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Braga: Zé da Gracinda de Priscos celebra hoje 100 anos de vida

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© JF Priscos
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José da Silva Martins da Cruz, mais conhecido por todos como Zé da Gracinda, residente da freguesia de Priscos, em Braga, celebra hoje 100 anos de vida.

Israel Pinto, presidente da Junta de Freguesia de Priscos, disse que na visita ao Zé da Gracinda, ficou surpreendido com “a lucidez dos nossos mais sábios”. “Mal entrei em sua casa, fui recebido com um caloroso ‘Bom dia, Sr. Presidente’. Estou aqui sentado porque as pernas já não ajudam, mas estou bem… e os 100 já estão feitos”, contou o autarca.

O presidente sublinhou que continuará a visitar o centenário. “Obrigado, Sr. Zé da Gracinda, pela sua simpatia, sabedoria e pelo espírito inspirador que tão bem representa a nossa comunidade”, finalizou.

Celorico de Basto acolhe Caminhada Jovem inspirada no lema da JMJ Seul 2027

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A Pastoral Juvenil de Celorico de Basto, em colaboração com a Pastoral da Catequese do Arciprestado, encontra-se a organizar uma Caminhada Jovem, inspirada no lema da Jornada Mundial da Juventude de Seul 2027 — “Tende coragem: Eu venci o mundo!” (Jo 16,33).

A iniciativa terá lugar no próximo sábado, 9 de maio, na Paróquia de Santa Maria de Canedo de Basto, com início marcado para as 14:30, na Igreja Matriz de Canedo de Basto, no Lugar das Cerdeirinhas.

Esta caminhada destina-se, de forma particular, aos jovens da catequese das várias paróquias do arciprestado, sendo igualmente aberta a toda a comunidade, desafiando todos a participar num momento de encontro, convívio, fé e partilha.

As inscrições deverão ser efetuadas junto das catequistas das respetivas paróquias e comunicadas à organização, ou em alternativa, através do e-mail da Pastoral Juvenil ([email protected] indicando o nome e o contacto telefónico), até ao próximo dia 6 de maio (quarta-feira).

Segundo o Assistente Arciprestal da Pastoral Juvenil, Pe. José Carlos Macedo, “esta caminhada é um convite dirigido a todos os jovens para saírem, caminharem juntos e redescobrirem a alegria da fé em comunidade. Inspirados pelo lema da próxima JMJ, queremos desafiar cada jovem a viver com coragem, confiança e esperança, mesmo perante os desafios do mundo atual. Contamos com a presença de todos para fazermos deste momento uma verdadeira experiência de Igreja viva e em caminho”.

A organização convida todos os interessados a associarem-se a esta iniciativa, que pretende “reforçar os laços entre os jovens, promover a vivência cristã e preparar o espírito para os desafios e apelos das futuras Jornadas Mundiais da Juventude”.

Famalicão: AARO vence 16 pódios no XIX Grande Prémio de Atletismo de Landim

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© Escola Atletismo Rosa Oliveira
© Escola Atletismo Rosa Oliveira

A Escola de Atletismo Rosa Oliveira de Famalicão participou no XIX Grande Prémio de Atletismo de Landim. Os atletas da equipa joanense arrecadaram quatro lugares, três e cinco individuais e coletivos.

Em destaque estiveram:

  • Sub10 feminino: Diana Cunha 3.º lugar
  • Sub12 feminino: Margarida Carvalho 2.º lugar
  • Sub14 feminino: Matilde Mendes 1.º lugar, Margarida Barbosa 2.º lugar e Maria Pereira 3.º lugar
  • Sub14 masculino: Luís Neto 3º lugar
  • Sub18 feminino: Luísa Castro 1.º, Ana Oliveira 2.º e Rafaela Araújo 3.º lugar
  • Veteranas: Anabela Silva 1.º lugar

Coletivamente, a Escola Atletismo Rosa Oliveira venceu nos escalões de formação em femininos e terceiros masculinos.

