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Trio assalta casa em Braga. PSP deteve suspeitos com ajuda de populares

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A PSP deteve três jovens por furto no interior de uma residência, na cidade de Braga.

Após uma comunicação de que estaria a ocorrer um furto numa casa, a PSP deslocou-se para o local, onde verificou que dois dos suspeitos encontravam-se retidos por populares, tendo sido informados que existia um outro suspeito em fuga, o qual estaria na posse de uma arma faca.

No decurso de diligências, a PSP intercetou o jovem que “adotou um comportamento agressivo”.

Os três homens, com 18 e 22 anos de idade, foram detidos e vão ser presentes junto da autoridade judiciária competente.

Criptomoedas em destaque com apoio político — veja porque o HYPER pode disparar agora, segundo a Deepseek

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O mercado das criptomoedas voltou a ganhar força após um evento político inédito: o perdão presidencial de Donald Trump a Changpeng Zhao (CZ), fundador da Binance. A medida encerra meses de incerteza regulatória e reacende o otimismo entre os investidores institucionais.

Segundo previsões da inteligência artificial Deepseek, este gesto pode marcar o início de uma nova fase de valorização, com o BNB a retomar protagonismo e novas altcoins a emergir como potenciais vencedoras.

Entre os projetos que mais chamam a atenção da IA está o Bitcoin Hyper (HYPER) — um token que promete levar o Bitcoin para além do papel de reserva de valor, transformando-o numa base funcional para o universo DeFi.

A seguir, entenda porque os analistas vêem neste cenário um possível ponto de viragem para todo o sector cripto.

Um marco político com impacto direto no mercado cripto

Durante meses, a incerteza jurídica em torno de CZ e da Binance manteve os grandes investidores à margem.
Os fundos institucionais evitavam ampliar a exposição a criptomoedas enquanto persistia o risco de novas ações regulatórias.

O perdão oficial de Donald Trump, no entanto, mudou o cenário. Além de encerrar um dos capítulos mais sensíveis do sector, a medida foi interpretada como um gesto político de apoio direto à indústria cripto.

Poucas horas após o anúncio, o BNB ultrapassou os US$ 1.120, consolidando-se num novo patamar de confiança. Para a Deepseek, este movimento é apenas o início de um ciclo mais amplo — um momento em que o capital retido nos últimos meses pode voltar a circular entre projetos de inovação blockchain.

A “supernova de capital” prevista pela Deepseek

De acordo com o relatório mais recente da Deepseek, o mercado pode estar a entrar no que a IA chama de “supernova de capital” — uma fase em que o risco regulatório diminui e o capital institucional regressa de forma acelerada.

Neste contexto, o BNB seria um dos principais beneficiados. A IA estima que o token da Binance possa atingir US$ 1.350, desde que mantenha o suporte em torno dos US$ 1.150.

Mais importante do que o preço em si, porém, é o efeito dominó: o fortalecimento do BNB tende a aumentar a confiança em todo o ecossistema, especialmente nas altcoins em estágio inicial, que oferecem novas funcionalidades à rede Bitcoin e às finanças descentralizadas (DeFi).

Para além do BNB: o novo foco em tokens de inovação

Segundo a análise da Deepseek, o próximo ciclo de valorização deverá ser liderado por projetos que unem tecnologia sólida e integração direta com o Bitcoin.
A tendência, segundo a IA, é que os investidores procurem tokens com narrativas claras, utilidade prática e potencial de escalar em ecossistemas já estabelecidos.

Entre os projetos observados, um em particular tem ganho atenção crescente de analistas e fundos de investimento: o Bitcoin Hyper (HYPER).
O token é descrito como uma evolução do Bitcoin voltada para tornar a sua rede mais rápida, programável e compatível com DeFi.

Bitcoin Hyper: a proposta de um Bitcoin funcional para o DeFi

Durante mais de uma década, o Bitcoin consolidou-se como reserva de valor, mas manteve limitações técnicas: transações lentas, custos elevados, e pouca flexibilidade para contratos inteligentes.

O Bitcoin Hyper (HYPER) procura resolver esse obstáculo por meio de uma camada Layer-2 de nova geração. A arquitetura combina ZK-Rollups — tecnologia que permite validações rápidas com baixo custo — e a Solana Virtual Machine (SVM), que traz compatibilidade com aplicações descentralizadas.

Em termos práticos, a proposta é unir o melhor de dois mundos:
a segurança do Bitcoin com a velocidade e eficiência da Solana.

