De 16 a 22 de novembro, as coleções de moda Outono-Inverno do comércio vão invadir as redes sociais da Associação Comercial de Braga e do I Shop Braga.
Tendo como fundo os espaços interiores e exteriores do Mosteiro de São Martinho de Tibães, cada loja aderente vai apresentar algumas das melhores propostas de moda para esta estação, em formato vídeo-editorial.
Esta é uma iniciativa da Associação Comercial de Braga, em parceria com o Município de Braga, e visa promover e dinamizar o comércio local, demonstrando a oferta disponível através do lançamento de vários vídeos promocionais.
Em formato 100% digital, a Semana da Moda vai mostrar a oferta do comércio em roupa masculina e feminina, bem como no calçado, acessórios de bijuteria e as malas, incentivando à preferência pelas lojas do comércio local.
Desde 2016 que a comunidade escolar do Colégio Luso-Internacional de Braga (CLIB) se mobiliza no acolhimento de famílias de refugiados em Braga.
Esta semana, chegou a Braga a 10ª família acolhida por esta escola. Trata-se de um casal sírio, com três filhos e que, agora, tenta recomeçar a sua vida em Portugal. A família foi instalada numa casa preparada e mobilada pela comunidade académica do Colégio Luso-Internacional de Braga e alguns amigos que se juntaram com este propósito comum. O apoio vai estender-se também ao acesso à saúde, educação e trabalho, sendo o CLIB responsável pelo bem-estar e integração desta família por dezoito meses.
“Estamos cientes que o valor de uma organização se mede pelo modo como trata a vida e, assim, o CLIB prossegue com o seu papel activo na comunidade onde se insere. O colégio é muito sensível à hospitalidade e cultiva nos seus alunos estes sentimentos de empatia e acolhimento, contrariando assim sentimentos de hostilidade para com nacionais de países terceiros”, refere Helena Pina Vaz, diretora do CLIB.
A chegada desta família à região resulta de um protocolo entre o colégio com a Plataforma de Apoio aos Refugiados, PAR, cuja Comissão executiva o CLIB integra também desde 2016.
“Vindos da Síria, procuram recomeçar a sua vida em Braga e num país que lhes abre as portas na esperança de que encontrem agora paz e um novo lar e uma sociedade simpática e acolhedora”, refere a diretora, considerando que “este projeto tem sido muito importante para o colégio”.
“No CLIB não entendemos possível outra forma de abordar este flagelo mundial, que não seja a nossa disponibilidade total para nos envolvermos e fazermos a nossa parte. Toda a comunidade escolar, alunos, pais e colaboradores se envolvem no acolhimento destas famílias Há sempre alguém que pode ajudar com alguma coisa no processo de integração das novas famílias e com o contributo de muitos, passo a passo conseguimos apoiar neste recomeço estas pessoas já tão massacradas pela vida”, salientou.
O Colégio Luso-Internacional de Braga é a única escola internacional em Braga, com um currículo e metodologias que visam a excelência na preparação académica, o CLIB promove uma diversidade adequada de programas, materiais e atividades quotidianas, fornecendo uma educação de alta qualidade, equilibrada e relevante a todos os seus alunos, incluindo sempre que possível a participação e colaboração dos pais.
Desde o início da pandemia em Portugal morreram 3.250 pessoas por Covid-19, registaram-se 204.664 casos de infeção e há ao todo 117.382 recuperados, segundo o boletim epidemiológico da Direção-Geral da Saúde. Nas últimas 24 horas morreram 69 pessoas, detetaram-se 6.653 novos infetados e 3.693 casos de recuperação.
De acordo com o boletim epidemiológico, morreram 32 pessoas no Norte, 27 em Lisboa e Vale do Tejo, 8 no Centro, 1 no Alentejo e 1 no Algarve.
Foram registados 4.061 novos casos no Norte, 1.733 em Lisboa e Vale do Tejo, 626 no Centro, 114 no Alentejo, 86 no Algarve, 19 nos Açores e 14 na Madeira.
O número de casos ativos aumentou para 84.032, mais 2.891 face a ontem, e 90.425 pessoas encontram-se em vigilância pelas autoridades de saúde, mais 750.
Em todo o país há 2.799 pessoas internadas, mais 5 em 24 horas, das quais 388 em unidades de cuidados intensivos, mais 5.
A Junta de Freguesia de São Victor, em Braga, está a apelar a população com animais de estimação para manter a freguesia limpa, durante os passeios com os amigos de quarto patas.
O Executivo fez uma publicação a avisar a comunidade para levar sempre um saco quando for passear os cães de estimação, para fazer a recolha dos dejetos.