Para a obtenção dos resultados coletivos participaram ainda Lara Martins, Matilde Azevedo, Maria Azevedo, Francisca Azevedo, Alice Oliveira, Santiago Costa, Rodrigo Mendes, Gonha Cunha, Duarte Ramalheiro, Rodrigo Marques, Diogo Costa, Dinis Abreu, Ana Silva, Inês Castro, Joaquim Coelho, Filipe Coelho e Joel Cunha.

Guimarães candidata-se às Novas 7 Maravilhas de Portugal 2026

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© CM Guimarães
© CM Guimarães

Guimarães concorre às “Novas 7 Maravilhas de Portugal 2026” com propostas nas sete áreas a concurso: Arquitetura Militar, Religião, História, Grandes Obras, Século XX, Século XXI e Turismo.

O Castelo de Guimarães, distinguido como uma das “7 Maravilhas de Portugal” em 2007, mantém o seu estatuto desde a primeira edição.

Na categoria Arquitetura Militar, destaca-se a candidatura da Torre da Alfândega – Aqui Nasceu Portugal. Na Religião, destaca-se a candidatura da Igreja de Nossa Senhora da Oliveira; Na categoria História, a Citânia de Briteiros; Nas Grandes Obras, o Centro Internacional das Artes José de Guimarães; No Século XX, o Teleférico Penha Guimarães; No Século XXI, a Academia de Ginástica de Guimarães; e, na categoria Turismo, a Montanha da Penha. 

A estas candidaturas juntam-se, ainda, na categoria História, o Paço dos Duques de Bragança e o Museu de Alberto Sampaio.

Edificado no século XV por Afonso I, Duque de Bragança, o Paço dos Duques é um dos mais emblemáticos monumentos nacionais e um símbolo central da identidade histórica portuguesa. O Museu de Alberto Sampaio, instalado no conjunto edificado da antiga Insigne Real Colegiada de Santa Maria da Oliveira, afirma-se como um espaço singular no panorama patrimonial nacional. Com um acervo de elevado valor histórico, integra vários Tesouros Nacionais, entre os quais o Loudel e o presépio em prata dourada oferecidos por D. João I, destacando-se ainda pela raridade de integrar a única sala de pintura a fresco existente em museus no país.

PCP propõe aumento de 50 euros das pensões de reforma

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O Grupo Parlamentar do PCP vai apresentar uma proposta de aumento geral do valor das pensões de reforma em 50 euros, a partir de 1 de julho.

“Uma proposta que abrange todos os pensionistas e que, ao contrário dos suplementos extraordinários que os governos têm decidido, consolida no montante global de cada pensão e no cálculo da sua evolução futura”, refere o partido.

PS alerta para “degradação” de infraestruturas municipais em Vila Verde

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© PS
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O PS alertou para a “degradação” de infraestruturas municipais em Vila Verde, exigindo respostas sobre “segurança, manutenção e gestão pública”.

Na Assembleia Municipal de Vila Verde, o deputado Carlos Araújo, da bancada do Partido Socialista, apresentou um conjunto de questões que considera “urgentes e inadiáveis”, alertando para “situações que colocam em causa a segurança, a qualidade de vida e a boa gestão dos recursos públicos no concelho”.

Carlos Araújo denunciou “o estado de abandono da Central de Camionagem”, lembrando que “mais de um ano após o incêndio, o Município não procedeu à limpeza dos espaços afetados, permitiu que parte do teto ruísse recentemente, mantém o edifício a funcionar com um quadro elétrico de obra, exposto e sem condições, e continua a utilizar um edifício municipal há mais de 10 anos sem garantir condições mínimas de segurança e legalização”.

“O Município devia ser o primeiro a dar o exemplo. Em vez disso, mantém um edifício público em condições que colocam em risco quem o utiliza”, refere.

O deputado socialista alertou ainda para o estado “absolutamente degradado” das estradas e caminhos municipais, afirmando que “há vias em Vila Verde em pior estado do que em muitos países de terceiro mundo”.

