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Jovem de 18 anos detido em Vizela por posse de armas proibidas

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© GNR
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A GNR deteve, esta terça-feira, um jovem de 18 anos por posse de armas proibidas, no concelho de Vizela.

No âmbito de uma investigação por “ofensas à integridade física com recurso a armas brancas e elétricas”, que decorria há cerca de um mês, os militares da Guarda realizaram diligências policiais que permitiram apurar que o suspeito “era detentor de armas proibidas”.

Foi dado cumprimento a um mandado de busca domiciliária, que culminou com a detenção do suspeito e a apreensão de dois bastões, uma arma elétrica, 16 armas brancas, e quatro doses de haxixe.

O detido foi constituído arguido e os factos foram comunicados ao Tribunal Judicial de Guimarães.

Grupo Cénico de Arentim apresenta “Braga por um Canudo” em Trandeiras

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DR
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A ART – Associação Recreativa de Trandeiras, em Braga, organiza no próximo sábado, 1 de abril, um espetáculo de teatro aberto à comunidade.

O Grupo Cénico de Arentim levará a peça “Braga por um Canudo” ao Salão da Junta de Freguesia em Trandeiras, a partir das 21:30

Este espetáculo está inserido no mês do Teatro, numa Organização do INATEL de Braga.

Autarca de Braga alerta para a falta de iluminação pública nas ruas da cidade

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© Junta de Freguesia de São Victor
© Junta de Freguesia de São Victor

Ricardo Silva, presidente da Junta de Freguesia de São Victor, em Braga, esteve presente no Conselho Geral da Associação Nacional das Freguesias, que decorreu em Grândola.

Na ocasião, o autarca instigou a ANAFRE a “promover diligências para um melhor serviço público” face ao “deficitário serviço ao público que está a ser prestado pela E-REDES, no campo da iluminação dos espaços públicos e pelos CTT, na área da entrega de correspondência postal”.

“No dealbar das celebrações da Revolução dos Cravos e acontecendo em Grândola o Conselho Geral, parece-me ser aqui o local certo para alertar para o ataque que está a ser feito ao bem-estar público. Por um lado, o péssimo serviço no campo da iluminação pública, com a E-Redes a não cumprir com a sua função. Em Braga, e acredito que talvez por todo o país, a E-Redes tem ficado aquém das suas funções, permitindo que ruas inteiras fiquem às escuras por dias e semanas a fio, causando o clima de insegurança na população. Não só insegurança do foro criminal, mas também, insegurança do ponto da proteção civil, aumentando os fatores de risco contra pessoas e bens. E reportando os casos na plataforma online, muitas vezes surgem os estados de avaliação dados como resolvidos, quando, na verdade, a situação se mantém por resolver”, frisou Ricardo Silva na sua intervenção.

Relativamente aos CTT, para o autarca esta entidade “tem ficado aquém da sua missão, estando a cortar, cada vez mais, os operacionais de distribuição da correspondência”. “Em Braga, e na freguesia de São Victor, a função de carteiro está a atuar em serviços mínimos, comprometendo a distribuição de correspondência postal, onde se inserem os postais de reforma dos pensionistas. Numa altura em que se sente a crise social com contornos financeiros, e com os custos de vida a aumentar, sobretudo nas áreas essenciais como a habitação, a alimentação ou o acesso à saúde, comprometer a entrega do único meio de subsistência de uma franja significativa da população é comprometer o direito à vida, lançando a população, sobretudo a de terceira idade, no caos social”, sustentou o presidente.

Na defesa dos interesses da população, Ricardo Silva solicitou auxílio à ANAFRE para que “estabeleça diálogos com a E-REDES e com os CTT para garantir o bom funcionamento destes serviços, ou que pressione o Governo para garantir que estas empresas cumprem com as suas funções e garantem o bem estar à população.”

FC Porto distinguido com prémio de Responsabilidade Social do mês de fevereiro

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© Liga Portugal
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A campanha “Fome Zero” valeu ao FC Porto a distinção de Responsabilidade Social no mês de fevereiro. Esta iniciativa, que teve o pontapé de saída no Estádio do Dragão, aquando do jogo frente ao CD Mafra, para a Allianz CUP, centrou-se no envolvimento total da equipa da Youth League nas iniciativas da campanha, que ao longo da época contou com o apoio transversal de todos no clube.

