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De Abril brotou a Constituição da República Portuguesa

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© Hugo Delgado
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Assinalámos mais um 25 de Abril de 1974, data que simboliza a conquista da liberdade e da democracia no nosso país.

O 25 de Abril lembra-nos que os valores da igualdade, da justiça social e da participação cívica não são conquistas definitivas — são compromissos que exigem afirmação diária e defesa permanentes.

A Revolução de Abril pôs fim a uma ditadura de quase 50 anos e abriu caminho à construção de um Estado de Direito Democrático, baseado no respeito pelos direitos, liberdades e garantias fundamentais.

Nos tempos que vivemos, mais do que nunca, importa enaltecer a bravura daqueles que por nós restauraram a liberdade.

A liberdade de ser e de estar!

A mesma liberdade que hoje as gerações mais novas, por não terem vivido sob um regime ditatorial, encaram com naturalidade, mas que as gerações mais velhas sentem como uma verdadeira conquista e privilégio inestimável.

Ao longo destes 52 anos, Portugal conheceu progressos significativos nos direitos fundamentais, nas liberdades individuais e nos planos económico, social e político, afirmando-se como um país livre e democrático.

Comemorar Abril é lembrar e homenagear também todos aqueles que participaram, e participam, de forma ativa nos Órgãos Autárquicos e que de forma dedicada se empenham no desenvolvimento local, procurando responder aos interesses das suas populações que hoje se fazem ouvir livremente.

Com Abril, os trabalhadores e o povo conquistaram a liberdade política e sindical, implementaram a democracia nas suas variadas frentes e, através das nacionalizações e da Reforma Agrária, sectores e empresas fundamentais foram colocadas ao serviço do progresso e do desenvolvimento soberano do país.

Os avanços da Revolução, o potencial criador que esta libertou, estenderam-se a todos os domínios da nossa vida coletiva com impactos positivos diretos na esfera individual.

Também o Poder Local Democrático nasceu com a Revolução de Abril, uma conquista ímpar da democracia, que permitiu dar voz às aspirações do Povo, contribuindo assim para o progresso e desenvolvimento dos nossos concelhos e freguesias. Foi pela ação revolucionária e transformadora das populações que o aparelho fascista de administração local foi substituído por órgãos de poder provisórios, legitimados pelas populações, e, consequentemente, se desenhou um poder autónomo novo que veio a merecer consagração na Constituição da República.

De abril brotou a Constituição da República Portuguesa (CRP), impregnada dos valores e das conquistas que assumem os direitos dos trabalhadores e do povo como fundamentais, que obriga à subordinação do poder económico ao poder político, que define a solidariedade, o respeito pelos direitos dos povos e o princípio da não ingerência nas relações internacionais.

Neste ano de 2026, assinalam-se os 50 anos da Constituição da República Portuguesa, que foi redigida pela Assembleia Constituinte eleita, na sequência das primeiras eleições gerais livres, no nosso país, no dia 25 de Abril de 1975.

A palavra Constituição vem do latim Constitutio, que significa “ato de estabelecer, regulamentação ou ordem”. E, de facto, as primeiras Constituições surgiram como forma de limitar o poder do Estado, de o organizar politicamente e de garantir direitos aos cidadãos.

A Constituição da República Portuguesa é a lei principal de Portugal, em que se baseiam todas as outras leis, que estabelece os fundamentos e objetivos do Estado, a forma e regime de governo, a estrutura e organização dos vários poderes e órgãos políticos. É também na Constituição que encontramos os direitos e deveres fundamentais dos cidadãos, a organização económica e política do país.

A atual Constituição foi aprovada em 2 de abril de 1976, dois anos depois da Revolução do 25 de Abril, consagrando a democracia, as eleições livres, diretas e universais e os direitos e liberdades das pessoas. A Constituição estabeleceu um sistema semipresidencialista, no qual tanto a Assembleia da República como o Presidente da República são eleitos por sufrágio universal.

