As ruas de Braga encheram-se com milhares de pessoas, esta quarta-feira à noite, para assistir à Procissão da Burrinha, um dos momentos mais emblemáticos da Semana Santa.
O cortejo biblíco “Vós Sereis o meu Povo” é uma verdadeira aula de catequese ao vivo, sendo um dos eventos que atrai mais devotos e turistas à cidade de Braga.
A Procissão da Burrinha tem a recriação do episódio da fuga da Sagrada Família para o Egito, em que José leva a esposa Maria e Jesus montados num jumento. A burrinha, mais uma vez, foi a figura mais fotografada pelas pessoas que assistiram à passagem do cortejo.
Desde o chamamento de Abraão por parte de Deus, desfilam, em sucessão cronológica, profetas, reis, figuras eminentes, símbolos e quadros bíblicos do Antigo Testamento.
A Procissão da Burrinha representa a mensagem de Deus à Humanidade, através dos profetas, culminando com Jesus Cristo.
Cerca de 187 alunos de Famalicão do 9.º ano estão a “vestir a pele” de profissionais de diversos setores de atividade, num programa de Miniestágios promovido pela autarquia.
A iniciativa, que está a decorrer até dia 10 de abril, visa proporcionar aos jovens do concelho o contacto direto com o contexto empresarial, ajudando-os a decidirem de forma informada e segura sobre o futuro do seu percurso formativo.
“Neste momento, estou em dúvida entre algumas áreas”, comenta Rita Coelho, aluna na Escola Básica D. Maria II, que ao abrigo deste programa municipal se encontra a estagiar numa das farmácias da cidade, a Farmácia da Devesa. “Na candidatura escolhi Ciências Farmacêuticas, Saúde e Administração. Achei que experimentando alguma delas, poderia ajudar-me a ter uma melhor noção do que quero seguir no 10.º ano”, explica a jovem, que decidiu participar no programa de Miniestágios “pela noção prática que nos dá de determinadas profissões”.
“Ao proporcionar uma experiência real em contexto de trabalho, estamos a dar aos nossos jovens um complemento importante à sua tomada de decisão”, explica a propósito o vereador da Educação do Município de Famalicão, Pedro Oliveira, acrescentando que estes jovens estão num momento crucial do seu percurso formativo, que exige “uma escolha informada e consciente, para que sintam a segurança de ter tomado a decisão certa para o seu futuro”.
O vereador também realça a importância da “colaboração das muitas empresas e serviços que responderam afirmativamente a este desafio”. Opinião partilhada também pelo vereador da Economia e Empreendedorismo da autarquia, Augusto Lima, que vê esta iniciativa como uma oportunidade para os jovens conhecerem e estreitarem laços com o vasto tecido empresarial do concelho.
“Nesta edição, tivemos a adesão de 102 empresas e perto de 200 estagiários, números significativos que têm vindo a evoluir ao longo dos anos, mostrando o interesse, por parte das empresas em acolher estes alunos”, comenta Augusto Lima.
“Além das mais-valias para os estagiários, estou certo de que as empresas terão muito a ganhar no futuro com esta iniciativa, pois têm muita necessidade de recrutamento de técnicos especializados e este tipo de projetos dá-lhes a possibilidade de mostrar as oportunidades e desafios do seu setor de atividade”, acrescenta.
O Município da Póvoa de Lanhoso promoveu uma campanha de reflorestação, que mobilizou a comunidade local.
Ao longo de todo o mês, cerca de 1500 exemplares de espécies autóctones foram plantados num terreno de dois hectares na freguesia de Covelas, cedido pela respetiva Junta de Freguesia. Esta iniciativa contou com o contributo direto de cerca de 1500 pessoas, unindo alunos e alunas dos Agrupamentos de Escolas do concelho e da EPAVE, utentes da Rede de Centros de Convívio e das IPSS’s, Escuteiros, bem como voluntários da Academia Municipal e da Equipa de Voluntariado Interno da Câmara Municipal e da empresa de Braga da Fujitsu, com o objetivo comum de aumentar o património natural do concelho.
