A Associação Gerês Viver Turismo, em parceria com a Câmara Municipal de Terras de Bouro, apresenta a edição 2026 do Programa Anual de Caminhadas Guiadas, iniciativa que volta a dinamizar o concelho e a promover o contacto direto com a natureza no Parque Nacional da Peneda-Gerês.
Ao longo de 2026 serão realizadas dezenas de caminhadas guiadas, distribuídas por vários meses, dando a oportunidade de explorar os percursos ao longo das quatro estações do ano. O objetivo é “permitir que todos, independentemente da experiência que possam ter, descubram a montanha em segurança e com acompanhamento especializado”.
Esta nova temporada inicia-se a 4 de abril e prolonga-se até 26 de dezembro, abrangendo diferentes paisagens e ambientes naturais ao longo do ano. Para além das caminhadas regulares, e das caminhadas noturnas, o programa inclui atividades temáticas e eventos especiais, como o Festival de Caminhadas, realizado nos dias 28 e 29 de março, e o já emblemático Trilho das Bruxas, a realizar-se a 31 de outubro.
Com esta iniciativa, a organização pretende “reforçar a valorização da rede de trilhos do Gerês e incentivar estilos de vida saudáveis”. “Para além disso, dar a conhecer o património natural, histórico e cultural de Terras de Bouro é também outro dos objetivos e, em simultâneo, acrescentar valor à experiência proporcionada a todos os visitantes do Gerês, oferecendo a oportunidade de desfrutarem ao máximo da região”, refere ainda.
As atividades serão orientadas por seis empresas de animação turística locais. O calendário completo, condições de participação e restantes informações podem ser consultados aqui.
O Município de Esposende promove, entre os dias 3 e 5 de abril, mais uma edição do Fim de Semana Gastronómico, iniciativa que assinala o arranque da campanha “Esposende, o robalo está aqui” e que integra o programa da Entidade Regional de Turismo do Porto e Norte de Portugal.
Durante este período, 32 restaurantes do concelho apresentam propostas gastronómicas centradas no robalo, peixe de elevada qualidade e frescura, confecionado de diversas formas, desde grelhado na brasa a assado no forno ou em arroz. A experiência gastronómica é complementada com vinhos verdes de produtores locais e com as tradicionais clarinhas de Fão como sobremesa.
A campanha prolonga-se ao longo de todo o mês de abril, mantendo o robalo como protagonista nas ementas dos restaurantes aderentes, numa iniciativa que pretende valorizar os produtos do mar e reforçar a identidade gastronómica do concelho.
Para além da vertente gastronómica, o Município destaca a diversidade de iniciativas culturais e de animação previstas para este período, convidando residentes e visitantes a explorar o território. A programação completa pode ser consultada na agenda de eventos municipal.
Esta é já a sexta edição da campanha, que se insere no Plano de Ação para a Sustentabilidade, Crescimento e Competitividade do Turismo em Esposende 2023-2027, integrando um conjunto de ações estratégicas que visam afirmar o concelho como “destino de excelência no turismo gastronómico ligado ao mar”.
Este é mais um duelo entre os 3 blocos em Portugal. Temos os 3 maiores blocos a bloquear uma negociação e uma nomeação para o Tribunal Constitucional. A estes blocos pede-se responsabilidade, mas mais a uns do que a outros.
O PS e a esquerda têm vindo a ser um entrave à nomeação, com base na questão de equilíbrio no Tribunal Constitucional. Ora, isso não é verdade: na atual conjuntura, existe uma clara maioria de esquerda no tribunal, sendo 8 de esquerda e 5 de direita.
Um exemplo disso é Mariana Canotilho (PS-PCP), associada à esquerda dura, a esquerda radical.
A nomeação é simples: os candidatos da lista que obtiver o voto favorável de dois terços dos deputados presentes.
Em 1982, o Tribunal Constitucional foi criado. Houve um acordo entre o PSD e o PS, onde ficou claro que nunca se excluiria o outro partido na escolha dos juízes. Um acordo destes num regime democrático? Qual a legitimidade? Imagine que o PS tinha uma hecatombe eleitoral, com uns 10%. Teria o PS direito, com base neste acordo que em nada é democrático, a eleger membros para o tribunal?
Este acordo é surreal e demonstra como os dois partidos comandam o destino do país. A única exceção a este acordo foi em 1985, 3 anos depois do acordo escrito em mármore: Portugal teve uma crise política onde o PSD e o PS deixaram de ter dois terços, com a entrada do PRD, que com os seus 18% teria direito a eleger um juiz.