“Quando passeares o teu animal de estimação, não te esqueças de levar sempre um saco para recolher os dejetos do teu cão, não os deixando ficar no chão. A freguesia de São Victor é tua, mas também dos teus vizinhos e dos restantes fregueses. Ajuda-nos a manter a freguesia limpa!”, apelou a Autarquia local.
É de relembrar que constitui contraordenação, punível com coima entre 50 a 485 euros, deixar que os canídeos ou outros animais defequem em espaços públicos, a menos que os donos ou acompanhantes do animal removam de imediato os dejetos (exceto pessoas invisuais).
Luís Gonçalves Ferreira, estudante de doutoramento da Universidade do Minho, venceu o Prémio Lusitania História, da Academia Portuguesa da História, por um estudo que mostra como a roupa doada pelas misericórdias reconhecia as diferenças entre os pobres nos séculos XVII e XVIII.
O galardão, que reconhece uma obra de investigação sobre a História de Portugal publicada no último ano, vai ser entregue a 9 de dezembro, às 15:00, em Lisboa, com transmissão online. Luís Gonçalves Ferreira concorreu com a sua dissertação de mestrado em História pela UMinho, “Vestidos de caridade: assistência, pobreza e indumentária na Idade Moderna”, editada em livro pela Misericórdia de Braga e pela Húmus.
“Estou feliz e ainda a ‘processar’ este prémio tão importante, que é um incentivo emocional e de carreira. Prova que estou a arriscar na direção certa, que valeu a pena tanto trabalho e que é possível publicar livros com investigação de qualidade e a respeitar os ‘tempos’ da História”, afirma o autor. O seu estudo é duplamente inovador, ao abordar a indumentária dos pobres (em vez das habituais elites) e a prática de esmola aos pobres, provando que as Santas Casas da Misericórdia acentuaram a identificação de subescalas de pobres, percetíveis pelo tipo de roupa, sapatos, objetos domésticos, alimentos, guarida, valores, salários e emprego que lhes doavam. Por exemplo, notava-se que viúvas, órfãos e padres vestiam-se melhor do que mendigos e delinquentes, os quais apresentavam roupa esfarrapada. Aliás, até o tipo de mortalha doado no funeral “comunicava” a situação do pobre.
Luís Gonçalves Ferreira centrou o seu mestrado no caso de Braga, mas encontrou muitos indícios de um cenário idêntico pelo reino, nomeadamente em cidades como Lisboa e Porto, que está a aprofundar na sua tese doutoral. Aliás, as Santas Casas estavam sob alçada do rei e também presentes nas colónias, sendo “agentes ativos na categorização da aparência dos pobres” em vários continentes na Idade Moderna. “A esmola era um ato político, não era dar por dar, avaliava-se o pobre numa escala social e situando-o pela roupa, numa espécie de cultura da consideração e das expectativas que a instituição tinha”, justifica o investigador. As Santas Casas contribuíram para muitas pessoas sobreviverem e terem dignidade.
Por outro lado, “dar esmola significava fazer o bem a Deus e a prática misericordiosa de ‘vestir os nus’ (pobres) era assim uma bolsa de crédito para aliviar a agonia da alma no purgatório”. Nos arquivos ao dispor, o historiador analisou também tipologias, materiais e cores dos objetos esmolados, o impacto destes na despesa da instituição e a construção da imagem e aparência social, explorando os fenómenos de moda, de ritualização, de civilidade e de privatização, mas também das narrativas históricas com os pobres à mercê dos ricos e sem margens de atuação.
Nota biográfica
Luís Gonçalves Ferreira nasceu há 30 anos em Vila Verde e vive em Braga. É licenciado, mestre e doutorando em História pela UMinho, além de investigador do Laboratório de Paisagens, Património e Território (Lab2PT) e membro do grupo História Social a Norte. Venceu três Bolsas de Mérito pela Direção-Geral do Ensino Superior, três Bolsas de Excelência pela UMinho e o Prémio Eng. Duarte do Amaral pela Sociedade Martins Sarmento. A sua tese doutoral, “Pobres, doentes e esfarrapados? Indumentária de pobres no contexto da assistência urbana do Porto e Lisboa (séculos XVII e XVIII)”, tem apoio da Fundação para a Ciência e Tecnologia. Já publicou 15 artigos científicos sobre a História social e cultural, com foco no vestuário, na pobreza, no género e nas instituições assistencialistas, sendo ainda autor de vários blogues.
A Academia Portuguesa da História é uma instituição de utilidade pública fundada em 1938 que reúne especialistas dedicados à reconstituição documental e crítica do passado, materializada na organização de eventos e publicações, nomeadamente de fontes e obras com rigor científico que facilitem aos portugueses o conhecimento da sua História. Esta Academia distingue, com o apoio de mecenas, o mérito de obras historiográficas publicadas a cada ano.