No arranque desta campanha, a 3 de março, Gilberto Anjos, vereador responsável pelo Ambiente, salientou a importância estratégica destas ações para a regeneração dos solos e valorização da floresta.
O vereador sublinhou que “a intervenção seria executada de forma planeada e tecnicamente estruturada, integrando o envolvimento das instituições sociais e escolares para reforçar a dimensão educativa e a sensibilização ambiental”. Desta forma, a proteção da floresta é assumida como “uma responsabilidade coletiva perante os desafios da sustentabilidade”.
“No terreno, o planeamento respeitou as características do meio envolvente, nomeadamente o distanciamento necessário face aos postes de alta tensão. A plantação foi organizada através da técnica de carreiras intercaladas, uma solução que melhora a gestão do espaço e atua como uma barreira contra a propagação de incêndios”, acrescenta.
À semelhança do ano passado, em que na freguesia de Galegos foram plantadas 1000 árvores, a biodiversidade foi priorizada, no entanto, este ano, esse número chegou às 1500 unidades, assim distribuídas com 200 sobreiros, 150 pinheiros mansos, 150 pinheiros bravos, 200 medronheiros, 100 castanheiros, 100 nogueiras, 200 carvalhos alvarinhos, 200 freixos, 100 bétulas e 100 acer pseudoplatanos.
A instabilidade no Médio Oriente voltou a colocar o mundo em alerta — e desta vez com serias implicações que vão muito, mas muito além da região. O recente ataque ao Irão conduzido por Israel com total apoio dos Estados Unidos, não foi apenas mais um episódio num conflito prolongado: foi um abalo tremando nas fundações do comércio global, sobretudo no setor energético.
Durante décadas, a globalização criou uma ilusão de estabilidade permanente. Cadeias de abastecimento super eficientes, rotas marítimas previsíveis , seguras e sobretudo energia relativamente acessível tornaram-se garantias quase invisíveis do nosso quotidiano. Porém , bastou um novo foco de tensão numa zona crítica para expor aquilo que sempre esteve presente, mas raramente discutido e que raramente queríamos ver : a fragilidade estrutural do comércio mundial.
O impact é brutal, a começar pelo frete marítimo assistimos a um aumento significativo dos custos de transporte . Os fretes dispararam em flexa , refletindo o risco crescente associado às principais rotas comerciais. Estávamos a falar de um aumento de 300 a 400%, assim como o aparecimento de taxas são imputadas pelos armadores ao cliente dia após dia. Isto não é um detalhe técnico — é um fenómeno com impacto direto na vida de todos nós. Para ter uma ideia, cerca de 80% do comércio global depende do transporte marítimo. Praticamente tudo o que temos em casa — desde alimentos a tecnologia — chegou, em algum momento, por via marítima, num porta contentores.
Este conflito veio colocar a nu um conceito essencial para compreender a economia global: os chamados “chokepoints”, ou pontos de estrangulamento. Estes são locais geográficos estratégicos por onde passa uma parte significativa do comércio mundial. Quando um deles é perturbado, todo o sistema sente o impacto.
Entre os principais chokepoints destacam-se o Canal de Suez,no Egipto o Canal do Panamá, na América Central o Estreito de Malaca, no sudeste asiático o Estreito de Gibraltar na Europa do Sul , acima de todos neste contexto, temos o Estreito de Ormuz, no golfo pérsico . Cada um deles desempenha um papel crucial na circulação de mercadorias e estabilidade do c comercio mundial . Recorde-se, por exemplo, o encalhe do navio Ever Given no Canal de Suez em 2021 — um incidente que foi suficiente para bloquear uma das artérias mais importantes do comércio mundial durante dias, gerando perdas económicas significativas, e um super impacto no comercio mundial.