A constituição de 1976 não representa apenas um compromisso fundador do regime democrático: representa, ainda hoje, a afirmação viva de um estado de direito em que os direitos, liberdades e garantias não são fórmula retórica mas exigência jurídica concreta, oponível a todos os poderes e reclamável por todos os cidadãos.

É com esse espírito que o Partido Socialista da nossa União de Freguesias apresenta este voto de louvor, honrando a Constituição da República Portuguesa e todos aqueles que lutaram pela liberdade.

Viva a democracia! Viva o 25 de abril!

Braga: Assembleia de Freguesia de Nogueira, Fraião e Lamaçães aprova voto de louvor ao 25 de Abril

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© PS
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Os membros do Partido Socialista apresentaram votos de louvor na Assembleia de Freguesia da União das Freguesias de Nogueira, Fraião e Lamaçães, em Braga, pelo 52.º aniversário do 25 de Abril e pelo 50.º aniversário da Constituição da República Portuguesa.

“O 25 de Abril lembra-nos que os valores da igualdade, da justiça social e da participação cívica não são conquistas definitivas são compromissos que exigem afirmação diária e defesa permanentes”, referiu Inês Fernandes, do PS.

“Rambém o Poder Local Democrático nasceu com a Revolução de Abril, uma conquista ímpar da democracia, que permitiu dar voz às aspirações do Povo, contribuindo assim para o progresso e desenvolvimento dos nossos concelhos e freguesias”, acrescentou a socialista.

Foi ainda apresentado por Suzana Leite um voto de saudação pela abertura do Muzeu – Pensamento e Arte Contemporânea dst, enaltecendo “o projeto que marcará o panorama cultural da cidade”.

A socialista referiu que “a natureza deste projeto, com clara vocação pública, evidencia um papel crescente na promoção do desenvolvimento cultural da nossa cidade, ampliando a oferta disponível e criando novas oportunidades de acesso e participação para a comunidade”, evidenciando “a origem deste grupo empresarial fundado na freguesia de Fraião e o papel relevante do seu fundador que foi autarca na freguesia de Fraião”.

Luis Fernandes apresentou um voto de louvor pelo 50.º aniversário do Agrupamento 500 de S. Tiago de Fraião, reafirmando “a importância desta associação para a freguesia, o que se afirmado tem como uma referência no escutismo, não só a nível local como também no panorama nacional”.

Antes da ordem do dia, Margarida Carvalho fez ainda uma declaração política, destacando “o valor do trabalho como pilar essencial de uma sociedade justa”, evocando “o Dia do Trabalhador para reforçar a centralidade dos direitos laborais, o cumprimento das leis e a dignidade de todos os trabalhadores”.

A socialista falou sobre “os presentes que a Junta do Partido Socialista empossada em 2021 colocou término à precaridade, colocou término ao abuso do Estado, enquanto empregador público, perante os seus cidadãos tendo, mediante adoção dos procedimentos de recrutamento adequados, integrando nos quadros trabalhadores, designadamente para a AAAF/CAF – competência delegada na junta pelo município”.

O Partido Socialista refere que votou contra a Proposta de Regularização Contabilística, na Ordem de Trabalhos. “O Partido Socialista não podia votar favoravelmente esta proposta de regularização da discrepância negativa existente entre o valor pecuniariamente existente nos caixa / fundo de maneio e o valor contabilisticamente registado para os caixa / fundo de maneio à data da tomada de posse da Junta de Freguesia Socialista de 2021, em prejuízo do erário público em 11.418,18 euros, cuja tecnicidade não se questiona, porque a mesma tem subjacente um despacho de arquivamento do processo de denúncia que tramitava junto do Tribunal de Contas que não foi disponibilizado e do que foi, entretanto, dado a saber, mediante mero ofício do próprio Tribunal, o mesmo não se pronúncia sobre esta discrepância, há uma omissão clara de pronúncia”, explicam.

Por último, Luís Teixeira, congratulou a Junta de Freguesia pelo “regulamento do orçamento participativo e pela celeridade de cumprimento das promessas eleitorais que o PS tinha inscrito no seu programa”.

