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Davide Silva do SC Braga vence Prémio de Atletismo Alberto Batista

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© SC Braga
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Davide Silva, atleta do SC Braga, ficou em primeiro lugar no Prémio de Atletismo Alberto Batista, que decorreu no sábado, em São João da Madeira.

O Gverreiro do Minho concluiu a prova de dez quilómetros em 30m57s.

Braga volta a receber tradicional Mercado das Flores na Praça Municipal

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© Sandra Antunes
© Sandra Antunes

A Praça Municipal de Braga volta a receber o tradicional Mercado das Flores, iniciativa que decorre da celebração religiosa relativa ao Dia dos Fiéis Defuntos e Dia de Todos os Santos.

As flores estarão à venda nos dias 28 de outubro e prolonga-se até às 13:00 do próximo dia 1 de novembro.

Horários:

  • 28, 29, 30 e 31 de outubro – 07:30 às 19:30;
  • 1 de novembro – 07:30 às 13:00.

As ténues linhas vermelhas com que se cosem as burcas

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© Hélder da Rocha Pereira
© Hélder da Rocha Pereira

Ao proibir a burca, o Estado assume que sabe melhor do que a própria pessoa o que ela deve vestir, substituindo a vontade individual por uma norma coletiva. Isto é paternalismo, não é defesa da liberdade.

Há dias, a direita portuguesa, PSD, CDS e surpreendentemente a Iniciativa Liberal, aprovou uma lei que proíbe, entre outros, o uso da burca em Portugal. Uma decisão que à primeira vista parece defender valores como a segurança e a liberdade das mulheres, mas quando olhamos com atenção percebemos que o que está em causa é bem mais profundo: trata-se de saber até onde vai a nossa coerência liberal e o respeito pela liberdade individual.

Sou liberal, mas não concordo com esta posição da IL. Mas ser liberal é precisamente isto: aceitar que podemos discordar profundamente da opinião de outros por mais absurda ou desconfortável que nos pareça.

Acredito que esta proibição fere diretamente os direitos individuais, o núcleo essencial do liberalismo: liberdade de escolha individual, desde que essa escolha não cause dano direto a terceiros.

É certo que um Estado verdadeiramente liberal deve proteger o indivíduo da coerção, seja ela imposta por outro indivíduo, por um grupo ou pelo próprio Estado.

Se uma mulher é forçada a usar a burca, o problema está na coerção e o Estado deve protegê-la dessa imposição. Mas se ela a usa por convicção pessoal, proibir-lhe esse gesto é tão opressivo quanto obrigá-la a usá-lo.

A coerência liberal exige isto: defender o direito de cada um ser livre até mesmo para escolher algo com que não concordamos.

Não é com proibições que se resolve o que é cultural, religioso ou social. Já o tentámos no passado e falhámos. O caminho da proibição é sempre o da ignorância, o da arrogância moral e o da ilusão de controlo.

Sou obviamente contra qualquer vestimenta ou símbolo imposto a um ser humano por outro, ou por um grupo com base em crenças religiosas. Isso é opressão. Mas é falso afirmar que essa imposição é a regra. Existem sim, países onde o extremismo religioso subjuga brutalmente as mulheres o qual condeno sem margem para dúvida. Mas nas restantes comunidades muçulmanas, muitas usam hijab, niqab ou burca por convicção, porque acreditam, porque é a sua fé e a sua identidade.

E em Portugal, quantas mulheres usam burca? Em que números se basearam para tomar esta decisão? E ainda assim aprova-se uma lei que pode transformar um caso marginal numa bandeira moral. Continuamos a governar com sensações e não com dados. E, a ser verdade que estes números existem, o resultado desta lei poderá ser perverso e inverso ao pretendido. Estas mulheres não vão deixar de usar burca, vão sim, ficar prisioneiras nas suas próprias casas.

E para piorar, a comunicação social pega num texto que diz “vestuário ou acessórios que impeçam a identificação do rosto” e logo apelidou carinhosamente de proibição do uso de burca, porque obviamente vende muito mais.