No entanto, há uma diferença fundamental entre estes pontos e o Estreito de Ormuz. Enquanto os restantes são maioritariamente utilizados para o transporte de bens transformados — como produtos industriais e matérias-primas já processadas — Ormuz é um corredor vital para algo ainda mais essencial: a energia, aquilo que move o nosso mundo.
É por este estreito que passa uma parte substancial do petróleo consumido globalmente. Além disso, é também uma rota crítica para o gás natural liquefeito, especialmente proveniente do Qatar, um dos maiores exportadores mundiais de LNG. Portanto perturbação nesta região tem efeitos imediatos nos preços da energia, que por sua vez influenciam toda a economia global — desde a produção industrial até ao custo de vida das famílias.
Geograficamente, o Estreito de Ormuz é surpreendentemente estreito: estamos a falar de 12 quilómetros na sua zona mais crítica. De um lado, a Republica Islâmica do Irão , com os seus Aiatolas , que exerce uma posição dominante; do outro, encontram-se o riquíssimo Emirados Árabes Unidos. Embora seja considerado uma via de águas internacionais, a sua vulnerabilidade é mais que evidente. A proximidade entre margens e a tensão política constante tornam-no num dos pontos mais sensíveis do planeta.
E não é de hoje que Ormuz tem importância estratégica. Já no século XVI, Afonso de Albuquerque reconheceu o seu valor, sem dúvida um tremendo visionário, um exemplo do líder que Portugal teve no passado. Ao conquistar a ilha de Ormuz, o Império Português garantiu um ponto de controlo fundamental sobre as rotas comerciais entre o Oriente e o Ocidente. Na altura, o interesse centrava-se nas especiarias — o petróleo como hoje o conhecemos nem existia. No entanto, o princípio era o mesmo: quem controla Ormuz, influencia o comércio global, e portanto acumula riqueza e poder.
Essa visão estratégica mantém-se atual. A diferença é que, hoje, as consequências são exponencialmente maiores. A economia global está muito mais interligada e dependente de fluxos contínuos de energia e bens. Uma interrupção em Ormuz não seria apenas um problema regional — seria um choque sistémico.
É, por isso, legítimo questionar até que ponto o mundo está preparado para lidar com um eventual bloqueio prolongado deste estreito. As alternativas são limitadas e, na maioria dos casos, mais caras e menos eficientes. Oleodutos podem aliviar parcialmente a pressão, mas não conseguem substituir totalmente o volume transportado por via marítima.
Além disso, este cenário levanta uma questão mais profunda: até que ponto a globalização atual é sustentável perante riscos geopolíticos crescentes? A concentração de rotas em pontos críticos torna o sistema altamente eficiente — mas também perigosamente vulnerável.
O impacto de uma escalada no Estreito de Ormuz não se limitaria ao aumento do preço dos combustíveis. Teria efeitos em cadeia: inflação global, aumento dos custos de produção, instabilidade nos mercados financeiros e, potencialmente, desaceleração económica em várias regiões do mundo.
Neste contexto, a Europa encontra-se numa posição super delicada. Isto é dependente de importações energéticas e já fragilizada por crises recentes, uma nova disrupção poderá agravar ainda mais a sua situação económica. Portugal, embora periférico, não está imune — pelo contrário, sendo uma economia aberta, sente rapidamente os efeitos de choques externos, exposição essa que vai abalar certos sectores da nossa industria, afinal a energia trata-se de uma despesa que consome em muito um orçamento de uma empresa.
Mais do que um episódio isolado, este momento deve ser visto como um alerta. A estabilidade do comércio global não é garantida — depende de equilíbrios políticos frágeis e de geografias altamente sensíveis.
O que está em causa não é apenas um conflito regional, mas a própria arquitetura do sistema económico mundial. E isso obriga a uma reflexão séria sobre diversificação de rotas, segurança energética e resiliência das cadeias de abastecimento.
