O país registou 10 mortes por Covid-19 nas últimas 24 horas, aumentando para 16.794 óbitos desde o início da pandemia. Somaram-se mais 434 novos infetados, elevando para 818.212 casos confirmados, e há mais 1.212 recuperados, são 766.086 casos de recuperação no total.
Segundo o boletim epidemiológico da Direção-Geral da Saúde, morreram 5 pessoas no Norte, 3 em Lisboa e Vale do Tejo, 1 no Centro e 1 no Alentejo.
Foram registados 157 novos infetados em Lisboa e Vale do Tejo, 113 no Norte, 58 no Centro, 34 na Madeira, 28 no Algarve, 24 nos Açores e 20 no Alentejo.
O número de casos ativos em Portugal é hoje de 32.332, menos 788 em 24 horas, e em vigilância pelas autoridades de saúde encontram-se 14.918 pessoas, menos 162.
Em todo o território nacional há 743 pessoas internadas, menos 28 do que ontem, das quais 159 em unidades de cuidados intensivos, menos 6.
Um homem de 41 anos foi detido esta segunda-feira pela GNR, em Famalicão, por violência doméstica.
De acordo com a força de segurança, o suspeito foi apanhado em flagrante a infligir maus-tratos verbais, psicológicos e ameaças de morte à vítima, sua companheira de 39 anos, o que levou à sua detenção.
Ainda ontem, a GNR também deteve um homem de 60 anos em Guimarães, por agredir física e psicológica a sua companheira de 68 anos, motivos que também levaram à sua detenção.
Os suspeitos foram detidos e serão presentes hoje aos Tribunais Judiciais de Vila Nova de Famalicão e de Guimarães.
O 17º Congresso Ibérico “A Bicicleta e a Cidade” que o Município de Barcelos vai acolher, tem nova data. O evento, originalmente apontado para 15, 16 e 17 de abril, acabou adiado devido à pandemia pela Covid-19. Está agora agendado para 3, 4 e 5 de junho.
O congresso, que este ano se dedica ao tema “A era da infraestrutura”, propõe-se a debater sobre a mobilidade ativa.
O convite para o Município receber este “importante evento” partiu da Federação Portuguesa de Cicloturismo e Utilizadores de Bicicleta, que divide a organização do congresso com a sua congénere espanhola, a ConBici.
Trata-se de um dos mais importantes fóruns europeus de discussão de políticas de promoção da mobilidade ciclável e realiza-se, de dois em dois anos, de forma alternada, em Portugal e em Espanha.
O Congresso Ibérico terá a sua sessão de abertura a 3 de junho, Dia Mundial da Bicicleta, decretado pela ONU, em 2018.
A escolha de Barcelos para a realização da edição de 2021 do Congresso Ibérico representa “uma excelente oportunidade para cimentar as boas práticas no domínio da mobilidade ciclável que estão a ser pensadas e implementadas na cidade”.
“A Autarquia tem vindo a fazer uma forte aposta nos modos suaves de transporte. Além do BarcelosBus, iniciado em 2018 com duas linhas de transporte público urbano, o Município vai avançar com a criação de uma Ciclovia Circular na área mais densa da cidade e fazer melhorias das condições operacionais e de rebatimento do transporte público, num investimento aproximado de 2.8 milhões de euros”, refere o Município.
A futura Ciclovia Circular alinha com o projeto “U-Bike” criado pelo IPCA, que se centra na cedência de bicicletas à comunidade académica.
Estas são as primeiras etapas de um programa que transformará o conceito de mobilidade na cidade. Em curso está já também o concurso público internacional para a Prestação do Serviço Público de Transporte Rodoviário Regular de Passageiros no concelho, bem como para um sistema de bicicletas partilhadas com 500 veículos.
A Comissão Política da Concelhia do PAN esteve sábado no Bairro das Enguardas, em Braga, para ouvir as queixas dos moradores que apelam à mudança de local do Crematório.
O partido enviou para Olga Pereira, vereadora da Gestão e Conservação dos Equipamentos Municipais de Braga, um conjunto de questões relativas ao impacto dos fumos provenientes do crematório na qualidade de vida dos moradores assim como no ambiente.
