O Município de Amares aprovou na segunda-feira, em Reunião de Câmara, a atribuição de um subsídio extraordinário à Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários de Amares.
A verba, no valor de cinco mil euros, destina-se a comparticipar as despesas inerentes ao transporte de cisternas de água, entre os meses de junho e setembro de 2021, para reposição dos reservatórios de águas municipais.
“Nessa época, fruto das temperaturas elevadas, a Associação Humanitária dos Bombeiros efetuou ao Município de Amares o pedido de dezenas de transportes de cisternas de água para consumo humano para reposição dos níveis dos diversos reservatórios municipais e, por esse motivo, teve um custo acrescido com os referidos transportes”, explicou o presidente da Câmara Municipal de Amares, Manuel Moreira.
O montante será pago numa única prestação depois de assinados os termos de concessão do protocolo do referido apoio financeiro.
A Comissão Política Distrital do PAN Braga questionou a Câmara Municipal de Esposende sobre sete poços a céu aberto, em Belinho.
As questões surgem após as queixas de vários cidadãos e denúncias de associações. “Ao que o PAN apurou, os poços encontram-se sem qualquer resguardo ou cobertura, suscetíveis a quedas tanto de pessoas como de animais, tendo recentemente, e ao que se conhece das redes sociais, originado a morte de um animal doméstico, que terá sido encontrado dentro de um dos poços”, sublinha o partido.
“Esta situação já terá sido alvo de sinalização, atendendo que se trata de algo que se mantém há vários anos, constituindo, assim, um perigo iminente para a população”, acrescenta.
Por forma a obter esclarecimentos sobre a situação, o partido questionou a Câmara Municipal sobre a origem e finalidade destes poços, bem como “as diligências que a Autarquia pretende tomar para assegurar as condições de segurança no local”.
“Esta é uma situação alarmante que coloca pessoas e animais em risco de vida”, afirma Rafael Pinto, porta-voz distrital. “É incompreensível como este perigo tem sido ignorado pelos responsáveis. Lamentamos a morte da Ruth, a cadela que foi encontrada num destes poços já sem vida. Exige-se uma ação célere, por parte das entidades competentes, por forma a evitar desfechos trágicos semelhantes”, finalizou.
A Rede de Bibliotecas de Vila Nova de Famalicão promove entre 15 e 20 de março a 11.º Semana da Leitura, dedicada ao tema “Somos o que Lemos”.
A iniciativa, que conta com diversas iniciativas dirigidas tanto à comunidade educativa como à população geral do concelho, irá decorrer em ambiente online, através do facebook da Biblioteca Municipal Camilo Castelo Branco.
A sessão de abertura da Semana da Leitura das Bibliotecas de Famalicão está marcada para 15 de março, pelas 15:00, e será concretizada e transmitida a partir da Escola Básica D. Maria II, a escola que este ano retoma o acolhimento e a realização deste evento. Para amadrinhar esta edição da Semana da Leitura foi convidada a escritora e jornalista Filipa Martins.
Filipa Martins nasceu em Lisboa, em 1983. É jornalista desde 2004, colaborando em publicações como o Diário de Notícias, Notícias Magazine, Evasões e o jornal “i”. Recebeu o Prémio Revelação em 2004, na categoria de Ficção, atribuído pela Associação Portuguesa de Escritores (APE), com Elogio do Passeio Público, o seu primeiro romance, que veio a ser publicado em 2008. Obteve ainda o Prémio Jovens Criadores do Clube Português de Artes e Ideias com o conto “Esteira”. Em 2009, publicou o seu segundo romance, Quanta Terra. Em 2014, saiu pela Quetzal o seu terceiro romance, Mustang Branco, a que se seguiu, com a mesma chancela, Na Memória dos Rouxinóis. Filipa Martins tem atualmente um programa de rádio (com Rui Couceiro), A Biblioteca de, e é coautora do argumento da série Três Mulheres, em exibição na RTP 1.
