A chuva despede-se na madrugada desta quinta-feira. O sol regressa amanhã a Braga e traz uma subida das temperaturas máximas, segundo o Instituto Português do Mar e da Atmosfera.
O dia mais quente será na sexta-feira, 29 de outubro, com os termómetros a atingirem os 24 graus.
A chuva vai manter-se até de madrugada com as máximas a rondarem os 16º. Para esta quarta-feira, o IPMA prevê céu pouco nublado e as temperaturas a subirem até aos 19º. Na quinta e sexta-feira, espera-se céu limpo com temperaturas máximas de 20º e 24º, respetivamente.
As mínimas vão rondar os 8º esta terça e quarta-feira, descendo para os 4º na quinta-feira e voltam a subir na sexta-feira para os 8º.
No entanto, o distrito de Braga vai estar esta quarta-feira em alerta amarelo devido à agitação marítima, prevendo-se ondas de noroeste com 4 a 5 metros, passando a alerta laranja a partir das 18h00 até às 12h00 de quinta-feira, 28 de outubro, esperando-se ondas de noroeste com altura significativa de 5 a 6 metros, podendo haver ondas de altura máxima até 10 metros.
A partir do meio-dia de amanhã, o aviso passa novamente para amarelo, vigorando até à meia-noite.
Portugal registou, esta terça-feira, 3.299 novos infetados por Covid-19, 28 mortos e 2.388 recuperados, segundo o boletim epidemiológico da Direção-Geral da Saúde. O número de casos confirmados no país subiu para os 124.432, morreram 2.371 pessoas desde o início da pandemia e há ao todo 72.344 casos de recuperação.
O boletim epidemiológico indica que morreram 12 pessoas na região Norte, sete em Lisboa e Vale do Tejo, 5 no Alentejo e 4 no Centro.
63% dos novos casos foram registados na região Norte com 2.076 novos infetados. Há 961 novos casos em Lisboa e Vale do Tejo, 201 no Centro, 30 no Algarve, 12 no Alentejo, 16 na Madeira e 3 nos Açores.
O número de casos ativos no país aumentou para 49.717 , mais 883 em relação a segunda-feira, e 60.063 pessoas encontram-se em vigilância pelas autoridades, mais 432.
Em todo o país há 1.747 internados, mais 75 nas últimas 24 horas, dos quais 253 em cuidados intensivos, mais 13 face a ontem.
A Câmara Municipal de Guimarães vai reforçar a resposta na área da saúde e no âmbito das ações de complementaridade para o combate à pandemia da Covid-19, através de um protocolo com o Centro de Medicina P5, da Escola de Medicina da Universidade do Minho.
Este Centro de Medicina tem como objetivo a prestação de cuidados de saúde, através de recursos digitais que permitem o acompanhamento do doente.
Este protocolo visa criar meios alternativos aos presenciais e às linhas telefónicas atualmente existentes para facilitar a realização de diagnósticos e o acompanhamento de doentes, com vista a reduzir o enorme impacto que as restrições levantadas em razão daquela pandemia estão a provocar em doentes não Covid-19, que se vêm impedidos de aceder com a regularidade e a prontidão necessárias aos cuidados de saúde que a sua condição reclama.
O P5 assegurará a prestação de serviços clínicos aos cidadãos de Guimarães, através de plataformas digitais de serviços de monitorização e de avaliação de sintomas clínicos, em articulação com as unidades prestadoras de cuidados de saúde do Serviço Nacional de Saúde. Existirá a interação entre os profissionais de saúde e os munícipes e avaliação do impacto dos resultados clínicos, no âmbito de projetos de investigação.
Estão assegurados ainda serviços de apoio clínico para triagem de utentes, através das aplicações digitais ou da linha telefónica, onde os munícipes podem entrar em contacto com os profissionais do P5.
A Diabetes consiste em alterações da quantidade de açúcar no sangue, sendo que é diagnosticada em mais de 40% da população portuguesa. O pé diabético está associado à presença de Diabetes e é uma das principais causas de amputação do pé, contudo, esta doença é muitas vezes negligenciada. Existem cuidados essenciais a ter de modo a evitar este problema e diminuir o seu impacto.
Segundo a Federação Internacional da Diabetes (International Diabetes Federation), até 2019 cerca de 463 milhões de adultos viviam com a diabetes, sendo que mais de 1,1 milhão de crianças e adolescentes viviam com a diabetes tipo 1.
É importante consciencializar a população para o diagnóstico prévio e que tenham em atenção as principais causas deste problema. Estas estão, por vezes, na má circulação sanguínea, no tempo demasiado longo em camas hospitalares e, principalmente, nas alterações da ramificação nervosa. É frequente que as pessoas com pé diabético sintam a pele a secar, o surgimento de feridas, queimaduras e bolhas que podem dar origem a infeções.