“Atendendo à importância da qualidade de vida dos munícipes de Braga e ao facto destas denúncias indicarem um decréscimo na mesma após o início do funcionamento do equipamento municipal em questão, torna-se imprescindível que tudo façamos para retificar esta situação com a maior brevidade possível”, refere Tiago Teixeira, porta-voz do PAN Braga.
As queixas que têm vindo continuamente a ser feitas pelos moradores à Junta de Freguesia, Delegados de Saúde e Câmara Municipal, centram-se no facto da proximidade que a infraestrutura tem das habitações, evidenciando-se através dos “cheiros nauseabundos” e havendo “uma exposição às partículas espalhadas durante e após o período de funcionamento do equipamento, bem como comprometendo a saúde de muitos moradores”. No entanto, até ao momento “não existe nenhuma resposta com caráter resolutivo”.
As questões enviadas para Olga Pereira focaram-se em pontos como compreender a escolha do espaço da construção em zona residencial; a ausência de um código de exploração público onde se garantam as análises e fiscalizações; e ao facto da não suspensão de actividade até o estudo ambiental estar concluído, assegurando a saúde pública dos moradores.
“É importante referir que não existe uma legislação específica em Portugal reguladora em concreto da construção e funcionamento dos equipamentos afectos à atividade crematória. Existe sim, uma Convenção de Estocolmo sobre Poluentes Orgânicos Persistentes a nível europeu mas onde os valores são frequentemente revistos. Inclusive os crematórios não são obrigados a comunicar as suas emissões às autoridades ambientais. Existe, portanto, uma falha na fiscalização que garanta a proteção dos que habitam nas zonas circundantes à infraestrutura, que tem que ser assegurada pela autarquia”, afirma Tiago Teixeira.
PAN
Para o PAN, “não se compreende a simplicidade nas respostas ou as não respostas da parte da Autarquia para com estas centenas de moradores, pois estamos a falar de habitantes, muitos já seniores com problemas de saúde que são obrigados a sair das suas casas, para não estarem expostos aos cheiros e partículas”.
“Como anteriormente a vereadora já referiu, o tanatório pode estar em conformidade com o regulamento existente e inclusive o estudo ambiental corresponder ao expectável, mas esses factos devem ser públicos e esclarecedores. Independentemente disso, e de poderem estar a ser cumpridos todas as normativas, se afeta a qualidade de vida dos moradores, esta situação não pode ser ignorada, devendo ser apresentado soluções que devolvam a qualidade de vida aos munícipes, muitos deles habitantes no local há mais de 40 anos”, finaliza o porta-voz.
A Câmara Municipal da Póvoa de Lanhoso felicitou os alunos dos dois Agrupamentos de Escolas existentes no concelho que se apuraram para disputar a fase intermunicipal do Concurso Nacional de Leitura (CNL).
O Agrupamento de Escolas Gonçalo Sampaio e o Agrupamento de Escolas de Póvoa de Lanhoso já finalizaram o apuramento dos alunos e das alunas (são 14, no total), após a sua participação na fase interna do Concurso Nacional de Leitura (14.ª edição), 2021. A Autarquia povoense felicitou ainda todos os jovens que participaram (do primeiro ciclo ao ensino secundário) assim como professores e famílias.
Tal como tem sido habitual, esta atividade tem a organização do Plano Nacional de Leitura e da Direção-Geral da Leitura, sendo que a rede de bibliotecas da Póvoa de Lanhoso está sempre presente com os dois Agrupamentos de Escolas que a integram.
A rede de bibliotecas da Póvoa de Lanhoso é composta pelas bibliotecas dos Agrupamentos de Escolas (Agrupamento de Escolas Gonçalo Sampaio e Agrupamento de Escolas de Póvoa de Lanhoso) e pela biblioteca municipal.
Dando continuidade à festa da leitura iniciada na Fase Escolas/Municipal do CNL, a fase intermunicipal vai apurar para a Final Nacional dois alunos por ciclo de ensino. A fase intermunicipal em que participarão os alunos e as alunas da Póvoa de Lanhoso irá decorrer a 22 e 23 de abril, sendo da responsabilidade da Câmara Municipal de Vizela.
A Linha 1400 – Linha Nacional de Assistência Farmacêutica celebra o primeiro ano de atividade a apoiar os portugueses no acesso rápido a medicamentos nas farmácias. Desde a sua criação, a 24 de março de 2020, o serviço já recebeu 73.813 pedidos de assistência.
