Marcelo Rebelo de Sousa, presidente da República, acaba de promulgar o diploma da Assembleia da República que determina a obrigatoriedade do uso de máscara na rua nos próximos 70 dias.
Recorde-se que o projeto de lei levado à Assembleia da República pelo PSD foi aprovado no dia 23 de outubro com os votos a favor do PS e PSD. A Iniciativa Liberal votou contra a proposta, enquanto que o PCP, PAN, PEV e a deputada não-inscrita Joacine Katar Moreira abstiveram-se. André Ventura, deputado do Chega, não esteve presente na votação.
O uso obrigatório de máscara em espaços públicos é obrigatório, não podendo ser substituído por viseira, a maiores de 10 anos nos espaços e vias públicas, sempre que o distanciamento físico recomendado pelas autoridades de saúde se mostre impraticável.
Quem não cumprir a lei, arrisca-se a ser autuado com multas entre os 100 e 500 euros.
O Hospital de Braga tem, atualmente, 36 pessoas internadas por Covid-19, sete das quais encontram-se em Unidade de Cuidados Intensivos.
Dez dos vinte e nove doentes internados são doentes que o Hospital de Braga recebeu do Centro Hospitalar Tâmega e Sousa.
Situação no país
Portugal registou, esta segunda-feira, 27 mortes por Covid-19 nas últimas 24 horas, elevando para 2.343 óbitos desde o início da pandemia. O país contabilizou 2.447 novos casos, subindo para 121.133 casos de infeção, e 1.079 recuperados, totalizando 69.956 casos de recuperação.
Em todo o território nacional há 1.672 internados, mais 98 registados nas últimas 24 horas, dos quais 240 em cuidados intensivos, mais 10 face a ontem.
O número de casos ativos no país subiu para 48.834, mais 1.341 em relação a domingo, e 59.631 pessoas encontram-se em vigilância pelas autoridades, mais 882.
A Câmara Municipal de Barcelos vai transferir 234.279,45 euros para treze freguesias do concelho. A proposta, aprovada em Reunião de Executivo, está destinada a comparticipar na realização de obras em escolas, alargamento, requalificação e repavimentação de ruas, construção de muros, construção de sistemas de drenagem de águas pluviais e obras em cemitérios.
Entre as restantes deliberações, o destaque vai para a aprovação da adenda ao contrato de comodato com a AMAR 21 – Associação de Apoio à Trissomia 21, para a cedência de diversos bens móveis que se encontram na atual sede, bem como um acordo de colaboração com esta associação, no âmbito do apoio ao serviço social prestado às famílias das crianças com Trissomia, e que inclui uma comparticipação financeira do Município no valor de 5.000,00 euros.
O valor aprovado engloba também um acordo de colaboração com a Associação Carapeços Solidário, que inclui uma comparticipação financeira do Município no valor de 6.000 euros, e um contrato de desenvolvimento desportivo com a Casa do Povo de Martim, com uma comparticipação financeira do Município no valor de 2.500 euros.
Ainda na reunião foi aprovada a atribuição de um subsídio no valor de 15.000 euros à Associação Social, Cultural e Recreativa de Chorente, como comparticipação nas despesas do apoio social prestado por aquela Associação; a atribuição de um subsídio no valor de 1.158 euros à Associação Desportiva e Cultural de Manhente, como comparticipação na aquisição de instrumentos musicais; a atribuição de um subsídio no valor de 1.553,60 euros à Artesmusivi – Associação de Artes de Viatodos, para comparticipar nas despesas de adaptação do seu espaço às normas da Direção-Geral da Saúde quanto à pandemia; a atribuição de um subsídio no valor de 2.200 euros à Associação de Pais e Encarregados de Educação do Jardim de Infância do Paço Velho, como comparticipação no pagamento a tarefeiras; o apoio à renda de 15 agregados familiares; o apoio financeiro às refeições escolares de 43 alunos dos jardins de infância e escolas do 1.º ciclo; a atribuição de passes escolares a cinco alunos que frequentam escolas fora do concelho; a ratificação do pagamento de despesas relacionadas com a pandemia, no valor de 10.879,25 euros, apresentadas por associações e freguesias.
Também foi aprovada uma adenda ao acordo de colaboração entre o Município de Barcelos e os Agrupamentos de Escolas, aprovado no passado dia 25 de setembro e referente à delegação de competências nos diretores de agrupamentos, no âmbito da descentralização, estabelecendo o valor das respetivas transferências financeiras destinadas a suportar as despesas em pequenas obras de conservação e manutenção das instalações escolares.
