O ACES – Agrupamento de Centros de Saúde de Braga pediu às Juntas de Freguesia do concelho para identificar idosos com mais de 80 anos que ainda não foram vacinados contra a Covid-19.
As Juntas de Freguesias, em articulação com a ACES Braga e a Câmara Municipal, estão a apelar à população que tenha conhecimento de idosos acima dos 80 anos que ainda não tenham sido chamados para a vacinação, para contactar a respetiva Junta de Freguesia, a fim de serem reencaminhados para a vacinação.
As Autarquias locais pedem para indicar o nome completo, número de utente e um contacto direto para poder ser chamado ao Centro de Vacinação.
A vacinação contra a Covid-19 deu início no edifício do ACES no Largo Paulo Orósio, tendo sido transferida para o Altice Forum Braga.
Até esta sexta-feia foram administradas 1.505.476 vacinas contra a Covid-19 em Portugal. 1.040.109 pessoas tomaram a primeira dose, enquanto que 465.367 pessoas tomaram ambas as doses.
Já iniciaram as gravações do filme “Evadidos” em Barcelos, uma produção da empresa Caracol Protagonista, que conta com o apoio da Câmara Municipal.
O filme incluirá gravações em espaços públicos do Município, propiciando uma promoção de locais emblemáticos do concelho e reforçando a aposta na valorização internacional de Barcelos enquanto cenário deste filme.
A longa-metragem, cuja época se situa nos anos 80, foi escrita por Bruno Gascon, realizador do premiado filme “Carga” e da fita “Sombra”, e irá contar com participações de Tomás Alves, Vítor Norte, Ana Bustorf, João Arrais, Dmitry Bogomolov, Michalina Olszanska, Íris Cayatte e Matamba Joaquim, entre muitos outros.
“Evadidos” é protagonizado por Tomás Alves e conta a história de um homem em luta pela liberdade, mantendo-se assim o foco do realizador em abordar temáticas sociais relevantes.
Barcelos foi desde o início o cenário escolhido para contar esta história porque o protagonista vai mover-se em dois mundos: um mais rural e outro mais urbano.
A GNR de Braga, através do Posto Territorial de Esposende, apreendeu ontem mais de 600 artigos contrafeitos, no valor estimado de 18 mil euros, neste concelho.
No âmbito de uma ação de patrulhamento, os militares abordaram e fiscalizaram uma viatura, tendo verificado que no seu interior era transportado diverso material contrafeito. No decorrer da ação foram apreendidos 626 artigos contrafeitos, com um valor estimado de 18 mil euros.
Foi identificado um homem de 24 anos e os factos foram remetidos ao Tribunal Judicial de Esposende.
A Câmara Municipal de Cabeceiras de Basto implementou a sinalização turístico-cultural indicativa do Mosteiro de São Miguel de Refojos na A7, em ambos os sentidos.
Para além da sinalização turístico-cultural vertical indicativa do Património, foram também colocadas setas de direção em ambos os sentidos da A7, no nó de Basto, em Arco de Baúlhe.
A empreitada de sinalização ascendeu a 41.823,33 euros, montante suportado pelo Orçamento Municipal.
“A sinalização turístico-cultural destina-se a dar a conhecer a todos os utilizadores da A7 a indicação sobre este imponente Mosteiro existente no concelho, colocando em evidência a sua importância e interesse”, refere o Município.
O Mosteiro de S. Miguel de Refojos, monumento beneditino e ex-líbris do concelho de Cabeceiras de Basto, está localizado no centro da vila, em plena Praça da República.
O Município de Celorico de Basto informou esta quinta-feira que há a registar dois novos casos ativos de Covid-19 no concelho, mais dois face à semana passada.
No geral, o concelho conta com 1.372 casos confirmados, dos quais 1.318 recuperados, 48 mortos e 6 casos ativos.
A empresa têxtil Sandra Graça – Confeções Unipessoal, Lda., na Freguesia de Dume, em Braga, tem 10 vagas de emprego para oferecer.
A entidade está a recrutar para as seguintes vagas: 10 costureiras com experiência em corte e cose, ponto corrido, recobrimento 2 e 3 agulhas e bainhas em recobrimento.