O resultado seria uma rede capaz de executar contratos inteligentes, staking, NFTs e DEXs diretamente sobre a infra-estrutura do Bitcoin — algo que até então era restrito ao Ethereum e às suas sidechains.

Indicadores de tração e primeiros sinais de adopção

A Deepseek e os analistas independentes destacam que o Bitcoin Hyper já mostra sinais concretos de tração, um ponto raro entre projetos recentemente lançados.

Alguns dados recentes:

  • Mais de US$ 25 milhões arrecadados em pré-venda.
  • Participação de investidores de grande porte, incluindo uma “baleia” com um aporte de US$ 379.900.
  • Listagem em ferramentas como a Upcoming Tokens da Best Wallet, usada para rastrear projetos emergentes.
  • Destaques em portais como 99Bitcoins, que citam o HYPER como um dos projetos promissores ligados ao ecossistema BTC.
  • Sistema de staking ativo, oferecendo rendimento anual (APY) competitivo para os primeiros participantes.

Estes fatores reforçam que o projeto já ultrapassou a fase teórica e começa a construir um ecossistema funcional.

Porque o cenário favorece projetos ligados ao Bitcoin

Para a Deepseek, o regresso do apetite institucional e o apoio político à criptoeconomia tendem a concentrar atenção em redes com lastro técnico e narrativas sólidas.
Neste contexto, soluções baseadas no Bitcoin — como o HYPER — ganham destaque por oferecer inovação sobre a infra-estrutura mais segura do mercado.

A IA projeta que os próximos meses podem marcar a transição do foco especulativo para o foco funcional, no qual tokens que expandem a utilidade do Bitcoin terão protagonismo.

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Riscos e oportunidades: o equilíbrio necessário

Embora os números indiquem optimismo, os especialistas lembram que previsões de mercado baseadas em IA são especulativas.
Projetos em pré-venda, como o HYPER, envolvem riscos de execução e liquidez, e nem todas as projeções se concretizam.

A recomendação dos analistas é tratar este tipo de aposta como parte de uma carteira diversificada, voltada para o médio prazo e sempre com avaliação de fundamentos, equipa e auditorias.

Em outras palavras: a inovação é promissora, mas o risco permanece proporcional ao potencial de retorno.

Um novo ciclo pode estar a começar

A conjugação de três fatores — decisão política, entrada de capital e avanço tecnológico — cria um cenário que pode redefinir o ritmo do mercado cripto nos próximos meses:

  1. O perdão de Trump a CZ elimina uma incerteza que travava o fluxo institucional.
  2. O BNB retoma protagonismo como ativo de confiança no sector.
  3. Projetos como o HYPER oferecem novas possibilidades dentro do ecossistema Bitcoin, respondendo à procura por utilidade real.

Se a previsão da Deepseek se confirmar, 2025 pode marcar a consolidação de um novo ciclo de expansão — liderado não apenas por grandes nomes, mas também por tokens emergentes de novas criptomoedas que traduzem a próxima fronteira do Bitcoin.

O que observar daqui em diante

Os analistas recomendam acompanhar três indicadores que podem validar (ou não) as projeções da IA:

  • Fluxo de capital institucional: retomada de aportes em fundos e bolsas após o perdão presidencial.
  • Desempenho técnico do BNB: manutenção do suporte e crescimento de volume.
  • Adopção prática de Layer-2s para Bitcoin: número de transações e parcerias no ecossistema HYPER.

Estes sinais poderão indicar se a “supernova de capital” prevista pela Deepseek se traduz num novo ciclo de alta.

O que isso significa para o mercado

A combinação entre mudança política, tecnologia emergente e análise de IA cria um enredo que o mercado cripto observa de perto. Enquanto o BNB colhe os frutos imediatos do perdão a CZ, o Bitcoin Hyper apresenta-se como uma experiência ambiciosa e uma das criptomoedas promissoras para 2026 — uma tentativa de levar o Bitcoin para além do papel de reserva de valor.

Se as previsões da Deepseek se confirmarem, o projeto pode tornar-se um dos catalisadores da próxima fase de crescimento do sector.

Mas, como sempre no universo cripto, o avanço virá acompanhado de volatilidade e da necessidade de discernimento entre potencial real e pura especulação.

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Real, Dume e Semelhe. E agora?