Os dados do primeiro aniversário da Linha 1400 mostram que os utilizadores avaliam o serviço prestado em 4,53 numa escala de 1 a 5, sendo que cerca de 75% dos beneficiários não hesitaria em recomendá-la a um amigo ou familiar.
“O número 1400 pode ser utilizado para planear visitas à farmácia, reservar ou encomendar medicamentos, e tem também como finalidade apoiar as pessoas a encontrar medicamentos que, sendo urgentes, têm uma disponibilidade mais reduzida. A utilização da linha é ainda particularmente recomendada à noite, nomeadamente após a saída de uma urgência hospitalar ou em caso de necessidade súbita de um medicamento urgente”, refere Marisa Gomes, responsável pelo centro de atendimento da Linha 1400.
Cerca de 43% do total dos contactos telefónicos foram feitos durante o período noturno, em que a Linha 1400 identifica rapidamente a farmácia de serviço mais próxima e que tenha disponibilidade para responder aos pedidos dos cidadãos, evitando assim deslocações desnecessárias.
A rapidez no atendimento é outro dos fatores em destaque no balanço deste primeiro ano de atividade da Linha 1400. O tempo médio de espera é de 20 segundos.
“O serviço garante a cada cidadão que terá à sua espera, na farmácia da sua preferência, todos os medicamentos e produtos de saúde que necessita, havendo ainda diversas modalidades de entregas ao domicílio asseguradas em todo o país. Antes de libertar qualquer encomenda, a farmácia escolhida contacta sempre o utente para o esclarecer quanto aos benefícios, riscos e instruções a seguir para o bom uso dos medicamentos. Este é um serviço que veio para ficar e que em muito tem contribuído para facilitar a vida dos portugueses, especialmente em contexto de pandemia”, acrescenta Marisa Gomes.
A linha telefónica gratuita foi lançada pelas farmácias no primeiro confinamento provocado pela pandemia da Covid-19, de forma a garantir o acesso dos cidadãos aos medicamentos e a um aconselhamento farmacêutico.
A linha está disponível 24 horas por dia, sete dias por semana e cobre todo o território nacional. Em fevereiro de 2021, o serviço passou também a estar disponível online.
O serviço prestado pela Linha 1400 cumpre as boas práticas de farmácia e de distribuição, testadas em projetos-piloto que decorreram em Bragança e Loures.
Os habitats artificiais de água doce podem tornar-se “armadilhas ecológicas” devido a gestão danosa ou falta de condições para certas espécies, sobretudo em áreas do planeta em que os habitats naturais foram reduzidos. O alerta é do investigador Ronaldo Sousa, da Universidade do Minho, coordenador de uma investigação agora publicada na revista científica Global Change Biology, que envolveu 36 autores de 22 países e analisou 228 espécies presentes em habitats artificiais distribuídos por todo o mundo.
Muitos ambientes naturais do globo são destruídos e substituídos por lagos artificiais, canais, barragens e arrozais, para servir necessidades humanas, como a produção de eletricidade ou alimentos. O estudo acerca da biodiversidade nessas estruturas tem sido negligenciado a nível internacional, diz Ronaldo Sousa, investigador do Centro do Biologia Molecular e Ambiental (CBMA) da UMinho. Nesse sentido, recolheu uma amostra de 709 registos de habitats artificiais de todo o mundo, colonizados por 228 espécies de mexilhões de água doce, um grupo de organismos altamente ameaçado. A maioria dos exemplos inclui canais e barragens da Europa e América do Norte, sendo que um total de 34 espécies registadas são consideradas ameaçadas pela União Internacional para a Conservação da Natureza.
Ronaldo Sousa concluiu que alguns daqueles refúgios artificiais “podem ter condições com estabilidade suficiente para um grande número de espécies, incluindo invertebrados e vertebrados como peixes, anfíbios, aves e mamíferos”. Porém, outros refúgios “podem funcionar como armadilhas ecológicas, devido a más práticas de gestão ou por não haver condições ambientais para determinadas espécies”.