Do programa da Semana da Leitura merece ainda especial destaque a iniciativa F”amalicão a LER”, que será assinalada no dia 18 de março, pelas 10:15, e que se assume como o evento concelhio que pretende, de forma simbólica, mostrar a união de diversos parceiros concelhios, como escolas, instituições, autarquia, rádios locais, e outras organizações, em torno da promoção do livro e da leitura. “O que se pretende com a iniciativa Famalicão a LER é que durante breves minutos todos os famalicenses possam interromper os seus afazeres para usufruir de um momento descontraído de leitura, seja ela de um livro, de um jornal ou de uma revista”, refere a Autarquia.
A Semana da Leitura é uma iniciativa de âmbito nacional proposta pelo Plano Nacional de Leitura 2027, que a Rede de Bibliotecas de Vila Nova de Famalicão organiza, em conjunto, um programa de atividades educativas e culturais que envolve um total de mais de 30 bibliotecas, da rede pública e da rede escolar, espalhadas por todo o concelho de Famalicão.
Não tendo sido possível, por razões da pandemia, realizar a 11ª Semana da Leitura das Bibliotecas de Famalicão no ano 2020, a Rede de Bibliotecas de Vila Nova de Famalicão decidiu, simbolicamente, retomar o evento no exato ponto onde mesmo parou no passado ano de 2020, bem como assumir a mesma imagem gráfica anteriormente criada.
O Cruzeiro das Carvalheiras, também conhecido como o Cruzeiro do Campo das Hortas, em Braga, vai voltar a ter uma Cruz, após ter sido acidentalmente danificada por uma grua há cerca de cinco anos.
Luís Pedroso, presidente da União de Freguesias de Maximinos, Sé e Cividade, demonstrou a sua satisfação com a colocação da Cruz no Cruzeiro após estes anos de espera. “Uma empresa, que se encontrava a recuperar uma casa, danificou a Cruz acidentalmente ao desmontar a grua. Como é sabido, as companhias de seguro demoram muito tempo com os processos mas, felizmente, a Câmara Municipal de Braga foi ressarcida o ano passado com 25 mil euros para voltar a recuperar a Cruz deste Cruzeiro”, regojizou-se.
As estruturas estão a ser colocadas no Cruzeiro para que dentro de dois a três dias possam colocar a réplica da Cruz.
A Igreja vai retomar a realização das missas a partir do dia 15 de março, informou o Conselho Permanente da Conferência Episcopal Portuguesa.
“O Conselho Permanente refletiu sobre a situação atual da pandemia e decidiu que as celebrações da Eucaristia com a presença da assembleia sejam retomadas a partir do dia 15 de março”, comunicou a Conferência Episcopal Portuguesa.
Nesta fase vão evitar-se procissões e outras expressões da piedade popular, como as “visitas pascais” e a “saída simbólica” de cruzes, de modo a evitar riscos de contágio.
No final da reunião do Conselho de Ministros, António Costa apresentou as medidas do Plano de Desconfinamento, que está dividido em quatro fases: 15 de março, 5 de abril, 19 de abril, e 3 de maio.
15 de março
Creches, ATL’s, pré-escolar e 1.º ciclo
Cabeleireiros, manicures e similares
Comércio ao postigo
Bibliotecas e arquivos
Livrarias, mediação imobiliária e comércio automóvel
5 de abril
2.º, 3.º ciclos e ATL’s para as mesmas idades
Lojas até 200 m2 com porta para a rua
Museus, monumentos, palácios, galerias de arte e similares
Equipamentos sociais na área da deficiência
Feiras e mercados não alimentares por decisão de cada Município
Esplanadas com máximo de 4 pessoas
Modalidades desportivas de baixo risco
Atividade física ao ar livre até 4 pessoas e ginásios sem aulas de grupo
19 de abril
Ensino secundário e ensino superior
Cinemas, teatros, auditórios, salas de espetáculos
Todas as lojas e centros comerciais
Lojas de cidadão com atendimento presencial por marcação
Restaurantes, cafés e pastelarias com máximo de 4 pessoas ou 6 em esplanadas até às 22:00 ou 13:00 aos fins de semana e feriados
Modalidades desportivas de médio risco
Atividade física ao ar livre até 6 pessoas e ginásios sem aulas de grupo
Casamentos e batizados com 25% de lotação
Eventos exteriores com diminuição de lotação
3 de maio
Restaurantes, cafés e pastelarias com máximo de 6 pessoas ou 10 em esplanadas, sem limite de horário
Todas as modalidades desportivas
Atividade física ao ar livre e ginásios
Casamentos e batizados com 50% de lotação
Grandes eventos exteriores e interiores com diminuição de lotação
Os restaurantes, cafés e esplanadas vão reabrir a partir do dia 15 de abril, revelou o primeiro-ministro.