Portugal mudou muito desde 82, e hoje PS e PSD não têm maioria de dois terços, nem mesmo com a geringonça. António Costa, na sua arrogância, mesmo com maioria de dois terços, teve de recorrer à direita para os eleger.
O Tribunal Constitucional não tem sido politizado, ao contrário do que se tem dito. Tem tido uma performance de imparcialidade ao longo dos anos, pautando-se pela competência e rigor.
A Iniciativa Liberal, em 2022, e a sua posição foi deveras questionável, ora foi escolhida uma senhora de nome Maria João Vasco Tome, sugerida pelo PSD para a uma vaga no TC . No entanto, a máquina socialista dos media fez uma campanha acusando-a de ser uma juíza conservadora e católica Ou seja, não podemos ter uma conservadora, mas podemos ter comunistas da linha dura? No entanto, a IL juntou-se às críticas da esquerda com base no critério de que tem de ser a competência. Ora bem, desde há 8 anos a senhora é presidente do Supremo Tribunal de Justiça.
Ora, se a senhora serve para o tribunal de justiça, mas não servirá para o constitucional? Será que o critério com base na competência foi bem aplicado? Confesso que, como membro da IL, estou curioso para saber qual vai ser o critério em que a IL vai partir da base para apoiar ou não os candidatos. Peço que a Iniciativa Liberal seja uma voz mais forte neste processo, que seja a ponte entre as direitas, que seja parte ativa do processo e contribua com soluções à direita – tal como os portugueses assim decidiram nas últimas eleições.
A IL não coloca obstáculos à indicação de um juiz indicado pelo Chega para o Palácio Ratton, e muito bem, no entanto a IL deve ela própria procurar ter uma nomeação, e desta forma espelhar a maioria de direita que existe em Portugal.
O PSD falhou: como líder na condução do processo, deveria ter tido sentido de Estado, mais artimanha negocial. No entanto, acaba por falhar redondamente . Não foi capaz de construir pontes para ter um processo mais articulado e com um fio condutor.
O PS, é aquele que está a fazer birra, aquela criança típica que perde o seu brinquedo e, como tal, assume-se no direito de importunar tudo e todos caso a sua vontade não seja feita.
Há uma estratégia simples por parte dos socialistas: bloquear, bloquear e bloquear. Procurando submeter o funcionamento das instituições à sua vontade. Chegou se até as ameaças , neste caso de romper acordo com o governo feita por parte do PS. Não é nada mais do que um argumento a favor da criança a fazer birra.
Por fim, o Chega não coloca em causa o direito do partido querer fazer parte destas nomeações. Afinal, são a 2.ª maior força política do parlamento e saíram reforçados nas últimas eleições. Podemos discordar em vários pontos, mas a democracia e os seus resultados têm de ser respeitados.
Contudo, não deixa de ser irónico: um partido que cresceu com base no ataque aos tachos e tachinhos hoje faz uma luta feroz para ver os seus nomes em cargos de destaque nas instituições do Estado
Quem é o juiz proposto pelo Chega?
Luís Filipe Brites Lameiras é o nome que o partido de André Ventura quer para o Tribunal Constitucional. Especialista em Direito Civil, católico e descrito pelos seus colegas magistrados como alguém “moderado” e “equilibrado”. Foi promovido a juiz desembargador em 2010, tendo sido colocado nas secções cíveis da Relação de Lisboa.
De volta à eleição: o país mudou, mudou socialmente à direita, e isso é um facto, de forma democrática. Os portugueses assim decidiram.
Como tal, a eleição do Tribunal Constitucional deve espelhar os resultados saídos das últimas eleições. Como tal, defendo, em base na democracia, que o bloco da Direita com IL, PSD e Chega eleja os 4 juízes para o Constitucional, pois existe uma clara maioria de dois terços, com uma legitimidade avassaladora.
As contas são simples: PSD, Chega e IL juntos têm os 2/3 necessários na Assembleia da República (AR) para eleger juízes do Tribunal Constitucional. Estamos a falar de 156 a 160 deputados e isso supera os 154 necessários.
A sugestão seria simples: PSD propõe 2 juízes seus +1 para Chega, com IL a complementar os 2/3.
Por fim, há que respeitar a democracia: por vezes um bloco perde e outro ganha; por vezes temos uma maioria de esquerda com apoio da extrema-esquerda e, noutras ocasiões, uma maioria de direita. A democracia é saber lidar com aqueles que têm uma opinião diferente da nossa – discordar, sim, mas sempre respeitando as nossas liberdades individuais.