Dizer que o impacto de um eventual fecho total do Estreito de Ormuz e o seu prolongamento por mais dias e semanas seria devastador não é um exagero — é, muito provavelmente, uma constatação realista.
Durante a celebração da Semana Santa de Braga, sobretudo na Quinta-Feira e Sexta-Feira Santa, bem como no sábado, das 14:30 às 18:30, a Capela e o Parque de Guadalupe estarão abertos ao público, convidando visitantes e fiéis a viver um momento de reflexão, espiritualidade e contacto com o património religioso e natural.
Os visitantes terão a oportunidade de conhecer a Capela de Guadalupe, um espaço de grande significado devocional, bem como de percorrer o parque envolvente, ideal para momentos de contemplação e tranquilidade.
Um dos principais destaques desta abertura é a possibilidade de observar o altar dedicado à Senhora da Piedade, que representa a sexta dor de Maria — a dor de receber nos braços o corpo de Jesus Cristo, após ter sido descido da cruz. Esta representação simbólica e profundamente emotiva convida à meditação sobre o sofrimento e o amor maternal de Maria, assumindo especial relevância no contexto das celebrações pascais.
A iniciativa pretende proporcionar uma experiência enriquecedora a todos os que procuram vivenciar a Semana Santa de forma mais próxima, aliando fé, cultura e património.
A organização convida toda a comunidade e visitantes a aproveitarem esta oportunidade única para conhecer e valorizar este espaço, que se afirma como um importante ponto de encontro entre tradição, espiritualidade e natureza.
A Universidade do Minho (UMinho) vai oferecer 179 pós-graduações no próximo ano letivo, sendo 121 mestrados e 58 doutoramentos. Em estreia estão os mestrados em Arquitetura e Construção de Terra (TERRA), em Engenharia de Pavimentos Sustentáveis e Resilientes (SURPAVE) e em Biologia Computacional Molecular e Ambiental.
Nesta lista global surgem 26 cursos em associação com outras instituições de ensino superior, como os mestrados em Cibersegurança e Ciberinteligência Internacionais, em Direito Transnacional da Empresa e das Tecnologias Digitais, em Desafios das Cidades ou os doutoramentos em Matemática e Aplicações e em Economia e Finanças.
As formações podem ser no regime diurno e/ou misto. Nos mestrados, há também a modalidade pós-laboral em Engenharia Mecatrónica, em Comunicação, Arte e Cultura, em Comunicação de Ciência, em Sociologia e em Investigação e Valorização do Património Cultural. Em alguns doutoramentos, o regime pode ser acordado com o/a orientador/a.
As pós-graduações oferecidas abrangem todas as 12 Escolas/Institutos da UMinho, sendo que o I3Bs só ministra doutoramentos (Engenharia de Tecidos, Medicina Regenerativa e Células Estaminais; e Biotecnologia Marinha e Aquacultura, este último em associação). Já a Escola Superior de Enfermagem centra-se nos mestrados: Enfermagem Comunitária – Saúde Familiar; Enfermagem Médico-cirúrgica – Pessoa em Situação Crítica; Enfermagem de Reabilitação; e Enfermagem de Saúde Infantil e Pediátrica.
As candidaturas abrem este mês e os prazos variam consoante a Escola/Instituto a que as pós-graduações pertencem.
Manuel Padrão e Francisco Martins, autores da primeira plataforma inteligente de suporte contínuo em saúde mental, chamada “Cozecare”, acabam de vencer o 1.º prémio do SpinUM – Concurso de Ideias de Negócio da Universidade do Minho (UMinho). O 2.º prémio vai para Eduardo Silva, Guilherme Santos e Pedro Ferreira Borges, pela inovação “SEIVA”, que propõe sensores térmicos sem bateria para a deteção precoce de incêndios florestais e sobreaquecimento de infraestruturas.