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© Rui Milhão
© Rui Milhão

Estatui o artigo 235.º do nosso diploma fundamental que a organização democrática do Estado compreende a existência de Autarquias Locais que são pessoas coletivas territoriais que visam a prossecução de interesses próprios das populações respetivas. Ou seja, são as Autarquias Locais que têm uma relação de maior proximidade com o território onde se inserem e com a população que servem.

É por isso que as principais palavras que tenha de dirigir aos autarcas da UF de Real, Dume e Semelhe, sejam gratidão e respeito, já que importa valorizar os cidadãos que tomaram a decisão de se dedicarem aos seus territórios e populações, sujeitos a um escrutínio permanente, prescindindo de uma vida tranquila, do conforto dos seus lares por acreditarem numa causa, por assumirem uma missão de serviço público abnegado em prol do desenvolvimento das suas terras e do progresso das suas gentes.

As últimas Eleições Autárquicas demonstraram uma grande participação cívica. E os seus resultados demonstram claramente que os eleitores de Real, Dume e Semelhe desejam um projeto coletivo, uma equipa diversificada, competente e preparada para trabalhar em conjunto.

O Partido Socialista foi o vencedor das eleições, mas venceu com minoria, cerca de 28% dos votos. Os restantes 72% foram distribuídos pelas restantes forças políticas. Podemos afirmar que 7 em cada 10 eleitores desejaram a mudança. A distribuição de mandatos na Assembleia de Freguesia é clara da vontade dos cidadãos: 4 mandatos para o PS, 3 mandatos para a Coligação Juntos por Braga, 2 mandatos para o Movimento Amar e Servir Braga, 2 mandatos para o Chega, 1 mandato para a Iniciativa Liberal e 1 mandato para a CDU. Resumindo o PS ficou apenas com 4 de 13 mandatos.

E agora? A todos se exige responsabilidade. Agora, mais do que nunca, é essencial lembrarmo-nos de quem somos, de onde vimos e onde queremos chegar.

As Freguesias de Real, Dume e Semelhe têm todas as condições para serem mais vibrantes, mais atrativas, mais cheias de vida. Mas para que isso aconteça, é necessário mais do que boas intenções. É preciso planeamento, visão estratégica, de políticas que pensem a longo prazo. É fundamental que se invista na cultura, nas tradições, no que as torna únicas. É preciso dar vida às Freguesias, apoiar o comércio local, incentivar a juventude e criar verdadeiros espaços de participação para quem vive nas mesmas. O papel da população não pode ser secundário, os seus habitantes têm de ser ouvidos, envolvidos, respeitados.

É preciso que que o PS entenda que não venceu com maioria e que tem de fazer entendimentos para que todos possam trabalhar diariamente para valorizar o papel de cada um e se comprometam na promoção do desenvolvimento dos territórios e na prossecução da qualidade de vida e bem-estar das nossas populações.

Importa assim citar sábias palavras de José Tolentino Mendonça, “A normalidade não é um conhecido lugar a que se volta, mas uma construção onde somos chamados a empenhar-nos. Teremos certamente, para lá chegar, de reaprender a conjugar transformação e preservação. Porque este momento, a para da criatividade, também nos pede uma capacidade de perseverar […]” [1]

A política, não pode ser vista como uma atividade que degrada quem a pratica, mas como um ato de cidadania, um exercício ético e intransigente de serviço à comunidade, é assim necessário estar à altura daquela que foi a vontade da população.

[1] Como amar um País – José Tolentino Mendonça (pp. 97-98)

Portugal no Jubileu do Mundo Educativo em Roma com delegação de 46 pessoas

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© Educris
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De 27 de outubro a 1 de novembro realiza-se, em Roma, o Jubileu do Mundo Educativo, no âmbito do Jubileu convocado pelo Papa Francisco para este ano de 2025, com o tema “Peregrinos de Esperança”.

A Comissão Episcopal da Educação Cristã e Doutrina da Fé (CEECDF), através do Secretariado Nacional da Educação Cristã (SNEC), vai participar com uma delegação, denominada «Constelação SNEC», com uma delegação de 46 pessoas em representação de todas as Dioceses de Portugal.

Entre os participantes vão estar responsáveis diocesanos da EMRC, equipa nacional de apoio à disciplina e professores criadores de recursos e novos manuais para a disciplina, uma representação da Associação Portuguesa de Escolas Católicas (APEC) e alguns responsáveis de escolas católicas.

