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Semana de Ciência e Inovação na UMinho começa esta segunda-feira

O evento conta com 50 oradores e prevê 300 participantes em palestras, workshops, feira empresarial, tertúlias e atividades lúdicas.

© UMinho

A Escola de Ciências da Universidade do Minho (UMinho) promove a 6.ª SCI – Semana da Ciência e Inovação entre 18 e 21 de março, nos edifícios 1 e 2 do campus de Gualtar, em Braga. O evento prevê 300 participantes em palestras, workshops, posters, feira empresarial, tertúlias alumni e atividades lúdicas.

Entre os 50 oradores estão Ernesto Galvão (dia 20, 14:00 e 16:30), líder do grupo de Computação Quântica e Ótica Linear do INL – Laboratório Ibérico Internacional de Nanotecnologia, ou Inês Guimarães “MathGurl” (dia 21, 14:00), que simplifica a matemática para 100 mil seguidores no YouTube e estuda na UMinho.

Computação (quântica e machine learning), ambiente e ser humano são os temas centrais do evento. Há ainda sessões sobre, por exemplo, construção do futuro, astrobiologia, hidroponia, design molecular, fármacos, aditivos alimentares, materiais multifuncionais, valorização de resíduos, mobilidade elétrica ou a exploração de recursos em Portugal, a qual junta dia 18, às 17h00, Ana Hilário, bióloga e líder de um programa internacional sobre o mar profundo, e Júlio Santos, geólogo e gerente da Stoneset.

A comunicação de ciência também vai ser destacada, como na talk do dia 19, às 16:30, com Vítor Ribeiro (Publed), Catarina Loureiro (Estórias com Ciência) e Jorge Oliveira (Comunicar Ciência) ou, na tertúlia final, na apresentação da revista científica “Journal UMinho Science”, criado por alunos.

A SCI é organizada pelos núcleos de estudantes da Escola de Ciências da UMinho, nomeadamente de Ciências da Computação (NECC), Bioquímica (NEBQUM), Biologia Aplicada (NEBAUM), Engenharia Física (NEFUM), Geologia (NEGUM) e Ciências do Ambiente (NECAUM). “Vamos transmitir a ciência e inovação desenvolvidas na academia, bem como mostrar que o associativismo enriquece a experiência académica e traz skills que não podemos adquirir nas aulas”, diz Simão Quintela, da organização.

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