No sentido de evitar e prevenir este flagelo é essencial que as pessoas sejam acompanhadas por uma equipa multidisciplinar e especializada, que se complementa com os vários setores da área da saúde; tenham um estilo de vida saudável, apostando numa boa alimentação; uma higiene cuidada dos pés; pratiquem atividade física de forma regular e adotem posições favoráveis à estimulação da circulação sanguínea. Por outro lado, devem evitar fumar e estar em posições como pernas cruzadas.
Também a escolha de um calçado adequado e adaptado às necessidades de indivíduos com pé diabético é extremamente importante. Estes devem optar por um calçado confortável no seu todo, que se ajuste corretamente ao pé, de modo a não ser muito largo ou apertado. Não obstante, não é recomendável a utilização de sapatos com costuras no seu interior, bem como de meias apertadas.
A Federação Internacional da Diabetes estima que em todo o mundo existam 463 milhões de pessoas com diabetes, número que pode atingir os 700 milhões em 2045 (International Diabetes Federation [IDF], 2019).
Artigo de opinião de Francisco Oliveira Freitas, podologista responsável pelo Centro de Podologia de Famalicão.
Duas viaturas colidiram na manhã desta terça-feira, na Variante do Cávado, direção Braga – Vila Verde, junto à saída do centro comercial Nova Arcada. Há dois feridos ligeiros.
O alerta foi dado às 10h43, tendo mobilizado três elementos dos Bombeiros Voluntários de Braga, uma ambulância desta Corporação, o INEM e os militares da GNR, que estão a registar a ocorrência.
Os bombeiros ainda se encontram no local para efetuar a limpeza, estando a via condicionada ao trânsito.
A proposta “Porta Aberta”, apresentado pelo gabinete de arquitetura “Sequeira Arquitectos”, venceu o concurso de ideias para a criação de um monumento evocativo ao Arcebispo D. Diogo de Sousa.
Após a análise dos trabalhos, o júri do concurso atribuiu ainda duas menções honrosas às propostas apresentadas pelos arquitetos Nuno Alexandre Galamba Caeiro Martins e Ângelo Manuel Morgado Ribeiro, que se distinguiram pela sua singularidade.
O monumento, que será instalado no Campo da Vinha, no cruzamento entre a Rua dos Capelistas e a Rua Dr. Justino Cruz, será uma evocação da personalidade religiosa e secular de D. Diogo de Sousa que, através da sua “porta visionária”, abriu Braga ao mundo.
“D. Diogo de Sousa, ao passar por Braga, engrandeceu esta cidade. Esta ‘porta’ representa toda a sua visão estratégica que, através da sua passagem por Braga, deixou obras impactantes de extrema importância, que ainda hoje marcam o ADN desta ilustre cidade”, é referido na memória descritiva do projecto, lembrando que a porta “simboliza a diferença que cada um pode fazer ao passar num determinado local”.
A apreciação do júri, presidido por António Ponte, diretor Regional de Cultura do Norte, baseou-se na observação rigorosa dos objetivos formulados nos termos de referência, valorizando a forma como o trabalho premiado se insere no contexto urbano e também pela sua expressão contemporânea.
Com este monumento, o Município pretende evocar a figura mais importante do urbanismo bracarense de todos os tempos e, dada à qualidade das propostas apresentadas, o júri entendeu, também, manifestar o seu agradecimento a todos os concorrentes, pelo contributo dado para a refleção conducente à concretização de um monumento evocativo ao Arcebispo D. Diogo de Sousa. O regulamento prevê a atribuição de 4 mil euros ao vencedor do concurso e mil euros para cada menção honrosa.
O júri integrou ainda o presidente da Câmara Municipal de Braga, Ricardo Rio, o vereador do pelouro da Regeneração Urbana e Património Cultural da Câmara Municipal de Braga, Miguel Bandeira, o representante da Arquidiocese de Braga, Mário Paulo Pereira, o representante técnico da Escola de Arquitetura da Universidade do Minho, Maria Manuel Lobo Pinto de Oliveira, responsáveis da Divisão do Centro Histórico, Património e Arqueologia da Câmara Municipal de Braga e representantes da Sociedade Nacional de Belas Artes.
Uma equipa liderada por Ricardo Franco-Duarte, da Universidade do Minho, encontrou uma nova espécie de levedura em uvas nos Açores, com potencial para a produção de biomassa e lípidos. O trabalho acaba de sair no conceituado “International Journal of Systematic and Evolutionary Microbiology” e envolve cientistas das universidades dos Açores, Minho e Liubliana (Eslovénia) e do Centro Laimburg (Itália).
A levedura é um microrganismo essencial, por exemplo, na produção de vinho, pão e cerveja. O alimento (substrato) favorito da levedura é normalmente a glucose, mas é dispendiosa. Por isso, tem-se procurado substratos alternativos e mais acessíveis, como o amido, que tem várias moléculas de glucose e surge no arroz, batata e trigo, entre outros. A levedura agora descoberta, Clavispora santaluciae, destaca-se precisamente por ter enzimas que degradam o amido, ou seja, pode ter muito potencial comercial.