Os bens recolhidos foram, depois, armazenados e entregues a duas instituições: a Legião da Boa Vontade e o Coração da Cidade. Para esta iniciativa, o FC Porto conseguiu ainda envolver inúmeros parceiros, que permitiu aumentar o alcance da mesma.

Feliz pela distinção, Tiago Gouveia, diretor de Marketing do FC Porto, fez questão de referir que as distinções da Fundação do Futebol, “são um reconhecimento que têm potenciado a que mais se faça, porque são motivo de orgulho para as equipas e para os adeptos”. Garantindo que “enquanto clube têm a preocupação de fazer diferente e que com esta iniciativa transversal, que envolveu modalidades, clube, adeptos e parceiros, esse dever foi conseguido”, porque, como referiu, “com estas iniciativas cumprem o seu dever, enquanto clube, que tem uma responsabilidade para a comunidade com que está envolvida”.

Tiago Gouveia assumiu que o objetivo é que “todas as ações não sejam só ações, mas um bocadinho do dia a dia dos clubes, não trabalhando a sustentabilidade, mas fazendo com que esta seja um dos pilares”, concluindo que “tudo o que se faz tenha algum cariz sustentável e que esse é o grande desafio”.

Já Teresa Santos, gestora de Qualidade e Responsável de Sustentabilidade do FC Porto, confessou que apesar das campanhas agora serem mais divulgadas, “as ações fazem parte do ADN” do clube portista, sendo que a estratégia é fazer cada vez mais, ressalvado que “esta época, têm mais três campanhas para fazer. Este é o caminho e que é por aqui que queremos continuar”, concluiu.

Mário Costa, vice-presidente da Fundação do Futebol e responsável por entregar a distinção, elogiou a campanha que considerou muito nobre, pela capacidade de envolvimento de todos os colaboradores e parceiros, que permitiu dar “maior amplitude à campanha”. Ressalvando que “este é o caminho que a Fundação defende, de que a Responsabilidade Social faça parte da agenda dos clubes e que as promovam e incentivem junto das suas comunidades”.

Famalicão serve Cabrito Assado

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© CM Famalicão
© CM Famalicão

A época quaresmal é a inspiração de mais uns “Dias à Mesa”. A partir de amanhã, 30 de março, e até domingo, 2 de abril, o prato principal nos restaurantes de Famalicão será o Cabrito Assado, uma iguaria típica da época pascal.

Enquadrado no programa da Semana Santa, a iniciativa coloca o cabrito assado como centro da ementa dos restaurantes Alfa (Famalicão), Bisconde (Cruz), Casa Pêga (Antas), Churrascão Sousa (Avidos), Cozinha da Lúcia (Gondifelos), Moutados (Gavião), Oprato (Avidos) e Sei Lá Tapas e Petiscos (Famalicão). Em todos os restaurantes aderentes há desconto direto de 10% direto, durante os dias em que decorre a iniciativa que une a gastronomia à cultura.

O desconto também é aplicável nos alojamentos aderentes, entre eles, B&B Hotel Famalicão, Casa Ana Monteiro, Casa das Cortinhas, Hotel Moutados, Host in Olivença, Quinta de Pindela, Quinta de S. Vicente, Saladestar, Solar da Saudade, Vila Prime, Vivenda Mendes e Villam Natura & Spa, durante os Dias à Mesa.

A promoção não é acumulável com outros descontos e é válida mediante reserva direta nos estabelecimentos aderentes.

Os “Dias à Mesa” decorrem de fevereiro a novembro, numa conjugação perfeita do melhor da cozinha tradicional minhota com as mais suculentas propostas culturais famalicenses para um banquete de sabores e de diversão. O convite à degustação surge em dias específicos, e em harmonização com os melhores vinhos e uma agenda de atividades muito atrativa e mobilizadora em Famalicão.

Apostador ganhar 30 mil euros em raspadinha na Póvoa de Lanhoso

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© Pastelaria Doce Convivio Povoa de Lanhoso
© Pastelaria Doce Convivio Povoa de Lanhoso

Um apostador ganhou, na segunda-feira,  prémio de 30 mil euros numa raspadinha na Póvoa de Lanhoso.

O feliz contemplado comprou a raspadinha no estabelecimento “Pastelaria Doce Convívio”.  

“Boa tarde estimados clientes, para começar esta semana, nada melhor que uma grande novidade! Estão preparados para saber qual é? Pela primeira vez, em dois anos de casa demos 30.000 euros, com apenas 3 euros. Tentem a vossa sorte, só ganha quem joga”, informou a gerência do estabelecimento.