O horário de trabalho é de segunda a sexta-feira das 8:30 às 12:30 e das 13:40 às 18:00, com remuneração do salário mínimo, subsídio de alimentação, horas extras e prémio de produção.
As candidaturas devem ser enviadas para [email protected], onde deverá constar o nome, morada, email e contacto telefónico.
Morreram 5 pessoas por Covid-19 nas últimas 24 horas no país, registaram-se 488 infetados e 891 recuperados. Ao todo morreram 16.819 pessoas, somaram-se 819.698 casos confirmados e 771.339 casos de recuperação.
De acordo com o boletim epidemiológico da Direção-Geral da Saúde, morreram 2 pessoas em Lisboa e Vale do Tejo, 2 no Centro e 1 no Alentejo.
Há 210 novos casos em Lisboa e Vale do Tejo, 120 no Norte, 53 no Centro, 52 no Alentejo, 34 na Madeira, 11 nos Açores e 8 no Algarve.
O número de casos ativos no país é agora de 31.540, menos 408 face a quinta-feira. Em vigilância pelas autoridades de saúde estão 15.299 pessoas, mais 264.
Há atualmente 669 doentes internados, menos 26 em 24 horas, dos quais 155 em unidades de cuidados intensivos, mais 1.
A Ordem dos Médicos Veterinários (OMV) considerou “um erro histórico, de consequências imprevisíveis”, a transferência de competências relativas dos animais de companhia, incluindo os animais errantes para o Ministério do Ambiente e da Ação Climática, mais concretamente para o Instituto da Conservação da Natureza e Florestas (ICNF).
A medida foi aprovada esta quinta-feira em Conselho de Ministros e a OMV vem apelar ao presidente da República e aos Municípios para que revertam “uma má decisão do Governo”.
Até aqui, esta era uma competência da Direcção-Geral de Alimentação e Veterinária (DGAV) e do Ministério da Agricultura.
“Esta alteração orgânica é desastrosa para a execução dos planos de controlo e para os sistemas de alerta de doenças e terá consequências graves para a saúde pública, nomeadamente a possibilidade de ressurgirem em Portugal doenças já erradicadas, como a raiva”, afirma Jorge Cid, bastonário da OMV, recordando que “o Governo ignorou a opinião de técnicos especialistas nacionais e internacionais, que consideraram, publicamente e de forma unânime, que a saúde das populações e dos próprios animais pode ficar em risco”.
A OMV recorda que desde que o Governo tornou pública a sua intenção de realizar esta transferência de competências, a decisão foi contestada por vários agentes políticos, de todos os quadrantes, e da sociedade civil. A Assembleia da República aprovou – com os votos favoráveis do Bloco de Esquerda, PEV, PSD, CDS e Iniciativa Liberal – um Projeto de Resolução do PCP que recomendava que esta reformulação orgânica não se efetuasse. Mais de 40 associações e confederações subscreveram uma carta aberta dirigida ao primeiro-ministro e ao presidente da República, alertando para as consequências negativas que poderiam resultar desta transferência de competências.
“Mais recentemente, a Associação Nacional de Municípios Portugueses (ANMP), chamada a pronunciar-se sobre as iniciativas legislativas hoje aprovadas, e que têm fortes repercussões nas competências dos Municípios em matéria de gestão de populações de animais errantes e salvaguarda da saúde pública e segurança das pessoas, foi altamente crítica sobre esta alteração orgânica, questionando mesmo a capacidade do ICNF para lidar com matérias tão complexas e diversas do seu campo de atuação habitual, mostrando mesmo grande preocupação pelo afastamento da DGAV da definição de orientações estratégicas que envolvem aspetos que vão desde a saúde pública à segurança de pessoas e bens”, acrescenta a OMV.
“Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), as oito doenças que representam maior risco para a saúde pública são doenças transmitidas dos animais para os humanos (zoonoses). Estas representam 70% das doenças infecciosas que surgiram nos últimos 30 anos, sendo o exemplo recente mais expressivo o da covid-19. Separar as competências de saúde e bem-estar animal em dois organismos autónomos, um para os animais de companhia e outro para os animais de produção, coloca em causa a saúde pública”, ressalva.