Ricardo Franco-Duarte, do Centro de Biologia Molecular Ambiental (CBMA) da UMinho, explica que a nova levedura, além de alargar o conhecimento da biodiversidade vínica, “abre perspetivas para potenciais aplicações na produção de compostos de valor acrescentado, como biomassa e lípidos”. A produção de substâncias de interesse industrial a partir de resíduos agroindustriais, por exemplo, é uma opção relevante, ao reduzir impactos ambientais e ao acrescentar valor aos resíduos. “Espero que esta investigação aumente a perceção do potencial de novos isolados de leveduras a nível biotecnológico, como alternativa à utilização de leveduras convencionais”, frisa.
O estudo foi realizado em 33 locais de sete ilhas do arquipélago dos Açores, tendo sido recolhidas 105 amostras de uvas e identificadas 28 espécies de leveduras. A nova espécie, Clavispora santaluciae, deve o nome à quinta de Santa Luzia, situada na baía de São Lourenço, na ilha de Santa Maria. A investigação contou com fundos do Compete 2020, através do FEDER e da Fundação para a Ciência e a Tecnologia.
A GNR, através do Núcleo de Investigação e Apoio a Vítimas Específicas (NIAVE) de Braga, deteve ontem um homem de 55 anos por violência doméstica, em Vila Verde.
No decorrer de uma investigação por violência doméstica, os militares deram cumprimento a um mandado de detenção, uma vez que o indivíduo, ao longo de 24 anos de relacionamento, coagia psicologicamente a sua mulher de 49 anos, através de ameaças e controlo excessivo. Após o fim da relação, o suspeito continuava a persegui-la constantemente.
O detido, após ter sido presente ao Tribunal Judicial de Braga, ficou sujeito às medidas de coação de proibição de contactos com a vítima por qualquer forma ou meio e proibição de se aproximar da residência e da vítima a uma distância inferior a 400 metros, controlado por pulseira eletrónica.
Realizou-se, esta segunda-feira, a reunião do Conselho Consultivo para o Desenvolvimento do Turismo de Braga, órgão criado pelo Município de Braga para implementação da estratégia concertada entre entidades públicas e privadas para o desenvolvimento do setor.
A abertura da Loja de Turismo da Estação, que será ocupada pela entidade regional de Turismo do Porto e Norte e se vai afirmar como uma das portas de entrada na região, foi um dos assuntos em destaque.
A reunião serviu para analisar alguns dados estatísticos e a estratégia turística que tem vindo a ser implementada pelo Município de Braga. Apesar da presença em feiras turísticas não ter decorrido como planeado, devido à pandemia da Covid-19, Altino Bessa, vereador do Turismo, elencou um vasto conjunto de iniciativas realizadas pela Autarquia, com o objetivo de dinamizar o setor.
A par do projeto “Conhecer para Melhor Divulgar” e da “Pop UP Store”, colocada à disposição das empresas de animação turística do concelho para a promoção dos seus produtos e serviços, Altino Bessa recordou a aposta estratégica que tem sido feita na gastronomia, desde logo com a realização do “Vinho Verde Fest” e dos jantares vínicos em parceria com a Associação Comercial de Braga, ou a Semana do Bacalhau à Braga, inserida nos “Fins de Semana Gastronómicos” da entidade regional de Turismo do Porto e Norte de Portugal.
Na área da sustentabilidade, o destaque foi para a participação de Braga na Rede Europeia de Cidades Turísticas Sustentáveis, para a criação da app “Braga Explorer” e, ainda, para a realização da curta-metragem “Braga Natural”, que convida à descoberta e à fruição de locais menos conhecidos, a observar a fauna e flora do concelho.
Altino Bessa destacou, igualmente, a requalificação das praias fluviais de Navarra e Cavadinho, cujo projeto deverá arrancar no início do próximo ano.
Fernando Araújo, fotógrafo bracarense, registou as cores mais belas do Outono no Santuário do Bom Jesus do Monte.
Além da beleza natural e paisagística, o bracarense captou várias imagens da arquitetura do santuário, classificado como Património Mundial da UNESCO, tornando as fotografias em verdadeiros postais de visita.
O fotógrafo confessou a sua paixão pela fotografia e o gosto de promover a cidade de Braga. “Gosto de fotografar a natureza, o património, a cultura, as pessoas e os animais que estão incluídos na natureza. Fotografar é uma paixão e sou um grande promotor de Braga por gosto”, contou.
Fernando Araújo também realiza fotoreportagens sobre cultura. Teve recentemente uma exposição no Museu Pio XII sobre o centenário do Santuário do Sameiro e encontra-se neste momento com outra exposição intitulada “Casa dos Gatos” no auditório da Junta de Freguesia de São Victor.