A raspadinha “Riquezas do Olimpo” custa 3 euros e tem prémio máximo de 30 mil euros.

Tempo é cérebro, seja mais rápido que um AVC

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© Tiago Gregório
© Tiago Gregório

Todos os anos cerca de doze milhões de pessoas sofrem um acidente vascular cerebral (AVC) em todo o mundo, fazendo desta doença uma das principais causas de morte e invalidez. Em Portugal estima-se que 18 mil pessoas sofreram um AVC em 2019, um número que irá subir nos próximos anos devido ao envelhecimento da população.

Os custos desta doença para o nosso país são brutais, quer em termos de vidas humanas (cerca de 17 mil por ano), quer em termos financeiros (160 milhões de euros em custos diretos) ou de perda de anos de vida com qualidade (230 mil dias).

A forma mais frequente de AVC é o AVC isquémico, responsável por cerca de dois terços de todos os AVCs. Esta doença é causada pelo entupimento das artérias cerebrais por um coágulo, que compromete o fluxo sanguíneo e leva assim a lesão cerebral. O seu tratamento evoluiu bastante nas últimas décadas, com a criação das unidades AVC e a utilização da trombólise e da trombectomia. O primeiro tratamento consiste na administração de um fármaco para dissolver o coágulo, enquanto o segundo consiste na remoção direta do mesmo através da utilização de um fio (cateter), que é navegado pela circulação cerebral com o auxílio da angiografia. Poucos são os tratamentos na medicina tão eficazes como estes, todavia apenas uma minoria dos doentes afetados chega a beneficiar deles. Em Portugal, apenas 8% beneficia de trombólise e 5% de trombectomia. A principal causa para estes números baixos é o atraso na chegada dos doentes ao hospital, que faz com que a lesão cerebral seja já irreversível à altura do diagnóstico. Adicionalmente, persistem ainda assimetrias regionais no acesso a estas terapêuticas, que estão mais disponíveis nos grandes centros urbanos. Independentemente de terem ou não sido submetidos às mesmas, todos os doentes beneficiam do internamento inicial em unidades de AVC dedicadas e da prestação de cuidados adequados de reabilitação.

Pelo que foi descrito anteriormente, urge mudar o cenário e para tal é necessário um compromisso de toda a sociedade. O primeiro passo consiste na prevenção, que tantas vezes é desvalorizada pelos doentes. As principais causas de AVC são a hipertensão arterial, a diabetes, o colesterol, o tabagismo e a obesidade, pelo que os cidadãos devem abordar e tratar estes fatores de risco em colaboração com os cuidados primários de saúde. O segundo passo consiste na identificação rápida do AVC como uma emergência médica, com o transporte expedito do doente para o hospital. Para tal, é necessária a identificação rápida dos sinais de alarme pela população (boca de lado, alteração da fala ou da força), a ativação imediata da emergência pré-hospitalar (INEM- 112), o transporte imediato do doente para o hospital e o estabelecimento de circuitos intra-hospitalares específicos para o AVC (vias verdes AVC), de forma a tratar o doente o mais rapidamente possível. É importante salientar que este segundo passo consiste numa “cadeia de eventos”, que será sempre tão forte quanto o seu elo mais fraco. De nada vale ter a via verde AVC e o INEM preparados, se o cidadão não identificar corretamente os sintomas e pedir ajuda. Por fim, são essenciais políticas de saúde que assegurem os cuidados necessários a todos os doentes com AVC, independentemente da sua localização geográfica. Para que isto seja feito de forma eficiente, diferentes estruturas do Serviço Nacional de Saúde deverão ser capazes de funcionar em rede, com o foco centrado no doente.

Todos juntos podemos mudar o panorama desta doença. Vigie e controle os fatores de risco cardiovascular. Se notar a boca de lado, alteração da fala ou falta de força, ligue imediatamente para o 112. Tempo é cérebro, seja mais rápido que um AVC.

Artigo de opinião de Tiago Gregório do Núcleo de Estudos da Doença Vascular Cerebral da SPMI.

Guimarães: Barco vai festejar Nossa Senhora dos Remédios com cartaz de luxo

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© Augusto Canário / Quim Roscas e Zeca Estacionâncio / Nuno Ribeiro
© Augusto Canário / Quim Roscas e Zeca Estacionâncio / Nuno Ribeiro

A freguesia de Barco, em Guimarães, vai festejar Nossa Senhora dos Remédios de 10 a 23 de abril com um cartaz de luxo. Augusto Canário, Quim Roscas & Zeca Estacionâncio, Nuno Ribeiro e Daniel Fernandes são os cabeças de cartaz destas festividades.