O empresário português Ricardo Claro foi encontrado morto com sinais de violência. O gestor de um restaurante de luxo no Algarve estava desaparecido desde março.
O corpo de Ricardo Claro, de 50 anos, foi encontrado numa área de mato. Segundo a PJ, o cenário encontrado indica “um contexto de morte violenta que terá ocorrido na data do desaparecimento”.
A Câmara Municipal de Vieira do Minho, em parceria com o Turismo de Portugal, vai promover uma sessão pública de formação subordinada ao tema “Atendimento e Relação com o Cliente”, nos dias 7 e 14 de abril de 2026.
A iniciativa terá lugar no Posto de Turismo de Vieira do Minho e contará com uma duração total de oito horas, distribuídas pelos dois dias, entre as 18:00 e as 22:00.
“Dirigida a negócios do setor do turismo, esta ação formativa pretende reforçar a qualidade do atendimento prestado aos visitantes, abordando conteúdos fundamentais como o papel do atendimento na experiência do cliente, comunicação verbal e não verbal, técnicas de acolhimento, gestão de reclamações e situações sensíveis, bem como a importância da postura profissional e da imagem no contacto com o público. A formação incluirá ainda casos práticos e simulações, permitindo aos participantes aplicar os conhecimentos adquiridos em contexto real. Entre os principais objetivos da iniciativa destacam-se o desenvolvimento de competências de atendimento profissional orientadas para a excelência, o reforço da comunicação eficaz em contexto de serviço, a melhoria na gestão de situações difíceis e a promoção da satisfação e fidelização do cliente”, explica a Autarquia.
A participação é gratuita e certificada, estando sujeita a inscrição prévia, que poderá ser efetuada através do seguinte link: https://bit.ly/4dWNcHb.
O Município de Esposende vai avançar com a requalificação do Museu Municipal, numa intervenção que visa preservar e valorizar um edifício histórico emblemático da cidade, enquanto melhora as suas condições técnicas, funcionais e de eficiência energética.
A operação trabalhos de beneficiação do Museu Municipal de Esposende é financiado pelo programa Regional Norte 2030, com o investimento elegível de 1.200.000 euros, sendo a taxa de comparticipação FEDER de 70%. O prazo de execução é de 365 dias.
Localizado no centro urbano de Esposende, no Largo Fonseca Lima, e inserido numa área classificada como património inventariado e zona de proteção da Igreja da Misericórdia, o edifício apresenta características marcantes da arquitetura cosmopolita e eclética do arquiteto Ventura Terra. Ao longo das décadas, o imóvel foi alvo de diferentes intervenções, mantendo, no entanto, a sua identidade arquitetónica, o que “reforça a importância desta nova fase de recuperação”.
“A intervenção proposta incide sobretudo na modernização das infraestruturas técnicas e na reabilitação do exterior do edifício, abrangendo cobertura, fachadas e caixilharias. Entre os principais trabalhos previstos destacam-se a substituição da cobertura com reforço do isolamento térmico, a instalação de novas caixilharias com vidro duplo, o tratamento de infiltrações e humidades, bem como a conservação de elementos patrimoniais, como os azulejos e cantarias. Ao nível interior, o projeto contempla a reformulação do piso das reservas do museu, com a reorganização dos espaços técnicos e a criação de uma área dedicada aos sistemas de climatização, reduzindo o impacto visual no exterior. Está igualmente prevista a modernização das redes elétricas e a instalação de novos sistemas de segurança”, explica a Câmara de Esposende.
A componente de climatização será totalmente renovada “com a instalação de um sistema mais eficiente e adaptado às exigências atuais, assegurando melhores condições de conservação do acervo museológico e maior conforto para os visitantes”.
Esta intervenção resulta de “uma oportunidade de financiamento orientada para a eficiência energética e sustentabilidade dos edifícios públicos, permitindo ao Município não só recuperar um imóvel de elevado valor histórico, mas também adaptá-lo às necessidades contemporâneas”.
A exposição de Arte Sacra “Agora vemos como num espelho” foi inaugurada na terça-feira, em Fafe, em sessão que contou com apresença do Arcebispo Metropolita de Braga, D. José Cordeiro, do Bispo Auxiliar, D. Delfim Gomes, do Arcipreste de Fafe, José Carneiro, bem como de vários sacerdotes, entidades militares e civis, e outros convidados.