A final da 15.ª edição do SpinUM decorreu no auditório B1 do campus de Gualtar, em Braga, e foi promovida pela interface TecMinho, tendo atribuído 5870 euros em prémios monetários e em serviços de formação e apoio à criação de empresas. O júri foi constituído por Céu Filipe, diretora de inovação da Associação Empresarial de Portugal; João Henriques, partner da IBERIS Capital; Raúl Fangueiro, pró-reitor para a Inovação, Empreendedorismo e Transferência de Conhecimento da UMinho; e Rute Sousa, angel investor da COREangels Porto. Na sessão foram ainda apresentados os projetos “Axios Care”, “Benno AI”, “Dermaleaf Cosmetics” e “FermentAtelier”. A iniciativa teve financiamento do TecMinho Incubation Hub, apoiado pelo Plano de Recuperação e Resiliência (PRR) e do programa europeu NextGenerationEU.
Mudar a jornada dos cuidados
“A ‘Cozecare’ poderá revolucionar toda a jornada dos cuidados de saúde mental ao resolver crises de descontinuidade e ineficiência clínica, através do suporte contínuo ao paciente, da automação para terapeutas e da gestão preditiva de riscos para empresas”, explica Manuel Padrão, formado em Engenharia e Gestão Industrial pela UMinho, onde também investigou no Centro Algoritmi. A plataforma vai integrar várias interfaces em paralelo. Por exemplo, para terapeutas e clínicas, simplifica registos clínicos, monitoriza progressos e reduz tarefas administrativas, entre outros. Para pacientes, prevê correspondência inteligente com terapeutas, check-ins regulares, exercícios personalizados ou videochamadas.
Este projeto já foi testado em 350 sessões de acompanhamento, envolvendo 20 psicólogos e 15.000 minutos de terapia. A “Cozecare” está incubada em Lisboa, tem várias distinções do portal de inovação F6S e participa em programas de aceleração da NVIDIA, Startup Braga, TecMinho, Factory Lisboa e Apollo Junitec. Um em cada oito portugueses vive com perturbações mentais, na sua maioria sem acompanhamento adequado e com meses de espera para consulta, enquanto profissionais acumulam subtarefas. A saúde mental custa 5.3 mil milhões de euros por ano em Portugal, segundo a Ordem dos Psicólogos e um bilião de euros no mundo, segundo a ONU.
Concurso de referência
O SpinUM distingue anualmente ideias de negócio com elevado potencial de inovação e de mercado, ligadas a qualquer área científica da UMinho. Vários dos projetos conquistaram depois alguns dos principais prémios de inovação nacionais e também internacionais. O SpinUM tem, também por isso, merecido a atenção crescente de investidores. O pró-reitor Raúl Fangueiro sublinha a importância estratégica do empreendedorismo nesta academia e a criação do espaço UMinho Seed no campus de Azurém, em Guimarães, reforçando a aposta em novas iniciativas empresariais de base inovadora.
As ideias vencedoras das edições anteriores do SpinUM foram, por ordem, a “iSurgical3D” (correção do peito escavado), “NanoBiodelivery” (libertação controlada de terapias no combate ao cancro), “euPA” (monitorização de saúde e emergência por GPS), “BMLab” (modelo para maximizar novos fármacos), “Nanopaint” (tintas para imprimir sensores eletrónicos), “medQuizz” (aplicação constrói e corrige exames), “Analisador da Distorção Luminosa” (preditor de complicações oculares pré-cirurgia), “GenSYS” (software para produção massiva de produtos diferenciados), “Lipidomix” (serviços para quantificar e analisar lípidos), “TopoSEM” (recria 3D superfícies 10.000 vezes mais finas do que um cabelo), “beWOODful” (tecnologia acopla o tratamento e a coloração da madeira), “Karion Therapeutics” (molécula promissora para tratar o cancro renal), “Screen4Health” (acelera a seleção de fármacos para doenças raras) e “PhotoUP” (microalgas para converter biogás).