O grupo de educadores portugueses vai ser acompanhado por D. Manuel Felício, bispo emérito da Guarda e vogal da CEECDF, e por Fernando Moita, secretário da mesma Comissão Episcopal e diretor do SNEC.

A participação da comitiva portuguesa inicia-se na tarde de 30 de outubro, com uma receção na embaixada de Portugal junto da Santa Sé, para um pequeno grupo de 25 participantes.

A 31 de outubro o dia inicia-se com a participação no «Encontro do Papa Leão XIV com os Educadores», na Sala Paulo VI, seguida da «Passagem pela Porta Santa».

Da parte da tarde os educadores portugueses vão participar nas diferentes propostas do Dicastério para a Cultura e a Educação, organismo do Vaticano que dinamiza o «Jubileu do Mundo Educativo», com destaque para a passagem pela «Aldeia da Educação», que inclui um “percurso artístico e cultural imersivo sobre o sentido de educar”, patente na Ala Sistina de Santo Spirito in Sassia, e uma mostra com “projetos relevantes no mundo da Educação Católica”, na Sala San Pio X.

Durante toda a semana é possível, ainda, visitar a Igreja de San Lorenzo in Piscibus, onde a «Escola do Coração» propõe momentos e ritmos diferenciados de oração.

A 1 de novembro, último dia do «Jubileu do Mundo Educativo» a «Constelação SNEC» participa na missa de encerramento do Jubileu, na praça de São Pedro, onde é esperada a declaração de São João Newman como «Doutor da Igreja» e co padroeiro da Educação.

A 2 de novembro os educadores portugueses celebram uma eucaristia na Igreja de santo António dos Portugueses.

“Esperamos que seja um tempo belíssimo de alegria e de constelações de luz que configuram uma humanidade fraterna”, deseja António Cordeiro, coordenador do Departamento da EMRC no SNEC em vésperas da partida para Roma.

O responsável explica que a presença de tantos docentes de EMRC, na cidade eterna, se deve constituir como “estímulo e oportunidade” para crescer.

“A Constelação SNEC conta com 45 participantes, a que se juntarão grupos mais pequenos do Algarve, Évora, Viseu, Porto e Lisboa. É a educação cristã, em contexto escolar, que vai a Roma para celebrar o Jubileu, em alegria e esperança e com vontade de ser luz. Aqui, a luz, simbolicamente, que diz da nossa grande vontade de servir as famílias, com todos os alunos que nos são entregues, que servimos com alegria, levando sentido para a vida, sempre em conjunto”, revela.

Perante a ideia do Dicastério para a Cultura e Educação do Vaticano, que apelidou os grupos participantes de “Constelações”, António Cordeiro sustenta que “esta ideia de constelação “remete para a ideia de configuração com os outros”.

“Este grupo, indo a Roma peregrinar, quer também ser sinal de escuta, momento de paragem, de receber dos outros, para que seja oportunidade de regenerarmos esta vontade grande de sermos educadores nas escolas”, completa.

Na conferência de imprensa de apresentação da iniciativa, o cardeal José Tolentino Mendonça afirmou que estes “são dias históricos para a educação católica” e deu conta de que o Papa Leão XIV “deseja inaugurar uma nova temporada que envolva as constelações educativas, pedindo-lhes que se tornem verdadeiros mapas de esperança no mundo de hoje”.

O programa do Jubileu contempla a reflexão sobre os desafios atuais da educação, a publicação de um documento do Papa Leão XIV e a promoção do Pacto Educativo Global, iniciativa lançada por Papa Francisco, adaptada aos desafios contemporâneos.

“A educação é o novo nome da paz e coloca a esperança no mapa do presente e do futuro”, concluiu na ocasião o perfeito do Dicastério para a Cultura e Educação, deixando um apelo à “mobilização de toda a comunidade educativa global para uma ação transformadora e solidária”.

“Este Jubileu não quer ser apenas parte de uma celebração uma celebração histórica, mas também um espaço de reflexão, renovação e projeção para o futuro da educação, valorizando o diálogo entre tradição e inovação”, completou.

Braga: Festival das Sopas e Tradições animou o domingo em Sobreposta

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© Carlos Manuel Dobreira
© Carlos Manuel Dobreira

O Parque de Merendas e Lazer de Sobreposta, em Braga, acolheu, este domingo, o Festival das Sopas e Tradições.