O Município de Braga assinalou esta segunda-feira, 26 de outubro, o Dia da Biblioteca Escolar com a oferta de uma centena de livros à Rede de Bibliotecas Escolares. A cerimónia de entrega dos livros, oferecidos pelo escritor Pedro Seromenho, decorreu na biblioteca do Centro Escolar de Merelim São Pedro.
Para a vereadora da Educação, Lídia Dias, as bibliotecas escolares “são um elemento forte no processo de formação das crianças, muito embora, o trabalho de criar hábitos de leitura seja uma tarefa de toda a comunidade”. “Por essa razão, o Plano Local de Leitura, que está em marcha, procura ir ao encontro de todas as comunidades do território”, acrescenta Lídia Dias.
A par da vereadora da Educação, a sessão contou com a presença da coordenadora interconcelhia da Rede de Bibliotecas Escolares, Regina Campos, da diretora dos Serviços da Biblioteca Lúcio Craveiro da Silva, Aida Alves, da diretora do Agrupamento de Escolas Mosteiro e Cávado, Maria José Correia, e ainda do escritor Pedro Seromenho.
O Dia da Biblioteca Escolar celebra-se desde 1999, na segunda-feira da quarta do mês de outubro e realça a importância das bibliotecas escolares na educação, promove o gosto pela leitura, uma vez que desempenham um papel muito importante nos estabelecimentos escolares, sendo um vínculo de transmissão de conhecimento.
A PSP de Braga multou vários adeptos do Vitória de Guimarães, antes do encontro entre o VitóriaSCe o SCBraga, por deflagraremváriosartigospirotécnicos no exterior do Estádio D. Afonso Henriques.
Também alguns grupos de adeptos foram autuados por não cumprirem o distanciamento social, juntando-se em grupos superiores a cinco pessoas, medida que entrou em vigor no passado 15 de outubro, face ao decreto do Estado de Calamidade em Portugal.
A Polícia deixou o alerta aos adeptos para que cumpram as medidas de proteção face à Covid-19, mantendo o distanciamento físico, evitar ajuntamentos superiores a cinco pessoas e usar máscara.
“Estes comportamentos afiguram-se essenciais para minimizar o risco de propagação no contexto desportivo, elemento fundamental para que o público possa voltar ao interior dos recintos desportivos. A PSP manter-se-á atenta e interventiva no contexto desportivo, salvaguardando os adeptos que pretendem apoiar as equipas envolvidas e, assim, sem pretenderem colocar-se em risco de contágio”, referiu a PSP.
Desde o início da pandemia da Covid-19 em Portugal, os 14 concelhos do distrito de Braga registaram 8.240 pessoas infetadas pelo novo coronavírus.
Guimarães registou o maior número de infeções no espaço de uma semana, com 396 casos detetados, sendo agora o concelho do distrito com mais casos confirmados.
Segue-se o concelho de Braga (+230), Vila Nova de Famalicão (+174), Barcelos (+155), Vizela (+126), Fafe (+95), Esposende (+43), Vila Verde (+33), Cabeceiras de Basto (+17), Póvoa de Lanhoso (+16), Amares (+15), Celorico de Basto (+15), Vieira do Minho (+2) e Terras de Bouro (+2).
O boletim epidemiológico da Direção-Geral da Saúde desta segunda-feira revelou que há mais 27 mortos, 2.447 infetados e 1.079 recuperados nas últimas 24 horas em Portugal. O número de mortos subiu para os 2.343, registam-se 121.133 casos de infeção pelo novo coronavírus e há ao todo 69.956 pessoas recuperadas.
A região de Lisboa e Vale do Tejo registou 13 mortes, o Norte contabilizou oito, o Centro cinco e o Alentejo um óbito.
Segundo o boletim epidemiológico, mais de metade dos novos casos (66,7%) foram registados no Norte., com 1.633 novas infeções. Há 580 novos casos em Lisboa e Vale do Tejo, 167 no Centro, 27 no Algarve, 24 no Alentejo, 11 na Madeira e 5 nos Açores.
O número de casos ativos no país subiu para 48.834, mais 1.341 em relação a domingo, e 59.631 pessoas encontram-se em vigilância pelas autoridades, mais 882.
Em todo o território nacional há 1.672 internados, mais 98 nas últimas 24 horas, dos quais 240 em cuidados intensivos, mais 10 face a ontem.
