacidade do Estado no recrutamento de profissionais, a juntar à degradação dos edifícios e situação obsoleta dos equipamentos e meios de trabalho”. Como exemplos, apontou que “há falta de recursos como digitalizadores e de espaço, as impressoras têm 30 anos. Os profissionais estão extremamente exaustos – como acontece em muitos outros setores e que tem levado à sucessão de protestos e greves”.

Lançado curso para formar membros de mesa do voto antecipado

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O Ministério da Administração Interna informou que tem disponível um curso de formação online para todos os eleitores que pretendam exercer a função de membro de mesa no dia do Voto Antecipado em Mobilidade.

O curso, com o título “Membros de mesa – Voto antecipado em mobilidade”, está disponível aqui.

O curso é recomendado para todos os agentes eleitorais que se encontram nomeados para as mais de 1.200 mesas de voto antecipado que irão ser constituídas em todos os concelhos, no próximo dia 3 de março.

Para obterem o certificado de aprovação no curso, os cidadãos devem obter uma avaliação igual ou superior a 75% no conjunto das respostas às perguntas apresentadas no final do curso.

A formação dos agentes eleitorais é uma competência da Administração Eleitoral da SGMAI, de acordo com a Lei que regula a criação da Bolsa de Agentes Eleitorais.

A Bolsa de agentes eleitorais tem um total de 3.753 cidadãos inscritos.

Têxtil português desenvolve-se a partir do CITEVE em Famalicão

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© CM Famalicão
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O têxtil português desenvolve-se a partir de Famalicão a partir do CITEVE. Quando há mais de vinte anos aceitou o convite para trabalhar no CITEVE, António Braz Costa nunca imaginou que “este namoro fosse dar em casamento”.

O atual diretor-geral do Centro Tecnológico Têxtil e Vestuário sediado em Vila Nova de Famalicão, que aos 18 anos decidiu ser engenheiro em vez de músico, explica que ir à frente é o seu principal trabalho. “Procuro estar constantemente a perceber o que está a acontecer, a colocar permanentemente as coisas em perspetiva e a perceber qual é o ponto onde queremos estar daqui a cinco ou dez anos para que possamos lá chegar e para que o CITEVE possa transferir respostas para a indústria”, disse.

Braz Costa acredita que “a inovação é, e sempre foi, a principal resposta para os desafios que o Têxtil e Vestuário enfrenta” e, por isso, salienta o “percurso extraordinário” trilhado pela indústria do setor e pelo CITEVE, que em maio comemora 35 anos de existência, no mesmo ano em que Vila Nova de Famalicão é Região Empreendedora Europeia (EER).

O diretor-geral do CITEVE, que esta quinta-feira foi apontado pelo autarca Mário Passos como um dos “Rostos da EER”, aponta a sustentabilidade, a digitalização e a performance como os principais desafios do setor. “O têxtil mundial está num perfeito furacão e o têxtil português está também cheio de oportunidades e cheio de desafios. Todos estão à procura do mesmo e o setor em Portugal tem que estar na liderança destes processos para não sermos ultrapassados”, disse.

“Não tenho dúvidas de que daqui a 50 anos o setor será completamente ‘footprint’ zero, com soluções que permitam a produção de uma peça de vestuário sem impactos negativos no meio ambiente”, acrescentou.

António Braz Costa é o segundo “Rosto da ERR” destacado pelo presidente do Município de Famalicão no roteiro que ao longo deste ano dará a conhecer outros nomes que ajudam a posicionar Vila Nova de Famalicão como “uma das maiores e mais pujantes economias do país e a impulsionar o ADN empreendedor do concelho”.

CDU diz que vai “obrigar” o PS a não fechar as cirurgias de cancro da mama no Hospital de Barcelos

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© CDU
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A CDU afirmou que vai “obrigar” o PS a abandonar a intenção de encerrar as cirurgias de cancro da mama no Hospital de Barcelos. O partido referiu que irá propor a realização de uma reunião extraordinária da Assembleia Municipal de Barcelos para abordar o assunto.

À margem de uma ação de campanha no centro de Barcelos, Sandra Cardoso, 1.ª candidata da CDU pelo Círculo de Braga, afirmou que “a intenção do Governo do PS de encerrar cirurgias do cancro da mama em várias unidades de saúde, entre as quais no Hospital de Barcelos, a acontecer, será um retrocesso brutal”.

“A futuro do Hospital de Barcelos, que serve este concelho e o de Esposende, tem sido um assunto abordado por várias forças nesta campanha eleitoral, incluindo pelo PS que, depois de no exercício das suas responsabilidades governativas nada ter concretizado, veio agora pelo seu cabeça-de-lista José Luís Carneiro afirmar que há um projeto e que falta apenas um terreno para a sua construção”, refere ainda.

O partido reforça que “as contradições do PS sobre este assunto são evidentes. Desde logo, a contradição entre afirmar que defende o Serviço Nacional de Saúde e depois concretizar uma política de cortes. Mais especificamente sobre o Hospital de Barcelos, em pouco tempo, vários responsáveis afirmaram coisas diferentes, com Marta Temido referiu um projecto com custo estimado de 50 milhões, Manuel Pizarro afirmou que o projecto do novo hospital custaria 80 milhões, e agora, José Luís Carneiro fala em 100 milhões”. Sandra Cardoso defendeu que o melhor “é não continuar a adiar a construção do novo hospital porque o custo não pára de subir”.