O concelho de Vizela inicia na próxima terça-feira, 17 de novembro, a fazer testes rápidos de antigénio à Covid-19.
Os Bombeiros Voluntários de Vizela serão os primeiros a serem testados, seguindo-se os funcionários e professores de creches, jardins de infância e escolas do 1.º ciclo da rede pública e privada do concelho. Estes testes serão também utilizados no caso do surgimento de eventuais surtos.
A Câmara Municipal considera de “extrema importância a realização dos testes, não só o aumento do número de indivíduos testados, mas também a rapidez do diagnóstico, tendo como objetivo a deteção rápida, no sentido de uma implementação célere de medidas de isolamento que conduzam à contenção da transmissão do vírus”.
A Autarquia criou uma equipa de emergência de testes, efetuados numa unidade de rastreio móvel, uma carrinha adaptada para o efeito, sendo esta constituída por profissionais de saúde, que estarão disponíveis para testar em caso de necessidade, em especial nas escolas, nas USF’S, nas IPSS, nos bombeiros locais e no comércio local.
“O objetivo da realização dos testes é criar condições de segurança, em especial para esbater a propagação do surto associada a esta nova realidade, aferindo quem possa estar infetado e desta forma evitar a propagação, entre a comunidade vizelense”, realça a Autarquia.
A Câmara Municipal já realizou testes de despiste e diagnóstico da Covid-19 no final do mês de outubro em todas os lares do concelho, nomeadamente Centro social de Santa Eulália, Santa Casa da Misericórdia e AIREV, tendo resultado em dez utentes que testaram positivo à Covid-19.
A GNR, através do Núcleo de Investigação Criminal, deteve esta quinta-feira dois homens de 35 e 36 anos, por roubo de máquinas de venda de tabaco, em Braga.
No âmbito de uma investigação que decorria há dois meses, os militares da GNR apuraram que os suspeitos roubavam máquinas de venda de tabaco no distrito de Braga, com incidência nos concelhos de Braga, Vila Verde, Amares e Barcelos, e no distrito do Porto, nomeadamente em Leça da Palmeira e Vila do Conde.
No total, são suspeitos de 11 furtos qualificados em estabelecimentos comerciais, dois dos quais na forma tentada, quatro furtos de chapas de matrículas e um furto de veículo.
No decorrer das diligências policiais, foram realizadas duas buscas domiciliárias, tendo sido apreendidos 13 maços de tabaco, dois telemóveis, uma televisão, diversas ferramentas destinadas à execução dos furtos e um veículo furtado.
Os detidos, com antecedentes criminais por furtos, serão presentes a primeiro interrogatório hoje, dia 13 de novembro, no Tribunal Judicial de Braga.
Realizou-se esta quinta-feira a primeira reunião do Conselho Estratégico da Candidatura de Braga a Capital Europeia da Cultura 2027.
Este órgão consultivo da candidatura terá como competências elaborar recomendações sobre o processo de Candidatura de Braga a Capital Europeia da Cultura 2027 e acompanhar a implementação, avaliação e monitorização da Estratégia BRAGA CULTURA 2030, o documento que serve de base à preparação da referida candidatura.
O Conselho Estratégico é constituído por especialistas e figuras incontornáveis na área da cultura: Francisco José Viegas, escritor e antigo secretário de Estado da Cultura; Isabel Pires de Lima, Bracarense, ex-ministra da Cultura e Professora Catedrática; Maria João Bustorff, também antiga detentora da pasta ministerial da Cultural e licenciada em Ciências Sociais e Políticas; Luís Braga da Cruz, ex-presidente da Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Norte e vice-presidente do Conselho de Administração da Fundação de Serralves; António Ponte, diretor regional de Cultura do Norte; e Maria Manuela Martins, vice-reitora da Universidade do Minho.
Ricardo Rio, presidente da Câmara Municipal, afirmou ter “muito orgulho neste leque de personalidades de enorme prestígio que faz parte deste Conselho Estratégico e que irá ajudar Braga nesta candidatura”. O autarca disse que “este conjunto de personalidades possui um vasto conhecimento não só do sector da cultura, mas também da sociedade portuguesa, e serão fundamentais para todo este processo”.
Os trabalhos preparatórios para a Candidatura de Braga a Capital Europeia da Cultura 2027 tiveram início em 2018 com o desenvolvimento da Estratégia Cultural de Braga 2020-2030, processo que decorreu durante dois anos e se materializou num documento já aprovado pelos órgãos municipais.