Esta lei é populista e alimenta-se do medo e da necessidade de criar um inimigo ainda que imaginário. Lamento que a IL, que tantas vezes combateu este discurso, tenha caído nesta ratoeira. E sempre que sacrificamos a liberdade em nome da segurança, podemos perder as duas.

Recordo-me bem das conversas com o antigo presidente da IL, quando ele me dizia: “Posso não concordar, mas morrerei para que todos possam ter a sua opinião. O combate faz-se com ideias e educação, não com proibições.” E assim falava ele do Chega e das famosas linhas vermelhas.

O que a IL fez ao aprovar este decreto foi coser as suas próprias linhas vermelhas. Fez exatamente o que tanto criticou na esquerda radical: impor a sua moral e o seu desconforto à restante população.

E o Chega cresce. E Portugal aplaude satisfeito, porque continua a precisar de moinhos de vento. Porque precisamos sempre de um inimigo, nem que seja inventado, para nos sentirmos heróis.

Sub-15: SC Braga tropeça e é derrotado pelo FC Porto por 2-1

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© SC Braga
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O SC Braga foi derrotado pelo FC Porto por 2-1, em jogo a contar para a nona jornada do Campeonato Nacional Sub-15.

Os Gverreiros do Minho conseguiram chegar à vantagem aos 20 minutos por intermédio de João Freire, mas os dragões responderam e deram a volta ao resultado com golos de Rodrigo Seca e Tiago Portugal.

Os sub-15 do SC Braga voltam a jogar no dia 1 de novembro, contra o CD Tondela, fora de casa.

Braga: Adélia Silva assume “ambição” de dar continuidade ao trabalho desenvolvido

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© Braga News
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O salão da autarquia local, em Frossos, Braga, foi palco da cerimónia de instalação dos órgãos autárquicos da União de Freguesias de Merelim São Pedro e Frossos para o mandato 2025-2029. O momento solene assinalou o arranque de um novo ciclo político local, marcado “pelo espírito de serviço público e pelo compromisso com a comunidade”. A tomada de posse contou com a presença do presidente eleito da Câmara Municipal de Braga, João Rodrigues.

Durante a cerimónia tomaram posse os membros da Junta e da Assembleia de Freguesia, que terão a responsabilidade de conduzir os destinos da freguesia nos próximos quatro anos. A nova equipa assume funções com “a ambição de dar continuidade ao trabalho desenvolvido e de reforçar a proximidade entre o poder local e a população”.

O Executivo da Junta de Freguesia será presidido por Adélia Silva, tendo como vogais Andreia Oliveira e André Macedo. A Mesa da Assembleia de Freguesia é composta por Mário Quintas (presidente), Irene Pinto (1.ª secretária) e Sara Silva (2.ª secretária). Integram ainda a Assembleia M. Jorge Costa, Henrique Martins, Paulo Martins, Cidália Baptista, Carlos Araújo e Francisco Ferreira.

Na sua intervenção, a presidente da Junta de Freguesia, Adélia Silva, sublinhou “a importância de colocar as pessoas no centro da ação autárquica”. “Como temos feito até aqui, o nosso foco serão sempre as pessoas. Trabalharemos com proximidade, ouvindo e valorizando cada freguês, para responder de forma eficaz às necessidades e desafios da nossa freguesia. Este será um mandato de responsabilidade, dedicação e trabalho em equipa”, considera a presidente.

A cerimónia contou com a presença de eleitos, representantes de instituições locais e cidadãos.

Sub-17: SC Braga vence FC Famalicão por 4-2

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© SC Braga
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O SC Braga venceu, este domingo, o FC Famalicão por 4-2, em da 10.ª jornada do Campeonato Nacional Sub-17.

Martim Diogo, Francisco Matos, Medgilson e André Tiago fizeram os tentos que garantiram a vitória dos Gverreiros do Minho. Marco Pereira marcou os dois golos da equipa adversária.