Logo pela manhã, às 10:00, começou a confeção de 29 sopas em potes. Às 11:00 ocorreu a abertura da exposição de ofícios da freguesia, desde o ferreiro ao marceneiro, e mostra de produtos da terra, sendo exemplo a produção de mel e o artesanato. 

A degustação das sopas, acompanhada de broa de milho e bom vinho, foi um dos momentos mais esperados do evento, que levou muitos visitantes à freguesia.

No início da tarde decorreu o cortejo etnográfico, com destaque para o ciclo da lã e o transporte do milho em carro de bois, a desfolhada à moda antiga, seguindo-se o magusto. O Grupo de Bombos de Sobreposta esteve presente e animou a tarde de convívio, confraternização e preservação das tradições minhotas.

A organização deste festival coube à Junta de Freguesia de Sobreposta com o apoio da Câmara Municipal de Braga.

Vereadores e deputados socialistas de Famalicão prometem oposição “construtiva”

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© PS
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Os quatro vereadores eleitos pelo Partido Socialista (PS) para a Câmara Municipal de Vila Nova de Famalicão tomaram posse este domingo.

Além de Eduardo Oliveira, Cláudia Vieira, Ivo Sá Machado e Neide Ribeiro, foram ainda empossados os 14 deputados do PS eleitos para a Assembleia Municipal – Jorge Costa, Paulo Pinto, Sandra Santos, Luís Silva, Márcia Nunes, Laetitia Costa, António Silva, Davide Silva, Alexandra Moreira, António Varela, Rui Carvalho, Carla Faria, Paulo Costa e Manuel Carvalho –, bem como os seis presidentes das Juntas de Freguesia de Joane, União das Freguesias de Lemenhe, Mouquim e Jesufrei, Landim, Riba de Ave, Vermoim e Louro – Alberto Fernandes, Bruno Domingues, Joel Oliveira, Cláudia Araújo, Bruno Cunha e Paulo Campos, respetivamente.

Durante a sessão, que decorreu na Casa das Artes, os socialistas felicitaram todos os eleitos e prometeram fazer uma “oposição construtiva no sentido de dar voz e resposta aos problemas de todos os famalicenses”. Sublinharam ainda “a importância e a vontade de dar continuidade ao trabalho de proximidade nas juntas de freguesia”.

No início da semana, numa reunião com todos os candidatos na sede do Partido Socialista, Eduardo Oliveira, presidente da Comissão Política do PS, agradeceu a “todos e todas as candidatas que, com coragem, dedicação e espírito de serviço público, assumiram o desafio de representar o PS nas eleições autárquicas nas freguesias do nosso concelho”. “Agradecemos profundamente o trabalho, o empenho e a entrega de todas as equipas, porque cada voto, cada conversa e cada porta batida contribuíram para fortalecer o projeto socialista em Vila Nova de Famalicão”, reforçou.

“Felicitamos de forma especial os nossos autarcas eleitos em Joane, na União das Freguesias de Lemenhe, Mouquim e Jesufrei e Landim, que, nas suas freguesias, demonstraram que o PS é sinónimo de confiança e de proximidade. Saudamos também a continuidade das nossas equipas em Riba de Ave, Vermoim e Louro, em quem, tal como as comunidades dessas juntas de freguesia, volto a depositar a minha total confiança”, frisou ainda.

Por fim, Eduardo Oliveira acrescentou no final da sessão que “tomei hoje posse como vereador da oposição na Câmara Municipal de Vila Nova de Famalicão. Renovo com orgulho e determinação o compromisso de defender uma alternativa próxima das pessoas e exigente com quem governa. Estarei onde sempre estive: ao lado dos famalicenses, a fiscalizar, a propor e a lutar por políticas mais justas, transparentes e voltadas para o bem comum. O papel da oposição é essencial à democracia e faremos dele um espaço de trabalho, de voz e de esperança para Famalicão”.

Braga: Museu D. Diogo de Sousa e UMinho promovem jornadas “Nortear a Cerâmica”

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© Museu D. Diogo de Sousa
© Museu D. Diogo de Sousa

A primeira edição das Jornadas ‘Nortear a Cerâmica’ realiza-se nos dias 30 e 31 de outubro, no Museu D. Diogo de Sousa e na UMinho, em Braga, reunindo especialistas de diversas áreas do saber em torno do universo da cerâmica, com foco principal nas coleções de cerâmica existentes em instituições museológicas e centros interpretativos situados na região Norte de Portugal, contribuindo para o conhecimento, conservação e valorização do património cerâmico português.