A AGERE – Empresa de Águas, Efluentes e Resíduos de Braga foi reconduzida na Direção da ALU – Associação de Limpeza Urbana. Alexandra Roeger, administradora da empresa municipal, foi eleita vice-presidente da Direção.
“A participação da AGERE na ALU reveste-se de particular importância estratégica, permitindo à empresa integrar uma rede nacional de entidades e especialistas, onde se promovem a partilha de conhecimento, a reflexão sobre os desafios do setor e o desenvolvimento de soluções inovadoras para a limpeza urbana e gestão de resíduos. Esta colaboração tem contribuído para a antecipação de tendências, a adoção de boas práticas e o reforço da capacidade de resposta da AGERE face às crescentes exigências ambientais e operacionais. Simultaneamente, posiciona a empresa como um agente ativo na construção de políticas e orientações que impactam diretamente o setor a nível nacional”, refere a AGERE, em comunicado.
O presidente do Conselho de Administração da AGERE, João Granja, congratulou-se com esta recondução e com a eleição de Alexandra Roeger, sublinhando que “a presença da AGERE na ALU é fundamental para garantir uma participação ativa nos processos de decisão e para continuar a afirmar a empresa como uma referência no panorama nacional”.
O SC Braga somou 21 medalhas no Campeonato Nacional Juniores e Absolutos, em Coimbra. Os Gverreiros do Minho arrecadaram cinco de ouro, nove de prata e três de bronze.
O clube esteve representado por 18 atletas, num total de 509 participantes em representação de 79 clubes.
As principais conquistas foram a obtenção de o mínimo para o Campeonato da Europa de Absolutos, por Ana Rodrigues, nos 50 metros bruços, e de um mínimo para o Campeonato da Europa de Juniores, por Maria Neves, nos 200 metros costas.
A nível coletivo, a equipa estabeleceu ainda um recorde nacional na estafeta de 4x100m estilos, composta por Maria Neves, Maria Leite, Adriana Barros e Beatriz Pereira. A nível individual e regional, foram alcançados oito recordes regionais e 28 recordes pessoais.
A ASAE desenvolveu uma operação de prevenção criminal e de combate ao crime económico direcionada ao fabrico e distribuição de artigos têxteis, centrada nos ilícitos criminais de contrafação, imitação ou uso ilegal de marca, venda ou ocultação de produtos, nos concelhos de Guimarães, Barcelos, Felgueiras e Vizela.
“A operação foi realizada em várias unidades industriais de produção de vestuário e estabelecimentos de venda a retalho de artigos de vestuário de marcas internacionalmente conceituadas e de grande prestígio, onde foram apreendidos 191.232 artigos, designadamente vestuário e acessórios têxteis contrafeitos, bem como uma máquina industrial, que estava a ser utilizada para a produção de artigos contrafeitos”, anunciou a ASAE.
A investigação numa das unidades industriais foi realizada no âmbito de diligências de inquérito, que culminou na execução de 11 mandados de busca domiciliária, não domiciliária e de pesquisa digital que “permitiram recolher prova relevante, sendo possível detetar, em flagrante delito, a produção de vestuário ostentando marcas de renome e prestígio internacional”.
Foram ainda instaurados seis processos-crime pelos ilícitos de contrafação, imitação ou uso ilegal de marca, bem como de venda ou ocultação de produtos, previstos e puníveis pelo Código da Propriedade Industrial, e apreendido um montante de 4.070 euros em numerário, por “existirem fortes suspeitas de proveniência ilícita”.
“A contrafação constitui um crime precedente do branqueamento de capitais e está frequentemente associado a infrações do foro tributário, laboral e ambiental, com elevado impacto nestes domínios. Neste pressuposto, a ASAE continuará a acompanhar o fenómeno da contrafação, promovendo a proteção da propriedade industrial dos titulares das marcas lesadas e garantindo a proteção dos consumidores”, finalizou a autoridade.