Feira do Livro em Vieira do Minho realiza-se de 4 a 9 de junho

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A Feira do Livro está de volta a Vieira do Minho, que este ano irá realizar-se na Casa de Lamas. Na apresentação do certame, o presidente da Câmara Municipal, Filipe de Oliveira, sublinhou a importância estratégica da cultura para o concelho, destacando que esta edição da feira surge “com uma nova roupagem”, refletindo a visão do executivo para o futuro. “A cultura é, para este executivo, um dos pilares de valorização contínua e um pilar fundamental para o desenvolvimento do concelho”, afirmou.

O autarca explicou que a mudança do evento para a Casa de Lamas não foi casual, mas “uma decisão pensada”. “Esta alteração pretende dar vida à Casa de Lamas, valorizando este espaço e conferindo maior dignidade ao evento, aos seus interlocutores e a todos os visitantes”, referiu.

“Queremos tornar a Feira do Livro de Vieira do Minho uma das melhores feiras do distrito de Braga”, afirmou, apontando para “um crescimento sustentado e qualitativo da iniciativa”.

Após a intervenção do presidente, a apresentação detalhada do programa esteve a cargo da vereadora da Educação e da Cultura, Sofia Rocha, que destacou “o caráter abrangente da feira”. “Há um programa para todos os gostos, pensado para miúdos e graúdos, onde a literatura se cruza com outras formas de expressão cultural”, sublinhou.

A Feira do Livro vai decorrer entre os dias 4 e 9 de junho, na Casa de Lamas, com uma programação diversificada que inclui apresentações de livros, conversas com autores, momentos musicais e iniciativas pedagógicas.

A abertura oficial está marcada para o dia 4 de junho, com a presença do presidente da Câmara Municipal e do reitor da Universidade do Minho, Pedro Arezes. O primeiro dia contará ainda com uma conversa com Sérgio Godinho, a propósito da obra “Como se não Houvesse Amanhã”, com moderação de Renato Costa, sendo o momento antecedido por uma atuação da Escola de Música de Vilar Chão.

O dia 5 de junho será dedicado às escolas, com destaque para uma palestra sobre sustentabilidade, em parceria com a Universidade do Minho, com Teresa Valente, e para a apresentação do livro “Vis(i)tas com Ciência”, da professora Maria Antónia Forjaz. Ao longo do dia, terão ainda lugar as apresentações das obras “Duas Casas e um Baloiço de Amor”, de Juliana Gomes, e “Dulce: A Pequena Sonhadora”, de Ana Silveira.

A noite desse dia será marcada pela presença de Raul Minh’Alma, numa sessão moderada pela vieirense Maria da Luz Fernandes, que termina com a atuação da Afonsina — Tuna de Engenharia da Universidade do Minho.

No sábado, 6 de junho, destaque para a conversa entre José Milhazes e Armando Ferreira, em torno do livro “O Favorito Português de Pedro, o Grande”, num dia que arranca ao som da Escola de Música de Vieira do Minho.

Já no domingo, o certame contará com um momento musical promovido pela Universidade Sénior de Vieira do Minho, seguido de uma conversa com o autor vieirense Francisco Duarte Mangas, moderada por José Marques Fernandes.

Os dias 8 e 9 de junho voltam a centrar atenções nos mais novos, com apresentações de livros infantis como “O Menino Faladó”, de Maria da Luz Fernandes, e “Nicolas”, de Paulo César Gonçalves, além de um espetáculo com o contador de histórias Rui Ramos.

Barcelos abre exposição comemorativa dos 50 anos da Banda Plástica

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© CM Barcelos
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A exposição “50 Anos da Banda Plástica” vai ser inaugurada esta quinta-feira, às 18:30, no Espaço Cultura | Galeria de Exposições Temporárias, integrando as comemorações do cinquentenário da Banda Plástica de Barcelos.