Respeitar o potencial do ecossistema
“As grandes barragens são altamente prejudiciais para animais que preferem viver em zonas de corrente, levando em alguns casos ao seu desaparecimento”, frisa o biólogo. Por outro lado, os canais de rega podem ser sujeitos a atividades de manutenção ou limpeza, que requerem a retirada de sedimento ou o esvaziamento temporário da água naquelas estruturas. “Este tipo de ações pode levar à morte de grande parte dos organismos aquáticos”, frisa Ronaldo Sousa.
“Os habitats artificiais não devem ser vistos como uma panaceia para resolver os problemas de conservação da biodiversidade”, reforça o professor do Departamento de Biologia da Escola de Ciências da UMinho. Assim, continua, é necessário perceber melhor o uso humano daquelas estruturas e o seu valor, para se preservar certas espécies e encontrar as melhores formas de gestão que mitiguem impactos na fauna e flora. Para Ronaldo Sousa, isso é especialmente decisivo em áreas do planeta cujos habitats naturais foram reduzidos ou altamente perturbados.
O caso português
Também em Portugal há habitats artificiais colonizados, como canais de moinhos antigos com uma grande diversidade de organismos, incluindo o mexilhão de rio Margaritifera margaritifera, espécie criticamente ameaçada na Europa. Em termos de gestão, há um bom exemplo na mini-hídrica de Mirandela, no rio Tua, cujos trabalhos de manutenção em 2018 incluíram a monitorização das populações de bivalves e peixes; os indivíduos que ficavam em risco eram translocados para águas mais profundas. Um ano antes, uma ação de manutenção num açude em Vila Real, no rio Corgo, deixou os animais sem água, levando à sua morte.
A renovada e modernizada Praça-Mercado Municipal de Vila Nova de Famalicão vai abrir portas no próximo dia 25 de abril. Quase 70 anos depois da inauguração “festiva e apoteótica” do espaço, como relatam os jornais da época, a Praça-Mercado Municipal surge completamente remodelada e adaptada aos novos tempos, estreando um novo conceito de Praça.
O anúncio foi feito pelo presidente da Câmara Municipal de Famalicão, Paulo Cunha, na passada sexta-feira durante uma visita de trabalho ao local com o presidente da Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Norte (CCDR-N), António Cunha e o presidente da Associação Comercial e Industrial de Famalicão (ACIF), Xavier Ferreira.
Paulo Cunha adiantou que “a obra está madura e em condições de ser colocada ao serviço da comunidade”, anunciando que a inauguração da requalificação e modernização da Praça-Mercado Municipal irá realizar-se no dia 25 de abril às 15:00, sendo que as portas abrem ao público às 7:00.
Muito satisfeito por testemunhar “esta realização de grande qualidade” estava o presidente da CCDR-N, António Cunha, que afirmou tratar-se de “um excelente exemplo da aplicação dos fundos comunitários.”
Com um custo total de quatro milhões de euros, a intervenção contou com verbas aprovadas no âmbito do Plano Estratégico de Desenvolvimento Urbano (PEDU), assinado entre a autarquia e o Programa Operacional Norte 2020, que garantiram um cofinanciamento FEDER de 3,1 milhões de euros.
“É uma obra muito bem conseguida, porque regenera o tecido urbano, recupera uma infra-estrutura que já existia, mas cria também novas valências, desde logo um espaço polivalente e aberto à feira com um potencial enorme, com um espaço de restauração, e que terá vida própria para além do mercado” elogiou o responsável da Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Norte.
Também Paulo Cunha referiu “a boa execução de fundos comunitários, que são o grande alicerce e tornou possível a obra em curso”, salientado a polivalência da estrutura. “Este mercado está preparado para tudo, para o sol, para a chuva, para o dia e para a noite. Será uma plataforma muito relevante ao serviço do conceito de cadeia curta na comercialização e é um sinal inequívoco da aposta que se está a fazer no apoio aos produtores locais”, afirmou.
A Praça – Mercado Municipal de Famalicão “é muito mais do que um local, é uma dinâmica, é uma forma de produzir e consumir”, por isso, o autarca sublinha que as portas do mercado “vão muito além dos limites territoriais”.
Este é um dos projetos que “tem o condão de crer ser indutor de mudança nos comportamentos da comunidade”, por isso, Paulo Cunha evidenciou “o potencial enorme” deste projeto. “Não queremos condicionar o futuro e estamos a criar condições do ponto de vista infra-estrutural e da dinâmica e é bom não esquecer que mais do que o mercado, este espaço abarca um serviço técnico de empoderamento de produtores, de aconselhamento e de ação, dando condições para que as mudanças possam acontecer”, acrescenta.