Nos tempos que correm, e a propósito do Dia Mundial da Pneumonia, é importante lembrar que a pneumonia mata 16 pessoas por dia em Portugal, e 11 mil pessoas por mês em contexto europeu, segundo dados internacionais e portugueses. A tendência é que estes números continuem a evoluir, devido à atual pandemia que vivemos.
A pneumonia é um quadro de infeção respiratório grave, por atingir uma parte importante do pulmão – o parênquima pulmonar –, correspondente à área onde se efetuam as trocas gasosas, fundamentais para a manutenção da vida. Pode ser desencadeada por diversos microrganismos, dos quais se destacam as bactérias e os vírus. Estes últimos têm ganho particular destaque, uma vez que o SARS-CoV-2 pertence à família de agentes virais causadores desta patologia. De salientar ainda, que para além do vírus SARS-CoV-2, o pneumococo era, e continua a ser, o principal agente responsável por pneumonias a nível mundial. Trata-se de uma bactéria, que em muitos casos, pode ser letal.
Na maior parte dos casos, a pneumonia ocorre quando os mecanismos de defesa da pessoa estão enfraquecidos. É por isso que hoje, mais do que nunca, há uma preocupação acrescida com os grupos de risco, de que fazem parte ou pessoas com problemas respiratórios graves, os doentes oncológicos, obesos, idosos, entre outros. No caso da Covid-19, infeção causada pelo SARS-CoV-2, a maior parte das pessoas infetadas apresentam apenas sintomas ligeiros como febre, dores no corpo e tosse, ou podem mesmo não apresentar qualquer sintoma. No entanto, em cerca de 5% dos doentes pode haver um agravamento do quadro, levando a pneumonia, o estádio mais grave da Covid-19.
Qualquer que seja o agente causador de pneumonia, os sintomas manifestam-se habitualmente na forma de febre e calafrios, muitas vezes acompanhados de dores de cabeça e musculares, tosse com ou sem expetoração, dor torácica e dificuldade respiratória, que pode mesmo resultar na sensação de falta de ar. A pneumonia pode ainda evoluir para mais complicações, como a insuficiência respiratória, os abcessos pulmonares (coleções de pus no pulmão), a bacteriemia, (que ocorre quando as bactérias causadoras da pneumonia se disseminam para a corrente sanguínea e provocam infeções que podem afetar outros órgãos), ou ainda o derrame pleural, (que se traduz pela existência de líquido ou mesmo de pus nos pulmões).
Para um adequado diagnóstico e identificação das principais causas de pneumonia, existem os testes laboratoriais em que são mais comuns as colheitas de expetoração e as secreções respiratórias. Já os testes específicos servem para identificar determinados agentes, como bactérias ou vírus respiratórios. Para este efeito, recorre-se às técnicas de biologia molecular, como é exemplo as de PCR, que recentemente ganharam popularidade e permitem identificar vírus como a Covid-19 ou a gripe, ou a bactéria Legionella. Todos estes testes são realizados nos laboratórios SYNLAB.
A melhor forma de se proteger passa por alguns conselhos já amplamente divulgados, mas que, por vezes, temos tendência a descurar. Proteja-se das diferenças de temperatura bruscas; desinfete e lave as mãos com frequência; e alimente-se de forma adequada. Muitas das bactérias alojam-se na boca, por isso, melhore a sua higiene oral, lavando os dentes com frequência e, se possível, utilize um elixir bucal. As próteses dentárias removíveis podem ser um agente propagador de bactérias, desinfeta-as com produtos próprios. Este processo vai ajudá-lo a prevenir-se de infeções.
Naturalmente que as formas de nos protegermos da pneumonia causada pela Covid-19 ou pela gripe são amplamente conhecidas, sendo semelhantes para as duas infeções.
A juntar a estas medidas, a vacina contra a gripe é sempre uma medida importante, particularmente importante este ano, em que poderão co-circular os dois vírus, SARS-CoV-2 e gripe. Ainda se vai a tempo para esta vacinação.
Artigo de opinião de Paulo Paixão, médico virologista da SYNLAB Portugal e presidente da Sociedade Portuguesa de Virologia.
Após uma semana soalheira, a chuva regressa este fim de semana ao distrito de Braga e as temperaturas máximas também vão diminuir, segundo o Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA).
Esta sexta-feira, o sol ainda vai brilhar com alguma nebulosidade e temperaturas máximas de 21º. Para este sábado e domingo estão previstos aguaceiros com os termómetros a atingirem os 17º e os 18º, respetivamente.
Com a chuva prevista para o fim de semana, mínimas vão subir dos 8º, esperados para esta sexta-feira, até aos 14º, previstos para domingos.
As previsões do IPMA apontam que o sol estará de regresso a partir de segunda-feira.