Esta decisão contraria as orientações de instituições europeias e internacionais sobre a matéria, desde logo a Organização Mundial da Saúde Animal (OIE) e a Federação dos Veterinários da Europa (FVE), que encaram a organização dos serviços oficiais de veterinária como um fator de absoluta importância para a gestão e o controlo de crises sanitárias.
Segundo Jorge Cid, a alteração orgânica com base em opções políticas contrárias às opiniões técnicas, sem qualquer estudo ou planeamento, põe também em causa a segurança das populações. “O risco de assistirmos ao aumento do número de animais errantes e consequente registo de ataques a pessoas é significativo”, afirma.
O responsável refere que esta decisão poderá também “afetar a reputação do país enquanto Estado-Membro da União Europeia e a sua relação com os restantes Estados-Membros, conduzindo mesmo à imposição de restrições às movimentações de animais de companhia do e para o estrangeiro”, o que, considera, se revela “mais danoso para a imagem de Portugal num momento em que o país preside ao Conselho da União Europeia”.
Assim, a Ordem dos Médicos Veterinários deixa o apelo ao presidente da República e à Associação Nacional de Municípios Portugueses para que, dentro das suas competências, “tudo façam para evitar este erro histórico, razão pela qual já pediu uma audiência junto da Casa Civil e do representante dos municípios portugueses”.
Conselho de Ministros aprova ainda dois diplomas relacionados com o bem-estar animal
O Conselho de Ministros aprovou iniciativas legislativas relativas ao Provedor do Animal e ao Programa Nacional para os Animais de Companhia. De acordo com a OMV, “o Governo não ouviu os médicos veterinários sobre nenhum dos diplomas”.
“Encaramos com apreensão o afastamento da Direção-Geral de Alimentação e Veterinária deste Programa Nacional para o bem-estar animal, saúde pública e segurança e tranquilidade das populações e consideramos que a figura do Provedor do Animal é conflituante com a atuação da DGAV, nomeadamente em áreas como a participação no processo de elaboração de legislação”, conclui Jorge Cid.
Um Galo de Barcelos gigante vai ficar instalado na Bélgica, a propósito da presidência portuguesa do Conselho da União Europeia.
A peça ficará exposta no Joint Research Centre – Geel (Centro Comum de Investigação da Comissão Europeia) e, posteriormente, na European School Mol, ambos na Bélgica, pelo período de três meses, entre finais deste mês e finais de junho.
“O convite endereçado ao Município de Barcelos é sinal evidente do papel que o Galo de Barcelos tem assumido, ao longo dos anos, enquanto imagem de marca do território português no estrangeiro. O empréstimo da peça integra, simultaneamente, a estratégia turística que tem vindo a ser seguida pela Câmara Municipal em reforçar o posicionamento da ‘Marca Barcelos’ a nível nacional e internacional”, refere a Autarquia.
O Galo de Barcelos é o mais icónico símbolo de Portugal e tinha já estado em Bruxelas no último ano. O primeiro-ministro, António Costa, em junho de 2020, naquela que foi a primeira cimeira desde o início da pandemia, ofereceu aos líderes da União Europeia máscaras personalizadas e made in Portugal. Muitas delas tinham estampado o Galo de Barcelos.
O Santuário do Bom Jesus do Monte, em Braga, vai associar-se à Hora do Planeta para a consciencialização sobre as alterações climáticas.
A iluminação do exterior da Basílica vai ser desligada amanhã, dia 27 de março, entre as 20:30 e as 21:30, para mostrar o seu compromisso com o Planeta.
A Hora do Planeta é um movimento global que nasceu em 2007, em Sidney, na Austrália, quando 2,2 milhões de pessoas e mais de 2 mil empresas apagaram as luzes por uma hora, numa posição contra as alterações climáticas.
Desde então, o movimento da Hora do Planeta tem vindo a crescer globalmente para mostrar o seu apoio a esta causa ao desligar simbolicamente as luzes. Hoje, são 190 países a aderirem à ‘Hora do Planeta’, contando com mais de 3,5 milhões de pessoas.