O presidente relembrou que este novo espaço será também um espaço de recreio e de diversão noturna, apostando-se “numa lógica de polivalência”.
Para Xavier Ferreira, o novo mercado significa um “fator de esperança, de modernidade, mantendo a tradição e apostando no novo conceito da própria cidade”, confessando que tem “grandes expectativas” neste novo espaço. “Esta praça vai criar uma nova centralidade e pode fazer com que as novas gerações também se fixem por cá. Se conseguirmos fazer deste espaço uma sala de eventos para a juventude também será muito interessante e trará uma nova centralidade”, sublinhou.
“A renovação do Mercado Municipal vai surgir um espaço central em Vila Nova de Famalicão, renovado, coletivo e moldável, assente na multifuncionalidade e convivialidade, diferenciador e sustentável, articulando espaços de trocas, de encontros, de partilha de saberes, sabores e tradições. Será a verdadeira praça do concelho como o foi ao longo dos seus 69 anos de história”, garante o Município famalicense.
Os moradores do Bairro Social das Enguardas, na freguesia de São Victor, Braga, insistem na retirada do crematório instalado no Cemitério Municipal de Monte d’Arcos por uma questão de saúde pública. Os habitantes já denunciaram o cheiro e o fumo que entram dentro das suas habitações, pelo que exigem a retirada do equipamento.
Na Reunião de Câmara, que decorreu esta segunda-feira, a vereadora da CDU, Bárbara Barros, questionou o Executivo sobre uma alternativa para que o funcionamento do Tanatório do Cemitério de Braga “possa ter menor impacto junto das populações”.
“Fizeram-nos chegar algumas queixas sobre a utilização do Tanatório do Cemitério de Braga por parte da população. Os moradores da zona das Enguardas dizem que têm remetido algumas correspondências ao presidente, mas sem resposta até agora. Relativamente ao fumo e ao odor do funcionamento do Tanatório, gostávamos de aproveitar para perguntar se o Município está eventualmente a tratar ou a estudar alguma alternativa para que o funcionamento do Tanatório do Cemitério de Braga possa ter um impacto menor junto das populações que residem ali à volta, nomeadamente nas Enguardas, mesmo ao lado do limite do cemitério”, questionou a vereadora.
Olga Pereira, vereadora da gestão e Conservação de Equipamentos Municipais, informou que irá reunir-se com os moradores e a Junta de São Victor para um eventual esclarecimento aos habitantes quando receber o resultado do Estudo do Impacto Ambiental. “Há realmente um estudo com data marcada e o compromisso que assumimos, mantém-se. Logo que tenhamos o resultado deste estudo, iremos fazer uma reunião quer com a Comissão de Moradores, quer com a Junta de Freguesia, para apresentar os resultados deste trabalho no relatório, como também do resultado da vistoria que oportunamente teve lugar por parte da equipa de técnicos que se deslocou da Inglaterra até aqui para vistoriar o equipamento”, sublinhou Olga Pereira.
Júlio Teixeira, morador do bairro e ex-presidente da Associação de Moradores das Enguardas, garantiu que não vai desistir de lutar para que seja retirado o Tanatório do cemitério, uma vez que “não aguenta com os cheiros e maus odores provocados pelas partículas aquando o equipamento está em funcionamento”.
O morador informou que no passado sábado o PAN esteve reunido com os moradores para averiguar esta situação.
A Rua António Pereira da Silva, em Vizela,reabriu esta terça-feira ao trânsito e passará a ter circulação no sentido inverso àquele que existia anteriormente, nomeadamente o sentido descendente da Avenida Manuel Campelos em direção à Praça da República.
A alteração de circulação deste rua na obra de requalificação e revitalização da Praça da República e Jardim Manuel Faria que se encontra em fase de conclusão, permite a reorganização da circulação viária dos arruamentos confrontantes, aumentando a utilização do espaço por parte da população, assim como criar uma zona de estacionamento.
A Câmara Municipal considera que “a requalificação e revitalização da Praça da República e Jardim Manuel Faria são uma obra de extrema relevância para o concelho e que vai deixar orgulhoso cada vizelense”.