“Os buracos são mais frequentes do que o próprio piso e o número de processos judiciais contra o Município por danos em viaturas tem aumentado de forma significativa. E isto sem contar com todos os que desistem de reclamar por falta de meios ou paciência”, acrescenta.

Carlos Araújo voltou a alertar para “a falta de critério na localização de algumas passadeiras e para a ausência de iluminação forte sobre as mesmas, colocando em risco peões e condutores”. “Há locais onde, mesmo a baixa velocidade, a visibilidade é praticamente nula”, reforçou.

O PS questionou ainda o Executivo sobre alegados “relatos de irregularidades no relvado sintético recentemente inaugurado no Campo de Oleiros”, pedindo esclarecimentos sobre “a existência de queixas formais, inspeções realizadas e eventuais reclamações aos responsáveis pela obra”.

Por fim, Carlos Araújo abordou o processo judicial iniciado pela ACA em 2009 que “resultou numa condenação do Município ao pagamento de 1,7 milhões de euros, mais juros que poderão ultrapassar 500 mil euros”.

O deputado questionou “se o Município realizou averiguações internas, se existiam fundamentos para contestar e quem assume a responsabilidade pelos juros acumulados, que representam um prejuízo significativo para os cofres municipais”.

Carlos Araújo afirmou que estas situações “não podem continuar a ser ignoradas” e que “o Executivo tem o dever de garantir segurança, manutenção e boa gestão dos recursos públicos”.

Natação do SC Braga vence 44 medalhas no Torneio dos Conquistadores

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© SC Braga
© SC Braga

As equipas de cadetes e de masters de natação do SC Braga estiveram em destaque no Torneio dos Conquistadores, que decorreu em Guimarães.

A equipa de cadetes alcançou 13 novos recordes pessoais e o terceiro lugar na classificação coletiva, vencendo nove medalhas (3 de ouro, 4 de prata e 2 de bronze).

A equipa de masters arrecadou 35 medalhas (18 de ouro, 11 de prata e seis de bronze), batendo 30 novos recordes pessoais e o segundo lugar na classificação coletiva.

Martim Pereira do SC Braga sagra-se Campeão Nacional de Karaté

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© SC Braga
© SC Braga

Martim Pereira, do SC Braga, sagrou-se Campeão Nacional de Karaté, no escalão de juvenis -55 kg.

O Gverreiro do Minho destacou-se este sábado, em Albufeira, após dominar o campeonato nacional com vitórias por 5-3, 4-2 e 4-0, vencendo a meia-final por 13-4 e a grande final por 9-2.

Também Martim Costa sagrou-se Vice-Campeão Nacional na categoria de juvenis -50 kg com vitórias por 8-2 e 9-0 nas partidas iniciais. Após vencer a meia-final por 3-1, perdeu a final pela margem mínima por 0-1.

Presidente da República defende liberdade de imprensa como “prioridade de cidadania”

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© Presidência da República Portuguesa
© Presidência da República Portuguesa

António José Seguro falou hoje que “a Liberdade é o fundamento da democracia. E a Liberdade de Imprensa é uma das suas expressões mais exigentes – porque não se limita a existir, tem a obrigação de incomodar”.

“Uma imprensa livre é, por definição, um contrapoder. Uma voz que questiona, que investiga, que não se dobra ao poder nem se rende ao aplauso fácil. Uma voz fundamentada, independente e, quando necessário, incómoda. É precisamente essa a sua função. É precisamente por isso que é insubstituível. No entanto, o que os números nos dizem hoje contraria a expectativa de progresso que a consolidação das democracias deveria garantir”, refere o presidente da República, no Dia Mundial da Liberdade de Imprensa.

O chefe de Estado recorda que “no ano passado, 129 jornalistas e profissionais da comunicação social foram assassinados no mundo. Não é uma estatística. É uma acusação. A estes mortos somam-se ameaças mais silenciosas, mas igualmente corrosivas: a regressão democrática em várias regiões do globo, a pressão das autocracias sobre os media independentes, a precariedade económica das Redações, a concentração da propriedade e a proliferação de desinformação que contamina o espaço público – por vezes seduzindo os próprios media que deveriam ser o seu antídoto”.