A restauração poderá reabrir com o máximo de 4 pessoas ou 6 em esplanadas, até às 22:00, ou 13:00 aos fins de semana e feriados.
António Costa informou que no dia 3 de maio o limite de pessoas aumenta nos restaurantes para 6 pessoas no interior e 10 em esplanada, sem limite de horário.
António Costa anunciou esta quinta-feira à noite, durante a apresentação do Plano de Desconfinamento, que os casamentos e batizados serão autorizados a partir de 19 de abril.
As celebrações serão permitidas com limitação de 25% da lotação dos respetivos recintos. A partir desta data, os restaurantes, cafés e esplanadas podem reabrir nos seguintes com o máximo de 4 pessoas ou 6 em esplanadas, até às 22:00, ou 13:00 ao fim de semana e feriados.
A 3 de maio, esse limite aumenta nos restaurantes para 6 pessoas no interior e 10 em esplanada, sem limite de horário.
Também no dia 3 de maio, podem haver grandes eventos no exterior com lotação aumentada para 50% dos recintos.
As escolas e os cabeleireiros reabrem na próxima segunda-feira, 15 de março, anunciou o primeiro-ministro António Costa.
Durante a apresentação do Plano de Desconfinamento, o primeiro-ministro revelou que reabrem as creches, jardins de infância e escolas no 1º ciclo, assim como o comércio ao postigo, os cabeleireiros, barbearias e as livrarias. O regresso às aulas virá acompanhado de um “programa de testagem massiva”, disse o primeiro-ministro.
Já a 5 de abril, reabrem as esplanadas de cafés e pastelarias, museus e outros “equipamentos desta natureza”, lojas até 200 metros quadrados com porta para a rua.
No dia 19 de abril regressam as aulas presenciais para os restantes níveis de ensino, ao mesmo tempo que vão reabrir as lojas e centros comerciais, restaurantes, cafés e pastelarias até às 22:00 ou 13:00 aos fins de semana, com limite de 4 pessoas ou 6 em esplanada.
António Costa anunciou esta quinta-feira que o dever de confinamento e proibição de circulação entre concelhos mantêm-se até à Páscoa, durante a apresentação do Plano de Desconfinamento.
Assim, até à Páscoa mantém-se o dever geral de recolher obrigatório, assim como a proibição de circular entre concelhos nos próximos fins de semana e entre 26 de março e 5 de abril, antes da Páscoa.
António Costa pediu o “cumprimento escrupuloso” das regras, senão “podemos entrar nas zonas de risco, onde temos de paralisar a nossa evolução, ou pior, atingir a zona vermelha, onde temos de andar para trás”.
O primeiro-ministro relembra para “não estragar o que conseguimos alcançar, para retomar com segurança à normalidade possível”.
Na segunda-feira reabrem as creches, jardins de infância e escolas no 1º ciclo, assim como o comércio ao postigo, os cabelereiros, barbearias e as livrarias.
No dia 5 de abril, abrem as esplanadas de cafés e pastelarias, museus e outros “equipamentos desta natureza”, lojas até 200 metros quadrados com porta para a rua.
Já no dia 19 de abril voltam as aulas presenciais para os restantes níveis de ensino, ao mesmo tempo que vão reabrir as lojas e centros comerciais, restaurantes, cafés e pastelarias até ás 22:00 ou 13:00 aos fins de semana, com limite de 4 pessoas ou 6 em esplanada.
O Governo voltará a reavaliar na Páscoa se mantém o dever geral de recolhimento.