Na intervenção de abertura, antecedida por um momento musical protagonizado pela cantora lírica Patrícia Bouças, acompanhada ao piano por Miguel Costa, a vereadora da Cultura, Paula Nogueira, agradeceu a todos os envolvidos no planeamento e concretização da mostra, sublinhando que “este é um trabalho de alguns, mas é a exposição de todos”.
Seguidamente, usou da palavra o Arcipreste de Fafe, José Carneiro, que expressou a sua “enorme alegria pela concretização deste projeto”. “Hoje podemos finalmente abrir esta exposição, que envolve todas as paróquias do Arciprestado de Fafe”, afirmou.
Por sua vez, o Arcebispo Metropolita de Braga, D. José Cordeiro, manifestou palavras de “grande gratidão ao Município de Fafe, pela organização e cooperação”, destacando a beleza da exposição, “que poderemos contemplar nos próximos meses, numa herança que os nossos antepassados nos deixaram”.
A sessão de inauguração terminou com a intervenção do presidente do Município de Fafe, Antero Barbosa, que afirmou ser “uma grande honra presidir a um executivo que tem esta sensibilidade para com o património histórico e religioso e para aquilo que ele representa na nossa história”.
O autarca deixou ainda um apelo a todos os fafenses, sublinhando que “esta é uma oportunidade única para ver, em destaque, estas obras de arte sacra”.
A exposição estará patente ao público, com entrada gratuita, até ao dia 1 de novembro, podendo ser visitada aos sábados, domingos e feriados, entre as 15:00 e as 18:00.
Os grupos que pretendam visitar a exposição deverão enviar o respetivo pedido para o endereço eletrónico [email protected], sendo as visitas de grupo realizadas mediante marcação prévia, preferencialmente às quintas e sextas-feiras, entre as 10:00 e as 12:00.
Lembro-me perfeitamente da minha primeira Páscoa em Idanha-a-Nova, logo após me ter casado com um beirão de gema. Vinda do Minho, onde o Domingo de Páscoa é marcado por uma coreografia milenar de tapetes de flores e campainhas de compasso que anunciam a visita do Senhor a cada porta, o choque cultural foi imediato.
Em Braga, o Domingo de Páscoa é o dia em que a cidade se abre ao exterior. Na Idanha, para meu espanto, o dia é de um recolhimento quase doméstico, focado na mesa e na família.
Porém, o verdadeiro abalo nas minhas convicções minhotas aconteceu no dia anterior, no Sábado de Aleluia, quando percebi que a alegria da Ressurreição ali não esperava pelo nascer do sol de domingo para se manifestar.
O meu espanto foi absoluto quando vi a vila inteira sair à rua, não com a contenção das nossas procissões, mas com uma energia que parecia brotar das pedras da Raia. Ao som da banda filarmónica, que abria a procissão, as pessoas empunhavam apitos e agitavam badalos de gado, criando uma sinfonia ruidosa e orgânica que ecoava pelas ruas estreitas que sobem e descem pela vila. Era uma explosão de vida, uma forma de “correr com o mal” que me pareceu, na altura, quase pagã, tão habituada que estava à solenidade bracarense.
No adro da igreja matriz, vi o padre, num gesto de uma proximidade desarmante, atirar mãos cheias de amêndoas à multidão, provocando uma disputa alegre e comunitária pelos doces, um ritual que quebrava qualquer barreira entre o sagrado e o profano e que celebrava a fartura após o longo jejum da Quaresma.
Ao longo de todos estes anos a dividir o coração entre estas duas geografias, aprendi a ler as diferenças entre a “Cidade dos Arcebispos” e a “Vila das Flores” como duas linguagens de uma mesma devoção.
Braga é o império da transcendência, onde a Semana Santa se veste de roxo e granito, elevando a fé a uma arte sacra que atrai o mundo. É o lugar da memória recuperada, onde procissões como a do Enterro do Senhor mantêm uma gravidade que nos faz sentir pequenos perante o mistério.
Por outro lado, Idanha oferece-nos o toque, o ruído dos chocalhos que nos ligam à terra e à natureza. Enquanto Braga nos convida à contemplação do divino através da beleza do rito, Idanha obriga-nos a participar na vitória da vida com o corpo todo, num Sábado de Aleluia que não pede licença para ser feliz.
Estas duas Páscoas, embora separadas por centenas de quilómetros e por séculos de hábitos distintos, acabam por se completar na minha identidade. Sinto falta do compasso bracarense, do cheiro a incenso da Sé e daquela solenidade que parece suspender o tempo, mas habituei-me ao estremecer do chão de Idanha quando os badalos anunciam que a tristeza acabou. O que Braga tem de majestade, Idanha tem de verdade telúrica. Uma faz-nos olhar para o céu com respeito, enquanto a outra nos ensina que a alegria da ressurreição também se faz com o barulho da gente e com a doçura de uma amêndoa apanhada no ar, em pleno adro, no coração da Beira Baixa.