Patente ao público entre 30 de abril e 31 de maio de 2026, a mostra assinala meio século de existência de um projeto artístico singular, profundamente enraizado na comunidade e reconhecido pelo seu contributo relevante para a cultura local e nacional.

Ao longo de cinco décadas, a Banda Plástica de Barcelos afirmou-se pela sua originalidade, criatividade e capacidade de inovação, destacando-se pela construção e utilização de instrumentos a partir de materiais reutilizados. Esta identidade distintiva transformou a banda numa referência artística, cuja trajetória merece ser celebrada e partilhada com o público.

A exposição propõe uma revisitação da história da Banda Plástica, dando a conhecer os seus momentos mais marcantes e evidenciando a sua evolução artística ao longo dos anos. A iniciativa pretende, assim, valorizar o legado construído desde a sua fundação, ao mesmo tempo que projeta o futuro deste coletivo artístico.

Para além da vertente comemorativa, a mostra assume também um papel pedagógico e inspirador, promovendo valores como a criatividade, a sustentabilidade e a valorização da cultura local. Desta forma, a realização da exposição constitui uma oportunidade enriquecedora para reconhecer o impacto cultural e social da Banda Plástica de Barcelos.

Saúde e natalidade na agenda da Assembleia Municipal de Vieira do Minho

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© CM Vieira do Minho
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A Assembleia Municipal de Vieira do Minho reúne esta quinta-feira, pelas 20:00, no Auditório Municipal.

Os destaques desta sessão recaem sobre as áreas da saúde e da ação social, com especial enfoque nos programas “Vieira + Saúde” e “Vieira + Vida”.

No âmbito do “Vieira + Saúde”, será analisada e votada a proposta relativa à aquisição de um plano de saúde para a população residente no concelho, através da abertura de um procedimento de concurso público. A medida foi aprovada por maioria em reunião de Câmara no passado dia 23 de abril e segue agora para decisão da Assembleia Municipal.

Já no que diz respeito ao “Vieira + Vida”, estará em apreciação o Regulamento Municipal de Incentivo à Natalidade, aprovado por unanimidade em reunião de Câmara a 5 de fevereiro de 2026.

Os deputados municipais irão também deliberar sobre a segunda alteração orçamental modificativa aos documentos previsionais de 2026, bem como tomar conhecimento da informação semestral relativa à situação económica e financeira do município, referente ao segundo trimestre de 2025.

Entre os pontos em agenda estará ainda a celebração de um contrato interadministrativo com a CIM do Ave, no âmbito da delegação de competências e financiamento das atividades das autoridades de transportes.

No campo social, será igualmente discutido o Regulamento Municipal de Concessão de Apoios Sociais aos Bombeiros Voluntários e aos socorristas da Cruz Vermelha Portuguesa do concelho.

Outro dos temas em análise prende-se com o pedido de restituição de uma verba de 10.200 euros à Associação para o Ordenamento da Serra da Cabreira (APOSC).

A Assembleia irá ainda deliberar sobre um pedido de apoio técnico à Junta de Freguesia de Rossas, com vista à elaboração do projeto da futura casa mortuária de Agra e acompanhamento das respetivas obras.

No plano administrativo, será discutida a alteração ao mapa de pessoal do município, com o objetivo de ajustar funções e assegurar o cumprimento das obrigações de serviço público, sem aumento do número total de postos de trabalho.

Relativamente ao reforço da estrutura interna, a sessão inclui vários pontos relacionados com o recrutamento de cargos de direção intermédia (de 2.º e 3.º grau) em diferentes áreas municipais, incluindo a designação dos júris e definição dos métodos de seleção.

Por fim, serão apresentados, para conhecimento, os relatórios de atividades e a situação financeira da Câmara Municipal.

Festa das Cruzes arranca esta quinta-feira em Barcelos

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© CM Barcelos
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A Festa das Cruzes arranca esta quinta-feira, 30 de abril, no coração da cidade de Barcelos.