“O resultado é um ecossistema de informação cada vez mais frágil, onde a verdade disputa espaço com o espetáculo e onde o ‘circo mediático’ encontra audiências que a seriedade jornalística nem sempre consegue alcançar. Defender a Liberdade de Imprensa é, por isso, uma responsabilidade de todos – não apenas dos jornalistas ou das empresas de comunicação social. É uma prioridade de cidadania. Porque quando uma voz jornalística se cala por medo, por impossibilidade económica ou por captura, não é apenas ela que perde. Perdemos todos”, finalizou.

“Uma das figuras mais emblemáticas da comunicação”. PCP recorda Cândido Mota

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O PCP recordou Cândido Mota, que morreu hoje aos 82 anos, como “uma das figuras mais emblemáticas da comunicação”.

Militante do partido, Cândido Mota é lembrado pelo PCP como “um cidadão profundamente empenhado na intervenção social e cultural”.

“O Secretariado do Comité Central do PCP expressa o seu profundo pesar pelo falecimento de Cândido Mota, militante comunista, e transmite às suas filhas, netas e restante família as suas sentidas condolências. Nascido em Espinho a 28 de Setembro de 1943, afirmou-se como uma das figuras mais emblemáticas da comunicação em Portugal, cruzando uma carreira de excelência na rádio e televisão com um compromisso cívico e político inabalável. Militante do Partido Comunista Português, Cândido Mota tornou-se uma presença indissociável da Festa do Avante!, onde foi, durante mais de 35 anos, a voz anfitriã e o rosto do Palco 25 de Abril. Para os milhares de visitantes da Quinta da Atalaia, a sua voz tornou-se um símbolo de serenidade e entusiasmo”, refere o PCP.

“Reconhecido pela sua voz Cândido Mota foi, não apenas um locutor de sucesso, mas um cidadão profundamente empenhado na intervenção social e cultural”, salienta o partido, considerando que se afirmou “como uma das figuras mais emblemáticas da comunicação em Portugal, cruzando uma carreira de excelência na rádio e televisão com um compromisso cívico e político inabalável”, acrescenta.

Os comunistas referem que, a partir de 1965, Cândido Mota “afirmou-se como uma das vozes centrais do programa Em Órbita, que revolucionou o panorama musical nacional ao divulgar o melhor da música anglo-americana e, mais tarde, ao dedicar-se de forma didática à música clássica”.

“A sua consciência política manifestou-se cedo, tendo vivido por dentro o momento fundacional da democracia portuguesa ao encontrar-se nas instalações do Rádio Clube Português, o centro de comando do Movimento das Forças Armadas, durante a Revolução de 25 de Abril de 1974, onde permaneceu durante vários dias ao lado de colegas como Luís Filipe Costa e Joaquim Furtado, assegurando a continuidade das emissões que informavam o país sobre a queda da ditadura”, reforça o PCP.

O comunicado refere que em 1979 “alcançou uma popularidade massiva com o programa O Passageiro da Noite, na Rádio Comercial” e que entre 1986 e 1988 foi “uma das vozes relevantes da Telefonia de Lisboa, uma rádio progressista onde Cândido Mota se notabilizou num programa de entrevistas chamado Rua do Mundo e na leitura de uma rubrica diária sobre canção política, da autoria de Rúben de Carvalho, intitulada Panfletos”.

“Na década de 1990, Cândido Mota iniciou uma colaboração icónica com Herman José na televisão e na fase final da sua carreira, projetou programas que visavam combater o que considerava ser a forma mais sinistra de censura contemporânea – o conceito do politicamente correto -, defendendo uma rádio que fosse espaço de dúvida, crítica e transmissão de incertezas, em oposição ao mero entretenimento passivo. Para Cândido Mota, a comunicação devia ser uma ferramenta didática, informativa e formativa, essencial para a educação e cultura do povo, um princípio que norteou toda a sua vida pública e cívica até à sua morte“, finalizou.