A MARB, SA – Centro Logístico do Minho, empresa pública que conta entre os seus acionistas a Câmara Municipal de Braga, e a SIMAB S.A., do grupo Parpública, reforçou no terceiro trimestre deste ano, quando comparado ao período homólogo, os lucros operacionais em 30%, numa altura em que decorrem investimentos na defesa de operadores e visitantes em relação à Covid-19.
Apresentando uma rendibilidade do capital próprio anualizado de 7,9%, o resultado líquido do exercício ascendeu a 225,8 m€, superior ao registado no terceiro trimestre de 2019, em 31,1 m€, ou seja, mais16%. A MARB, SA apresentou ainda margens operacionais positivas e crescentes, de 66% e 45%, ao nível do EBITDA e do EBIT, respetivamente, traduzindo um crescimento em 5,3 % e 4,1 %, face ao período homólogo do ano anterior.
Recorde-se que o MARB reúne quase uma centena de operadores, numa área de 10 hectares sendo responsável pelo abastecimento de 1 milhão e 300 mil residentes no norte do país e zona da Galiza.
Para a evolução da rentabilidade operacional contribuiu o aumento do volume de negócios em 84,6 m€, impulsionado pelas taxas de utilização, que crescem 87,5 m€ (+15,1%), refletindo o início da atividade do novo Entreposto logístico.
O EBIT ascendeu a 345,3 m€, situando-se acima do período homólogo e do PAO3T20, respetivamente, em 65,5 m€ (+23,4%) e 2,3 m€ (+0,7%).
O resultado antes de imposto (EBT) ascendeu a 288,8 m€, situando-se acima do período homólogo do ano anterior e do previsto no PAO3T20, respetivamente em 49,6 m€ (+20,8%) e 2 m€ (+0,7%).
Estes números contribuem para que o MARB continue a reduzir a sua dívida financeira líquida e a ser um exemplo para as empresas do setor empresarial do Estado.
Num ano que nos coloca tantos desafios, como o ano de 2020, é necessário mantermo-nos atentos e não descurarmos a rápida identificação e adequado tratamento dos doentes com AVC. É essencial no dia mundial de AVC, relembrarmos a importância de instruir a população para os sinais de alarme.
Durante a fase inicial da pandemia, apesar de na maioria dos hospitais o circuito dos doentes da VVAVC não ter sofrido grandes alterações, mantendo-se assim ativo e em pleno funcionamento o tratamento de fase aguda. Verificou-se, no entanto, diminuição acentuada do número de doentes com AVC que recorreram ao hospital, o que levou a um decréscimo do número de doentes tratados quer com fibrinólise, quer com trombectomia mecânica. Não há explicação para esta diminuição do número de casos, o que é preocupante. Sabemos que a COVID-19 aumenta o risco de eventos trombóticos, o que deveria levar a um aumento do número de AVC. No entanto, num inquérito realizado a 32 hospitais portugueses, cerca de metade teve diminuição do número de doentes internados por AVC em cerca de 25-50%. Será que alguns doentes com sintomas menores, por receio de serem contaminados, não recorreram aos cuidados de saúde, ou porque os doentes estando em casa com menos stress e melhor adesão a terapêutica tiveram menos eventos?
Se é verdade que, neste momento, deve ser reforçada junto da população a importância do confinamento, é igualmente premente lembrar que o 112 deve ser ativado sempre que for identificado um dos sinais de alerta de AVC (face descaída, perda de força no braço/perna ou alteração da fala), de modo a permitir que os doentes sejam orientados para a unidade hospitalar que permite realizar o tratamento de fase aguda adequado, pois a rapidez de atuação é fundamental para que se possa evitar sequelas.
Além da procura de cuidados de saúde em casos de sinais e sintomas de alerta, deve ser reforçada a indicação, aos doentes, para manter a terapêutica habitual para controlo de fatores de risco vascular (anti-hipertensores, estatinas, antiagregantes plaquetários, anticoagulantes e terapêutica para diabetes). Não existe, atualmente, qualquer indicação para suspender nenhuma das terapêuticas previamente prescritas.
É também essencial garantir o acesso à reabilitação. No início da pandemia a reabilitação a estes doentes foi suspensa na sua quase totalidade. Segundo um inquérito divulgado pela Portugal AVC, 91% dos doentes com indicação para cuidados de reabilitação, entre 20 e 27 de abril, afirmaram ter sido obrigados a interromper os tratamentos ou não ter tido possibilidade de os iniciar. Houve doentes com enorme potencial de recuperação que infelizmente não tiveram acesso a esses cuidados.