A inauguração dos Tapetes de Pétalas de Flores Naturais no Templo do Senhor Bom Jesus da Cruz, o concerto da fadista Mariza na frente ribeirinha e o espetáculo de fogo de artifício piromusical também na frente ribeirinha são os grandes destaques para o primeiro dia da grande romaria do Minho.

Programa

  • 08:30 – Alvorada festiva
  • 11:00 – Inauguração dos Arcos de Romaria
  • 17:30 – Inauguração dos Tapetes de Pétalas de Flores Naturais
  • 19:30 – Folclore no Largo Dr. José Novais
  • 22:30 – Concerto de Mariza
  • 23:00 – Arraial Noturno “Bamos às Cruzes”
  • 00:00 – Fogo de Artifício Piromusical

Carlos Vicens: “Vamos apresentar uma versão ao mais alto nível”

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© SC Braga
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O SC Braga recebe, esta quinta-feira, às 20:00, o SC Freiburg, em jogo da primeira mão da meia final da Liga Europa. Na antevisão, Carlos Vicens elogiou o adversário, frisando que os Gverreiros terão de apresentar uma versão ao mais alto nível.

“O SC Freiburg está a fazer uma Liga Europa de alto nível. Todas as equipas que estão na meia-final são fortes, senão não estaríamos nesta fase da competição. Têm um plantel muito comprometido, atacam e defendem juntos,  essa é uma das suas forças. São uma equipa em tudo o que fazem, enfrentam os jogos sem medo e com coragem. Vamos ter de apresentar uma versão nossa ao mais alto nível. A determinação e a eficácia vão fazer parte do resultado final. Vamos ter de ser eficazes nas duas áreas e ter capacidade de sofrimento para alcançarmos o objetivo, que é ultrapassar esta eliminatória”, disse o treinador do SC Braga.

Carlos Vicens disse que não estão disponíveis Grillitsch e Arrey-Mbi. “Temos um calendário muito exigente desde o início da temporada. Enquanto as equipas em Portugal chegaram à pausa de seleções de setembro com quatro jogos, com exceção do Benfica, nós já tínhamos feito dez. Vamos bater o recorde de jogos oficiais da história do clube num ano, e também de qualquer equipa portuguesa na sua história. A gestão só pode ser feita olhando para o jogo seguinte. Temos de gerir a equipa dessa forma, sabendo que esta é uma partida histórica para o clube, mas sem mudar o nosso trabalho. Temos de manter a estabilidade emocional. Não é fácil, há jogadores que não estão habituados a disputar este tipo de jogos. Isto faz parte daquilo que se sente como jogador. Quando o jogo começar, esses nervos ficam de fora e temos de focar toda a nossa energia no terreno de jogo. Que os nossos processos nos permitam marcar golos e não sofrer. Ser eficazes nas duas áreas, isso é o mais determinante”, finalizou.

Vieira do Minho abre exposição “Memórias de Abril” na Casa de Lamas

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© CM Vieira do Minho
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O Município de Vieira do Minho promove, na Casa de Lamas, a exposição “Memórias de Abril”, uma iniciativa integrada nas comemorações do 25 de Abril, que celebra a liberdade e a memória coletiva da Revolução de 1974.

A exposição resulta do empenho e dedicação dos Centros de Convívio e Lazer do concelho, que, ao longo dos últimos meses, desenvolveram diversos trabalhos manuais com a participação ativa dos seus utentes. Os trabalhos agora expostos refletem a criatividade, o envolvimento e o espírito de partilha entre idosos e técnicas dos CCLs, assumindo-se como uma homenagem simbólica aos valores de Abril. Os visitantes são, ainda, contemplados com uma banda sonora dedicada à música de intervenção, uma das marcas de revolução.

Na passada segunda-feira, dia 27 de abril, coincidindo com a Feira Semanal de Vieira do Minho, a exposição registou uma significativa afluência, com muitos dos idosos participantes a aproveitarem a ocasião para visitar o espaço e contemplar os seus próprios trabalhos, num momento marcado pelo orgulho coletivo.