Programa

10 de abril

  • 10:00 – Hastear da bandeira

14 de abril (sexta-feira)

  • 20:00 – Eucaristia e benção das velas, seguindo-se a procissão com a imagem de Nossa Senhora dos Remédios até às Taipas

16 de abril (domingo)

  • 15:00 – Procissão de regresso da imagem de Nossa Senhora dos Remédios a Barco, acompanhada pelo GCR de Barco, CNE das Tapias e CNE de Barco

19 a 23 de abril

  • 20:30 – Recitação do terço, seguido a Eucaristia com pregação

21 de abril (sexta-feira)

  • 21:30 – Gatuna – Tuna feminina da UMinho
  • 22:30 – Quim Roscas e Zeca Estacionâncio
  • 00:00 – Sessão de fogo de artifício
  • 00:10 – DJ no bar Lima Limão

22 de abril (sábado)

  • 08:00 – Entrada do Grupo de Bombos Santa Maria
  • 21:30 – Daniel Fernandes
  • 22:30 – Augusto Canário
  • 00:00 – Sessão de fogo de artifício
  • 00:10 – DJ no bar Lima Limão

23 de abril (domingo)

  • 10:30 – Missa solene em honra de Nossa Senhora dos Remédios, acompanhada pelo Grupo Coral de Barco
  • 15:00 – Entrada da Banda Filarmónica de Santa Maria de Bouro
  • 16:00 – Pregação, seguida da majestosa procissão com o acompanhamento da Banda Filarmónica de Santa Maria de Bouro e os CNE de Barco
  • 21:30 – Atuação do Grupo de Dança Nokaute
  • 22:00 – Atuação de Nuno Ribeiro
  • 00:00 – Grande sessão de fogo de artifício

Escola de Engenharia da UMinho cria hub para a mobilidade

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© UMinho
© UMinho

A Escola de Engenharia da UMinho apresenta, esta quinta-feira, a plataforma TMOB-HUB – Transportation and Mobility Research Hub, que associa as competências de sete centros de investigação na área da mobilidade e quer afirmar-se na cooperação com atores nacionais e internacionais. A cerimónia realiza-se das 14:00 às 18:45, no auditório nobre do campus de Azurém, em Guimarães, incluindo quatro palestras e uma mesa redonda com diversas personalidades.

A sessão de abertura conta com o presidente da Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Norte (CCDR-N), António Cunha, o presidente da Ordem dos Engenheiros, Fernando de Almeida Santos, o presidente do Município de Guimarães, Domingos Bragança, o administrador dos Transportes Urbanos de Braga, Teotónio dos Santos e, da parte da UMinho, o vice-reitor para a Investigação e Inovação, Eugénio Campos Ferreira, a vice-presidente da Escola de Engenharia, Lígia Rodrigues, e o diretor da TMOB-HUB, José Campos e Matos.

De seguida, prevê-se palestras do presidente da CCDR-N, António Cunha, do presidente do Instituto da Mobilidade e dos Transportes, João Caetano da Silva, do presidente da World Road Association, Nazir Alli, e do diretor executivo da Europe’s Rail Joint Undertaking, Giorgio Travaini. Os territórios, a descarbonização, o triângulo educação-tecnologia-qualidade de vida e a digitalização são alguns temas a abordar.

Após uma pausa, realiza-se às 17:15 uma mesa redonda com dez figuras neste âmbito, como Paulo Duarte, diretor executivo da Plataforma Ferroviária Portuguesa; Hugo Lopes, diretor para o Desenvolvimento e Sustentabilidade da Administração dos Portos do Douro, Leixões e Viana do Castelo (APDL); António Gomes Correia, professor emérito da UMinho; José Gomes Mendes, diretor executivo da Fundação Mestre Casais; e Tânia Cardoso Simões, presidente da Autoridade Nacional da Aviação Civil (ANAC). Juntam-se ainda Miguel Campos, presidente da Infraestruturas de Portugal; Ricardo Gomes, vice-presidente da Associação dos Industriais da Construção Civil e Obras Públicas (AICCOPN); André Santos, product owner da Bosch Portugal; Rui Guimarães, manager da Mota-Engil; e Paulo Humanes, diretor para a Mobilidade do CEiiA – Centro de Engenharia e Desenvolvimento. A moderação é de Diogo Ferreira Nunes, do jornal digital ECO. A sessão de encerramento cabe depois ao presidente da Escola de Engenharia da UMinho, Pedro Arezes.