Os sub-17 do SC Braga voltam a jogar no dia 2 de novembro frente ao Vitória SC, em Guimarães.

Chuva e trovoada colocam Braga sob aviso amarelo

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DR
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O distrito de Braga vai estar esta terça-feira sob aviso amarelo por causa da previsão de chuva e trovoada forte, de acordo com o Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA).

O aviso entra em vigor a partir das 06:00 até às 21:00 de amanhã, esperando-se precipitação, por vezes forte e acompanhada de trovoada.

As temperaturas também vão descer dos 24º, previstos hoje, para os 19º, enquanto as mínimas vão subir dos 6º para os 13º.

Um novo equilíbrio de forças em Real, Dume e Semelhe

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© Paula Silva
© Paula Silva

As eleições autárquicas de 2025 trouxeram um mapa político inédito à União de Freguesias, onde a pluralidade substitui as maiorias e o diálogo se torna condição essencial de governabilidade.

A União de Freguesias de Real, Dume e Semelhe afirma-se hoje como um território de grande relevância demográfica e política no concelho de Braga. Quinta maior em número de eleitores, esta União tornou-se, pela sua dimensão, diversidade e crescimento urbano, um retrato vivo das transformações políticas que atravessam não só o concelho, mas também o país.

Entre 2021 e 2025, o número de eleitores inscritos cresceu mais de 6%. Também o número de votantes aumentou, reduzindo a taxa de abstenção em quase dez pontos percentuais. Esta evolução acompanha a tendência nacional: as eleições autárquicas de 2025 registaram a taxa de abstenção mais baixa desde 2005 — sinal de uma maior mobilização cívica e de um renovado interesse dos cidadãos pela vida local. Em boa medida, este fenómeno poderá, igualmente, refletir o desejo de mudança após vários anos de lideranças longas e consolidadas.

Contudo, a explicação não se esgota na mobilização política. A expansão urbana e a chegada de novos residentes alteraram o perfil do eleitorado: menos fiel às estruturas partidárias tradicionais, mais atento às dinâmicas nacionais e, por isso, mais volátil nas suas escolhas.

Real, Dume e Semelhe sentiram esta transformação de forma clara. Após três mandatos de liderança socialista, o Partido Socialista apresentou Adolfo Reis como sucessor de Francisco Silva. Apesar do esforço em conciliar continuidade e renovação, os socialistas registaram uma quebra significativa, passando de 46,7% para 28,8% — uma redução de quase 18 pontos percentuais. Ainda assim, a presença e o envolvimento do autarca cessante, nomeadamente durante a campanha eleitoral, foram determinantes para muitos eleitores, garantindo alguma continuidade na confiança da população.

A coligação Juntos por Braga (PSD/CDS/PPM) confirmou-se como principal força de oposição, aumentando o número absoluto de votos e mantendo uma vantagem superior a 700 votos face à candidatura seguinte. Apesar de uma ligeira descida percentual, a coligação demonstrou possuir uma base sólida e uma estrutura estável na freguesia, mesmo num cenário de maior fragmentação à direita. Curiosamente, tem apresentado candidatos diferentes em todas as eleições desde a criação da União. Se conseguir estabilizar a liderança e definir uma estratégia coerente, poderá reforçar a sua posição e afirmar-se como alternativa no futuro.

O verdadeiro sinal dos tempos surgiu com a emergência de novos protagonistas. O CHEGA quase triplicou a votação, alcançando 11,9%. A Iniciativa Liberal duplicou, atingindo 9,7%. A CDU (PCP-PEV), com um candidato local de longa experiência, subiu cerca de meio ponto percentual. O LIVRE estabeleceu-se com 2%, enquanto o Bloco de Esquerda sofreu uma forte quebra, fixando-se em 1%. O movimento Amar e Servir Braga entrou em força, com 12% dos votos. Estes resultados revelam que a política local deixou de ser um jogo de duas cores, transformando-se num mosaico de sensibilidades, projetos e vozes.