“Memórias de Abril” encontra-se aberta à comunidade e pode ser visitada na Casa de Lamas, constituindo uma oportunidade para revisitar a história, valorizar o papel ativo da população sénior e reforçar os laços intergeracionais através da cultura e da memória.

Braga: Palácio do Raio inaugurou exposição “Com Maria”

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© Palácio do Raio
© Palácio do Raio

O Palácio do Raio, em Braga, inaugurou a exposição de pintura e colagem intitulada “com Maria”, da autoria de João Osvaldo.

A exposição está parente até dia 30 de maio e é “inspirada na figura de Maria, doada por Jesus à humanidade, esta mostra convida à contemplação do seu olhar terno e acolhedor, que envolve as necessidades e o sofrimento humano, inspirado confiança na sua solicitude e ação intercessora”.

A inauguração decorreu esta terça-feira e contou com a presença de Bernardo Reis, provedor da Santa Casa da Misericórdia, que deixou uma palavra de agradecimento ao autor desta exposição que será prolonga ao longo de maio, mês dedicado a Maria.

“Na continuidade do percurso artístico e espiritual iniciado com a exposição ‘Jesus, Fermento de Vida’, apresentada no contexto da Semana Santa, João Osvaldo Rodrigues propõe agora uma nova etapa com a mostra ‘Com Maria’, sendo para nós uma grande satisfação acolher esta mostra no mês de Maria. Se anteriormente o olhar se centrava na figura de Cristo e no seu caminho de entrega e redenção, esta nova exposição convida a uma contemplação mais íntima e serena, inspirada na presença de Maria. Símbolo de acolhimento, confiança e intercessão, Maria surge aqui como figura mediadora entre o humano e o divino, expressão silenciosa de fé e disponibilidade. Através da sua linguagem artística, marcada pelo diálogo entre experiência humana e dimensão espiritual, o autor convida o visitante a aprofundar uma reflexão interior, onde a ternura, a escuta e a esperança ganham forma. ‘Com Maria’ apresenta-se, assim, como um prolongamento natural do caminho iniciado, abrindo novas possibilidades de encontro com o sagrado e de renovação do olhar sobre a vida. Neste contexto, o mês de Maria torna-se não apenas enquadramento temporal, mas também chave de leitura desta proposta artística, reforçando a dimensão espiritual e comunitária da exposição Esta mostra é reveladora do trajeto biográfico e artístico do pintor João Osvaldo, onde o autor tem desenvolvido uma linguagem própria, em que a arte surge como lugar de encontro entre experiência humana e dimensão espiritual. Importa ainda sublinhar o empenho e a generosa colaboração do artista João Osvaldo, que, ao dar continuidade a este percurso, revela um compromisso profundo com a criação artística enquanto caminho de encontro com o transcendente e de serviço à comunidade. O seu trabalho, fruto de dedicação e sensibilidade, traduz-se numa obra que convida à contemplação e à renovação interior, prolongando, de forma coerente e inspiradora, o itinerário iniciado na exposição anterior. Queremos, por isso, agradecer ao artista João Osvaldo por partilhar connosco esta sua obra que convida à contemplação, ao silêncio e à renovação interior neste tempo Pascal e dedicado a Maria. Muito obrigado”, disse o provedor. 

A exposição pode ser visitada de terça-feira a sábado, das 10:00 às 12:00 e das 14:00 às 18:00.

Semanas da Economia de Braga vão ter mais de 200 horas de programação

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© InvestBraga
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Braga acolhe, entre 4 e 29 de maio, mais uma edição das Semanas da Economia, uma iniciativa promovida pela InvestBraga e pelo Município de Braga, e que reúne dezenas de eventos e centenas de participantes para debater o futuro do desenvolvimento económico do território, num momento marcado pela preparação de um novo ciclo estratégico e pela redefinição de prioridades ao nível local, nacional e europeu.

Sob o mote “Novo Ciclo para o Desenvolvimento Económico”, a edição deste ano assume-se como um momento estratégico de reflexão e alinhamento para o futuro de Braga, num contexto marcado por profundas transformações económicas, tecnológicas e institucionais.