A Academia Braga Dança destacou-se no All Dance Portugal 2026, ao conquistar nove troféus na categoria de K-pop, incluindo três primeiros lugares e seis segundos lugares, ficando ainda apurada para o Campeonato Europeu na Grécia.
A Academia é a escola que mais prémios arrecadou a nível nacional desde o início do kpop no All Dance Nacional desde 2024.
Pelo elevado nível apresentado, a academia recebeu ainda o convite para integrar a gala final do evento, que reúne as 36 melhores coreografias, num universo superior a 6.000 dançarinos, representando a cidade de Braga na maior competição nacional de dança, com projeção internacional.
Já em 2025, a Academia Braga Dança havia sido distinguida com uma menção honrosa, alcançando a melhor e mais elevada qualificação do campeonato em K-pop.
Nos três anos de existência desta categoria, é atualmente a academia portuguesa com mais prémios conquistados neste estilo.
O trabalho desenvolvido no K-pop é orientado pela professora Joana Silva, envolvendo bailarinos de todas as idades, desde os New Old Dancers ao nível profissional.
A diretora, Sónia Mota, destaca com orgulho que “é com enorme orgulho que vemos o reconhecimento do trabalho dos nossos bailarinos e professora. Representar Braga num palco desta dimensão é uma honra e um estímulo para continuarmos a crescer e a levar mais longe o nome da nossa cidade de Braga”.
O concelho de Celorico de Basto volta a associar-se à evocação do “Abril – Mês da Prevenção dos Maus-Tratos na Infância”, através de um conjunto alargado de iniciativas de sensibilização promovidas pela Comissão de Proteção de Crianças e Jovens (CPCJ) de Celorico de Basto, em parceria com o Município.
Ao longo de todo o mês, serão dinamizadas diversas ações com o objetivo de “alertar e mobilizar a comunidade para a importância da proteção dos direitos das crianças e jovens, reforçando a necessidade de uma intervenção concertada face a uma problemática que continua a afetar inúmeras crianças”.
A campanha, embora centrada no mês de abril, teve início no dia 31 de março, com a realização de uma atividade lúdico-pedagógica, em formato de peddy paper, que envolveu crianças a frequentar as Atividades de Animação e Apoio à Família (AAAF) e a Componente de Apoio à Família (CAF) do Município de Celorico de Basto e das Instituições Particulares de Solidariedade Social (IPSS) do concelho em CATL, no âmbito das férias da Páscoa.
Esta iniciativa visou “sensibilizar os mais jovens para a prevenção dos maus-tratos, promovendo simultaneamente valores fundamentais como a preservação ambiental, a segurança rodoviária, a prática de exercício físico, o convívio e a partilha”.
A presidente da CPCJ de Celorico de Basto, Helena M. Carvalho sublinha “a importância do envolvimento de toda a sociedade civil nesta causa, reforçando que a prevenção dos maus-tratos na infância é uma responsabilidade coletiva e contínua. Todas as entidades representadas na CPCJ marcam presença nas ações promovidas e reforçam a vontade coletiva em salvaguardar as crianças e jovens para que o seu desenvolvimento seja o mais saudável possível”.
O presidente da Câmara Municipal, José Peixoto Lima, reforça “o compromisso da autarquia na promoção do bem-estar das crianças e jovens, e por isso participamos ativamente na concretização destas iniciativas e na construção de uma comunidade mais informada, consciente e protetora. As crianças e jovens são o futuro da nossa terra, sobre nós cai a responsabilidade de contribuir para que se tornem homens e mulheres capazes, determinados e empáticos”.
No âmbito desta campanha, será também promovida a colocação do laço azul nas fachadas dos edifícios de diversas entidades locais, como forma simbólica de alerta e compromisso coletivo. Este símbolo remete para a história de Bonnie Finney, avó norte-americana que, após a perda de um neto vítima de maus-tratos, decidiu utilizar um laço azul como forma de sensibilizar a sociedade para esta realidade, tornando-se, desde então, um emblema internacional da prevenção dos maus-tratos na infância.
Paralelamente, está prevista a realização de outras iniciativas, incluindo uma campanha de sensibilização em formato digital e físico, a caminhada noturna “Entre Laços e Pirilampos”, que pretende envolver a comunidade numa ação de reflexão e saúde física.