Sobre a TMOB-HUB

Esta plataforma abrange os principais modos de transporte – ferrovia, metro, rodovia, aeroportuário, marítimo, fluvial – e pretende cooperar de forma intensa com os principais atores nacionais na área, a par de diversos parceiros internacionais. Os centros de investigação da UMinho envolvidos no projeto são o Algoritmi, o Centro de Território, Ambiente e Construção (CTAC), o Instituto de Polímeros e Compósitos (IPC), o Instituto para a Sustentabilidade e Inovação em Estruturas de Engenharia (ISISE), o Centro de Sistemas Microeletromecânicos (CMEMS), o Centro de Engenharia Mecânica e Suste​ntabilidade de Recursos (MEtRICs) e o Centro de Ciência e Tecnologia Têxtil (2C2T). No global, representam 450 cientistas, sendo quase uma centena ligados ao tema da mobilidade.

“Esta plataforma é transversal a tantos domínios e pode ser decisiva no futuro, porque o mundo está cada vez mais interligado e porque importa responder ativamente a desafios urgentes como as smart cities, a transição energética, a gestão das infraestruturas e os materiais inteligentes”, refere o coordenador e professor José Campos e Matos.

A Literacia Financeira funciona e faz falta a Portugal

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© Ana Almeida
© Ana Almeida

Sou estudante de ensino superior e o meu objetivo, tal como o de muitos outros jovens, é alcançar a independência financeira. Deste modo, é necessário sabermos gerir as nossas finanças pessoais de maneira a maximizar o nosso grau de satisfação na aquisição de um bem ou serviço, de acordo com o nosso orçamento. A boa gestão das nossas finanças pessoais constitui, então, uma essencialidade para atingir o nosso objetivo de independência financeira. Porém, apenas poderá ser executada uma boa gestão das mesmas se existir conhecimento prévio nessa área, algo que não é assegurado pelo ensino obrigatório.

A literacia financeira define-se como o conjunto de competências que permitem ao indivíduo – ou organização – munir-se dos conhecimentos necessários para uma gestão eficaz do seu dinheiro e para a tomada de decisões informadas. Nesse aspeto, esta área tem assumido um papel cada vez mais preponderante na vida de cada um.

Nesta temática, Portugal tem ainda um longo caminho a percorrer, sobretudo entre os particulares, onde as fragilidades são grandes e notórias. Os últimos dados disponíveis, de 2020, recolhidos pelo Banco Central Europeu (BCE), revelam que o nosso país ocupa a última posição do ranking de literacia financeira dos 19 países da zona euro.

Para realizar este estudo foram colocadas cinco questões sobre temas tais como a diversificação do risco; inflação; aritmética e juros compostos. Apenas 25% dos portugueses responderam corretamente a, pelo menos, três destas perguntas. Ao comparar com os alemães e holandeses que responderam corretamente a 65% do estudo (ficaram em primeiro lugar do ranking), é evidente que Portugal ainda se encontra aquém em relação a outros países europeus que possuem economias mais desenvolvidas.

Se no início do século XX a literacia escrita era o principal instrumento de capacitação pessoal, neste início do século XXI, a principal ferramenta diferenciadora é a literacia financeira. É crucial para a prosperidade futura.

Mas será que estamos a conseguir melhorar os nossos conhecimentos?

Há bons indicadores nesse sentido, mas ainda há muito a ser feito em relação à promoção deste tema e existe uma necessidade de fornecer recursos acessíveis e transparentes, bem como garantir que todos tenham acesso, para que possamos avançar em direção a uma sociedade financeiramente mais justa e próspera.

Será de aproveitar o curso que a Iniciativa Liberal Braga está a promover que já vai a meio. Após o sucesso das primeiras três sessões, estão ainda previstas mais três onde se irá refletir sobre vários temas que ajudam a compreender melhor as implicações das finanças no nosso dia-a-dia: Finanças Empresariais, Gestão das Finanças Pessoais e uma sessão final mista (presencial e online) onde todos os temas do curso serão abordados.

Artigo de opinião de Ana Almeida, membro da Iniciativa Liberal.