Para Luís Rodrigues, Administrador Executivo da InvestBraga, este enquadramento responde diretamente às exigências do momento atual. “O mote destas semanas reflete a necessidade de pensar o futuro com ambição e responsabilidade, num momento particularmente relevante, marcado pelo desenho do novo Plano Estratégico de Desenvolvimento Económico (PEDE 2026–2038), pelo balanço do ciclo estratégico que agora termina e por uma renovação significativa ao nível das lideranças institucionais, desde o poder local ao ensino superior”, afirma.

Ao longo de quatro semanas, a programação organiza-se em torno de quatro grandes eixos temáticos dedicados ao desenvolvimento económico, financiamento e investimento, inovação e ciência, e território, permitindo abordar, de forma integrada, as dimensões estruturantes da competitividade e do crescimento económico.

Programa pensado para promover reflexão estratégica 

O Forum Braga volta a assumir-se como o principal palco da iniciativa, acolhendo conferências, cimeiras, workshops, exposições e momentos de networking, num modelo que combina iniciativas abertas ao público com eventos de caráter mais técnico e estratégico.

Entre os principais destaques da programação está a conferência inaugural “Novo Ciclo para o Desenvolvimento Económico”, que marca o arranque das iniciativas e reúne especialistas e decisores para debater prioridades de crescimento. A conferência acontece a 4 de maio, a partir das 14h00, e é de acesso livre.

Ao longo do programa, destacam-se ainda a apresentação do I2C (7 de maio, pelas 9h00), o 12.º aniversário da Startup Braga (7 de maio, pelas 16h30), a sessão “A Estratégia de Desenvolvimento Territorial de Braga” (15 de maio, pelas 10h00), o INOVARMY Summit & Expo 2026 (19 e 20 de maio), dedicado à inovação no setor da defesa, a conferência “Novo Ciclo para a Inovação e Ciência” (22 de maio, 14h30), a Cimeira da Indústria (26 de maio) e a Mostra Empresarial e Qualifica-te Braga’26 (28 e 29 de maio), uma das maiores iniciativas de promoção do tecido empresarial, da qualificação e do emprego na região.

O programa conta ainda com iniciativas desenvolvidas por entidades parceiras como o dstgroup, responsável pela conferência “Habitação colaborativa” (14 de maio, pelas 9h30), o Built CoLab e grupo Casais, que assumem a conferência de 15 de maio, pelas 14h30, dedicada à “Construção Sustentável”, o CCG, responsável pela conferência “IA e HPC como Motores da Competitividade Regional: Do Laboratório ao Território” (22 de maio, pelas 9h00).

Paralelamente, e com agenda reservada, decorre logo a 4 de maio, a Cimeira dos Embaixadores Empresariais de Braga, que junta uma rede de 40 líderes empresariais responsáveis por mais de 350 empresas, empregando cerca de 27 mil e quinhentos trabalhadores e gerando um volume de faturação superior a 5 mil milhões de euros, dos quais mais de metade corresponde a exportações, assim como a reunião do Conselho Estratégico da InvestBraga. Já na semana dedicada à inovação e ciência, decorrerá a reunião do Conselho Regional de Inovação do Norte, a 22 de maio.

A edição de 2026 apresenta uma dimensão reforçada, com cerca de 200 horas de atividade e a participação de 120 stands de expositores na Mostra Empresarial e no Qualifica-te Braga, o que representa um crescimento de 20% face ao ano anterior. Estes números refletem a crescente relevância das Semanas da Economia enquanto plataforma agregadora do ecossistema local e regional.

Pensadas para evidenciar a competitividade das empresas que operam a partir de Braga e a capacidade de criar valor assente na inovação, no conhecimento e na transferência de tecnologia, as Semanas da Economia de Braga assumem-se como um espaço privilegiado de partilha, debate e construção de soluções para o futuro do território.

Todo o programa das Semanas da Economia de Braga está disponível aqui.