As jornadas propõem-se como um espaço de reflexão e partilha de experiências, tendo a cerâmica como ponto de encontro, nas suas múltiplas abordagens — com origem no Norte de Portugal, mas abertas a incursões para além deste território. Serão abordados temas em torno da cerâmica arqueológica e etnográfica, desde a antiguidade até à época contemporânea, a gestão dos espólios cerâmicos e o colecionismo, estratégias de registo e pesquisa documental, assim como as novas possibilidades que se apresentam com a utilização de diversas técnicas analíticas e de representação digital.

Estas jornadas serão realizadas através do Museu de Arqueologia D. Diogo de Sousa (MADDS) e o Laboratório de Paisagens, Património e Território, da Universidade do Minho (LAB2PT). A coordenação está a cargo de Maria José Sousa (Diretora do Museu de Arqueologia D. Diogo de Sousa) e Isabel Maria Fernandes (Investigadora do Lab2PT), e conta com o apoio da CCDR-Norte, da Câmara Municipal de Barcelos e da Câmara Municipal de Vila Verde.  

A sessão de abertura contará com a presença de Alexandre Nobre Pais (presidente do Conselho de Administração da Museus e Monumentos de Portugal EPE), António M. Cunha (presidente da Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Norte), Fátima Moura Ferreira (diretora do Laboratório de Paisagens, Património e Território – Lab2PT), Manuel Lopes (vice-presidente da Câmara Municipal de Vila Verde), e Cláudia Milhazes (chefe Divisão da Cultura, Arquivo, Museus e Património Histórico e Diretora do Museu de Olaria, em representação do Município de Barcelos).

A entrada é livre, mas sujeita a inscrição prévia aqui.

Rita Figueiredo do SC Braga vence 42.º Grande Prémio da Silva

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© SC Braga
© SC Braga

Rita Figueiredo, atleta do SC Braga, venceu, este domingo, o 42.º Grande Prémio da Silva, em Barcelos.

A Gverreira do Minho fez os dez quilómetros com o tempo de 34m24s.

Braga: Filipe Alves toma posse como presidente de Espinho a 4 de novembro

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© Somos Braga – PS/PAN
© Somos Braga – PS/PAN

Filipe Alves vai tomar posse como presidente da Junta de Freguesia de Espinho, em Braga, para o seu terceiro mandato.

A instalação da Assembleia de Freguesia está marcada para 4 de novembro, às 21:00, na sede da Junta de Freguesia de Espinho.

Filipe Alves foi reconduzido como presidente da Junta de Freguesia de Espinho, em Braga, pelo Partido Socialista/PAN.

Braga inaugura balneário social para pessoas sem-abrigo e vulneráveis

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© CM Braga
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O presidente da Câmara Municipal de Braga, Ricardo Rio, inaugurou hoje o Balneário Social das Enguardas, uma nova resposta social promovida pelo Sporting Clube Leões das Enguardas, com o apoio do Município de Braga. A iniciativa contou com a presença da vereadora Carla Sepúlveda, do administrador da BragaHabit, Carlos Videira, e do presidente da Junta de Freguesia de São Victor, Ricardo Silva.

Esta infraestrutura contou com um apoio financeiro do Município de Braga no valor de 2.985 euros, permitindo a concretização deste projeto de cariz social, desenvolvido no âmbito do programa Viva o Bairro, da BragaHabit.

O Balneário Social destina-se a pessoas em situação de sem-abrigo e/ou vulnerabilidade social, oferecendo acesso a banhos quentes e cuidados básicos de higiene, com o objetivo de promover hábitos de autocuidado e dignidade pessoal junto de grupos desfavorecidos.

© CM Braga

Para além de assegurar uma resposta essencial na área da higiene pessoal, o espaço permitirá reforçar a proximidade e o acompanhamento social aos utentes, facilitando uma intervenção mais ajustada às suas necessidades.

De acordo com Ricardo Rio, esta iniciativa “traduz a visão de uma cidade que se quer solidária, inclusiva e comprometida com o bem-estar de todos, valorizando o papel das instituições que, no terreno, fazem a diferença na vida das pessoas”. O autarca elogiou o trabalho desenvolvido pela Associação de Moradores das Enguardas e destacou o “empenho de Carlos Videira pelo contributo decisivo na concretização de mais uma resposta social que reforça a rede de apoio às populações mais vulneráveis da cidade”.