Temos de garantir a assistência na sua plenitude a doentes com e sem COVID-19. É assim fundamental permitir que os serviços tenham capacidade para tratar os doentes infetados com SARS-CoV2 e os não infetados. Para que isso aconteça tem de haver um adequado investimento, quer em recursos humanos quer em meios materiais, para evitar o colapso do SNS perante este enorme desafio.
Artigo de opinião de Luísa Fonseca, coordenadora do Núcleo de Estudos da Doença Vascular Cerebral da SPMI.
O CeNTI – Centro de Nanotecnologia e Materiais Técnicos, Funcionais e Inteligentes de Vila Nova de Famalicão e a Simoldes – Plásticos estão a desenvolver uma consola para os carros do futuro.
Já está preparada para a condução autónoma e incorpora várias funcionalidades inteligentes, como avisos quando são esquecidos objetos no seu interior, carregar o telemóvel ou permitir aquecer ou manter a bebida refrigerada.
Esta inteligente consola central automóvel apresenta funcionalidades únicas e que atualmente ainda não estão ao dispor da indústria automóvel, além de responder às atuais necessidades da indústria 4.0 e a valores como a sustentabilidade e a eficiência. Para os condutores, trará uma experiência completamente diferente, com melhor mobilidade e mais conforto.
A consola incorpora também um seletor de mudanças automáticas totalmente inovador, que é atuado através de um simples toque, tendo ainda a capacidade de se recolher quando ativado o modo de condução autónoma. Impulsionar a relação homem-máquina e dar ao utilizador, em cada viagem, mais controlo, autonomia, segurança e tranquilidade são os principais objetivos da consola, que incorpora superfícies interativas, materiais funcionais e inteligentes e sistemas eletrónicos de comunicação.
Na sua produção, foram utilizadas tecnologias avançadas, sistemas de sensorização e de iluminação inovadores, conferindo-lhe maior valor estético e funcional. “Todas as funcionalidades foram desenvolvidas e monitorizadas para se “arrumarem” dentro da consola. Deste modo, além de manter as suas linhas simples, seamless, conseguimos ter uma consola limpa e organizada, transmitindo tranquilidade ao utilizador”, refere Inês Matos, uma das investigadoras responsáveis pelo projeto.
A integração de materiais sustentáveis é também uma das principais características da consola. “Disponibilizar uma consola que é leve e, ao mesmo tempo, amiga do ambiente, é essencial, sobretudo, agora, numa altura em que a economia, a sociedade e a própria indústria automóvel se estão a mobilizar para promover a sustentabilidade”, realça a responsável.
Apesar do impacto da atual pandemia e da queda de produção automóvel em Portugal – que, em março, foi de 46 por cento, segundo dados da Associação Automóvel de Portugal – o setor automóvel continua ser um dos mais importantes para a economia nacional e europeia.
Sobre o CeNTI
Fundado em 2006, o CeNTI – Centro de Nanotecnologia e Materiais Técnicos, Funcionais e Inteligentes – resulta de uma parceria entre três universidades – Aveiro, Minho e Porto – e três entidades tecnológicas, nomeadamente o CITEVE – Centro Tecnológico das Indústrias Têxtil e do Vestuário de Portugal, o CTIC – Centro Tecnológico das Indústrias do Couro e o CEIIA – Centro para a Excelência e Inovação na Indústria Automóvel.
Tem atualmente uma equipa composta por mais de 100 colaboradores e está vocacionado para o desenvolvimento de novos produtos e soluções, tendo por base a nanotecnologia e os materiais funcionais e inteligentes.
Com uma forte ligação ao tecido empresarial, o CeNTI já participou em mais de 170 projetos com a indústria nacional e internacional e possui um portefólio de 67 pedidos de patentes ativas e 35 patentes concedidas.
Sobre a Simoldes – Plásticos
A Simoldes – Plásticos é uma empresa do português Grupo Simoldes, com sede em Oliveira de Azeméis, que atua no setor automóvel desde 1959. É especializada no desenvolvimento e produção de componentes plásticos por injeção e possui uma vasta carteira de clientes, em países como Espanha, França, Alemanha, Reino Unido e Polônia.
A Simoldes é um dos poucos Grupos com capacidade de suporte e produção de componentes automóveis para conceituadas marcas como grupo VW (Audi, SEAT, VW, SKODA), PSA, RSA, TOYOTA, BMW, entre outros.