A nova distribuição de mandatos ilustra bem essa diversidade. Sem maiorias absolutas, o mapa político alterou-se profundamente: em 2021, o PS elegia oito mandatos, a coligação Juntos por Braga quatro e a CDU um. Em 2025, o PS elegeu quatro; o Juntos por Braga, três; o Amar e Servir Braga e o CHEGA, dois cada; e a IL e a CDU, um cada. Treze lugares e seis forças políticas — um equilíbrio delicado que exigirá diálogo, negociação e sentido de responsabilidade.

Com uma Assembleia de Freguesia plural, o cidadão melhor posicionado da lista vencedora e, provavelmente, o presidente a ser eleito, Adolfo Reis, enfrentará o desafio de unir e construir pontes. A governabilidade dependerá menos da força dos votos e mais da capacidade de entendimento entre diferentes sensibilidades políticas.

A coligação Juntos por Braga, pela sua consistência e votação, assume naturalmente o papel de principal força de oposição. Os novos protagonistas — Amar e Servir Braga, CHEGA, IL — aliados à presença já consolidada da CDU, poderão trazer vitalidade ao debate político local, desde que optem por uma intervenção construtiva e próxima das pessoas.

Em síntese, a União de Freguesias de Real, Dume e Semelhe reflete uma realidade política em transformação. Os eleitores estão mais atentos, exigentes e menos previsíveis. O poder, hoje, assenta menos no domínio e mais no diálogo.

O mandato que agora se iniciará será, por isso, marcado pela necessidade de consenso, equilíbrio e compromisso. O futuro da governação local dependerá da maturidade com que os seus representantes saibam transformar a diversidade em força comum e em progresso partilhado.

Kickboxing do SC Braga vence cinco medalhas no Open da Liberdade

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© SC Braga
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O Kickboxing do SC Braga conquistou cinco medalhas no Open da Liberdade, que decorreu no sábado, em Vila Nova de Milfontes.

Mário China venceu a medalha de ouro na categoria 63,5 kg Kick Light, assim como Mahdia Ataie em 55 kg Kick Light.

Adriana Carvalho arrecadou a prata em +70 kg Kick Light. Já Guiomar Mateus brilhou em dobro, arrecadando duas medalhas de prata em 65 kg Kick Light e em 65 kg Light Contact Júnior.

Braga recebe procissão em honra de Nossa Senhora da Torre na sexta-feira

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© Irmandade Nossa Senhora da Torre
© Irmandade Nossa Senhora da Torre

Braga vai festejar Nossa Senhora da Torre, Padroeira da cidade, de 29 de outubro a 1 de novembro, com celebrações religiosas. As festividades irão decorrer na Igreja da Cividade e na Sé Catedral.

Um dos pontos altos será a procissão de velas que sairá na sexta-feira da Igreja da Cividade em direção à Sé Catedral.

“Aproxima-se o tempo de graça e de alegria em que a cidade de Braga se reúne à volta da sua Padroeira. De 29 a 31 de outubro, o Tríduo Preparatório na Igreja da Cividade ajudará a preparar os corações para o grande dia. No final do último dia, iluminaremos as ruas com a Procissão de Velas, caminhando da Igreja da Cividade até à Sé Catedral. No dia 1 de novembro será celebrado o Dia da Festa com a solenidade do Patrocínio de Nossa Senhora da Torre”, informou Nuno Costa da Irmandade de Nossa Senhora da Torre.

Programa

Igreja da Cividade – 21:00:

  • 29 de outubro: 1º dia do Tríduo
  • 30 de outubro: 2º dia do Tríduo
  • 31 de outubro: 3º dia do Tríduo. No fina, sai a procissão de velas da Igreja da Cividade em direção à Sé Catedral
  • 1 de novembro (sábado) – Dia da Festa com a Solenidade do Patrocínio da Senhora da Torre – 11:30 – Missa Solene na Sé Catedral de Braga